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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

URGENTE: Em forte nota, Governo Lula reage à revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA

 04/08/2026 às 20:50

O governo do petista Lula manifestou-se nesta terça-feira (4) contra a decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de revogar o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Em nota oficial, a Presidência da República classificou a medida como parte de uma "escalada deliberada de medidas hostis" adotadas pelo governo norte-americano e contestou os argumentos utilizados para justificar a decisão.

Segundo a avaliação do Palácio do Planalto, as justificativas apresentadas por Washington não correspondem aos fatos. O governo brasileiro sustenta que o procedimento para concessão do agrément — autorização diplomática necessária para a nomeação de embaixadores — é sigiloso, conforme prevê o artigo 4 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.

Na nota, a Presidência afirma ainda que o governo dos Estados Unidos tornou pública a indicação de Daniel Perez para chefiar a embaixada norte-americana no Brasil antes mesmo de formalizar o pedido de anuência às autoridades brasileiras. O nome foi indicado pela administração norte-americana para ocupar o posto em Brasília, mas o processo permanece em análise pelo governo brasileiro.

O comunicado também ressalta que a Convenção de Viena não estabelece prazo para a concessão do agrément e reforça que o Brasil observa rigorosamente as normas do direito internacional ao conduzir esse procedimento diplomático.

Outro ponto abordado pelo governo diz respeito à negativa de vistos concedidos pelo Brasil a dois integrantes da administração norte-americana. De acordo com a Presidência, ambos pretendiam ingressar no país para questionar a integridade do sistema eleitoral brasileiro, atitude que o governo classificou como uma tentativa indevida de interferência em assuntos internos.

A nota menciona ainda que continuam em vigor sanções individuais impostas pelos Estados Unidos contra autoridades brasileiras, incluindo o cancelamento de vistos. Segundo o governo, essas medidas foram adotadas sob a alegação de perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro e atingem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e integrantes do primeiro escalão do Poder Executivo.

Ainda conforme o comunicado, Lula tratou do tema diretamente com o presidente Donald Trump durante visita realizada a Washington, em maio. Na ocasião, segundo a Presidência, Lula solicitou a revogação das sanções aplicadas contra autoridades brasileiras.

Para o governo federal, a revogação do visto da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti não representa um episódio isolado, mas faz parte de uma sequência de ações consideradas hostis nas relações entre os dois países. O texto atribui essa postura a motivações ideológicas que, segundo a nota, estariam em desacordo com a tradição de respeito mútuo historicamente observada entre Brasil e Estados Unidos.

O comunicado também afirma existir um "interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente". Apesar das críticas dirigidas ao governo norte-americano, a Presidência conclui reiterando que a diplomacia brasileira continuará priorizando o diálogo, a negociação e os instrumentos tradicionais das relações internacionais como forma de administrar os atuais impasses entre os dois países

Eleição se aproxima... A batalha começou e o verde e amarelo vai reinar!

 05/08/2026 às 08:39

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05/08/2026 às 09:00 A decisão do Ministério da Justiça do governo Lula de impor sigilo até o ano de 2126 sobre a lista de visitantes de Daniel Vorcaro na PF, em Brasília, a pretexto de “preservar a intimidade” do ex-banqueiro, sugere uma operação para blindar integrantes do regime. Afinal, quando o Estado esconde quem rondava o principal personagem de uma fraude bilionária, a pergunta não é sobre “intimidade” e sim sobre o que se teme revelar. Transparência seletiva não é proteção de direitos, é blindagem, de acordo com Claudio Humberto, do site Diário do Poder. Centro da maior fraude financeira da história, Vorcaro ficou preso por três meses na PF enquanto levava pânico a autoridades negociando delação. Registros de visitas deveriam ser tratados com transparência mínima, com nomes, datas e vínculos, ainda que protegendo dados sensíveis. O caso desmascara o discurso de Lua, na campanha eleitoral de 2022, atacando sigilos centenários e prometendo “revogaço” que nunca fez. Ao ocultar a lista de visitantes, o governo só alimenta a suspeita de que o sigilo protege os seus e não a privacidade do Vorcaro.

 05/08/2026 às 06:44

O partido Mobiliza anunciou nesta terça-feira (04) que não lançará candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. Com a decisão, fica encerrada a possibilidade de o ex-deputado federal Cabo Daciolo (RJ) disputar o Palácio do Planalto pela legenda, apesar de ele já se apresentar publicamente como pré-candidato.

Nos últimos meses, Daciolo utilizava suas redes sociais para divulgar sua intenção de concorrer à Presidência. As publicações, entretanto, eram feitas por iniciativa própria e não representavam uma posição oficial do partido.

Em manifestação ao Poder360, o Mobiliza reforçou que jamais oficializou qualquer nome para a disputa presidencial. Segundo a legenda, o partido “nunca fez anúncio ou divulgação de nenhum pré-candidato ou de apoio a qualquer candidato”. A sigla também enfatizou que, em nenhum momento, afirmou que teria um concorrente próprio na eleição para presidente.

Cabo Daciolo havia se filiado ao Mobiliza em abril de 2026 justamente com o objetivo de viabilizar uma candidatura ao comando do Executivo federal. Com a definição anunciada pela direção partidária, esse projeto político deixa de avançar e o ex-parlamentar passa a ficar sem uma legenda para sustentar sua participação na disputa presidencial.

O pastor ganhou projeção nacional durante as eleições de 2018, quando concorreu à Presidência da República. Naquele pleito, vencido por Jair Bolsonaro (PL), Cabo Daciolo terminou a votação na sexta colocação entre os candidatos.

Ainda na manhã desta terça-feira (04.ago), o ex-deputado publicou uma mensagem em seu perfil oficial no Instagram demonstrando insatisfação com a decisão da sigla. Na publicação, classificou o episódio como uma “decepção muito grande”. O conteúdo, porém, foi removido da rede social pouco tempo depois.

Do ‘Revogaço’ ao sigilo eterno: Lula esconde visitantes de Vorcaro para proteger o regime

 05/08/2026 às 09:00

A decisão do Ministério da Justiça do governo Lula  de impor sigilo até o ano de 2126 sobre a lista de visitantes de Daniel Vorcaro na PF, em Brasília, a pretexto de “preservar a intimidade” do ex-banqueiro, sugere uma operação para blindar integrantes do regime. Afinal, quando o Estado esconde quem rondava o principal personagem de uma fraude bilionária, a pergunta não é sobre “intimidade” e sim sobre o que se teme revelar. Transparência seletiva não é proteção de direitos, é blindagem, de acordo com Claudio Humberto, do site Diário do  Poder.

Centro da maior fraude financeira da história, Vorcaro ficou preso por três meses na PF enquanto levava pânico a autoridades negociando delação.

Registros de visitas deveriam ser tratados com transparência mínima, com nomes, datas e vínculos, ainda que protegendo dados sensíveis.

O caso desmascara o discurso de Lua, na campanha eleitoral de 2022, atacando sigilos centenários e prometendo “revogaço” que nunca fez.

Ao ocultar a lista de visitantes, o governo só alimenta a suspeita de que o sigilo protege os seus e não a privacidade do Vorcaro.

 

URGENTE: Argentina lança forte nota contra o regime brasileiro

 JCO

O governo da Argentina contestou, nesta terça-feira (4), a decisão do Brasil de reduzir o nível das relações diplomáticas entre os dois países. Em comunicado oficial, a chancelaria argentina sustentou que a medida adotada pelo governo brasileiro, sob comando de Lula, foi motivada por "questões puramente ideológicas".

A decisão anunciada pelo Itamaraty determina que o embaixador brasileiro em Buenos Aires permaneça em território nacional enquanto o presidente argentino, Javier Milei, continuar fazendo ataques ao Brasil. Na prática, essa iniciativa representa um rebaixamento nas relações diplomáticas entre as duas nações.

Segundo o comunicado divulgado pelo governo de Javier Milei, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro também solicitou o retorno do embaixador da Argentina em Brasília, Daniel Raimondi, ao seu país. Diplomatas brasileiros explicaram anteriormente que, diante da mudança no relacionamento entre os governos, a tendência é que Raimondi deixe o Brasil, ressaltando, entretanto, que a medida não caracteriza uma expulsão formal do representante diplomático.

Na nota oficial, a chancelaria argentina declarou ainda que recebeu a decisão "adotada unilateralmente" pelo governo brasileiro e afirmou que o Brasil estaria "se isolando do restante da região por questões puramente ideológicas". O documento acrescenta que, nos últimos anos, ocorreram "numerosos episódios" de manifestações políticas e demonstrações de apoio entre lideranças dos dois países, mas que a Argentina nunca transformou essas diferenças em uma crise diplomática.

O governo argentino também argumentou que as relações entre os Estados devem ser conduzidas com base nos "interesses permanentes" das populações, e não subordinadas às "necessidades políticas e/ou pessoais dos governantes de turno". A manifestação reforça o entendimento de Buenos Aires de que divergências políticas não deveriam comprometer a diplomacia bilateral.

O atual impasse teve início após a participação de Javier Milei na convenção nacional do PL, realizada em São Paulo, em 25 de julho, ocasião em que foi oficializada a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Durante o evento, o presidente argentino chamou Lula de "presidiário".

No dia seguinte, em entrevista concedida a uma emissora de rádio argentina, Milei afirmou que o Brasil liderava uma "campanha anti-Argentina" durante a Copa do Mundo. Em seguida, também declarou que Lula teria enviado marqueteiros ao país para influenciar a eleição presidencial de 2023 em favor de Sergio Massa, adversário derrotado por Milei.

As declarações voltaram a elevar a tensão no domingo (2), quando, em entrevista à emissora argentina LN+, Milei afirmou que Lula é "ladrão", "corrupto" e "não é inocente". Na mesma ocasião, o presidente argentino voltou a questionar as decisões do STF que anularam as condenações do petista relacionadas à Operação Lava Jato.

Ao comentar a reação do governo brasileiro, Javier Milei afirmou que não considera suas declarações ofensivas e classificou as falas como "palavras espontâneas". Na sequência, declarou:

"Agressivo é que alguém roube. É muito mais leve chamar um ladrão de ladrão do que o próprio ato de roubar".

Em resposta às primeiras declarações do presidente argentino, o Itamaraty convocou o embaixador da Argentina em Brasília para demonstrar oficialmente o descontentamento do governo brasileiro. Paralelamente, chamou para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, procedimento utilizado em momentos de tensão diplomática.

Na ocasião, o governo Lula classificou o episódio como "sem precedentes". O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, avaliou que a situação era grave, mas afirmou que, naquele momento, não seriam adotadas medidas mais severas, como a retirada definitiva dos representantes diplomáticos.

General Mourão solta o verbo sobre a absurda relação de 'Marcola de Lula' e lobista do INSS

 05/08/2026 às 10:45

Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, chefe de gabinete de Lula até quinta-feira passada confirmou que recebeu dinheiro da empresária e lobista Roberta Luchsinger, investigada pela PF no caso das fraudes do INSS.

A revelação do empréstimo dado pela amiga de Lulinha e prestadora de serviços para Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, foi do portal Poder 360 e caiu como uma "bomba" dentro do Planalto.

O senador General Hamilton Mourão não perdoou:

Imaginem um Presidente da República que tem um assessor chamado Marcola, vamos preservar o notório traficante, que em vez de ir ao banco pedir um empréstimo, como qualquer pessoa, se socorre de uma notória lobista.
Devem julgar que todos nós somos um agrupamento de idiotas e não estamos vendo a corrupção, característica dos governos do PT, em sua verdadeira forma.

URGENTE: Mendonça dá 10 dias a Lula

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (4) que o governo federal apresente, no prazo de dez dias, informações completas sobre os empenhos relacionados à publicidade institucional realizados entre 2023 e o primeiro semestre de 2026. A decisão envolve a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que deverá fornecer documentação detalhada para análise.

A medida foi adotada no âmbito de uma representação apresentada pelo Partido Liberal (PL) contra o petista Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira. O pedido foi acolhido apenas parcialmente pelo relator.

Ao justificar a decisão, André Mendonça afirmou que os levantamentos apresentados pelo partido revelam "discrepâncias objetivas e valores expressivos", circunstância que recomenda a obtenção rápida das informações oficiais. Ao mesmo tempo, o ministro ressaltou que os elementos reunidos até agora apenas justificam "o aprofundamento da apuração" e não permitem, "neste momento processual, afirmar com segurança" que o limite previsto pela legislação eleitoral tenha sido ultrapassado.

A ação tem como fundamento o artigo 73, inciso VII, da Lei das Eleições, que impede agentes públicos de empenharem, durante o primeiro semestre do ano eleitoral, despesas com publicidade institucional acima do equivalente a seis vezes a média mensal dos empenhos emitidos e não cancelados nos três anos anteriores ao pleito.

Na representação, o PL apresentou dois levantamentos distintos. O primeiro, elaborado com base em registros atribuídos à Secom, estima que os empenhos entre 2023 e 2025 somaram R$ 814,4 milhões. Com essa metodologia, o limite para o primeiro semestre de 2026 seria de R$ 135,7 milhões. Segundo os cálculos do partido, até 15 de junho deste ano os empenhos já alcançariam R$ 178 milhões, representando um excesso de R$ 42,3 milhões, equivalente a aproximadamente 31,17% acima do teto.

Já o segundo levantamento foi produzido com dados do sistema Siga Brasil e considera despesas de todo o Poder Executivo federal. Corrigidos pelo IPCA, os valores referentes ao período entre 2023 e 2025 chegariam a R$ 3,7 bilhões, estabelecendo um limite semestral de R$ 618,1 milhões. Nessa hipótese, os empenhos identificados até 18 de junho de 2026 atingiriam R$ 785,7 milhões, indicando uma extrapolação estimada em R$ 167,6 milhões, ou cerca de 27,1% acima do limite calculado.

A própria petição apresentada pelo PL reconhece, entretanto, que as informações obtidas por meio das bases públicas não substituem a verificação oficial, uma vez que dependem da conferência da natureza das despesas, dos reforços orçamentários, das anulações e dos cancelamentos registrados ao longo do período.

Ao analisar os documentos, o ministro observou que os dois levantamentos utilizam metodologias e universos contábeis distintos. Enquanto um considera apenas despesas vinculadas à Secom, o outro engloba toda a administração federal, incluindo publicidade de utilidade pública e contratos de patrocínio. Segundo o relator, essa diferença impede que os resultados sejam tratados como confirmação mútua de uma eventual irregularidade.

Mendonça também destacou que ainda não está esclarecido se os números apresentados correspondem ao valor bruto dos empenhos emitidos ou apenas ao saldo efetivamente não cancelado, parâmetro exigido pela legislação eleitoral. Outro ponto mencionado é a divergência metodológica entre os cálculos, já que os dados do Siga Brasil foram corrigidos pelo IPCA, enquanto aqueles atribuídos à Secom aparentemente utilizam valores nominais.

Na decisão, o ministro afirma que, antes de qualquer conclusão, será necessário verificar a natureza de cada despesa classificada como publicidade institucional, analisar possíveis contrapartidas em contratos de patrocínio, conferir a existência de empenhos estimativos ou globais, identificar eventuais duplicidades e confirmar se os mesmos critérios contábeis foram aplicados tanto nos anos de referência quanto no ano eleitoral.

Para permitir essa análise, a Secom e o órgão central responsável pela administração orçamentária e financeira do Poder Executivo deverão encaminhar, em formato digital aberto e auditável — preferencialmente CSV ou XLSX —, a relação completa dos empenhos emitidos entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2026. Os dados deverão incluir órgão responsável, número e data do empenho, valor original, reforços, anulações, cancelamentos, saldo não cancelado até 30 de junho, beneficiário, contrato correspondente e classificação da despesa. A mesma documentação deverá ser apresentada também para os exercícios de 2023, 2024 e 2025.

Além disso, o TSE determinou a apresentação da memória oficial de cálculo utilizada para definição do teto legal, acompanhada dos critérios jurídicos e contábeis adotados. Também foi solicitada a identificação específica dos empenhos anulados ou cancelados após 24 de junho, data em que a ação foi distribuída, juntamente com as respectivas justificativas administrativas.

Como medida de preservação de provas, André Mendonça ordenou que sejam mantidos integralmente os processos administrativos, registros eletrônicos, históricos de alterações e logs dos sistemas relacionados aos empenhos de publicidade realizados entre 2023 e 2026, ficando vedadas a destruição, ocultação ou modificação retroativa dessas informações. O ministro ressalvou, contudo, que essa providência não representa qualquer presunção de fraude, tendo apenas a finalidade de assegurar eventual auditoria futura.

Por outro lado, o relator rejeitou, neste momento, pedidos para impedir novos empenhos de publicidade no primeiro semestre — por considerar que a questão perdeu objeto após o encerramento do período em 30 de junho —, exigir autorização judicial prévia para cancelamentos de empenhos, requisitar imediatamente documentos às agências de publicidade, emissoras e plataformas digitais, determinar perícia técnica antecipada ou reconhecer desde já a prática de conduta vedada.

Na decisão, o ministro também esclareceu que a requisição das informações não altera as regras sobre o ônus da prova nem autoriza presumir a existência de irregularidade, cabendo ao Partido Liberal demonstrar os fatos que fundamentam sua representação. Acrescentou ainda que não há, até o momento, qualquer juízo definitivo sobre a legalidade das despesas ou sobre eventual responsabilidade individual dos investigados.

URGENTE: Em forte nota, Governo Lula reage à revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA

  04/08/2026 às 20:50 O governo do petista Lula manifestou-se nesta terça-feira (4) contra a decisão do Departamento de Estado dos Estados U...