O ator da Globo José de Abreu disse neste sábado (2) que Lula (PT) deveria sair da política depois da “facada nas costas” de aliados. Se referindo ao senador Jaques Wagner, ele declarou que “amigo e líder no Senado” debochou da derrota política do governo.
Abreu se referia à rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado. O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem sido criticado por apoiadores de Lula. Logo após o resultado que confirmou a derrota do Palácio do Planalto, o Wagner sorriu e abraçou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Antes do término da votação, Alcolumbre já havia sussurrado a previsão de derrota de Messias para Wagner. Para Zé de Abreu, o amigo de Lula e líder do governo no Senado debochou “ao vivo e em cores” da derrota política do Planalto.
O ex-PM Aldo Luís Barbosa Dornel foi condenado por homicídio qualificado consumado e por quatro tentativas de homicídio qualificado. As vítimas das tentativas foram o pai, a mãe e duas irmãs da criança. Ele também foi condenado por fraude processual. Somadas, as penas chegam a 97 anos de reclusão, além de 2 anos e 8 meses de detenção.
Já o ex-policial Francisco Alves foi condenado por fraude processual, por alteração da cena do crime antes da chegada da perícia. A pena fixada foi de 2 anos e 3 meses de detenção.
A sessão foi presidida pelo juiz Ronaldo Paiva Nunes Marreiros, da 1ª Vara do Tribunal do Júri da capital. Após a leitura da sentença, Aldo Dornel foi preso em plenário, e o magistrado também determinou a perda da função pública.
Caso aconteceu no Natal de 2017
O crime ocorreu na noite de 25 de dezembro de 2017, na Avenida João XXIII, na zona Leste da capital. Segundo a denúncia do MPPI, policiais militares efetuaram disparos contra o carro onde estava uma família.
Emilly, que tinha 9 anos, foi atingida e morreu. O pai, o cantor Evandro da Silva Costa, foi baleado na cabeça e perdeu parte da audição. Outras duas crianças também estavam no veículo. A mãe foi atingida de raspão no braço, ela estava com o bebê de 8 meses no braço. A família alegou que não parou o veículo porque o bebê estava no banco da frente do veículo com a mãe.
De acordo com as investigações, houve perseguição policial e, mesmo após o carro parar, os disparos teriam sido efetuados. Testemunhas relataram que não houve abordagem prévia clara antes dos tiros, o que reforçou a tese de irregularidade na ação policial .
O caso teve grande repercussão e se estendeu por quase oito anos até o julgamento. Em 2018, a Justiça decidiu levar os acusados a júri popular, ao entender que havia indícios suficientes de autoria e materialidade, mantendo qualificadoras como o uso de meio que gerou perigo comum e a impossibilidade de defesa das vítimas.
Ao longo do processo, foram reunidos laudos periciais, exames balísticos, depoimentos e imagens de câmeras de segurança. Recursos apresentados pelas defesas foram analisados por instâncias superiores e rejeitados, o que permitiu o avanço do caso até o julgamento final, concluído em 2026.
Acusação apontou ação irregular e tentativa de encobrimento
Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que a abordagem policial foi irregular e resultou em uma tragédia. A acusação também apontou tentativa de encobrir os fatos, com a alteração da cena do crime, o que motivou a condenação por fraude processual.
A defesa dos réus não teve os argumentos acolhidos pelo Conselho de Sentença.
A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.
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Hoje aconteceu o reencontro de dois grandes amigos e verdadeiras lendas do esporte piauiense. Campeões de FUTSAL piauienses em 1990, eles conquistaram o direito de representar o Piauí na Taça Brasil Série A, em Manaus, no ano de 1991. Na histórica competição, enfrentaram grandes potências como o Banfort do Ceará, equipe fortíssima que contava com sete jogadores da Seleção Brasileira, além de ser tricampeã mundial e pentacampeã sul-americana. Sob o comando do renomado treinador Totonho, um supercampeão pela Seleção Brasileira e pelo próprio Banfort, o respeito pelos 2(dois) talentos piauiense foi reconhecido. Durante a visita a essas feras, Totonho declarou ao preparador físico Jocy Mourão Fontenele que Fumanchú e Sérgio Barbosa eram os melhores jogadores da equipe piauiense e que essas duas feras teriam espaço em qualquer time do mundo de FUTSAL. Um reconhecimento histórico para craques que marcaram época no FUTSAL do Piauí.
Ministro por quatro vezes do governo Lula, deputado por seis vezes, ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo conhece os bastidores da política (e da esquerda) como ninguém. Convidado especial do Podcast A Verdade, Rebelo não poupou críticas ao governo Lula, do qual foi aliado histórico. Mas, atualmente, é um crítico severo das políticas ambientais e econômicas do petista.
“A gente tinha um governo de forças heterogêneas, eu fui contra a demarcação da terra indígena Raposa Terra do Sol, por exemplo, mas depois da prisão, Lula saiu ressentido, amargurado, não tem paciência para nada, não tem generosidade para governar um país tão difícil como o nosso, para pacificar o Brasil, que é uma coisa importante.
Ele ganhou as eleições, que gesto ele fez para pacificar o Brasil? A minha crítica ao presidente Lula é essa. Hoje a agenda do governo é a agenda da paralisia, é o voo de galinha, curto e baixo. O IBAMA e a Funai não paravam o Brasil como param hoje.
A economia não gera emprego acima de dois salários mínimos, o Brasil está perdendo indústria para o Paraguai, para a China... Está tendo uma fuga de domicílio fiscal, isso é uma coisa vexaminosa.
Não temos governo, temos ruínas”, lamentou.
Pré-candidato à presidência da República, Aldo Rebelo afirma que o encontro com Lula nos debates eleitorais será respeitoso, mas promete não recuar nas críticas.
“Vai ser um encontro de cobranças. Fui ministro de quatro pastas, tenho gratidão pela confiança que recebi, fui líder do governo Lula, mas não nunca tive uma conta minha rejeitada pelo Tribunal de Contas da União, nunca tive processo no Ministério Público nem no STF. Vou fazer cobranças duras, o país está parado, mas o maior responsável é ele”, disparou.
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A família de Renata Maria Correia Marques Silva convida familiares e amigos para a Missa de Sétimo Dia, que será celebrada na Igreja São Sebastião, às 17h30. Momento de fé, saudade e oração em homenagem à sua memória. Que Deus conceda descanso eterno e conforte o coração de todos os familiares e amigos.
A atuação de um general do Exército dentro da Câmara dos Deputados gerou reação imediata de parlamentares da oposição, que passaram a exigir seu afastamento. O caso, ocorrido na quarta-feira (28), veio a público apenas nesta sexta-feira (1º), após a divulgação de imagens nas redes sociais.
O deputado Cabo Gilberto Silva (PL-GO), líder da Oposição, solicitou a saída do general Emílio Ribeiro, apontado como chefe da assessoria parlamentar do ministro do Exército. Segundo o parlamentar, o militar teria adotado uma postura intimidatória contra o deputado Marcel van Hattem (Novo) durante um episódio dentro das dependências da Casa Legislativa.
De acordo com relatos, a abordagem ocorreu em meio a um ambiente já tensionado por outros acontecimentos políticos relevantes. No mesmo dia, o Senado analisava a indicação do então advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal, posteriormente rejeitada.