ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 6 de outubro de 2026

PARABÉNS MEU AMIGO WALTER BRAGA.

 

Walter é integrante do Rachão Amigos do Fumanchú, um dos nossos líderes e, acima de tudo, um cidadão de grande caráter, amizade e respeito.

Meu amigo, desejo a você muita saúde, paz, felicidade e muitos anos de vida para continuar compartilhando bons momentos conosco.

Que DEUS abençoe sua caminhada, sua família e todos os seus projetos!!!

PARABÉNS, WALTER BRAGA!!!
Vida longa, meu amigo!!! Você é gente que faz a diferença!!!

NOTA DE PESAR.

É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento de Jairo Henrique de Brito Silva, ocorrido ontem em Camocim, no Ceará.

Jairo deixou um bilhete de despedida, tornando este momento ainda mais doloroso para familiares e amigos que sofrem com sua partida.

Neste momento de tristeza, pedimos a DEUS que conforte o coração de todos os familiares e amigos, dando-lhes força para enfrentar essa irreparável perda.

Apoio de Michel Temer a Flávio pode ser uma tentativa de salvar Moraes... Não vai dar certo (veja o vídeo)

JCO

Na primeira hora, logo após a divulgação do resultado do primeiro turno, o ex-presidente Michel Temer, por duas vezes vice num governo petista, declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro, no segundo turno das eleições presidenciais contra Lula.

Segundo interlocutores, Temer trocou mensagens com Flávio na noite do domingo (4/10), horas após a confirmação do segundo turno entre o senador e o presidente Lula (PT).

Na tarde da segunda-feira (5/10), Temer publicou um vídeo anunciando seu apoio a Flávio. Na gravação, diz que a sociedade quer novas ideias e um caminho diferente.

Por trás desse apoio, pode estar uma tentativa de se credenciar para negociar a permanência do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF).

O senador eleito Carlos Jordy, já deu a resposta:

“Não há espaço algum para diálogo com ditador. Alexandre de Moraes cometeu muitos crime”.

Veja o vídeo:

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Nunes Marques quer julgar pedido de soltura de Bolsonaro após segundo turno

JCO

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), pretende analisar logo após o segundo turno das eleições o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro (PL), que pode resultar na soltura do ex-presidente, independentemente do resultado da disputa presidencial. O magistrado é relator do processo que questiona a condenação de 27 anos e três meses de prisão imposta a Bolsonaro.

A informação é da Folha de S.Paulo.

Kassio considera a possibilidade de conceder uma decisão liminar para suspender a execução da pena e libertar o ex-presidente. O cenário mais provável, porém, é que a questão seja submetida ao plenário do STF para julgamento colegiado.

Pessoas próximas ao ministro relatam que ele identifica uma série de "exageros" na condução da ação sobre a trama golpista, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e atualmente cumpre a pena em regime domiciliar.

A eventual decisão também poderá interferir nos planos políticos de Flávio Bolsonaro (PL). O senador afirmou que pretende conceder indulto ao pai caso vença o segundo turno contra Lula (PT). Como essa prerrogativa somente poderia ser exercida após uma eventual posse, Flávio conta com a possibilidade de uma decisão judicial que permita ao ex-presidente acompanhá-lo na cerimônia de subida da rampa do Palácio do Planalto.

Durante um evento de pré-campanha realizado no Paraná, em maio, Flávio afirmou querer "fazer justiça" com o pai. Na ocasião, declarou:

"Ele vai subir aquela rampa junto com a gente em 2027".

A mesma expectativa foi manifestada pelo governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante uma live realizada com o senador em setembro.

Kassio tem afirmado a interlocutores que o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Bolsonaro está pronto para ser analisado. O ministro, no entanto, ainda não havia liberado o processo para julgamento, justamente para evitar acusações de interferência no processo eleitoral, já que atualmente ocupa a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo relatos, o ministro também já teria formado sua convicção sobre alguns dos argumentos apresentados pela defesa. A avaliação de Kassio é de que houve excessos no julgamento do ex-presidente, inclusive no que diz respeito ao direito de defesa e à severidade da pena aplicada.

Em conversa com uma pessoa próxima, Kassio teria afirmado que sanções políticas não estão previstas no Código Penal. O ministro também avaliou que eventual voto ou decisão liminar favorável a Bolsonaro poderia provocar uma "comoção nacional", diante da quantidade de pontos relacionados à tramitação do processo que ainda são questionados.

Uma eventual decisão pela revisão da condenação poderá ampliar as divergências internas no Supremo. A Corte já enfrenta um ambiente de tensão desde o início do ano, especialmente em meio às investigações relacionadas ao Banco Master e às acusações, feitas entre os próprios ministros, de atuação com viés político.

Entre os integrantes do STF, há ministros que defendem a manutenção da condenação. Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin participaram do julgamento que resultou na condenação de Bolsonaro e são contrários à revisão. Gilmar Mendes também é apontado como integrante desse grupo.

A avaliação dessa ala é de que uma revisão criminal somente deve ser admitida em circunstâncias excepcionais, como o surgimento de um fato novo capaz de demonstrar a inocência do condenado ou a comprovação de que a sentença se baseou em depoimentos ou documentos falsos. Para esses ministros, essas hipóteses não estariam presentes no caso de Bolsonaro.

Por outro lado, André Mendonça e Luiz Fux, que votou pela absolvição de Bolsonaro durante o julgamento, tendem a acompanhar o relator em uma eventual decisão pela revisão da pena do ex-presidente. As posições de Dias Toffoli e do presidente do STF, Edson Fachin, permanecem como pontos de dúvida no cenário.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se em junho pela rejeição do pedido de revisão criminal. Para o PGR, a condenação estabelecida pela Primeira Turma do Supremo foi sustentada por um "vigoroso conjunto probatório".

Gonet também argumentou que Bolsonaro não teria adotado uma postura passiva diante dos acontecimentos investigados. Segundo o procurador-geral, o ex-presidente teria participado de uma articulação concreta destinada a criar condições para violência e ruptura institucional, que culminaram nos atos de 8 de Janeiro.

"O controle da máquina pública, a instrumentalização de recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para fomentar a radicalização e a ruptura da ordem democrática", disse o procurador-geral.

A defesa de Bolsonaro, por sua vez, solicita a anulação da condenação e sustenta ser necessária "a reparação do erro judiciário". Os advogados apontam, entre outros argumentos, a ausência de individualização das condutas, ou seja, da definição precisa sobre a participação de cada acusado, além de alegarem prejuízos ao direito de defesa.

Os defensores também sustentam que o julgamento deveria ter sido realizado pelo plenário do STF, e não pela Primeira Turma. Esses argumentos integram o pedido de revisão criminal que está sob análise de Kassio Nunes Marques.

URGENTE: Mendonça dá prazo de 24h em decisão sobre vídeo de Lula com bandeira

JCO

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que sejam removidas, no prazo de 24 horas, publicações nas redes sociais que atribuem ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um suposto ato de jogar a bandeira do Brasil no chão depois de votar no primeiro turno das Eleições de 2026, realizado neste domingo (4/10).

A ação foi apresentada pela Coligação Brasil Pronto Pra Mais contra Pablo Marçal e administradores de perfis nas plataformas X, TikTok, Threads, Instagram e Facebook. 

O grupo questionou conteúdos que afirmavam que Lula teria “amassado” e “jogado a bandeira ao chão” após posar para fotografias ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), na saída do local de votação.

Ao analisar o caso, Mendonça ressaltou que a Justiça Eleitoral deve atuar sob o princípio da mínima interferência no debate democrático. Segundo o ministro, a liberdade de expressão deve ser preservada, inclusive quando envolve críticas políticas duras, incômodas ou desagradáveis.

URGENTE: Zema declara apoio a Flávio Bolsonaro

JCO

Romeu Zema se manifestou nas redes sociais.

Ele declarou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno.

Esse eleição será histórica.

Veja:

O novo Senado Federal: Flávio terá com facilidade os 2/3 necessários para mudar o Brasil

JCO

Se Flávio confirmar a vitória no 2º turno, ele terá condições de conseguir reunir com razoável facilidade os 2/3 de senadores necessários para conseguir realizar as mudanças que Jair Bolsonaro foi impedido de fazer.

O quadro no Senado deve ficar assim:

Novos senadores (mandato até 2035)

- Direita: 27
 Centrão: 16
- Esquerda: 11
-

Senadores com mandato até 2031:

- Direita: 14
- Centrão: 7
- Esquerda: 6

Flávio terá condição plena de efetivamente mudar o país, enfrentando inclusive a “máfia” suprema.

Flávio deverá impor uma derrota massacrante em Lula, que claramente é o representante do atraso e da continuação das coisas como estão, gerando mais sofrimento para o povo brasileiro.

O país necessita dessa mudança e sinalizou nesse 1º turno que efetivamente quer isso.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

PARABÉNS MEU AMIGO WALTER BRAGA.

  Walter é integrante do Rachão Amigos do Fumanchú, um dos nossos líderes e, acima de tudo, um cidadão de grande caráter, amizade e respeito...