ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Flávio faz a promessa que o crime organizado não queria ouvir (veja o vídeo)

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, prometeu neste domingo (18), no debate da Band, em São Paulo, “declarar guerra ao narcoterrorismo” a partir de janeiro, caso seja eleito.

Flávio disse que vai classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas e retomar os territórios dominados pelo crime, inclusive as cadeias, onde, segundo ele, as facções ainda mandam.

“Eu vou recuperar cada metro, eu vou recuperar cada rua, eu vou recuperar cada bairro”, disse o candidato.

Flávio afirmou que fica revoltado com vídeos de mulheres com o cabelo raspado e chicoteadas por se recusarem a virar escravas sexuais de criminosos. Segundo ele, os integrantes das facções “vão ser presos ou vão ser neutralizados pelas nossas polícias”.

O candidato também criticou o atual governo. Disse que a política de desencarceramento põe marginais perigosos nas ruas, com a desculpa de que faltam vagas nas prisões. Flávio prometeu abrir mais de meio milhão de vagas em presídios.

“Quem vai andar com medo na rua são eles”, afirmou.

Veja o vídeo:

Em apenas 48h, inúmeras pesquisas apontam o mesmo resultado avassalador

JCO

Os levantamentos eleitorais divulgados nas últimas 48h são extremamente reveladores sobre a eleição que será definida no próximo domingo.

Em diferentes institutos, Flávio aparece numericamente à frente.

Na pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), Flávio Bolsonaro registra 45% das intenções de voto em votos totais, enquanto Lula soma 44%. No recorte dos votos válidos, utilizado oficialmente pela Justiça Eleitoral para definir o resultado da disputa, Flávio alcança 50,56%, contra 49,44% do atual presidente.

Outro levantamento divulgado nesta quarta-feira, pelo instituto Meio/Ideia, também mostra vantagem numérica do senador. Flávio Bolsonaro aparece com 48% das intenções de voto em votos totais, enquanto Lula registra 46%. Entre os votos válidos, a proporção é de 51,1% para o candidato do PL e 48,9% para o petista. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

A pesquisa Palver, igualmente divulgada nesta quarta-feira, apresenta Flávio com 50% das intenções de voto, ante 48% de Lula.

No levantamento RealTime Big Data, divulgado na terça-feira (20), Flávio Bolsonaro registra 48% das intenções de voto em votos totais, enquanto Lula aparece com 45%. Brancos e nulos representam 5%, e outros 2% não souberam responder. Considerando apenas os votos válidos, o senador alcança 52%, contra 48% do presidente.

Já a pesquisa BTG/Nexus, divulgada na segunda-feira (19), mostra uma diferença ainda menor entre os candidatos. Flávio Bolsonaro tem 46,5% das intenções de voto em votos totais, enquanto Lula registra 45,9%. Brancos e nulos somam 4,7%, e 2,9% dos entrevistados não souberam responder ou preferiram não informar sua escolha. Nos votos válidos da BTG/Nexus, Flávio aparece com 50,3%, contra 49,7% de Lula.

A Quaest ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais entre 17 e 20 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

A Meio/Ideia entrevistou 1.500 eleitores por telefone entre 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-08251/2026.

A Palver ouviu 5.000 eleitores entre 18 e 20 de outubro, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número BR-04612/2026.

A RealTime Big Data entrevistou 2.000 eleitores por telefone entre 15 e 19 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-02952/2026.

Por fim, a BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores entre 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo banco BTG Pactual e registrado no TSE sob o número BR-04499/2026.

O desespero é tanto que até o papel higiênico pode virar prova!

JCO

Quando a política invade os tribunais e a Justiça vira espetáculo, até uma ida ao banheiro pode render manchetes.

Parece que a temporada de caça aos escândalos políticos ganhou um novo capítulo.

E, pelo andar da carruagem, já podemos imaginar que, daqui a pouco, até o papel higiênico utilizado por Flávio Bolsonaro poderá despertar a curiosidade de algum investigador.

Afinal, será que ele jogou o papel adequadamente no vaso sanitário? Deixou cair no chão? Utilizou a quantidade recomendada? Respeitou as normas de descarte? Jogou na lixeira direito?

Cuidado! Dependendo da criatividade de alguns comentaristas, isso ainda poderá virar uma ameaça à democracia!

Brincadeiras à parte, a notícia de que Alexandre de Moraes foi sorteado relator de mais um caso envolvendo Flávio Bolsonaro chega justamente quando o país se aproxima de uma eleição presidencial decisiva.

Desta vez, as suspeitas envolvem possíveis operações de lavagem de dinheiro relacionadas ao advogado Willer Tomaz, empresas do setor de apostas e documentos bancários que, segundo a Polícia Federal, fazem referência ao senador.

Flávio nega irregularidades e afirma que sua relação com o advogado é de amizade.

É evidente que documentos bancários e eventuais movimentações suspeitas merecem investigação. Ninguém, absolutamente ninguém, está acima da lei.

Mas existe uma diferença gigantesca entre investigar um possível crime e explorar politicamente uma suspeita como se a condenação já estivesse escrita.

E essa diferença parece desaparecer com assustadora facilidade quando o assunto envolve determinados personagens da política brasileira.

O cidadão abre o jornal e encontra uma investigação. Liga a televisão e encontra uma suspeita. Entra nas redes sociais e descobre que alguém já preparou a sentença, escolheu a pena e convocou os comentaristas para o julgamento.

Tudo isso antes que as provas tenham sido definitivamente examinadas.

Eis o espetáculo!

É nesse ambiente que nasce a percepção de uma busca desesperada por qualquer coisa capaz de comprometer politicamente Flávio Bolsonaro.

Não importa o tamanho da suspeita. Uma reunião vira manchete, uma viagem desperta interpretações, uma amizade passa a ser examinada e um documento ganha proporções extraordinárias. Até mesmo o banho sem shampoo  pode ser problema.

Talvez, em breve, algum especialista em investigação sanitária descubra que o senador deixou a tampa do vaso levantada.

Pronto!

EXCLUSIVO: NOVO ESCÂNDALO ENVOLVE FLÁVIO BOLSONARO E O USO IRREGULAR DE PAPEL HIGIÊNICO!

Seriam necessários apenas alguns minutos para aparecerem os analistas de televisão, os especialistas em celulose e, quem sabe, uma discussão sobre os riscos institucionais daquele terrível comportamento.

É sarcasmo, evidentemente. Mas uma sátira que ilustra o perigo de transformar qualquer informação em arma eleitoral.

O mais curioso, entretanto, é que esse ambiente de suspeitas acontece exatamente quando outra realidade começa a preocupar os corredores do poder.

O NOVO SENADO ESTÁ CHEGANDO.

E, com ele, cresce a possibilidade de que antigos pedidos de responsabilização de ministros do Supremo finalmente sejam examinados.

Alexandre de Moraes está entre os principais alvos das iniciativas parlamentares que defendem maior fiscalização sobre o Judiciário.

Naturalmente, nenhuma autoridade pode ser afastada simplesmente porque suas decisões desagradaram a uma parcela da população. É indispensável demonstrar a ocorrência de infrações previstas em lei, assegurar o direito de defesa e respeitar o devido processo.

Mas também é verdade que ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal não significa possuir imunidade eterna contra questionamentos e responsabilidades.

A toga não transforma ninguém em proprietário da República.

É justamente nesse cenário que surge uma pergunta inevitável:

Será que parte da crescente agitação política decorre também do receio de que o novo equilíbrio de forças no Congresso coloque determinadas autoridades diante de uma cobrança institucional muito mais rigorosa?

Não temos como afirmar quais sejam as intenções particulares de cada protagonista. Mas o ambiente político permite levantar a questão.

E aqui chegamos ao nosso CADAFALSO POLÍTICO.

Não estamos falando de violência, mas daquele lugar simbólico onde autoridades habituadas a cobrar explicações dos outros podem acabar obrigadas a apresentar as próprias.

Um cadafalso feito de questionamentos, transparência, responsabilidade e, quando houver fundamento legal, processos institucionais.

Talvez seja essa uma das perspectivas mais desconfortáveis para qualquer pessoa acostumada a exercer enorme poder sem enfrentar uma fiscalização equivalente.

Afinal, investigar é necessário. Ser investigado também pode ser.

O Brasil não precisa de impunidade para Flávio Bolsonaro, para Lula, para ministros do Supremo ou para qualquer outra autoridade.

Precisa de uma Justiça que utilize os mesmos critérios para todos e que não transforme suspeitas em condenações antecipadas. A mesma régua.

Porque, se houver crime, que as provas apareçam e a lei seja aplicada.

Se não houver, que a investigação tenha a mesma coragem de reconhecer a ausência de fundamentos.

O QUE NÃO PODE É TRANSFORMAR A JUSTIÇA NUMA FÁBRICA DE MANCHETES E A POLÍTICA NUMA CAÇA INTERMINÁVEL A ADVERSÁRIOS.

E, enquanto o Brasil aguarda o resultado das urnas e os próximos movimentos do Congresso, fica uma recomendação bem-humorada ao senador Flávio Bolsonaro:

Tenha muito cuidado quando entrar no banheiro.

Confira a torneira, a descarga, a tampa do vaso e, principalmente, o papel higiênico.

Porque, nesse clima político, qualquer distração pode virar notícia.

E QUEM SABE ATÉ UM NOVO INQUÉRITO!

Jayme Rizolli

Jornalista.

Flávio volta a subir na pesquisa do Instituto Gerp

JCO

Pesquisa do instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos no segundo turno contra Lula (PT), que aparece com 47%.

No levantamento anterior, a vantagem de Flávio havia caído de dez para quatro pontos percentuais. Na ocasião, o senador somava 52% dos votos válidos, ante 48% do petista.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O instituto Gerp entrevistou 2.400 eleitores entre os dias 19 e 21 de outubro.

O Gerp é o único instituto que acertou o resultado no 1º turno.

Para não perder nenhum detalhe dessa eleição, baixe o APLICATIVO DO JCO. Basta clicar no link abaixo:

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/paginas/aplicativo

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A esquerda achava que os jovens eram dela... Errou

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Não foi rebeldia. Os jovens conferiram o que a esquerda prometeu e o que entregou, e a conta não fechou.

Por que os jovens estão trocando a esquerda pela direita?

Em 4 de outubro, os dois deputados federais mais votados do país foram jovens de direita.

Nikolas Ferreira (PL-MG) teve 3.119.318 votos, e Lucas Pavanato (PL-SP), de 28 anos, teve 3.038.438. Em São Paulo, Eduarda Campopiano (PL), de 23 anos, recebeu 1.956.238 votos para deputada estadual. No Espírito Santo, Lucas Polese (PL) bateu o recorde do estado para deputado federal.

Esses votos não surgiram do nada. Em março, a AtlasIntel registrou 72,7% de desaprovação a Lula entre jovens de 16 a 24 anos, a maior entre todas as faixas de idade. O Datafolha mostra a mudança: em agosto de 2022, Lula tinha 51% das intenções de voto nessa faixa, contra 28% de Bolsonaro. Em abril de 2026, tinha 42%, contra 31% de Flávio Bolsonaro.

É comum atribuir a virada à rebeldia típica da juventude. Ela existe, mas não explica o salto. O que explica é a experiência: essa geração viu de perto o que a esquerda prometeu e o que entregou.

Primeiro, o bolso. Em agosto de 2024, passou a valer o imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. A medida atingiu em cheio o jovem que compra roupa e acessório pela internet. Em março de 2026, a AtlasIntel apontou que 62% dos brasileiros a consideravam o maior erro do governo, com rejeição ainda maior entre os mais jovens. Em 13 de maio, a cinco meses da eleição, Lula revogou a taxa que ele mesmo havia sancionado. Na mesma pesquisa, a tentativa de ampliar a fiscalização sobre o Pix foi reprovada por 59%. O jovem aprendeu que a política econômica mudava conforme o calendário eleitoral.

Segundo, o discurso envelhecido. O presidente da AtlasIntel, Andrei Roman, resumiu o problema ao dizer que Lula 3 é um governo que não se reinventou, preso ao discurso de mais de uma década atrás. Para quem tinha 8 anos quando Lula deixou o poder pela primeira vez, as promessas de 2002 não são memória afetiva. São promessas que ainda não se cumpriram.

Terceiro, as pautas. A esquerda insiste em bandeiras que boa parte dessa geração rejeita.

Na pesquisa Juventudes, da Fundação Friedrich Ebert e do YouGov (2025), só 33% dos jovens de 15 a 35 anos apoiam a legalização do aborto, enquanto 51% são contra. Quando um partido trata como consenso o que o eleitor jovem rejeita, não deveria se surpreender ao perdê-lo.

A internet completou o quadro. Hoje, o jovem confere promessa e resultado sozinho, no celular, e encontra políticos da própria idade dizendo o que ele já pensava.

A objeção mais forte vem dos números. Lula ainda lidera entre os jovens no Datafolha, e a pesquisa Genial/Quaest indica que as mulheres da Geração Z são o único grupo majoritariamente progressista do país. A juventude, portanto, não virou um bloco conservador.

É verdade, e isso reforça a tese. Se fosse só rebeldia, ela atingiria a geração inteira por igual.

O que os dados mostram é uma rejeição concentrada em medidas e pautas específicas, e uma vantagem que encolheu para menos da metade em quatro anos.

O jovem não virou à direita por impulso. Fez as contas. E qualquer contador sabe: conta que não fecha não se resolve com discurso.

Deputado eleito revela cartada de Lula e manda recado a Motta e Alcolumbre (veja o vídeo)

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O deputado federal eleito Rony Gabriel (Podemos-RS) acusou Lula (PT) de armar uma "cartada final" para virar a eleição. E apontou dois aliados no plano: os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Segundo Rony, os dois ficaram desesperados depois do primeiro turno, quando a direita fez as maiores bancadas no Congresso. Para ele, Motta e Alcolumbre passaram a ajudar o governo porque querem continuar no comando das Casas.

Como exemplo, Rony citou as votações de quarta-feira (14). O Senado aprovou a PEC do fim da escala 6x1 por 75 votos a 1. Na Câmara, passou por 461 votos a 4 o projeto que perdoa dívidas de microempreendedores individuais e eleva o teto de faturamento do MEI.

O deputado eleito reconheceu que o próprio Flávio Bolsonaro (PL) apoiou o fim da escala 6x1. Mas, para ele, o pacote de bondades só aparece agora, na eleição, e a conta vai vir depois.

Eleito pelo Podemos, Rony disse ser contra a reeleição de Motta. Contou que já conversou com deputados eleitos por partidos do centrão com as pautas de Bolsonaro e avisou que nem Motta nem Alcolumbre vão continuar presidindo as Casas.

Rony foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul com 223.643 votos.

Veja o vídeo:

Calaram o vídeo de Nikolas, mas as promessas continuam falando O vídeo de Nikolas Ferreira com nordestinos perdeu o som em horas. A água, o esgoto, a segurança e a picanha prometidos continuam sem chegar

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Por que um vídeo com cinco moradores do sertão incomodou tanto?

Em 20 de outubro, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo com depoimentos de cinco moradores de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Eles falavam de serviços básicos que não chegam e do custo de vida que sobe. A legenda dizia: “O Nordeste que foi esquecido”. Às 18h daquele dia, o vídeo somava 83,8 milhões de visualizações no Instagram. Depois, passou de 100 milhões.

Então o vídeo ficou mudo. A Meta informou que retirou o áudio por um pedido de direitos

autorais sobre a música de fundo, “Grão de Areia”, de Rubel com Xande de Pilares. Não disse quem fez o pedido. Nikolas atribui a iniciativa a Rubel, apoiador declarado de Lula.

Seus apoiadores falam em censura.

Se houve censura, é discutível. Pela lei, quem decide sobre o uso de uma música em material de campanha é o autor. Mas o símbolo é inevitável: nordestinos que reclamavam de esquecimento perderam a voz. E suas queixas não falam de grandes obras. Falam do dia a dia.

Comece pela torneira. Segundo estudo da GO Associados com o Instituto Trata Brasil, a parcela de nordestinos com abastecimento de água caiu de 74,9% em 2020 para 73,7% em 2024. Só 35,9% têm coleta de esgoto. Ou seja, quase dois em cada três moradores da região vivem sem esgoto coletado.

Depois, a segurança. A Bahia, onde o vídeo foi gravado, é governada pelo PT desde 2007, com Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues. Segundo o Atlas da Violência, em 2022 o estado teve a maior taxa de homicídios do país: 45,1 por 100 mil habitantes, mais que o dobro da média nacional, de 21,7.

Por fim, o prato. Na campanha de 2022, Lula disse no Jornal Nacional que o brasileiro precisava voltar a comer picanha. Virou promessa. Em 2024, a carne subiu 20,8%, segundo o IPCA. Em junho de 2026, o quilo da picanha no atacado custava R$ 72,38, mais que os R$ 54,33 que um trabalhador de salário mínimo ganha por dia. Não por acaso, em abril de 2025, a Genial/Quaest registrou que 71% dos brasileiros achavam que Lula não vinha cumprindo o que prometeu.

A objeção mais forte é que água, esgoto e polícia são, em boa parte, responsabilidade de estados e municípios, não do presidente. E o Nordeste continua sendo a região que mais aprova Lula.

Em muitos estados, o argumento vale. Na Bahia, não. Ali o PT governa o estado há quase duas décadas e esteve na Presidência na maior parte desse período. Não há a quem terceirizar a culpa. E a picanha foi promessa do próprio Lula. É por isso que o vídeo incomodou: ele deu rosto a nordestinos que não se sentem atendidos, justamente no maior reduto eleitoral do presidente.

Calar um vídeo é fácil: basta um pedido de direitos autorais. Difícil é calar a torneira vazia, o esgoto a céu aberto e o preço da carne.

Flávio faz a promessa que o crime organizado não queria ouvir (veja o vídeo)

JCO 21/10/2026 às 15:54 O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, prometeu neste domingo (18), no debate da Band, em São Pau...