ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA DESTINA 250 MILS REAIS DE EMENDA PARLAMENTAR A UESPI DE PARNAÍBA NO PIAUÍ.

O professor e diretor do Campos da UESPI  de Parnaíba Eyder Rios manifestou seu sincero agradecimento à Deputada Estadual Gracinha Mão Santa pela importante Emenda Parlamentar no valor de R$ 250 mil, destinada à UESPI – Campus Parnaíba.

O recurso chega em um momento fundamental para a instituição, atendendo às principais reivindicações da comunidade acadêmica e contribuindo diretamente para melhorias na estrutura, no ensino e nas condições de trabalho e aprendizado de professores, alunos e servidores. Esse investimento fortalece a educação pública e reafirma o compromisso com o desenvolvimento do ensino superior em nossa cidade.

Segundo o professor, ações como essa demonstram sensibilidade, responsabilidade e respeito com a educação, reconhecendo o papel transformador da UESPI na formação de profissionais e no crescimento de Parnaíba e de todo o Piauí.

Gratidão, Deputada Gracinha Mão Santa, por apoiar a educação e acreditar no futuro da nossa juventude!!!

Advogado de Trump solta o verbo após Moraes conseguir "escapar" da Justiça dos EUA

JCO

Martin de Luca, advogado das empresas de Donald Trump, soltou o verbo no X:

"No início desta semana, a Rumble e a Trump Media entraram com uma ação em um tribunal federal dos EUA solicitando autorização para citação por meios alternativos do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal do Brasil.
Por quase um ano, o Rumble tentou seguir o processo formal de citação internacional previsto na Convenção de Haia. Esse processo está paralisado no Brasil, sem prazo definido e sem garantia de que a citação será realizada. O efeito prático é que um processo judicial nos EUA contestando as ordens de censura extraterritorial emitidas por Moraes permanece suspenso, enquanto a plataforma continua banida no Brasil e as multas diárias continuam a se acumular.
As autoridades brasileiras sinalizaram publicamente uma redução da tensão após um período conturbado com os Estados Unidos. No entanto, a questão central permanece sem solução. As medidas de censura contra o Rumble, incluindo a proibição total no Brasil devido à recusa da empresa em censurar usuários americanos em território americano, ainda estão em vigor.
Este momento representa uma oportunidade para as autoridades brasileiras. Respeitar o devido processo legal, facilitar a citação e permitir que o caso prossiga com base no mérito seria um passo concreto para o cumprimento dos compromissos internacionais do Brasil."

Eduardo Bolsonaro comentou:

"Advogado da Rumble/Trump Media relata tentativas infrutíferas para intimar Moraes seguindo as normas internacionais.
Acrescenta ainda que houve uma desescalada nas tensões com os EUA, porém o sentimento perseguidor de autoridades brasileiras continua e impede a solução de diversos problemas que persistem."

URGENTE: Adolescente de apenas 18 anos denuncia assédio de ministro indicado pelo PT ao STJ

JCO

Uma acusação de assédio sexual envolvendo o ministro Marco Buzzi, integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), passou a ser apurada por autoridades desde o mês de janeiro. A denúncia foi apresentada por uma jovem de 18 anos, que afirma ter sido vítima do crime enquanto passava um período de férias na residência do magistrado, em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

De acordo com o relato, a jovem é filha de amigos do ministro. Ela afirmou que o episódio ocorreu no dia 9 de janeiro, durante um banho de mar. Conforme o depoimento prestado, o ministro teria tentado agarrá-la por três vezes dentro da água, demonstrando excitação, situação que provocou pânico na vítima.

Após conseguir se desvencilhar, a jovem procurou imediatamente os pais e contou o que havia acontecido. Diante do relato, a família deixou Balneário Camboriú e retornou a São Paulo, onde registrou um boletim de ocorrência. Posteriormente, os pais foram orientados a encaminhar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), já que Marco Buzzi possui foro por prerrogativa de função em razão do cargo que ocupa.

Como desdobramento da denúncia, nesta terça-feira, 3, os denunciantes se reuniram com um juiz auxiliar do ministro Edson Fachin, presidente do STF. Na sequência, dirigiram-se ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde estão formalizando a representação contra o magistrado.

Marco Buzzi foi indicado ao Superior Tribunal de Justiça em 2011, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). O ministro completa 68 anos nesta quarta-feira, 4. Até o momento, nem ele nem o STJ se manifestaram publicamente sobre as acusações.

O advogado Daniel Leon Bialski, responsável pela defesa da jovem, declarou que a prioridade neste momento é garantir a integridade da vítima e de seus familiares diante do que classificou como um “gravíssimo ato praticado”.

“Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, afirmou.

Moraes manda prender mais um

JCO


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira, 4, a prisão novamente do cacique Serere. A decisão foi tomada após a constatação de um suposto descumprimento das medidas cautelares impostas ao indígena, que atualmente está localizado no Estado de Mato Grosso.

Segundo informações oficiais, Serere deixou de manter contato com a Central de Monitoramento Eletrônico por um período superior a 48 horas. Além disso, ele não teria atendido às convocações para inspeção ou eventual substituição do equipamento de monitoramento, conforme apontou a Secretaria de Administração Penitenciária estadual.

O órgão responsável informou que diversas tentativas de contato foram realizadas sem êxito. De acordo com o gabinete do ministro, “a secretaria acrescentou que foram realizadas diversas tentativas de contato telefônico e, considerando que o dispositivo permaneceu sem comunicação desde 11/11/2025, não havia possibilidade de assegurar que o equipamento eletrônico permanecia instalado no tornozelo do monitorado”.

O histórico do caso mostra que esta não é a primeira vez que o cacique é alvo de ordem de prisão. Em dezembro de 2022, ele foi detido em Brasília, após suposta participação em atos de violência registrados no dia 12 daquele mês. Já em dezembro de 2024, voltou a ser preso, dessa vez em território argentino.

O novo pesadelo para Lula em pleno ano eleitoral (veja o vídeo)

JCO

A articulação para a abertura da CPMI do Banco Master ganhou um novo patamar ontem no Congresso Nacional. O que antes era tratado como uma movimentação de bastidores passou a se transformar em fato político concreto: 280 parlamentares assinaram o requerimento, número suficiente para demonstrar que o tema deixou de ser restrito à oposição e passou a envolver diferentes correntes dentro da própria base.

Esse volume de assinaturas não é apenas um dado regimental. É um termômetro político.

Quando deputados e senadores de diversos espectros aderem a uma CPMI, o recado é claro: o assunto tem potencial de desgaste institucional e repercussão pública relevante. E é exatamente isso que começa a se desenhar em Brasília.

A eventual instalação da comissão coloca o governo de Lula diante de um cenário delicado em pleno ano eleitoral.

CPMIs não são apenas instrumentos de investigação. Elas funcionam como palcos permanentes de exposição política, com depoimentos televisionados, convocações, vazamentos, disputas narrativas e cobertura diária da imprensa. Mesmo quando não produzem consequências jurídicas imediatas, produzem algo igualmente sensível: desgaste de imagem contínuo.

E esse desgaste acontece no pior momento possível para qualquer governo: quando o debate público já começa a se deslocar para o ambiente eleitoral.

A cada sessão, a cada requerimento aprovado, a cada depoimento, o tema sai das páginas técnicas e vai para o centro da opinião pública. O foco deixa de ser apenas a investigação e passa a ser a associação política que se constrói ao longo das semanas.

Historicamente, CPMIs em anos pré-eleitorais têm um efeito previsível: contaminam o debate político e forçam o governo a dividir energia entre governar, se defender e administrar a narrativa.

Isso altera prioridades, trava agendas e muda o clima dentro do Congresso.

Com 280 assinaturas consolidadas, a leitura em Brasília é direta: há massa crítica suficiente para que a comissão não seja apenas protocolar, mas sim ativa, barulhenta e permanente no noticiário.

E é justamente isso que amplia o potencial de desgaste para o Planalto.

Em ano eleitoral, tempo de exposição negativa vale mais do que qualquer resultado formal da investigação. O simples fato de o tema permanecer em pauta por semanas ou meses já cria um ambiente adverso para o governo.

A CPMI do Banco Master, portanto, deixa de ser apenas uma iniciativa parlamentar e passa a ser um fator político relevante no cenário eleitoral de 2026.

Veja o vídeo:

da Redação

Governador é agora formalmente investigado pelo caso Master

JCO

Já está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um procedimento citando o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em diferentes negócios nebulosos, como atos do mandatário no Banco Regional de Brasília e indícios de seu envolvimento com o Banco Master.

O caso foi distribuído por sorteio para a ministra Isabel Gallotti. O material foi enviado para análise da PGR, que deve indicar diligências.

O governador do Distrito Federal está no centro do escândalo que envolve o uso de prestígio político por parte do banqueiro Daniel Vorcaro para consumar uma operação com prejuízos bilionários aos cofres do BRB.

Ibaneis nega relações com o caso Master, mas foi citado em depoimento pelo próprio Vorcaro como interlocutor no negócio.

Finalmente, o Congresso fez a sua parte, agora é esperar por Alcolumbre

JCO

O pedido de CPMI do Banco Master foi protocolado com um feito inédito: 42 senadores e 238 deputados federais assinaram o requerimento. São 280 parlamentares exigindo investigação.

Um recorde que mostra a força do Parlamento e a indignação da sociedade diante de mais um escândalo que não pode ser varrido para debaixo do tapete.

O deputado Carlos Jordy, autor do requerimento, celebrou:

“Alcançamos um recorde histórico de assinaturas para a instalação de uma CPMI. Isso mostra que o Parlamento brasileiro está atento e comprometido em investigar esse escândalo que causa indignação na população. Não podemos permitir que fatos dessa dimensão fiquem sem resposta. A sociedade exige transparência e nós vamos entregá-la.”

O PESO DA DECISÃO

Agora, o destino da CPMI está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. E é aqui que mora o perigo.

Alcolumbre tem histórico de sentar em cima de pedidos — inclusive de impeachment — deixando-os mofar em gavetas enquanto o país clama por respostas.

A pergunta que ecoa é simples: será que este pedido, mesmo com recorde de apoio, vai virar mais um papel esquecido sob o peso da inércia?

A INEFICIÊNCIA QUE CORRÓI

O Congresso fez sua parte. Deputados e senadores mostraram que estão atentos e dispostos a investigar. Mas de nada adianta se o Senado se transforma em um cemitério de requerimentos.

A ineficiência de Alcolumbre não é apenas burocrática — é política, é institucional, é um ataque silencioso à democracia.

Cada pedido ignorado é um tapa na cara da sociedade. Cada protocolo engavetado é uma negação da transparência. Cada silêncio é cúmplice da impunidade.

A HORA DA VERDADE

O Brasil não pode ser refém da paralisia de um homem. O Senado não é propriedade privada de seu presidente. O recorde de assinaturas não pode virar estatística inútil.

Se Alcolumbre repetir o roteiro da omissão, estará rasgando o compromisso com a democracia e mostrando que, no Brasil, até recordes históricos podem ser enterrados pela inércia de quem deveria servir ao povo.

O Congresso fez a sua parte. Agora é esperar para ver se Alcolumbre vai honrar o cargo ou se vai, mais uma vez, sentar em cima da vontade popular. Se repetir a omissão, será cúmplice da impunidade.

O Brasil não precisa de gavetas cheias, precisa de respostas.

Jayme Rizolli

Jornalista.

DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA DESTINA 250 MILS REAIS DE EMENDA PARLAMENTAR A UESPI DE PARNAÍBA NO PIAUÍ.

O professor e diretor do Campos da UESPI  de Parnaíba  Eyder Rios manifestou seu sincero agradecimento à Deputada Estadual Gracinha Mão San...