ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Nem todos são iguais perante a lei: Na Constituição sim. Na prática, depende do quanto você tem no bolso

JCO

Imagine dois homens cometendo o mesmo crime na mesma cidade no mesmo dia.

Um tem dinheiro e advogado. O outro não.

O que acontece depois é onde a Constituição e a realidade param de se falar.

Com recursos financeiros e um bom advogado, o processo tem prazos negociados, recursos apresentados, teses construídas. O tempo trabalha a favor. Do outro lado, com defensor público sobrecarregado — ou sem defensor nenhum — o processo de quem não tem recurso segue o ritmo do sistema. E o ritmo do sistema, para quem não tem representação adequada, costuma ser lento na absolvição e rápido na prisão.

A Constituição Federal garante a todos igualdade perante a lei. É o que está escrito no Artigo 5º, sem ambiguidade. O problema não é o texto. É o que acontece quando ele encontra o mundo real — onde ter ou não ter acesso ao sistema jurídico determina se a lei existe para você ou não.

No Brasil, segundo pesquisa nacional da Defensoria Pública, quase 53 milhões de brasileiros não têm acesso à assistência jurídica gratuita. São pessoas que, diante de um processo, de uma acusação ou de uma injustiça, não têm com quem recorrer adequadamente.

Esse número tem uma consequência direta e documentada. Segundo dados do Senado Federal, cerca de 25% da população carcerária brasileira é composta por presos provisórios — pessoas que estão presas sem ter sido julgadas.

Um em cada quatro presos no Brasil está detido antes mesmo de ter sua culpa determinada. E segundo o Ipea, quatro em cada dez dessas pessoas, ao final do processo, recebem absolvição, regime aberto ou pena restritiva de direitos. Estavam presas sem precisar estar.

Quem não tem representação adequada aceita o que o sistema decide. Quem tem advogado de qualidade usa cada prazo, cada recurso, cada possibilidade de revisão. É a mesma lei — com resultados completamente diferentes.

Quem conhece o sistema aprende rapidamente que a lei tem uma porta dos fundos. Não uma porta ilegal. Uma porta que existe dentro da própria lei — mas que só é encontrada por quem sabe onde procurar.

Quando a porta dos fundos existe só para alguns, a lei deixa de ser igual para todos.

E isso corrói algo muito mais grave do que qualquer caso isolado. Corrói a confiança de que as regras valem igual para todos. Quando o cidadão percebe que a justiça que recebe depende do que pode pagar, duas coisas acontecem: ele para de acreditar nas instituições — porque entende que elas não são neutras — e começa a tratar a lei não como um pacto social, mas como um risco a ser gerenciado por quem tiver recursos.

Uma república se sustenta sobre um princípio simples: as mesmas regras para todos. Não regras mais brandas para quem tem menos — mas regras iguais para todos, aplicadas com o mesmo rigor, independente de quem está no banco dos réus ou de quem reivindica um direito.

Quando isso não acontece, o que temos não é Estado de Direito. É Estado de Recursos.

Outros países resolveram isso. A Defensoria Pública francesa cobre 100% do território. Na Alemanha, assistência jurídica gratuita é direito garantido para qualquer cidadão em qualquer processo. Não são países perfeitos — mas são países onde o acesso à justiça não depende do saldo bancário.

A solução não passa por enfraquecer a lei. Passa por garantir que ela chegue igual a todos — com Defensoria Pública presente em todas as comarcas, hoje ausente em metade delas, com processos que não se arrastam por décadas e com critérios técnicos, não financeiros, definindo como a lei é aplicada.

O Brasil tem a estrutura constitucional para isso. O que falta é a execução.

O que cada um pode fazer é mais simples do que parece. Antes de votar, perguntar ao candidato o que ele pensa sobre acesso à justiça e Defensoria Pública. Depois de eleito, acompanhar se ele vota por mais transparência nos processos ou contra ela. Entender que uma justiça igual para todos não é pauta de esquerda nem de direita — é pauta de quem acredita que a lei deve valer para todo mundo. E não aceitar a ideia de que isso nunca vai mudar. Já mudou em outros países. Pode mudar aqui.

Justiça que escolhe a quem servir não é justiça. É fachada.

Claudio Apolinario

Articulista e analista político.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

NA CANAÃ TEM AS MELHORES POLPAS DE FRUTAS DE PARNAÍBA E REGIÃO.

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Nikolas grava novo vídeo e mostra que "a Ypê é só a ponta do iceberg" (veja o vídeo)

JCO

Nikolas Ferreira acaba de lançar um novo vídeo.

O deputado mostrou que "a Ypê é só a ponta do iceberb".

Assista:

Ataque de "fúria" de Lula derruba jornalista que estava na Globo desde 1997

JCO

A Globo confirmou nesta sexta-feira (8) a saída do jornalista Carlos Jardim do comando da Redação da GloboNews, cargo que ocupava havia 13 anos. A informação foi repassada internamente aos colaboradores da empresa por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da emissora, segundo revelou o site TV Pop.

De acordo com o comunicado enviado aos profissionais do grupo, Jardim já havia informado à direção, ainda em março, sua intenção de deixar a emissora. A mudança ocorre em meio à repercussão provocada por um episódio envolvendo o programa Estúdio i, que acabou gerando forte desgaste interno na GloboNews.

O caso ocorreu após a exibição de um gráfico em formato semelhante a uma apresentação de PowerPoint, utilizado para ilustrar conexões do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O material mostrava ligações entre Vorcaro e diversas figuras políticas e institucionais, incluindo o petista Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, além do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal - fator que gerou um ataque de fúria em Lula. 

O PT também aparecia citado na representação gráfica.

A repercussão do episódio foi intensa nos bastidores da emissora e, segundo relatos divulgados pela imprensa, levou o próprio Lula a solicitar esclarecimentos à cúpula da Globo sobre o conteúdo exibido no canal de notícias.

Carlos Jardim construiu uma longa trajetória dentro do Grupo Globo. Ele ingressou na empresa em 1997 e passou por diferentes funções ao longo dos anos até alcançar um dos cargos mais relevantes da estrutura da GloboNews. Na hierarquia da emissora, ocupava a posição imediatamente abaixo de Miguel Athayde, diretor-geral do canal.

A partir de junho, a função será assumida pela jornalista Denise Lacerda, atual coordenadora da GloboNews em Brasília. A mudança faz parte da reorganização interna promovida pela empresa após a saída de Jardim.

Primeiramente, Davi Alcolumbre, paute o impeachment do Moraes!

JCO

A campanha foi aberta para que o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, tome providências urgentes e seja, minimamente, digno para pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.

Esqueça, Alcolumbre, sua pretensão de ser reeleito presidente do Senado Federal!

Esqueça, Alcolumbre, sua defesa para as denúncias do seu envolvimento com o Banco Master!

Esqueça, Alcolumbre, suas rusgas com o Executivo!

Esqueça, Alcolumbre, sua política de perseguição que promove dentro do Senado Federal!

Esqueça, Alcolumbre, do seu umbigo!

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes o Congresso Nacional, do qual você é o presidente, foi ultrajado por ministros/políticos do STF.

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes a caneta de um único togado vale mais do que os votos de 594 parlamentares.

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes os políticos togados pisotearam a Constituição Federal.

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes cidadãos brasileiros foram injustiçados por essa corte política.

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes ministros oportunistas foram denunciados por envolvimento em escândalos financeiros e políticos. 

Já não se conta mais, Alcolumbre, quantas vezes nossa máxima corte foi desrespeitada por estes autoritários, que fazem o querem no país.

Mas, o ministro Alexandre de Moraes se superou desta vez. Ele não só humilhou o parlamento brasileiro ao ignorar a votação dos representantes do povo para aprovar a LEI DA DOSIMETRIA, portanto, Alcolumbre, ele desprezou o povo brasileiro que elegeu todos vocês da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para representá-lo. E mais do que isso… este mesmo Moraes não recebeu um voto popular sequer para ocupar uma cadeira da mais alta corte do Brasil.

Lembre-se, Alcolumbre, foi você que promulgou na última sexta-feira, 8 de maio de 2026, a chamada "Lei da Dosimetria" (Lei 15.402/2026), após ver o presidente da república renegar a lei. E no dia seguinte, Moraes escarrou em sua decisão!

Então, Alcolumbre, caso honre suas calças, primeiramente, paute o impeachment do Moraes!

Alexandre Siqueira

Vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Independente e Afiliados - AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:  http://livrariafactus.com.br

Bolsonaro prepara nova investida que pode mudar o "jogo"

JCO

A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro já trabalha na elaboração de um pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que seja aplicada a chamada Lei da Dosimetria, recentemente aprovada pelo Congresso Nacional. A expectativa dos advogados é que a nova norma seja considerada válida pela Corte e permita a redução da condenação de 27 anos e três meses.

Pelos cálculos da defesa, caso a legislação seja aplicada ao caso, a pena de Bolsonaro poderá cair para 19 anos e sete meses de prisão. Nesse cenário, após o cumprimento de um sexto da pena, o ex-presidente teria direito à progressão para o regime semiaberto em aproximadamente três anos e três meses. Até o momento, Bolsonaro já soma seis meses de cumprimento da condenação.

A nova legislação também pode beneficiar outros condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Por esse motivo, diversos pedidos de revisão de pena começaram a ser apresentados ao STF logo após a promulgação da norma.

No sábado (9), o ministro Alexandre de Moraes, escolhido relator das ações que questionam a constitucionalidade da Lei da Dosimetria, decidiu suspender temporariamente a aplicação da medida até que o plenário do Supremo analise o tema de forma definitiva.

A lei foi promulgada na última sexta-feira (8) pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ainda no mesmo dia, advogados de réus já condenados protocolaram pedidos de redução das penas utilizando como base as novas regras aprovadas pelo Congresso.

A decisão de Alexandre de Moraes provocou reação entre aliados do ex-presidente. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, criticou duramente a medida e classificou a suspensão como “uma canetada contra o Congresso”.

Segundo Flávio, o episódio levanta suspeitas sobre um possível alinhamento prévio em torno do texto aprovado.

“O próprio Paulinho da Força disse que o texto foi ‘autorizado’ pelo Moraes. E agora, muito estranhamente, ele dá essa canetada. Eu não sei o fundamento, mas parece um jogo combinado. 
Mais uma vez, a democracia fica abalada. Uma decisão do Congresso, em sua grande maioria, defendendo a lei da anistia, e, em uma canetada monocrática, um ministro revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo. Nós não vamos nos acostumar. Por isso, a credibilidade do Judiciário está na lata do lixo”, afirmou o senador.

Poucos sabem a verdade por trás do 8 de janeiro de 2023. Todos os detalhes, relatos e revelações sobre esse fatídico acontecimento estão no livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Por apenas 19,90! Você não pode perder! Clique no link abaixo:

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da Redação

Morre ícone do cinema internacional

JCO

O ator britânico Michael Pennington, reconhecido mundialmente por sua participação em Star Wars – O Retorno de Jedi e por sua trajetória marcante nos palcos do Reino Unido, morreu neste domingo (10), aos 82 anos. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal The Telegraph e posteriormente confirmada pela BBC. Até o momento, a causa da morte não foi revelada.

Com uma carreira consolidada no teatro desde o início da década de 1960, Pennington tornou-se uma das figuras mais respeitadas das artes cênicas britânicas. Ele foi fundador da English Shakespeare Company, considerada uma das mais influentes companhias teatrais do Reino Unido, além de integrar de forma honorária a tradicional Royal Shakespeare Company.

Ao longo de décadas dedicadas ao teatro clássico, Michael Pennington recebeu amplo reconhecimento por suas interpretações de obras de William Shakespeare. Sua atuação como Hamlet é frequentemente apontada por críticos especializados como uma das mais memoráveis e emblemáticas dos últimos anos.

Apesar do enorme prestígio nos palcos, o ator também alcançou notoriedade internacional no cinema ao interpretar o Grand Moff Jerjerrod em Star Wars – O Retorno de Jedi, lançado em 1983. No filme, o personagem supervisiona a construção da segunda Estrela da Morte e participa de cenas ao lado de Darth Vader, interpretado por David Prowse e com voz de James Earl Jones, além do Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid.

Outro trabalho de destaque na carreira de Pennington ocorreu em 2011, quando participou do longa A Dama de Ferro, produção biográfica sobre a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. O filme foi estrelado por Meryl Streep, que conquistou seu terceiro Oscar pela atuação.

Além do cinema e do teatro, o ator acumulou participações importantes na televisão. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão produções como Tempos de Tormenta, The Tudors e The Return of Sherlock Holmes.

Seu último papel aconteceu em 2022, quando apareceu em cinco episódios da série Raised by Wolves, produção da HBO Max que mistura ficção científica e drama futurista.

Nem todos são iguais perante a lei: Na Constituição sim. Na prática, depende do quanto você tem no bolso

JCO 12/05/2026 às 06:05 Imagine dois homens cometendo o mesmo crime na mesma cidade no mesmo dia. Um tem dinheiro e advogado. O outro não. O...