Uma noite especial de louvor, adoração, comunhão e, acima de tudo, da presença de Deus!!!
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O jornal O Globo lançou um forte editorial sobre o julgamento de Alexandre de Moraes na próxima terça-feira (15).
Leia na íntegra:
O Supremo diante da História
Corte tem de autorizar já investigação de Moraes — e repelir as manobras protelatórias
Na sessão plenária de terça-feira, dia 15 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem um encontro marcado com a História. Sob a presidência do ministro Edson Fachin, a Corte decidirá se a lei vale para todos ou se existe alguém acima dela. Na pauta, a decisão sobre se o ministro Alexandre de Moraes pode ser investigado — não julgado, nem sequer processado, apenas investigado. O motivo: 52 mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no telefone celular de Daniel Vorcaro, possivelmente o maior fraudador da História do sistema financeiro nacional.
Nelas, o banqueiro, já sob intensa investigação e prestes a ser preso, além de jurar lealdade, pede conselhos e ajuda ao ministro e, pelo que se pode depreender da conversa, parece receber dele informações sob segredo de Justiça. Há, ainda, indícios mais graves: encontros entre o fraudador e o ministro fora da agenda oficial e um contrato de R$ 130 milhões celebrado entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, sem qualquer contrapartida à altura.
Passados muitos meses desde que as primeiras denúncias chegaram ao conhecimento público, Moraes não foi capaz de apresentar nenhuma explicação plausível. Talvez exista alguma, e ele possa demonstrar que não violou a lei. Como deveria ocorrer com qualquer brasileiro sob quem paire uma suspeita, ele tem direito ao devido processo legal e a ampla defesa. Pode constituir advogado, acompanhar as investigações, apresentar os argumentos que desejar e usufruir todos os recursos disponíveis no Direito processual brasileiro, seja na fase de investigação ou na eventual ação penal. O que não pode é estar acima da lei. Nossa Constituição, que os ministros do Supremo juraram respeitar e seguir, dispõe que todos são iguais perante a lei. Diante da robusta evidência apurada pela PF, para ser igual aos demais brasileiros, Moraes precisa ser investigado, com isenção e respeito à lei, mas sem privilégios.
Respondamos a uma das perguntas do banqueiro agora preso na correspondência enviada ao ministro: não, não dá para bloquear a investigação. Apesar das torcidas apaixonadas, não tem qualquer relevância que Moraes seja um símbolo da resistência democrática durante os momentos críticos do governo Jair Bolsonaro. Um passado honrado não apaga nenhum crime posterior.
A politização de nossa mais alta Corte, que vem provocando muitos desarranjos institucionais e culminou com a anarquia judicial que se viu nas últimas semanas, confunde a população e faz parecer que a discussão é política. Não é. O STF não é uma arena política. É um tribunal — e a ele só deve interessar que sejam cumpridas a Constituição e a lei.
E o ministro é apenas um brasileiro sujeito às leis de seu país. Costuma-se dizer que as instituições são fortes no Brasil. Até aqui, tem sido realidade. Mas as sociedades são organismos vivos, sujeitos a oscilações, e isso pode mudar a qualquer momento. O STF deve decidir que agora, sem postergação, sem pedidos de vista protelatórios, é o momento de se redimir e iniciar a restauração da dignidade do país pela via institucional.
A sessão de terça não julgará Moraes no mérito, mas, repitamos, apenas autorizará que seja investigado. Por isso, as manobras do decano Gilmar Mendes e do próprio Moraes não fazem sentido — são subterfúgios para confundir. Agiu bem, portanto, mais uma vez Fachin, ao afastar o pedido de adiamento e, em vez disso, marcar para o dia 23 a apreciação do relatório que Moraes encomendou à PF com denúncias frágeis contra Mendonça.
Os ministros que votarem pela abertura da investigação sobre o envolvimento de Moraes no caso Master optarão pelo caminho da dignidade. Os outros contribuirão para a corrosão do tribunal como instituição e receberão dos brasileiros e da História a merecida reciprocidade no julgamento de suas biografias.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou à Polícia Federal uma cópia da mídia extraída do celular de Daniel Vorcaro. O material integra os elementos utilizados como base para a Petição 16.662, que está prevista para ser analisada pelo plenário da Corte em 15 de setembro.
Na sessão, os ministros deverão examinar a possível relação entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. O colegiado decidirá se será instaurada uma investigação envolvendo Moraes.
O pedido de Gilmar Mendes foi encaminhado neste domingo (13/9), por meio de ofício enviado ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
De acordo com o decano do STF, a mídia solicitada corresponde aos dados obtidos no aparelho celular que foi objeto do Laudo nº 4281/2025, elaborado pela Polícia Federal em São Paulo.
O conteúdo extraído do telefone serviu de fonte para conversas que foram reproduzidas nos elementos informativos utilizados na instrução do processo.
No ofício, Gilmar afirmou ter tomado conhecimento de uma comunicação encaminhada pela PF ao presidente do STF. No documento, a corporação informou possuir condições técnicas para enviar imediatamente aos ministros cópias idênticas do material que foi disponibilizado ao ministro André Mendonça.
A Polícia Federal também indicou que a distribuição das cópias poderia ocorrer com preservação da cadeia de custódia, individualização dos lacres e certificação de integridade do conteúdo.
Na avaliação de Gilmar Mendes, se um dos integrantes do colegiado possui acesso às informações que servirão de fundamento para a decisão, os demais ministros também devem ter a possibilidade de consultar o mesmo material.
O ministro ressaltou ainda que o plenário do STF funciona como órgão colegiado e que seus integrantes exercem a jurisdição em condições de igualdade, argumento utilizado para defender o compartilhamento integral dos dados extraídos do aparelho de Vorcaro.

Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, publicou uma imagem do ministro Alexandre de Moraes usando uma tornozeleira eletrônica e legendou:
“A divulgação tornou Moraes um dos pontos centrais do escândalo de corrupção em snowballing desencadeado pelo colapso de $10 bilhões do credor Banco Master no ano passado.”
Escândalo bancário brasileiro engole Supremo Tribunal
Veja a imagem:


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, havia determinado que a Polícia Federal preste, no prazo de 24 horas, informações sobre a custódia e a situação dos dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
A decisão ocorreu após o ministro Gilmar Mendes solicitar a Fachin a adoção de “providências necessárias” para garantir que todos os integrantes da Corte tenham acesso aos dados brutos armazenados no aparelho de Vorcaro antes do julgamento marcado para a próxima terça-feira (15). Na sessão, o STF deverá analisar se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado por suposto envolvimento no caso Master.
Imediatamente, a PF encaminhou um despacho referente à custódia e ao estado do material extraído do aparelho celular de Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.
A PF destacou que os dados originais extraídos do celular de Vorcaro seguem na corporação.Informou ainda que dispõe de plenas condições técnicas para produzir e encaminhar, de imediato, cópia idêntica da extração aos demais gabinetes que a solicitaram, observadas as determinações da Corte e as cautelas de sigilo aplicáveis.
A PF esclareceu, ainda, que os dados encaminhados ao gabinete do ministro André Mendonça, em março deste ano, não correspondem ao material original, que jamais deixou a custódia da instituição. Trata-se de cópia, que foi enviada mediante solicitação do próprio gabinete, conforme documentação constante do processo administrativo correspondente.

A triatleta Rachel Furtado, de 45 anos, morreu neste sábado (12) após sofrer um mal súbito enquanto treinava no Parque da Cidade, em Brasília. Segundo informações apuradas pelo UOL, ela havia terminado uma sessão de corrida quando passou mal, por volta das 9h.
Rachel seguia em direção ao carro para buscar o celular, no estacionamento 2 do parque, quando desmaiou. Na sequência, sofreu uma parada cardiorrespiratória. Profissionais de saúde que estavam nas proximidades iniciaram imediatamente as manobras de reanimação.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e manteve os procedimentos de ressuscitação por aproximadamente 50 minutos. As equipes conseguiram recuperar os sinais vitais da atleta, que foi encaminhada ao Hospital Regional da Asa Norte.
Apesar dos esforços das equipes de emergência, Rachel não resistiu e morreu na unidade hospitalar pouco tempo depois.
Trajetória no esporte
Rachel praticava triatlo havia cerca de 10 anos. Conforme informações divulgadas pela Rota 61, organização responsável por eventos esportivos locais e regionais, ela havia dado uma pausa nas competições da modalidade, mas continuava mantendo uma rotina de atividades físicas.
Além da corrida, Rachel praticava futvôlei e musculação. A trajetória esportiva fazia parte de uma rotina dedicada à atividade física mesmo durante o período em que havia reduzido sua participação no triatlo.
Atuação na educação corporativa
Rachel também atuava profissionalmente na área de educação corporativa. Ela era diretora do Instituto Feliciência, organização voltada ao desenvolvimento e à educação corporativa no Brasil.
Após a morte da executiva e atleta, o instituto publicou uma mensagem de pesar nas redes sociais e agradeceu as manifestações de apoio recebidas.
“Sentimos muito e agradecemos o apoio e o carinho de todos neste momento.”
Por Didimo de Castro
River x Flamengo-PI pela Série B do Campeonato Piauiense
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River x Flamengo-PI pela Série B do Campeonato Piauiense
River x Flamengo-PI pela Série B do Campeonato PiauienseA torcida piauiense voltou a ter o clássico Rivengo, que não acontecia nos últimos quatro anos por conta dos rebaixamentos dos dois clubes no campeonato estadual.
A volta aconteceu na Série B do Campeonato Piauiense, neste sábado (12). E deu empate de 2 x 2.
1º TEMPO
Pouco futebol no primeiro tempo. Os dois times pareciam até que estavam satisfeitos com o empate de 0 x 0.
A única oportunidade concreta para gol veio somente aos 24 minutos. O atacante do Flamengo Carral recebeu ótima bola na linha da pequena área e chutou para fora.
Os goleiros Ciríaco (River) e Renato (Flamengo) pouco participaram do jogo.
2º TEMPO
Melhorou o jogo com os dois times buscando a marcação do primeiro tempo. Flávio Araújo e Marcinho Guerreiro fizeram substituições e vieram os gols.
O River fez 1 x 0 e o Flamengo empatou logo em seguida. Novamente o River na frente: 2 x 1. E finalmente o novo empate do Flamengo no último minuto da partida em 2 x 2.
OS GOLS DO JOGO - TODOS NO SEGUNDO TEMPO
River 1 x 0 - gol de Álisson Caucaia aos 20 minutos com uma finalização de fora da área. O goleiro Renato estava adiantado em sua meta e sofreu o gol.
Flamengo 1 x 1 - gol de Éverton Heleno na cobrança de falta de longa distância. Bola defensável, mas o goleiro Ciríaco deixou passar. Eram 22 minutos.
River 2 x 1 - Cobrado escanteio da esquerda, Pedro Maycon desviou de cabeça e novamente o River ficou à frente no placar.
Flamengo 2 x 2 - Chute de Ánderson com ligeiro desvio na defesa. O goleiro Ciríaco foi atrasado na bola e o empate final aconteceu aos 49 minutos do segundo tempo.
RIVER - Ciríaco; Franklin (Palominha), Ánderson Alagoano, Renan e Caio Felipe; Alysson Caucaia, Iago (Aílton), Tiaguinho (Allefe) e Felipe Pará; Romarinho e Rhuan (Pedro Maycon). Técnico - Marcinho Guerreiro. Destaque no time tricolor para Romarinho.
FLAMENGO - Renato Barreiras; Mateus Rosa, Leandro Amorim, Max Oliveira e Gustavo Rodrigues; Claudevan, Cavi (Heltinho), Jeffinho(Felipinho) e Marcelinho(Éverton Heleno; Carral (Lucas) e Leonardo (Ánderson_. Técnico - Flávio Araújo. Destaque para Everton Heleno que entrou no segundo tempo.
Bom trabalho da arbitragem
Uma noite especial de louvor, adoração, comunhão e, acima de tudo, da presença de Deus!!! Venha celebrar conosco e renovar a sua fé. DEUS se...