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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Polícia finalmente descobre quem retirou câmera GoPro de jovem morta em queda

JCO

A polícia descobriu finalmente quem foi o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço de Maria Eduarda Rodrigues, durante um salto de rope jump no dia 13 de junho na Ponte do Esqueleto na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo.

João Antônio Pivetta Ribeiro foi segundo a polícia, o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço da vítima.

João Antônio, Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves foram presos no sábado (20) por envolvimento na tragédia. Eles vão ficar presos temporariamente por cinco dias, mas  a Polícia Civil enviou, nesta terça-feira (23), um pedido à Justiça para estender as prisões para 30 dias, até o término do inquérito.

Segundo a investigação, João Antônio, Evelyne e Gabriel Barros faziam parte do grupo “Entre Cordas”, responsável pela realização do evento. Ambos fugiram do local após a morte de Maria Eduarda.

Os instrutores negaram o sumiço intencional da GoPro usada por Maria Eduarda. Testemunhas, contudo, afirmaram terem flagrado uma pessoa retirando a câmera.

A polícia intensificou as investigações com relação ao sumiço da câmera e descobriu que havia mais duas pessoas ligadas aos organizadores do evento.

“Além das prisões temporárias, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados, com a apreensão de aparelhos celulares, equipamentos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos”, afirmou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) por meio de nota.

Além do crime de homicídio com dolo eventual,  uma possível fraude processual dos envolvidos é apurada. A investigação aponta que foram identificados indícios de que conteúdos digitais “potencialmente relevantes à elucidação do caso” foram excluídos pelos suspeitos, o que motivou os pedidos de prisão e mandados de busca e apreensão.

Apesar do cumprimento das ordens de busca e apreensão contra Antônio João, Gabriel Barros e Evelyne, a câmera GoPro ainda não foi encontrada.

Ex-prefeito é preso em condomínio de luxo em Guarujá, algemado e colocado em camburão (veja o vídeo)

JCO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que policiais militares abordam o ex-prefeito de Paulínia (SP), Edson Moura, em um condomínio de luxo em Guarujá, no litoral de São Paulo.

A prisão aconteceu na quinta-feira (18), quando a Força Tática do 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) localizou o político. Ele estava foragido da Justiça desde 25 de maio e escondido em um condomínio de alto padrão no litoral paulista.

Segundo a Polícia Militar, a corporação recebeu uma denúncia que indicava o possível esconderijo de Edson. As equipes intensificaram o patrulhamento na região e localizaram o ex-prefeito circulando de bicicleta pelas vias internas do condomínio.

Após a confirmação da condição de foragido nos sistemas, ele foi preso e conduzido à Polícia Judiciária, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Edson Moura possui condenação por sonegação de contribuição previdenciária. A pena é de 2 anos e 7 meses em regime semiaberto, sem possibilidade de recurso.

Veja o vídeo:

Trump deixa claro o seu interesse nas eleições do Brasil: “Próximo teste”

JCO

Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23), em seu perfil na rede social Truth Social, um artigo de opinião que analisa a sua influência em eleições na América Latina e cita o pleito brasileiro de outubro como o seu “próximo grande teste” político na região. A postagem ocorre em um contexto de desgaste na sua relação de Trump com Lula e logo após duas grandes vitórias na América do Sul, Peru e Colômbia.

O artigo intitulado “Trump conquista oito vitórias em sete anos na América Latina” foi publicado pela plataforma de notícias “Newsmax”. O texto repercute a vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial colombiana, ocorrida no domingo passado.

A matéria menciona a disputa política entre a Flávio Bolsonaro e Lula.

O artigo relata que as eleições no Brasil estariam provocando um "intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre se a disputa será conduzida de uma forma considerada livre e justa por todos os lados"

“Caso o Brasil venha a se juntar à crescente lista de países que se movem para a direita, o mapa político da América Latina será drasticamente diferente do que era há apenas uma década”, escreveu o colunista John Gizzi.

Trump compartilhou e isso tem um enorme significado. O texto é encerrado com uma adaptação do slogan utilizado pelo republicano: "Trump is truly making the Americas great again" ("Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente").

Tudo por dinheiro: Erika Hilton 'enciumada' com Manuela

JCO

A deputada Erika Hilton iniciou uma briga sem precedentes com a direção do PSOL. A parlamentar afirma que decidiu permanecer no PSOL para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira e ampliar a bancada de esquerda no Congresso, mas alegou que os compromissos firmados com sua corrente política não estão sendo respeitados.

“Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando”, escreveu a parlamentar, que respondeu aos apoiadores nos comentários da publicação que a postura do PSOL é “escandalosa”.

Erika questiona os critérios adotados pela direção partidária para a distribuição de recursos eleitorais. Sem citar valores, a deputada afirma que a ex-deputada gaúcha Manuela D’Ávila, recém-filiada ao partido e pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, tinha previsão de receber mais que o dobro do que ela.

Erika foi às redes nesta terça-feira (23) para acusar o partido de descumprir um acordo fechado no início do ano de que ela, como puxadora de votos, receberia mais recursos do fundo.

"Me senti completamente desrespeitada e agredida. Eu recusei propostas para garantir a cláusula de barreira. Já poderia estar fora do PSOL, mas fiquei porque sabia que era um risco para o partido", disse a deputada.

No início do ano, a corrente do PSOL representada por Erika e pelo ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, chegou a defender uma federação com o PT. A proposta foi rejeitada pela maioria dos integrantes do partido.

Na época, outras correntes já acusavam os dois de buscarem um motivo para deixar a legenda.

Keiko é a presidente do Peru. Não pode mais ser alcançada. Vitória da direita

JCO

Keiko Fujimori está eleita presidente do Peru. Na lenta apuração, ela alcançou uma margem suficiente para vencer o segundo turno das eleições presidenciais. Com 99.859% das urnas apuradas, até às 5h da manhã desta quarta-feira (24), ela tem 50.118% da preferência dos eleitores, o equivalente a 9.206.241 votos.

O número não é mais possível de ser alcançado pelo candidato da esquerda, Roberto Sánchez, que tem 9.162.855 votos, 43 mil a menos que a adversária. De acordo com dados do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), faltam apenas 40.213 votos para serem contabilizados.

Keiko aguarda o anúncio oficial dos resultados, mas Sánchez já disse que não reconhecerá a derrota.

“Não reconheceremos esse governo e nos declararemos em luta política e social de resistência popular e patriótica, em apego ao marco legal e constitucional assim como à normatividade supranacional do sistema interamericano”, afirmou.

Keiko Fujimori tem 51 anos, é filha e herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori, que governou o Peru por 10 anos, entre 1990 e 2000. Ela foi primeira-dama do Peru, simbolicamente, entre 1994 e 2000, após o divórcio dos pais.

A primeira disputa eleitoral de Keiko foi em 2006, quando elegeu-se deputada federal por Lima, capital do Peru. Ela recebeu mais de 600 mil votos, o que a fez a parlamentar mais votada da história do país.

Trump mudou o tabuleiro: o trunfo de Flávio para vencer as eleições (veja o vídeo)

JCO

A onda conservadora que avança pela América Latina e o fim da USAID podem criar um cenário favorável para a direita brasileira em 2026.

Algo está mudando no continente, e Brasília parece determinada a ignorar os sinais.

No último domingo, a Colômbia viveu uma das eleições mais importantes de sua história recente. A vitória de Abelardo de la Espriella, político identificado com pautas conservadoras e alinhado ao presidente americano Donald Trump, encerrou o ciclo do governo de Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da história colombiana.

A disputa foi apertada, mas o resultado consolidou uma tendência que vem se desenhando em diversos países da América Latina. Depois da vitória de Javier Milei na Argentina, agora foi a vez da Colômbia promover uma mudança significativa em seu eixo político.

Não se trata de um episódio isolado. Há um movimento regional em curso.

Ao mesmo tempo, nos Estados Unidos, Donald Trump concluiu uma das medidas mais simbólicas de sua nova administração: o encerramento das atividades independentes da USAID. A agência, tradicionalmente responsável por programas de assistência internacional, foi incorporada ao Departamento de Estado após o cancelamento da maior parte de seus projetos.

Para setores conservadores, a medida representa muito mais do que uma simples reforma administrativa. Durante décadas, a USAID foi apontada por críticos como um importante instrumento de financiamento de organizações e iniciativas alinhadas a pautas progressistas em diversos países, especialmente na América Latina.

Com o fechamento dessa estrutura, muitos observadores avaliam que a esquerda regional perde uma importante fonte de apoio internacional.

É nesse contexto que surge o principal ativo político de Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial de 2026.

O senador não se beneficia apenas do capital político associado ao sobrenome Bolsonaro. Seu maior trunfo pode estar justamente no ambiente político que se forma ao seu redor.

Enquanto governos de esquerda enfrentam desgaste crescente em diferentes países da região, a direita ganha espaço, conquista eleições e amplia sua influência política. Paralelamente, o governo Lula convive com dificuldades econômicas, índices elevados de desaprovação e uma crescente insatisfação popular.

Embora o presidente ainda apareça competitivo nas pesquisas, o cenário de hoje está longe de ser o mesmo de 2022.

A disputa de 2026 poderá ser definida não apenas pelos candidatos, mas pelo contexto histórico que os cerca.

Se a tendência observada na Argentina, na Colômbia e em outras partes do continente continuar avançando, a direita brasileira chegará à próxima eleição impulsionada por uma corrente política internacional favorável e por um ambiente doméstico de desgaste do governo.

Petro ficou pelo caminho. A Colômbia mudou de direção. E a pergunta que começa a preocupar os estrategistas do Planalto talvez não seja mais se a maré está mudando, mas até onde ela poderá chegar quando as urnas brasileiras forem abertas em 2026.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

terça-feira, 23 de junho de 2026

Globo detona Gilmar (veja o vídeo)

JCO

Até a Globo bateu duro em Gilmar Mendes ante a sua alucinada tentativa de enfraquecer as investigações contra o Banco Master.

Para Malu Gaspar, o decano fez declarações sem base em qualquer prova e o que ficou claro é que ele pretende bancar essa guerra contra a operação Compliance Zero.

“Ele está cavando nulidades nesse processo.”

Na sequência, os demais componentes da bancada da Globo também teceram duras críticas ao ministro Gilmar Mendes.

Veja o vídeo:

Polícia finalmente descobre quem retirou câmera GoPro de jovem morta em queda

JCO 23/06/2026 às 20:02 A polícia descobriu finalmente quem foi o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço de Maria Eduarda ...