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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Mãe perde a guarda da filha e por vingança mata a menina e depois tira a própria vida

JCO20/02/2026 às 13:00

Enquanto os brasileiros aproveitavam o Carnaval, os norte-americanos se viam impressionados com um crime ocorrido no domingo (15), em Las Vegas, Nevada. Policiais encontraram, em um quarto de hotel, os corpos de Tawnia McGeehan e da filha dela, Addi Smith, de apenas 11 anos. A mãe atirou na filha e depois se matou.

As duas são de West Jordan, Utah, mas estavam na cidade dos cassinos para uma competição de “líderes de torcida”. Addi se preparava para ser uma cheerleader e era uma das 13 meninas da equipe de uma academia chamada Utah Xtreme Cheer. A polícia foi acionada quando o treinador da pequena líder de torcida percebeu que mãe e filha não haviam comparecido à competição. Um bilhete teria sido encontrado no quarto, explicando o ocorrido.

Segundo reportagem do The Salt Lake Tribune, Addi “estava ansiosa para se aperfeiçoar no esporte, dedicando tempo extra na academia e fazendo aulas particulares sempre que possível”. “O cheerleading era a vida dela”, disse Kory Uyetake, dono da academia. “Cheer era a sua definição e ela vivia isso plenamente”.

A mãe, por sua vez, travava uma briga pela guarda da filha com o ex-marido há cerca de 10 anos. Após tomar conhecimento que havia perdido a guarda, ela tomou a medida extrema, como vingança.


Mendonça avança, toma decisão fundamental no caso Master e atinge diretamente Dias Toffoli

JCO

Uma ministro André Mendonça, novo relator do caso Master, acaba de tomar uma decisão que atinge diretamente aquilo que havia sido determinado por Dias Toffoli.

O magistrado mandou a Polícia Federal trocar os peritos que haviam sido definidos por Toffoli para periciar os aparelhos celulares e documentos do banqueiro Daniel Vorcaro, apreendidos na Operação Compliance Zero.

Uma reunião realizada na semana passada entre delegados à frente da investigação e o novo ministro relator do inquérito sobre o banco Master foi decisiva para devolver à PF atribuições naturais da investigação policial, como a definição de quem vai atuar internamente, em um inquérito que não é originário do judiciário.

O ministro Dias Toffoli deixou a condução do inquérito após a Polícia Federal entregar um relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, mencionando pagamentos ao ministro Toffoli no celular de Daniel Vorcaro, principal investigado do caso. Esse celular foi apreendido na primeira fase da operação, ainda em 2025, quando o inquérito era conduzido pela primeira instância.

Para fontes com conhecimento sobre as investigações, “se tivesse sido analisado pelo perito definido pelo ministro, não teríamos chegado onde chegamos”. A análise leva em conta a capacitação de ao menos um dos indicados, que, segundo investigadores, “é ótimo engenheiro, mas não tinha qualificação para atuar em um caso de análise financeira”. Toffoli tinha tomado inúmeras decisões polêmicas à frente da relatoria que agora caem por terra, como a definição de que as provas colhidas na segunda fase ficassem sob custódia da Procuradoria geral da República.

Os 2 fatos que diferenciam a postura de Malu Gaspar de seus algozes

JCO

Um comentário postado nas redes sociais pelo Jornalista Sam Pancher elucida a questão que envolve a jornalista Malu Gaspar com poderosas autoridades da República. Eis o texto:

“Dois fatos:
1-) Não há qualquer indício de jornalistas comprando informações de fontes (ninguém sério faria isso).
2-) Há fortes indícios de banqueiros comprando altas autoridades da República.
Quem está inventando o primeiro fato está apenas tentando encobrir o segundo. Será que é de graça?”

Exatamente. Esse é o dilema. Essa é a briga.

O detalhe: Eles são muito fortes.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

URGENTE: Mendonça age contra diretor-geral da PF

JCO

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que derrubou restrições impostas pelo então relator do caso Master, Dias Toffoli, e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo é um movimento para limitar a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações.

A informação é da jornalista Julia Duailibi, do portal g1.

Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito, atingindo em cheio o diretor-geral nomeado por Lula. Veja: 

Junto a isso uma nova bomba surgiu! O livro "Banco Master - O Caso Blindando Pelo STF" mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos.

Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com FRETE GRÁTIS para todo o país. Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda

Corra enquanto é tempo...

da Redação

Novo documento surge e pode mudar o rumo do Caso Master

JCO

O lançamento do livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF chega como uma bomba política em um país acostumado a escândalos que começam com manchetes explosivas e terminam em silêncio institucional.

Quando um banco quebra e R$ 41 bilhões desaparecem, o esperado seria uma força-tarefa, CPIs, investigações céleres, responsabilizações exemplares. Mas o que a obra propõe é algo ainda mais perturbador: a hipótese de que o problema não está apenas no rombo — está no mecanismo que impede que o rombo seja plenamente investigado.

Ao colocar no centro da narrativa o papel do Supremo Tribunal Federal, esse impactante lançamento mostra que o sigilo não teria sido uma consequência técnica, mas uma estratégia estrutural. A blindagem não seria episódica — seria sistêmica.

Tudo leva a crer que, se a obra conseguir mobilizar opinião pública, pressionar parlamentares ou reacender pedidos de investigação, seu impacto pode ultrapassar o mercado editorial e entrar no jogo político. Por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país.

Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo:

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O valor é promocional até o dia 01/03. Veja a capa: 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Vaza a reação dentro do Planalto com o rebaixamento da escola que homenageou Lula

JCO

O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói no carnaval do Rio acabou repercutindo também dentro do governo federal. Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscaram reduzir o impacto político do resultado e negaram qualquer relação entre a homenagem feita ao petista e a posição final da escola na apuração.

Integrantes do governo classificaram a queda como algo comum na dinâmica da competição entre agremiações, lembrando que a escola havia chegado recentemente ao Grupo Especial. Segundo essa avaliação, o desempenho não teria sido prejudicado pelo enredo, argumento reforçado pelo fato de o samba ter recebido notas máximas de alguns jurados.

Aliados do presidente também interpretaram o resultado como evidência de que não houve interferência governamental ou favorecimento financeiro na apresentação, afastando suspeitas levantadas após o desfile.

No Planalto, a repercussão política foi atribuída a exploração eleitoral por parte da oposição, que passou a usar o episódio como crítica ao governo.

A escola terminou a apuração com a menor pontuação entre as participantes do Grupo Especial e retornará ao grupo de acesso no próximo carnaval.

Fezes no carro alegórico de Lula e rebaixamento: A “esperança” que desceu pelo ralo (veja o vídeo)

JCO

O que era para ser a grande apoteose petista no Carnaval carioca virou uma piada de mau gosto – literalmente. A Acadêmicos de Niterói, que ousou transformar o desfile em culto ao "operário do Brasil" com enredo dedicado a Lula, acabou rebaixada e ainda descobriu fezes humanas em seu carro alegórico. Coincidência? Para o vereador de Vitória (ES) Dárcio Bracarense (PL), nem um pouco.

Em seu comentário durante o jornal do JCO, o parlamentar disparou:

"Aqueles que homenageiam o que não presta, acabam tendo o que não presta".

E completou com sarcasmo afiado:

"Quem brinca com fogo ou molha a cama ou se queima".

Na visão dele, o episódio das fezes no carro que exaltava o petista é a prova cabal de que "o que é podre atrai podridão".

Bracarense ainda elogiou a "prontidão" dos jurados do Carnaval do Rio por rebaixarem a escola, evitando que no ano que vem desfilassem homenagens a "Marcola, Fernandinho Beira-Mar ou o Maníaco do Parque". Afinal, segundo ele, o que seria do espetáculo se virasse palanque para criminosos?

Após o rebaixamento, o recado parece ter sido claro: idolatria barata tem um preço alto. E o cheiro... bom, esse já se espalhou por toda a Sapucaí, junto à obra do homenageado.

Veja o vídeo:

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é um dia muito especial, pois celebramos o aniversário da minha querida e linda amiga Edna!! ! Amiga, que esta data seja repleta de al...