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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Racha no PP dá força a Rogério Marinho na disputa contra Alcolumbre pelo Senado

JCO

A disputa pela presidência do Senado rachou o PP. Mesmo com o partido apoiando oficialmente a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil), senadores da legenda preparam um ato com o PL e o Novo para firmar a candidatura de Rogério Marinho (PL).

O ato está marcado para a próxima terça-feira (3), em Brasília. Dos seis senadores do PP, pelo menos quatro já disseram preferir Marinho, num movimento costurado com a ala do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Maria Corina está de volta, agradece a Trump e Marco Rubio, e começa campanha

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Principal líder da oposição venezuelana, María Corina Machado parabenizou, em fala à imprensa em Caracas nesta quinta (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Marco Rubio, por terem destituído o ex-presidente Nicolás Maduro em janeiro.

A vencedora do Nobel da Paz de 2025 retornou ao país sul-americano no último domingo (25), após quase um ano vivendo no exterior. No mês seguinte ao recebimento do prêmio, Corina ofereceu sua medalha a Trump durante uma reunião na Casa Branca.

"Graças à visão, à coragem e às ações deles (Donald Trump e Marco Rubio) em 3 de janeiro, abriu-se esta porta para a liberdade, que permitirá à Venezuela avançar rumo a uma transição democrática e nos permitirá consolidar nosso país como o maior aliado que os Estados Unidos jamais terão em nossa região", declarou Maria Corina.

Segundo a ex-deputada venezuelana e fundadora do movimento Vente Venezuela, Marco Rubio propôs a realização de eleições na Venezuela em 2027.

"Ele [o secretário de Estado Marco Rubio] também deixou claro que a transição para a democracia é irreversível. Estamos aqui para garantir que ela seja ordenada e pacífica e que atenda às necessidades urgentes de um país que sofre muito", declarou.

Ao ressaltar que o secretário de Trump sublinhou a ocorrência das eleições no próximo ano, Maria Corina acrescentou que irá garantir que todos os cidadãos tenham o direito de votar no pleito futuro:

“Voltei para mobilizar a sociedade e organizar ainda mais todas as nossas equipes e redes cidadãs. Voltei para ouvir cada cidadão e envolver todos os setores, organizações políticas e civis, na construção desta nova visão para o nosso país e para a República emergente. Voltei para concluir uma tarefa e cumprir um mandato.”

A captura de Maduro pelo governo dos EUA, nas palavras da antiga parlamentar, foi responsável por abrir as "comportas da liberdade" e permitir seu retorno ao país no último domingo.

"Nunca mais um venezuelano sofrerá o horror da violência de Estado ou do terrorismo de Estado contra a integridade e a dignidade de um venezuelano", disse.

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Michelle quebra o silêncio e transmite recado de Bolsonaro à direita

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A senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL-DF) disse nesta sexta-feira (30) que conversou com Jair Bolsonaro e que ele pede união aos aliados;

“Vivemos tempos difíceis. Precisamos refletir e, só depois, agir. O meu marido ressalta que é momento de união e não de procurar culpados”, escreveu.

Michelle também pediu que os apoiadores não caiam nas “enganações” de quem, segundo ela, semeia o ódio e a divisão para ganhar curtidas e engajamento. Ela terminou a mensagem com uma referência a Deus, a quem cabe, disse, “o Julgamento e a Justiça”.

MINISTRO MENDONÇA, UM HOMEM UNGIDO POR DEUS!!!

Um homem de fé, coragem e princípios, que demonstra firmeza em suas decisões e compromisso com aquilo em que acredita. Que DEUS continue iluminando seus passos, fortalecendo sua caminhada e dando-lhe sabedoria para enfrentar os grandes desafios.

O Brasil precisa de homens de caráter, justiça e coragem!!!

QUE DEUS O ABENÇOE E O PROTEJA SEMPRE!!! DEUS SEJA LOUVADO!!!

Eleições: O espetáculo da democracia não pode admitir mistérios

JCO

O resultado das eleições frustrou uma expressiva parcela da sociedade: certamente os eleitores de Flávio Bolsonaro e todos aqueles que almejavam uma mudança na condução do país, sobretudo quanto ao aumento desenfreado de impostos e à necessidade de redução dos gastos públicos, entre outros pontos cruciais.

Paralelamente, juristas e operadores do Direito também se preocupam com a indicação de ministros para a nossa colenda Suprema Corte, outrora uma das instituições mais respeitadas do país e hoje desacreditada perante expressiva parcela dos jurisdicionados. Segundo pesquisa do instituto Futura, realizada entre 11 e 15 de setembro de 2026 e divulgada pela CNN Brasil em 17 de setembro, 60,4% dos entrevistados desaprovam o STF, e apenas 29,3% o aprovam.

Independentemente das frustrações e decepções com o resultado, em uma democracia a vontade popular deve ser respeitada. Embora seja defensor da legitimidade das urnas eletrônicas, entendo que o sistema merece maior atenção, pois a eleição é o maior espetáculo da democracia: aquele em que o voto de cada indivíduo tem o mesmo peso e o mesmo valor. Justamente por defender a lisura das urnas e o respeito à vontade popular, entendo que a Justiça Eleitoral deve atuar com a maior transparência possível, exatamente para demonstrar aos cidadãos que o sistema eleitoral é praticamente inviolável.

Nestas últimas eleições, alguns fatos precisam ser esclarecidos, para que aqueles que se frustraram com a derrota de seu candidato não propaguem a tese de fraude ou de golpe eleitoral.

De início, causou estranheza que um ministro do STF — que foi advogado do presidente Lula e por ele indicado à Corte — tenha concedido liminar, com efeito satisfativo, autorizando a prorrogação da votação após as 17 horas, quando inúmeras seções pelo país já haviam encerrado seus trabalhos.

Importa registrar a cronologia fática: pedidos de dilação de horário chegaram a ser submetidos ao Tribunal Superior Eleitoral por coligações partidárias, tendo a Justiça especializada, acertadamente, indeferido o pleito para resguardar a segurança jurídica. Contudo, acolhendo demanda ajuizada de forma exclusiva pelo PT perante a Suprema Corte — sem qualquer adesão ou anuência do PL —, o ministro concedeu a ordem de forma monocrática.

A preocupação se justifica por três fundamentos objetivos:

1.    Incompetência originária e usurpação: A matéria eleitoral deve tramitar e ser decidida nas instâncias da Justiça especializada, e não de forma avulsa e direta perante o STF;
2.    Efeito satisfativo irreversível: O provimento cautelar inviabilizou a apreciação tempestiva pelo colegiado antes do exaurimento de seus efeitos práticos;
3.    Ofensa à isonomia eleitoral: Como inúmeras seções foram regularmente lacradas às 17 horas, eleitores em situação idêntica receberam tratamento desigual pelo simples fato de estarem alocados em zonas que mantiveram suas portas abertas, fragilizando o caráter uniforme do sufrágio.

É verdade que o ministro esclareceu posteriormente que a medida valia apenas para as seções que permaneciam abertas e que, segundo dados do TSE, apenas 35.521 votos foram registrados após as 17 horas — número muito inferior à diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre os concorrentes. Ainda assim, a decisão criou tratamento desigual entre eleitores de diferentes seções, e é isso que merece reflexão. Como ensina a história: à mulher de César não basta ser honesta; é preciso parecer honesta.

Superada essa discussão, outro ponto que chamou bastante atenção foi levantado pelo professor Marcelo Trindade, doutor em Matemática. Ao analisar o gráfico de votação, sustentou suposta anomalia algorítmica decorrente do envio de dados, afirmando textualmente:

"O algoritmo, então, sabendo disso, aciona algum comando em algum lugar que faz o candidato ser penalizado linearmente. O meu ponto é que não pode haver tendência linear parcial dentro de uma apuração de votos cujo envio é aleatório. O algoritmo detecta e [o candidato] começa a cair. Olha o que acontece nos instantes seguintes: o algoritmo é desligado, então ele começa a subir; ele sobe, ele cai, porém, a tendência é de subida. O algoritmo, então, mais uma vez percebe e faz o candidato cair..."

O professor afirma ter certeza de que a eleição foi "roubada", ressaltando atuar com ciência de dados e inteligência artificial há mais de uma década e com matemática há mais de duas. Ressalte-se: tratam-se de afirmações do professor, não comprovadas, que não endosso. Menciono-as apenas porque circularam e merecem resposta técnica e transparente da Justiça Eleitoral.

A virada durante a apuração não constitui, por si só, indício de manipulação. Ainda assim, é precisamente por existir debate e questionamentos técnicos que o TSE deveria apresentar explicações de forma didática, com dados abertos por região e por horário de transmissão, desfazendo as dúvidas em vez de simplesmente ignorá-las.

Circula ainda na internet outro relatório a respeito da apuração, embora apócrifo (não sei se por receio de seu autor em se identificar), tentando demonstrar que a apuração ou a transmissão dos votos das urnas põe em dúvida o resultado das eleições.

Diante de tantos acontecimentos inusitados — que podem ser meras coincidências — e por acreditar pessoalmente na lisura das urnas, entendo que ao Tribunal Superior Eleitoral não basta homologar o resultado. Faz-se imperativo assegurar a abertura irrestrita de dados e viabilizar auditorias públicas e independentes que comprovem, de forma cabal e irrefutável, que a vontade do eleitor não foi maculada. A publicidade integral e a auditabilidade externa não fragilizam o processo; ao contrário, constituem o único alicerce capaz de blindar a confiança cívica no maior espetáculo da democracia!

Tenho Dito!!!

Oposição já tem 50 votos: Fora Alcolumbre!

JCO

Análise do experiente jornalista Cláudio Humberto dá conta de que a oposição já tem fechados pelo menos 50 votos para a eleição da mesa do Senado Federal.

Com isso, a vitória está garantida e Alcolumbre será derrotado. Confira a nota publicada pelo jornalista:

“A oposição já reúne 50 dos 81 senadores, quase dois terços da Casa. Se não se dividir e atrair mais alguns apoios, Davi Alcolumbre (União-AP) pode começar a arrumar as gavetas.
Para eleger o presidente do Senado, bastam 41 votos, e a oposição já tem 50.”

Conquistar a presidência do Senado é fundamental para a oposição se manter viva no país e ter condições de pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, algo fundamental para que a nossa democracia seja restabelecida.

Simples assim.

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Os mistérios do número 7: Sete minutos para o exílio

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Há números que ultrapassam a matemática e atravessam os séculos carregados de simbolismo, mistério e significado. O número 7 é, certamente, um deles.

Na história, são sete as maravilhas do mundo antigo, sete os sábios da Grécia e sete as colinas sobre as quais, segundo a tradição, Roma foi construída. A Guerra dos Sete Anos marcou profundamente a história europeia e mundial.

Na mitologia grega, os Sete contra Tebas representam uma das mais conhecidas narrativas de guerra, poder e tragédia.

Na matemática, o 7 é um número primo, indivisível por qualquer outro número além de si mesmo e da unidade. Uma singularidade que também alimentou seu simbolismo ao longo da história.

Na religião, sua presença é ainda mais impressionante. A Bíblia apresenta os sete dias da criação, os sete selos do Apocalipse, as sete trombetas e as sete igrejas mencionadas no livro das Revelações.

Na tradição cristã, são sete os pecados capitais e sete os sacramentos da Igreja Católica. Na tradição judaica, a menorá possui sete braços. No islamismo, são sete os céus descritos no Alcorão e sete as voltas realizadas ao redor da Caaba durante o ritual do Tawaf.

O número 7 parece ter conquistado um lugar especial na imaginação humana. Representa ciclos, completude, perfeição, espiritualidade e, muitas vezes, o inexplicável.

Mas o Brasil acaba de oferecer uma nova ocorrência para essa extensa coleção de mistérios.

Desta vez, não há mitologia, profecia ou explicação sobrenatural. Há política.

No domingo, 25 de outubro de 2026, às 21h09, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou oficialmente o resultado da eleição presidencial, sacramentando a derrota (?) de Flávio Bolsonaro.

Exatamente sete minutos depois, às 21h16, segundo a cronologia divulgada pela imprensa, a Polícia Federal protocolava no Supremo Tribunal Federal um pedido de apreensão dos passaportes do senador, além de outras medidas restritivas.

Sete minutos!

Uma coincidência que merece muito mais do que uma nota de rodapé.

A Polícia Federal apresentou seus argumentos, mencionando elementos de uma investigação e um suposto risco de saída do parlamentar do país. Mas a proximidade temporal entre a proclamação do resultado eleitoral e a iniciativa policial levanta uma questão política e institucional inevitável: por que tamanha urgência justamente naquele momento?

A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Eis, portanto, o mais recente mistério do número 7 na história brasileira: sete minutos entre o anúncio de uma (improvável) derrota nas urnas e o início de uma ofensiva judicial contra o candidato derrotado (?).

Na matemática, o sete é indivisível. Na história, atravessou impérios. Na religião, simboliza a perfeição.

Na política brasileira, o 7, ganhou um significado inquietante: o tempo que separou a proclamação de um resultado eleitoral de uma iniciativa que comprova uma perseguição política.

Talvez não exista nada de místico nesses sete minutos.

Mas há perguntas que nem mesmo sete séculos seriam suficientes para apagar.

Racha no PP dá força a Rogério Marinho na disputa contra Alcolumbre pelo Senado

JCO 30/10/2026 às 20:00 A disputa pela presidência do Senado rachou o PP. Mesmo com o partido apoiando oficialmente a reeleição de Davi Alco...