ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 27 de setembro de 2026

Gilmar Mendes "surta" e publica novo e absurdo "textão" no X

JCO

O ministro do STF, Gilmar Mendes, publicou um novo "textão" no X.

Em "surto", o decano da Corte declarou seu "amor" por Paulo Gonet...

Leia o texto na íntegra:

A decisão do Conselho Superior do Ministério Público Federal, ontem, confirma o que já se sabia. Nada havia que impedisse o Procurador-Geral de seguir atuando nos processos do Banco Master, muito menos algo que arranhasse a reputação construída em décadas de serviço público. Antes disso, o próprio relator já havia reconhecido em Plenário a fragilidade das insinuações. Tarde demais, e com uma tranquilidade desconcertante diante da qual não me calei. Levanta-se o sigilo, submete-se a reputação de um homem honrado a ataques rasteiros nas redes sociais e, só então, reconhece-se que nada de grave havia naquelas conversas.

Reparo tíbio e conveniente para quem causou o dano, mas inútil para quem carrega suas consequências. O sigilo já havia sido levantado e as manchetes já haviam circulado. O dano reputacional já estava consumado. O que fica é um retrato sem filtro de vazamentos seletivos, em um inquérito que, curiosamente, ganhou tração conforme avançava o ciclo eleitoral.

O episódio se soma ao afastamento cautelar do diretor-geral da Polícia Federal, por decisão individual. Medida desproporcional, de efeitos institucionais imprevisíveis, que desarticulou, ainda que por breve período, o comando do órgão responsável pela segurança das nossas fronteiras e pela repressão a crimes graves de caráter transnacional. Sua pronta reversão evitou dano maior.

São episódios diferentes, mas que lançam luz sobre o mesmo problema. Decisões individuais de enorme alcance, tomadas de afogadilho na fase de investigação, cujos efeitos sobre reputações e sobre instituições são irreparáveis. Tudo isso reforça a posição que já defendi quanto à necessidade de que a figura do juiz de garantias também possa valer para o Supremo Tribunal Federal.

A Paulo Gonet, reafirmo minha solidariedade. A decisão de ontem apenas confirmou a lisura de um homem íntegro, que dedicou a vida ao país e às instituições. Registro também minha solidariedade ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, delegado de carreira com mais de 20 anos de serviços prestados ao país na área de segurança pública.

EXCLUSIVO: Líder do PCO que teve perfis bloqueados por Moraes critica a esquerda: “Está em processo de degeneração política”

JCO

Rui Costa Pimenta tem 69 anos, é jornalista, preside o Partido da Causa Operária desde a fundação, em 1995, e soma cinco candidaturas à Presidência desde 2002, contando a atual, agora com o número 29 e o professor Antônio Carlos Silva de vice. Trotskista, neto de um dos fundadores do Partido Comunista no Brasil, milita desde 1976. Em junho de 2022, Alexandre de Moraes mandou bloquear todos os perfis do PCO nas redes, dentro do inquérito das fake news. Em 11 de agosto deste ano, a Polícia Federal fez busca e apreensão contra ele por causa das contas do partido; ele chamou a operação de perseguição política.

Pimenta apoiou Lula em 2022 e hoje disputa contra ele. Um marxista que descreve o Supremo com as palavras da direita, pede a anulação dos processos do 8 de janeiro e diz que, vença quem vencer em 4 de outubro, ninguém vai governar de fato. Confira a entrevista completa:

Revista A Verdade: Em 2022, o PCO teve todas as redes sociais derrubadas por ordem de Alexandre de Moraes, no inquérito das fake news do STF, aberto de ofício em 2019 e até hoje sem data para acabar. Que nome o senhor dá a um regime em que o mesmo ministro investiga, julga e decide quem pode falar? E por que boa parte da esquerda, que sentiu a censura da ditadura militar na própria pele, hoje bate palma?

Rui Costa Pimenta:

O STF impôs um regime de exceção, um regime tipicamente de arbítrio. Você não tem o Estado de Direito, que significa que o Estado está obrigado a cumprir a lei. O cidadão fica colocado sob o arbítrio estatal. Isso é um regime de exceção, uma ditadura, um tipo de ditadura.
Esse posicionamento não é novo no PCO. Faz parte do nosso programa. Nós defendemos as liberdades democráticas, principalmente as liberdades políticas. E essa sempre foi, com contradições, a política da esquerda nacional. Na época da ditadura, até o PMDB, que era o partido de oposição consentido pelo regime, no final rejeitava as arbitrariedades da ditadura militar. Defendia a liberdade de expressão, a liberdade de organização, a liberdade de manifestação. Esse era, na realidade, o conteúdo político da luta contra a ditadura.
Isso foi revertido, e a esquerda também abandonou esse programa. Por quê? Porque a esquerda, a maioria dela, principalmente a esquerda institucional, substituiu a política de princípios, que significaria a defesa do interesse popular, por uma política de conquista e manutenção do poder, independentemente dos princípios políticos. É um retrocesso grande, um processo de degeneração política, cuja base material, a meu ver, é o fato de que o regime existente permite que as pessoas acedam a cargos importantes da administração pública. Mas, para conseguir os cargos e mantê-los, é necessário sacrificar a política de princípios, os escrúpulos políticos.

Revista A Verdade: Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo, e centenas de pessoas cumprem penas que chegam a 17 anos por um domingo de quebra-quebra, 8 de janeiro de 2023. Há presos políticos no Brasil hoje? Bolsonaro é um deles? E como o senhor explica que a esquerda que festeja a anistia de 1979, a que trouxe os seus de volta do exílio, trate a palavra “anistia” como crime quando a presa é de direita?

Rui Costa Pimenta:

A condenação do Bolsonaro e das outras pessoas acusadas de golpe de Estado se deu por meios escancaradamente ilegais. Todo mundo pôde ver que, da parte do STF, não foi um processo normal. Na época nós dissemos: nesse processo, o resultado está dado antes de começar. Ele foi feito para condenar o Bolsonaro.
O pessoal do 8 de janeiro é uma das coisas mais absurdas que eu já vi do ponto de vista político, pelo menos nessa escala. Mais de mil pessoas condenadas porque fizeram uma manifestação política. Há quem argumente que essa manifestação tinha o desejo de anular as eleições e estabelecer uma ditadura. Pode ser que isso estivesse na cabeça de muita gente, mas nós não podemos julgar as pessoas pelas intenções, e sim pelos atos. Algumas praticaram ilegalidades, atos de depredação e vandalismo, na pior das hipóteses. A grande maioria não fez absolutamente nada e foi condenada por um crime que não cometeu: tentativa de golpe de Estado, insurreição armada. Não tinha ninguém armado. E as condutas não foram individualizadas, todo mundo respondeu por tudo o que havia de acusação no processo. É um processo grotesco.
Eu não acho que a questão-chave seja a anistia. O processo todo deveria ser anulado, porque tem um caráter evidentemente irregular. É um processo político e totalmente arbitrário.
Foi elaborada uma teoria, não sei nem quem foi o autor, de que, como a intenção das pessoas era cometer um golpe de Estado, o Estado de Direito teria de ser suspenso para condená-las. Isso absolutamente não procede. Ou você tem um Estado de Direito, ou você não tem. Ninguém decretou estado de emergência, porque não haveria motivo. Foram suspensos os direitos políticos dessas pessoas por meio de uma espécie de estado de exceção clandestino.

Revista A Verdade: O Estadão revelou um contrato de R$ 131 milhões do Banco Master com o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, e o escândalo colocou banqueiro, Toffoli, PGR e Polícia Federal a uma mensagem de distância uns dos outros. O senhor, que critica o governo Lula pela esquerda, vê no caso Master um acidente de percurso ou o retrato de um governo mais à vontade com banqueiros do que com trabalhadores? E por que o partido que prometeu moralizar a República em 2002 trata o escândalo como assunto de direita?

Rui Costa Pimenta:

O escândalo do Banco Master não é tanto um escândalo do próprio governo. Há vinculações com o governo, a gente viu o caso da Bahia, com Jaques Wagner, mas é um problema que atinge diretamente o STF. Era uma coisa previsível. Você não pode dar poderes tão extraordinários a um grupo de pessoas e não esperar que isso conduza à corrupção. Uma coisa quase decorre da outra.
Por que somos contra esses poderes excepcionais? Porque se cria uma situação em que as pessoas estão fora de controle. O Estado de Direito, o chamado regime democrático, depende muito do controle popular sobre as autoridades. Nesse caso, o STF se colocou acima da sociedade, acima das instituições políticas, e se transformou praticamente no dono do regime político nacional. Isso era mais ou menos inevitável.
Em relação ao governo Lula, temos críticas, e uma delas é esta: num sentido mais aberto, o governo governou em favor dos banqueiros, qualquer que fosse a sua intenção. Elevar a taxa de juros a 15%, como aconteceu aqui, é obviamente um governo contra o trabalhador, contra a economia popular e a favor dos banqueiros. Não sei se o PT fez isso porque está a serviço dos banqueiros diretamente ou porque a sua política o levou a isso. Mas essa é a realidade.

Revista A Verdade: Lula prometeu picanha em 2022 e, com oito em cada dez famílias endividadas e o carrinho do supermercado voltando pela metade, sugeriu ovo em 2026. O senhor defende estatizar os bancos e romper com o mercado financeiro. O que o senhor diz ao dono da padaria e ao motoboy, que já pagam um dos juros reais mais altos do mundo e temem que a receita do PCO quebre de vez o pouco que sobrou?

Rui Costa Pimenta:

Eu não acho que a nossa proposta vá afetar diretamente a economia popular. Para ser colocada em prática, ela depende muito da relação de forças dentro da sociedade, mas é exequível. Já aconteceu, inclusive. Em geral, isso acontece quando a situação do Estado é tão grave que ele entra em insolvência, arrasta os bancos para a falência e se vê obrigado a encampá-los para evitar o colapso do sistema financeiro. O que estamos propondo é nos antecipar a um processo como esse. Já aconteceu num país do norte da Europa, alguns anos atrás, e na Venezuela, antes do chavismo.
O que eu acho é que o povo brasileiro não pode viver para sustentar a dívida com os bancos. Daqui parece que o Brasil é o Egito dos faraós: todo mundo trabalhando para satisfazer o capricho de um punhado de pessoas. A situação chegou ao limite.

Revista A Verdade: E onde Lula errou com o bolso do trabalhador?

Rui Costa Pimenta:

O Lula se viu às voltas com a pressão do mercado financeiro na política econômica, nunca teve força para desafiar isso e optou por se adaptar a essa situação.

Revista A Verdade: O TSE barrou a sua candidatura em 2006. Em 2026, a oposição já fala em tapetão. O voto ainda decide alguma coisa no Brasil? O senhor aceita o resultado de 4 de outubro, venha de onde vier? E no segundo turno, entre Lula e Flávio Bolsonaro, o PCO vota, anula ou fica em casa?

Rui Costa Pimenta: O voto, em todos os países capitalistas, é manipulado. Sem o aval do grande capital, é muito raro se eleger. E, se você se eleger contra o desejo do grande capital, vai sofrer uma intensa oposição política desestabilizadora. Agora, o mais importante não é tanto a manipulação do voto. As eleições brasileiras são muito antidemocráticas. Num ano, você impede o Lula de participar da eleição, passando por cima dos direitos dele. No outro, com a mesma metodologia, impede o Bolsonaro. O STF controla o regime. Não é um regime representativo: é um regime controlado pelo tribunal. É absurdo.

Mas o mais importante é que quem quer que você eleja não vai conseguir mudar substancialmente nada no Brasil. O PT, que é um partido declaradamente reformista, teve cinco mandatos, um interrompido pelo golpe de 2016, e a situação econômica e social do país não sofreu nenhuma alteração significativa. As medidas que o PT aprovou, como o Bolsa Família, têm caráter paliativo. É um programa necessário, porque você não pode deixar a população morrer de fome, mas não muda a situação social do país. Não é tratamento da doença: é tratamento dos sintomas.

Eu não vejo grande diferença, nesta altura dos acontecimentos, seja lá quem for eleito em 4 de outubro. Há diferença, mas eu e o PCO não acreditamos que o governo eleito vá governar de fato, nem o Lula, nem o Flávio Bolsonaro. Vão fazer algumas coisas, mas nada de essencial. A economia, por exemplo, não vai mudar. Do lado do Lula, o pessoal tem falado cada vez mais em ajuste fiscal. Do lado do Flávio Bolsonaro, a economista Daniella Marques estava elogiando o Milei, que é um tratamento de choque na economia argentina, e a situação argentina é muito dramática. Vai ter ajuste, com o método A ou com o método B. Os bancos querem um ajuste, e quem for eleito vai fazê-lo. Não é que, se o Lula entrar, vai distribuir dinheiro para a população pobre. Nem o Lula, nem o Bolsonaro vão fazer nada disso. E a margem de manobra dos governos é cada vez menor, porque a situação é meio calamitosa.

Nós vamos reconhecer o governo? Vamos reconhecer em termos. Nunca achamos que o governo eleito, mesmo que tenha sido eleito de maneira menos complicada do que a que se vê no Brasil, seja um governo totalmente legítimo. Isso não faz parte da nossa filosofia.

E o segundo turno? O PCO, apesar de muita calúnia levantada contra o partido, é o partido com o funcionamento mais democrático que há no país. Nunca tomamos a decisão para o segundo turno com base naquilo que a direção, ou um elemento, eu, por exemplo, acha que é o melhor. Sempre convocamos uma conferência partidária entre o primeiro e o segundo turno para que sejam os próprios militantes que tomem a decisão, e ela só pode ser tomada depois do primeiro turno. Estamos analisando o que está acontecendo agora. Esse caso do STF é uma crise política muito grande, tem de ser ponderada. Não há nenhuma decisão pré-estabelecida.

Essa entrevista faz parte da Revista A Verdade. Acesse a última edição no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/revistas/averdade/301

da Redação

Durante show, Zezé di Camargo faz um pedido à nação

JCO

O cantor Zezé di Camargo afirmou, durante um show em Frutal (MG), na sexta-feira (25), que espera que o Brasil esteja “do lado direito”. A declaração ocorreu enquanto o sertanejo prestava uma homenagem ao cantor Rick, da dupla Rick & Renner, que morreu na segunda-feira (21), aos 59 anos.

Um vídeo do momento foi compartilhado por usuários nas redes sociais e mostra Zezé falando sobre o colega de profissão. Ao mencionar a expressão “lado direito”, o cantor fez uma associação entre o termo e a ideia de algo positivo ou ligado ao bem.

"Que Deus o tenha bem do lado direito. É do lado direito que ficam as coisas boas. Apesar do Brasil estar do lado esquerdo, quando você fala que uma pessoa é do bem, diz que é uma pessoa direita. O Rick está do lado direito de Deus. Eu espero que o Brasil, logo, logo, também esteja totalmente do lado direito", falou Zezé.

A fala repercutiu nas redes sociais por fazer referência, ao mesmo tempo, à homenagem ao cantor Rick e à expressão utilizada para representar posições políticas. Zezé, contudo, não mencionou diretamente nomes de candidatos ou partidos durante o trecho divulgado.

Morre vice-prefeita acusada de usar verba para fazer "amarração amorosa"

JCO

Vice-prefeita de Ribeira, Juliana Maria Teixeira da Costa, morreu aos 40 anos na manhã deste sábado (26), após um acidente no interior de São Paulo. A morte foi comunicada pela Prefeitura de Ribeira, que publicou uma nota de pesar nas redes sociais.

Juliana deixa dois filhos. Em comunicado, a administração municipal lamentou a morte e destacou a atuação da vice-prefeita no município.

“De uma forma trágica e precoce, nos despedimos de nossa vice-prefeita Juliana Maria Teixeira, que deixa dois filhos”, diz trecho do comunicado oficial. 
“Sua partida precoce deixa um vazio imenso e nossa cidade órfã de sua presença, de seu sorriso, de sua amizade e da dedicação com que trabalhou por Ribeira. Ficam os projetos, as conquistas, as histórias compartilhadas e, principalmente, a lembrança de uma mulher que fez diferença na vida de tantas pessoas”, destacou a nota.

A prefeitura também manifestou solidariedade aos familiares, amigos e moradores de Ribeira e encerrou a homenagem com a mensagem:

“Ribeira jamais te esquecerá, Juliana!”

Denúncia do Ministério Público

A morte ocorreu enquanto Juliana era alvo de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo. Segundo a acusação, ela teria integrado uma associação criminosa entre 2021 e 2024 voltada a supostas fraudes em licitações relacionadas à área da Saúde do município. As investigações mencionam possíveis irregularidades em processos de contratação, utilização de notas fiscais falsas e desvio de recursos públicos.

Entre as acusações apresentadas pela Promotoria estava a de que R$ 41,2 mil em recursos públicos teriam sido utilizados para custear uma suposta “amarração amorosa”. Conforme a investigação, o objetivo do trabalho espiritual seria interferir na relação afetiva de um homem ligado à área da Saúde e afastá-lo de sua esposa. O pagamento teria sido realizado por meio da empresa W.F.

A Justiça havia determinado a suspensão de contratos públicos que estavam sob suspeita de irregularidades. O caso também envolveu uma mulher identificada como Mentora Samantha, apontada como responsável pelo trabalho espiritual.

Em declaração anterior, a própria Mentora Samantha afirmou que o custo total do trabalho teria chegado a R$ 380 mil e relatou ter enfrentado prejuízo financeiro.

“Expliquei para ela que era um sacrifício muito forte, que a espiritualidade ia dar ele por inteiro para ela”, declarou na época.

As acusações contra Juliana ainda estavam relacionadas a uma investigação sobre possíveis irregularidades em contratos públicos. As suspeitas apresentadas pelo Ministério Público não equivalem, por si só, a uma condenação judicial.

sábado, 26 de setembro de 2026

Flávio Bolsonaro solta o verbo sobre o elogio do Hamas a Lula

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiu neste sábado (26) ao elogio feito pelo Hamas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aproveitou a manifestação para fazer um apelo direto aos eleitores. 

A reação do parlamentar ocorreu depois que Khaled Qaddoumi, representante político do Hamas no Irã, classificou como “positiva” a postura de Lula em relação à guerra na Faixa de Gaza. 

Ao comentar a manifestação do representante do Hamas, Flávio Bolsonaro associou o episódio ao resultado das eleições de 2022 e afirmou que a posição do grupo deveria ser levada em consideração pelos brasileiros antes da votação deste ano.

"Os presídios (assassinos, traficantes, estupradores…) ficaram em festa com a eleição de lula, em 2022. E agora, no dia 26/Set/26, o grupo terrorista Hamas está elogiando lula por “estar do lado certo da história”."

Flávio afirmou que, mesmo entre aqueles que não simpatizam com ele, a escolha eleitoral deveria considerar aquilo que classificou como o próprio interesse dos brasileiros.

"Sério, você pode até não gostar de mim, mas goste de você! Daqui a 8 dias, crave 22 pra presidente com força na urna, pelo seu próprio bem!"

Cidadão mostra policiamento no casamento do filho de Moraes e acaba atacado por segurança (veja o vídeo)

JCO

Um cidadão resolveu mostrar o policiamento no casamento de Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Inesperadamente, um segurança avança contra ele, o ataca e chega a derrubar seu celular.

Veja: 


O Brasil inteiro repudia manobras eleitoreiras do PT e de Lula. Num só dia, duas ações abusivas

JCO

O desespero não consegue mais se suportar dentro do Palácio do Planalto. Já vaza por todos os cantos e recantos do país. A olhos vistos, o governo apela de todas maneiras, inclusive, infringindo as leis eleitorais, e acreditem, tem amparo dentro da própria justiça; diga-se, na maior corte brasileira, o STF, e na própria corte eleitoral, o TSE.

Todos assistiram o ministro Gilmar Mendes fazer vista grossa para o aumento de 15% para o Bolsa Família, por exemplo. Todos sabem que o ministro flávio dino colocou todo o parlamento brasileiro em suas mãos com a questão das emendas parlamentares, e a bel-prazer atinge os adversários políticos.

O governo, recentemente, fez de tudo para dobrar o Congresso Nacional a fim de aprovar o fim da escala 6x1, a famigerada PEC 221/2019. Sob o espectro eleitoral, deu com os burros n’água!

Em pleno final de campanha, a nove dias das eleições, o governo age de forma oportunista e mentirosa, não necessariamente nesta ordem, mas certamente, amalgamadas pelo desespero. 

No mesmo dia, duas ações meramente interesseiras.

A primeira, quis impor uma mentira deslavada para atingir o candidato Flávio Bolsonaro, alegando que ele quer tirar o título da Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil. Nossa Senhora Aparecida é padroeira do Brasil desde 1930, quando o Papa Pio XI assinou o decreto oficializando-a como Padroeira Principal da nação brasileira.

A segunda, creiam, por Medida Provisória (MP), proíbe o funcionamento das bets no Brasil. O impacto vai ser gigante na economia e aos envolvidos (não os usuários) pela maneira açodada que agiu. Usou do mesmo expediente sorrateiro quando acabou com a conhecida Taxa das Blusinhas, agora no mês de setembro. Em ambos os casos, foi este governo que votou a favor da cobrança do imposto federal de 20% sobre compras internacionais de até US$50 (2024), bem como aprovou e regulamentou as bets no Brasil (2023). Respectivamente, depois de arrecadar 9 bilhões de reais com as blusinhas e 20 bilhões de reais com as bets, o oportunismo eleitoreiro veio como um trator para cima dos eleitores incautos.

Tudo isso mexeu com a sociedade brasileira, de norte a sul, com a percepção coletiva do engodo eleitoral e governamental, prática comum destes gestores, desde o mais humilde cidadão, passando por associações e entidades de diversas áreas, e até pela imprensa, mostrando claramente que este governo ultrapassou a desconfiança do povo e já flerta com a derrota eleitoral ainda no primeiro turno. Isso tem nome: DESESPERO!

Um bom exemplo desta percepção é a Nota que a ABRASEL, entidade que representa o setor de bares e restaurantes do Brasil, divulgou nesta sexta-feira.

Leia:

Abrasel considera tardio e eleitoreiro o pacote do governo contra as bets

A Abrasel avalia que pacote de medidas contra as apostas online anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (25) chega de afogadilho e pode trazer insegurança a quem empreende no Brasil

A Abrasel e outras entidades do comércio e dos serviços pediram providências contra os efeitos das bets sobre o orçamento das famílias. Projetos de leis foram elaborados e enviados ao Congresso Nacional, mas nunca tiveram o apoio e a atenção necessários por parte do governo. 

As medidas defendidas tratavam a publicidade das apostas como já se trata a de cigarros e de outros produtos nocivos à saúde. "Há muito defendemos restrições às propagandas das bets, a exemplo do que temos para os produtos nocivos à saúde como os cigarros. Lamentável que o governo tenha demorado tanto para agir e que só o tenha feito em função das dificuldades eleitorais de momento. Se houvesse agido tempestivamente e com antecipação, não estaríamos vivendo este drama que traz prejuízos aos indivíduos, às suas famílias, às empresas e ao país", afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

O governo preferiu interromper de forma abrupta uma atividade autorizada e regulamentada no país. Para a Abrasel, a decisão tomada desse jeito gera enorme insegurança para quem empreende no Brasil. Qualquer negócio passa a correr o risco de acabar da noite para o dia com uma canetada do presidente.

"São novamente interesses puramente eleitorais açodados que trazem enorme prejuízo e insegurança aos envolvidos", diz Solmucci.

"A medida contra as bets é eleitoreira e se equipara, no processo decisório, à proibição da escala 6x1. O mesmo presidente que tolerou as bets até agora, em dezembro não apoiava o fim da escala 6x1. Nos dois casos, o cálculo das urnas se sobrepõe ao impacto sobre a sociedade e economia como um todo"

Gilmar Mendes "surta" e publica novo e absurdo "textão" no X

JCO 26/09/2026 às 20:41 O ministro do STF, Gilmar Mendes, publicou um novo "textão" no X. Em "surto", o decano da Corte ...