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sábado, 23 de maio de 2026

Morre conhecido influenciador e atleta de fisiculturismo aos 22 anos

JCO

O influenciador fitness e atleta de fisiculturismo Gabriel Ganley, de 22 anos, morreu neste sábado (23).  A Integralmédica, empresa da qual era atleta patrocinado, confirmou o falecimento. Segundo os relatos iniciais divulgados pelo portal LeoDias, a causa da morte teria sido um quadro de hipoglicemia.

Nas redes sociais, a marca prestou uma homenagem emocionante ao fisiculturista e destacou o impacto dele no universo fitness, além do carinho que conquistou entre fãs, amigos e colegas ao longo da trajetória no esporte.

“Hoje a dor fala mais alto. Com muita tristeza, nos despedimos do nosso eterno bbzinho, que viveu intensamente e com quem tivemos momentos históricos e inesquecíveis na família Integralmédica”, escreveu a empresa.

PF prende em Rondônia um dos foragidos mais procurados do Brasil

PF prende em Rondônia um dos foragidos mais procurados do Brasil

A Polícia Federal prendeu, na noite de quinta-feira (21), um dos foragidos mais procurados do país na região de fronteira entre Brasil

e Bolívia, em Rondônia.

O homem foi identificado como Cícero Thiago Cavalcante, conhecido pelo apelido de “Tourão”. Segundo a PF, ele possuía três mandados de prisão em aberto e era investigado por envolvimento com tráfico de drogas e associação para o tráfico no estado de Pernambuco.

De acordo com as informações divulgadas pela corporação, o suspeito estava vivendo na Bolívia e acabou sendo localizado e preso no momento em que atravessava para o território brasileiro.

A captura ocorreu durante ação de monitoramento realizada pela Polícia Federal na região de fronteira, considerada estratégica pelas forças de segurança no combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado.

A atuação de organizações criminosas em áreas fronteiriças da Região Norte tem sido alvo constante de operações policiais nos últimos anos, especialmente em rotas utilizadas para transporte de entorpecentes vindos de países vizinhos.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado às autoridades competentes e deverá permanecer à disposição da Justiça.

A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre o local exato da captura nem sobre possíveis apreensões relacionadas à operação.

Justiça dos EUA autoriza citação de Moraes por e-mail em ação

CNN Brasil.
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Justiça dos EUA autoriza citação de Moraes por e-mail em ação

A Justiça federal dos Estados Unidos autorizou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes seja citado por e-mail em uma ação movida pelas empresas Rumble e Trump Media & Technology Group, responsável pela rede Truth Social.

A decisão, assinada por uma juíza da Corte Distrital da Flórida, diz que agora o andamento do processo é destravado após meses de tentativa frustrada de notificação pelas vias diplomáticas previstas na Convenção da Haia.

O despacho não deixa claro o mérito das acusações feitas pelas empresas americanas contra Moraes. A decisão trata exclusivamente da forma de citação do ministro brasileiro e da autorização para manter documentos sob sigilo no processo.

Segundo os autos, a Rumble e a Trump Media alegam que Moraes emitiu ordens para bloqueio de contas ligadas a um usuário politicamente influente, além de determinar que a plataforma mantivesse representação legal no Brasil para cumprimento das decisões judiciais.

As empresas sustentam que as medidas seriam incompatíveis com garantias constitucionais dos Estados Unidos, especialmente a proteção à liberdade de expressão prevista na Primeira Emenda.

Segundo a decisão, as tentativas de citação internacional ficaram paralisadas após uma mudança de procedimento por parte do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O documento afirma que, “em vez de aprovar o pedido de citação e submetê-lo para execução a um juiz federal”, o tribunal brasileiro consultou previamente a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU), movimento que teria levado o processo a um “impasse”, sem previsão de conclusão.

As empresas alegaram ainda que a PGR apresentou uma manifestação sigilosa defendendo que a citação fosse barrada, e que, posteriormente, o STJ determinou que o procedimento tramitasse "sob sigilo". As empresas alegaram ao tribunal americano que o processo de cooperação jurídica teria se tornado “politizado e efetivamente indisponível”.

Para a Corte americana, a falta de perspectiva concreta para cumprimento da cooperação judicial justificou a autorização excepcional para citação de Moraes por e-mail.

A juíza observou que a Convenção da Haia não proíbe expressamente a citação por e-mail e destacou precedentes da Justiça americana autorizando esse tipo de medida em casos envolvendo réus brasileiros e que, além disso, houve esforço suficiente das empresas para localizar e comunicar o ministro, além de indícios de que os endereços eletrônicos vinculados ao STF são válidos e operacionais.

Com a decisão, a Rumble e a Trump Media terão prazo de 30 dias para encaminhar a citação aos e-mails institucionais ligados ao gabinete de Moraes e comprovar o envio à Justiça americana.

Caso não haja manifestação do ministro nem pedido de prorrogação de prazo, as empresas poderão solicitar o registro de revelia. Na prática, isso permite que o processo avance sem participação da defesa, embora não represente condenação automática nem decisão definitiva contra Moraes.

A Corte também autorizou que documentos anexados ao processo — descritos pelas empresas como ordens sigilosas emitidas no Brasil — permaneçam sob segredo de Justiça até nova deliberação.

Procurado, o ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou.

Decisão a favor de Zambelli é "alerta internacional" sobre o que acontece no Brasil

JCO

O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou nesta sexta-feira (22) que a decisão da Justiça italiana de anular o processo de extradição da ex-deputada Carla Zambelli representa um “alerta internacional” sobre supostos excessos cometidos contra integrantes da oposição brasileira.

A manifestação ocorreu após a Corte de Cassação de Roma, última instância judicial da Itália, derrubar a decisão anterior que autorizava o envio de Zambelli ao Brasil.

Para Sóstenes Cavalcante, o posicionamento da Justiça italiana teria repercussão política e diplomática relevante.

“Nenhuma nação soberana ignora, sem motivo relevante, um pedido de extradição”, declarou o deputado.

Segundo o parlamentar do PL, a decisão da Corte italiana reforçaria críticas feitas por setores da oposição sobre a atuação das instituições brasileiras em casos envolvendo aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A sessão da Corte de Cassação ocorreu de forma reservada. Conforme informou a defesa de Carla Zambelli, os magistrados italianos identificaram falhas jurídicas na decisão tomada anteriormente pela Corte de Apelação de Roma, que havia autorizado a extradição.

Poucas horas depois do julgamento da Corte de Cassação, Zambelli foi colocada em liberdade. Em vídeo divulgado nas redes sociais ao lado do advogado Pieremilio Sammarco, a ex-deputada celebrou a decisão judicial.

“Consagro a minha liberdade como uma vitória de Deus”, afirmou.

Ela estava detida no presídio feminino de Rebibbia, em Roma, desde julho do ano passado.

Veja:

“Jornalista” do Intercept invade a privacidade de Eduardo nos EUA e caso pode ter sérios desdobramentos (veja o vídeo)

JCO

Em Dallas, um suposto “jornalista” do site Intercept, tentando validar sua narrativa, invadiu totalmente a privacidade de Eduardo Bolsonaro.

De maneira covarde e sorrateira, incomodou vizinhos e teve a pachorra de bater na porta da casa de Eduardo, onde foi atendido pela filhinha de 5 anos do ex-deputado.

Invasão de privacidade nos EUA é coisa séria. O debiloide do Intercept já está sendo procurado. Logo teremos desdobramentos desse mais esse caso assombroso.

O próprio Eduardo se manifestou nas redes sociais:

“Tivemos que chamar a polícia. Eu com duas crianças dentro de casa, a gente sempre pensa no pior. Então botamos a décima marcha no carro, viemos aqui correndo”, relatou o deputado, que disse morar um bairro tranquilo e que a presença inesperada do indivíduo causou estranheza na vizinhança. “Aqui tem um crime de stalking, tem um crime de invasão de propriedade, tem um crime de distúrbio da privacidade. Isso daí não é brincadeira”, frisou.

Veja o vídeo:

Defensoria Pública impõe mais um terrível e desmoralizante baque a Moraes

JCO

Um final de semana trágico para o ministro Alexandre de Moraes. Zambelli em liberdade, citação por e-mail pela Justiça americana e, por fim, a Defensoria Pública da União (DPU) pede a anulação de processo contra Eduardo Bolsonaro alegando parcialidade do magistrado. Isso é vergonhoso.

A DPU defendeu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é parcial para julgar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

"O presente processo tem uma característica que o distingue da generalidade das ações penais. Aqui o Julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar. Essa não é uma alegação genérica sobre a personalidade ou as convicções do Eminente Ministro Relator. É uma constatação objetiva, extraída da própria narrativa acusatória", diz o documento.

A ação trata de declarações de Eduardo que denotariam uma articulação em prol de sanções nos Estados Unidos contra o próprio Moraes, com o suposto objetivo de obter vantagens em julgamentos contra ele e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O governo americano chegou a incluir o ministro no rol da Lei Magnitsky, mas revogou a sanção meses depois.

Moraes costuma se defender dizendo que os atos apurados não são apenas contra ele, mas contra o cargo e contra a própria democracia. Para o defensor público Antônio Ezequiel Inácio Barbosa, no entanto, esta ação é diferente, uma vez que o ministro "é vítima direta, nominalmente identificada, individualmente atingida por condutas que, segundo a denúncia, foram pessoalmente a ele dirigidas: suspensão de seu visto de entrada nos Estados Unidos; aplicação das sanções da Lei Global Magnitsky especificamente a sua pessoa".

Sobre a adequação entre as práticas do ex-deputado e o que diz a lei, Antônio Ezequiel Inácio Barbosa aponta que o crime de coação no curso do processo exige "violência ou grave ameaça", o que não estaria configurado no caso, uma vez que Eduardo não teria poder para impor sanções por conta própria.

"A grave ameaça pressupõe que o mal prometido dependa da vontade e do poder de concretização de quem ameaça. Se o agente não tem poder de concretizar o mal anunciado, não há grave ameaça. Há, quando muito, prognóstico sobre eventos futuros que dependem da vontade de terceiros soberanos", argumenta.

Homem passa mal durante partida de futebol e morre no RS

JCO 24/05/2026 às 11:40 Uma partida de futebol society entre amigos terminou de forma trágica na noite de quinta-feira (14) em São Luiz Gonz...