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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Do ‘Revogaço’ ao sigilo eterno: Lula esconde visitantes de Vorcaro para proteger o regime

 05/08/2026 às 09:00

A decisão do Ministério da Justiça do governo Lula  de impor sigilo até o ano de 2126 sobre a lista de visitantes de Daniel Vorcaro na PF, em Brasília, a pretexto de “preservar a intimidade” do ex-banqueiro, sugere uma operação para blindar integrantes do regime. Afinal, quando o Estado esconde quem rondava o principal personagem de uma fraude bilionária, a pergunta não é sobre “intimidade” e sim sobre o que se teme revelar. Transparência seletiva não é proteção de direitos, é blindagem, de acordo com Claudio Humberto, do site Diário do  Poder.

Centro da maior fraude financeira da história, Vorcaro ficou preso por três meses na PF enquanto levava pânico a autoridades negociando delação.

Registros de visitas deveriam ser tratados com transparência mínima, com nomes, datas e vínculos, ainda que protegendo dados sensíveis.

O caso desmascara o discurso de Lua, na campanha eleitoral de 2022, atacando sigilos centenários e prometendo “revogaço” que nunca fez.

Ao ocultar a lista de visitantes, o governo só alimenta a suspeita de que o sigilo protege os seus e não a privacidade do Vorcaro.

 

URGENTE: Argentina lança forte nota contra o regime brasileiro

 JCO

O governo da Argentina contestou, nesta terça-feira (4), a decisão do Brasil de reduzir o nível das relações diplomáticas entre os dois países. Em comunicado oficial, a chancelaria argentina sustentou que a medida adotada pelo governo brasileiro, sob comando de Lula, foi motivada por "questões puramente ideológicas".

A decisão anunciada pelo Itamaraty determina que o embaixador brasileiro em Buenos Aires permaneça em território nacional enquanto o presidente argentino, Javier Milei, continuar fazendo ataques ao Brasil. Na prática, essa iniciativa representa um rebaixamento nas relações diplomáticas entre as duas nações.

Segundo o comunicado divulgado pelo governo de Javier Milei, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro também solicitou o retorno do embaixador da Argentina em Brasília, Daniel Raimondi, ao seu país. Diplomatas brasileiros explicaram anteriormente que, diante da mudança no relacionamento entre os governos, a tendência é que Raimondi deixe o Brasil, ressaltando, entretanto, que a medida não caracteriza uma expulsão formal do representante diplomático.

Na nota oficial, a chancelaria argentina declarou ainda que recebeu a decisão "adotada unilateralmente" pelo governo brasileiro e afirmou que o Brasil estaria "se isolando do restante da região por questões puramente ideológicas". O documento acrescenta que, nos últimos anos, ocorreram "numerosos episódios" de manifestações políticas e demonstrações de apoio entre lideranças dos dois países, mas que a Argentina nunca transformou essas diferenças em uma crise diplomática.

O governo argentino também argumentou que as relações entre os Estados devem ser conduzidas com base nos "interesses permanentes" das populações, e não subordinadas às "necessidades políticas e/ou pessoais dos governantes de turno". A manifestação reforça o entendimento de Buenos Aires de que divergências políticas não deveriam comprometer a diplomacia bilateral.

O atual impasse teve início após a participação de Javier Milei na convenção nacional do PL, realizada em São Paulo, em 25 de julho, ocasião em que foi oficializada a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Durante o evento, o presidente argentino chamou Lula de "presidiário".

No dia seguinte, em entrevista concedida a uma emissora de rádio argentina, Milei afirmou que o Brasil liderava uma "campanha anti-Argentina" durante a Copa do Mundo. Em seguida, também declarou que Lula teria enviado marqueteiros ao país para influenciar a eleição presidencial de 2023 em favor de Sergio Massa, adversário derrotado por Milei.

As declarações voltaram a elevar a tensão no domingo (2), quando, em entrevista à emissora argentina LN+, Milei afirmou que Lula é "ladrão", "corrupto" e "não é inocente". Na mesma ocasião, o presidente argentino voltou a questionar as decisões do STF que anularam as condenações do petista relacionadas à Operação Lava Jato.

Ao comentar a reação do governo brasileiro, Javier Milei afirmou que não considera suas declarações ofensivas e classificou as falas como "palavras espontâneas". Na sequência, declarou:

"Agressivo é que alguém roube. É muito mais leve chamar um ladrão de ladrão do que o próprio ato de roubar".

Em resposta às primeiras declarações do presidente argentino, o Itamaraty convocou o embaixador da Argentina em Brasília para demonstrar oficialmente o descontentamento do governo brasileiro. Paralelamente, chamou para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, procedimento utilizado em momentos de tensão diplomática.

Na ocasião, o governo Lula classificou o episódio como "sem precedentes". O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, avaliou que a situação era grave, mas afirmou que, naquele momento, não seriam adotadas medidas mais severas, como a retirada definitiva dos representantes diplomáticos.

General Mourão solta o verbo sobre a absurda relação de 'Marcola de Lula' e lobista do INSS

 05/08/2026 às 10:45

Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, chefe de gabinete de Lula até quinta-feira passada confirmou que recebeu dinheiro da empresária e lobista Roberta Luchsinger, investigada pela PF no caso das fraudes do INSS.

A revelação do empréstimo dado pela amiga de Lulinha e prestadora de serviços para Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, foi do portal Poder 360 e caiu como uma "bomba" dentro do Planalto.

O senador General Hamilton Mourão não perdoou:

Imaginem um Presidente da República que tem um assessor chamado Marcola, vamos preservar o notório traficante, que em vez de ir ao banco pedir um empréstimo, como qualquer pessoa, se socorre de uma notória lobista.
Devem julgar que todos nós somos um agrupamento de idiotas e não estamos vendo a corrupção, característica dos governos do PT, em sua verdadeira forma.

URGENTE: Mendonça dá 10 dias a Lula

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (4) que o governo federal apresente, no prazo de dez dias, informações completas sobre os empenhos relacionados à publicidade institucional realizados entre 2023 e o primeiro semestre de 2026. A decisão envolve a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que deverá fornecer documentação detalhada para análise.

A medida foi adotada no âmbito de uma representação apresentada pelo Partido Liberal (PL) contra o petista Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira. O pedido foi acolhido apenas parcialmente pelo relator.

Ao justificar a decisão, André Mendonça afirmou que os levantamentos apresentados pelo partido revelam "discrepâncias objetivas e valores expressivos", circunstância que recomenda a obtenção rápida das informações oficiais. Ao mesmo tempo, o ministro ressaltou que os elementos reunidos até agora apenas justificam "o aprofundamento da apuração" e não permitem, "neste momento processual, afirmar com segurança" que o limite previsto pela legislação eleitoral tenha sido ultrapassado.

A ação tem como fundamento o artigo 73, inciso VII, da Lei das Eleições, que impede agentes públicos de empenharem, durante o primeiro semestre do ano eleitoral, despesas com publicidade institucional acima do equivalente a seis vezes a média mensal dos empenhos emitidos e não cancelados nos três anos anteriores ao pleito.

Na representação, o PL apresentou dois levantamentos distintos. O primeiro, elaborado com base em registros atribuídos à Secom, estima que os empenhos entre 2023 e 2025 somaram R$ 814,4 milhões. Com essa metodologia, o limite para o primeiro semestre de 2026 seria de R$ 135,7 milhões. Segundo os cálculos do partido, até 15 de junho deste ano os empenhos já alcançariam R$ 178 milhões, representando um excesso de R$ 42,3 milhões, equivalente a aproximadamente 31,17% acima do teto.

Já o segundo levantamento foi produzido com dados do sistema Siga Brasil e considera despesas de todo o Poder Executivo federal. Corrigidos pelo IPCA, os valores referentes ao período entre 2023 e 2025 chegariam a R$ 3,7 bilhões, estabelecendo um limite semestral de R$ 618,1 milhões. Nessa hipótese, os empenhos identificados até 18 de junho de 2026 atingiriam R$ 785,7 milhões, indicando uma extrapolação estimada em R$ 167,6 milhões, ou cerca de 27,1% acima do limite calculado.

A própria petição apresentada pelo PL reconhece, entretanto, que as informações obtidas por meio das bases públicas não substituem a verificação oficial, uma vez que dependem da conferência da natureza das despesas, dos reforços orçamentários, das anulações e dos cancelamentos registrados ao longo do período.

Ao analisar os documentos, o ministro observou que os dois levantamentos utilizam metodologias e universos contábeis distintos. Enquanto um considera apenas despesas vinculadas à Secom, o outro engloba toda a administração federal, incluindo publicidade de utilidade pública e contratos de patrocínio. Segundo o relator, essa diferença impede que os resultados sejam tratados como confirmação mútua de uma eventual irregularidade.

Mendonça também destacou que ainda não está esclarecido se os números apresentados correspondem ao valor bruto dos empenhos emitidos ou apenas ao saldo efetivamente não cancelado, parâmetro exigido pela legislação eleitoral. Outro ponto mencionado é a divergência metodológica entre os cálculos, já que os dados do Siga Brasil foram corrigidos pelo IPCA, enquanto aqueles atribuídos à Secom aparentemente utilizam valores nominais.

Na decisão, o ministro afirma que, antes de qualquer conclusão, será necessário verificar a natureza de cada despesa classificada como publicidade institucional, analisar possíveis contrapartidas em contratos de patrocínio, conferir a existência de empenhos estimativos ou globais, identificar eventuais duplicidades e confirmar se os mesmos critérios contábeis foram aplicados tanto nos anos de referência quanto no ano eleitoral.

Para permitir essa análise, a Secom e o órgão central responsável pela administração orçamentária e financeira do Poder Executivo deverão encaminhar, em formato digital aberto e auditável — preferencialmente CSV ou XLSX —, a relação completa dos empenhos emitidos entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2026. Os dados deverão incluir órgão responsável, número e data do empenho, valor original, reforços, anulações, cancelamentos, saldo não cancelado até 30 de junho, beneficiário, contrato correspondente e classificação da despesa. A mesma documentação deverá ser apresentada também para os exercícios de 2023, 2024 e 2025.

Além disso, o TSE determinou a apresentação da memória oficial de cálculo utilizada para definição do teto legal, acompanhada dos critérios jurídicos e contábeis adotados. Também foi solicitada a identificação específica dos empenhos anulados ou cancelados após 24 de junho, data em que a ação foi distribuída, juntamente com as respectivas justificativas administrativas.

Como medida de preservação de provas, André Mendonça ordenou que sejam mantidos integralmente os processos administrativos, registros eletrônicos, históricos de alterações e logs dos sistemas relacionados aos empenhos de publicidade realizados entre 2023 e 2026, ficando vedadas a destruição, ocultação ou modificação retroativa dessas informações. O ministro ressalvou, contudo, que essa providência não representa qualquer presunção de fraude, tendo apenas a finalidade de assegurar eventual auditoria futura.

Por outro lado, o relator rejeitou, neste momento, pedidos para impedir novos empenhos de publicidade no primeiro semestre — por considerar que a questão perdeu objeto após o encerramento do período em 30 de junho —, exigir autorização judicial prévia para cancelamentos de empenhos, requisitar imediatamente documentos às agências de publicidade, emissoras e plataformas digitais, determinar perícia técnica antecipada ou reconhecer desde já a prática de conduta vedada.

Na decisão, o ministro também esclareceu que a requisição das informações não altera as regras sobre o ônus da prova nem autoriza presumir a existência de irregularidade, cabendo ao Partido Liberal demonstrar os fatos que fundamentam sua representação. Acrescentou ainda que não há, até o momento, qualquer juízo definitivo sobre a legalidade das despesas ou sobre eventual responsabilidade individual dos investigados.

Conheça quem é o vice de Flávio Bolsonaro...

 05/08/2026 às 12:05

Flávio Bolsonaro acaba de anunciar Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, como seu candidato a vice.

Alfredo Gaspar, 55 anos, é deputado federal, advogado, ex-promotor de Justiça e ex-chefe do Ministério Público de Alagoas. Também atuou como secretário de Segurança Pública de Alagoas.

Na web, a repercussão foi enorme. Veja:

Bárbara TeAtualizei:

Pra quem nao conhece, ou conheceu Alfredo Gaspar apenas na CPMI do INSS, antes disso, de forma absolutamente CORAJOSA, ele foi o relator do caso Ramagem na camara, e não teve medo de enfrentar o que era necessario em nome do estado de direito (o verdadeiro).
Muito feliz com essa indicação!

Jornalista Paulo Figueiredo:

Alfredo Gaspar será o Vice-Presidente de Flávio Bolsonaro! Chapa PURO SANGUE com nome combativo, de sucesso na área de segurança pública, nordestino e "direita com muito orgulho!" Craque da CPMI do INSS! Acabou o mimimi. Não cedeu à patrulha identitária que exigia mulher de vice. Não cedeu às chantagens de ninguém. Nada de centrão. Parabéns!

Deputado Gil Diniz:

EXCELENTE!! Flávio Bolsonaro anuncia Alfredo Gaspar como vice na chapa presidencial!
Deputado Alfredo Gaspar foi relator na CPMI do INSS e botou para quebrar! 
Excelente escolha!
VAMOS!

Deputado Nikolas Ferreira

Alfredo Gaspar foi a figura fundamental no combate ao roubo do INSS. Excelente escolha de vice para compor a chapa de Flávio Bolsonaro. Venceremos!

Veja:

O assessor de Lula, de sugestivo apelido, que toma dinheiro 'emprestado' com uma lobista suspeita

 05/08/2026 às 16:26

Marcola, chefe de gabinete de Lula desde o início de seu mandato e, desde o último dia 21, um dos coordenadores de sua campanha, sentiu um aperto em seu orçamento, ou precisava comprar algo muito importante, que não podia esperar. Ao invés de procurar um banco, Marcola foi ter direto com a herdeira de um banco, que, prestimosamente, lhe emprestou R$ 250 mil. O empréstimo, segundo o ex-chefe de gabinete, já foi devolvido.

Azarado esse Marcola. Foi pedir empréstimo justamente para uma lobista que se reuniu nada menos do que 41 vezes (uma vez por mês, em média, durante o mandato Lula) com órgãos do governo. Fica parecendo que os 250 mil serviram de lubrificante para azeitar a máquina.

Mas isso são, certamente, “especulações e ilações”, no dizer de Marcola. Claro. Afinal, é super normal alguém que você não conhece lhe emprestar 250 mil. E justamente alguém que você pode ajudar abrindo portas em órgãos públicos. São dessas coincidências da vida.

Lula, obviamente, não sabia de nada. Quando e se se manifestar a respeito, certamente dirá que Marcola será investigado e deverá “provar a sua inocência”, assim como ele fez. É incrível como a alma mais inocente do mundo está sempre próxima de pessoas que precisam “provar a sua inocência”. É muito azar.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

Economia Um país em queda livre: Multinacional brasileira enxuga atividades e faz demissão em massa no nordeste

 05/08/2026 às 15:01

A situação vai piorar ainda mais no Nordeste. O atual governo desgoverna o país com uma impressionante habilidade.

A Gerdau, multinacional brasileira do setor de aço, confirmou a demissão de parte expressiva dos funcionários de sua unidade no bairro de Curado, no Recife (PE).

A decisão foi tomada em razão das atuais condições de mercado, da dificuldade de exportação e do cenário enfrentado pelo setor siderúrgico, fatores que vêm impactando as operações da empresa.

Segundo nota divulgada nesta terça-feira (4), pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (Sindmetal-PE), 160 trabalhadores foram desligados.

Leia na íntegra a nota da Gerdau sobre a demissão em massa no Recife:

A Gerdau confirma a readequação do perfil industrial da unidade Açonorte, localizada em Recife (PE), que passará a focar na fabricação de produtos trefilados, como telas, arames e pregos. A decisão faz parte da estratégia da companhia de otimização de seus ativos e revisão de seu modelo de negócios de mini-mills, com o objetivo de ampliar a produtividade e rentabilidade de suas operações.
A Empresa ressalta que cerca de 450 postos de trabalho serão mantidos. A Gerdau reforça seu compromisso com o cuidado com as pessoas e um diálogo contínuo e transparente com seus colaboradores, sindicato e demais públicos de interesse. A Companhia ressalta, ainda, que o atendimento aos clientes seguirá inalterado.

Leia na íntegra a nota do Sindmetal-PE sobre o ocorrido:

A Gerdau hibernou e paralisou 100% das atividades dos setores de aciaria e laminação. Apesar da paralisação desses setores, a usina continuará funcionando. No total, cerca de 160 trabalhadores foram desligados. Parte do efetivo recebeu convites para transferência para outras unidades da empresa.
Além das verbas rescisórias legais e dos direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), a empresa ofereceu um Plano de Demissão Incentivada (PDI) com condições especiais devido ao caráter coletivo da demissão, incluindo o pagamento de três salários nominais adicionais; indenização de 6 meses integrais do plano de saúde para o titular e dependentes; cursos de preparação e formação profissional; e assessoria de recolocação no mercado de trabalho.
Na manhã desta terça-feira (04), a direção sindical da base da Gerdau esteve na usina para dialogar com os trabalhadores e trabalhadoras, prestando esclarecimentos sobre as demissões e seus impactos.
A ação contou com a presença de advogados trabalhistas e previdenciários da entidade sindical, que orientaram a categoria e acompanharam os metalúrgicos durante este momento delicado de demissão coletiva.
“Por sua vez, o SINDMETAL-PE lutará constantemente pela garantia dos postos de trabalho bem como o cumprimento integral de todos os direitos constantes na CCT e CLT. Garantindo direito dos pré-aposentados, dos cipeiros eleitos, das gestantes, metalúrgicos adoecidos em decorrência do trabalho e também a representação daqueles trabalhadores e trabalhadoras que não aceitarem o Plano de Demissão Incentivado (PDI).” – afirma o presidente do SINDMETAL-PE, Abinadabe Santos.
As portas da entidade sindical estarão abertas para receber todo trabalhador e toda trabalhadora que deseje tirar suas dúvidas com nosso corpo jurídico e direção.

Do ‘Revogaço’ ao sigilo eterno: Lula esconde visitantes de Vorcaro para proteger o regime

  05/08/2026 às 09:00 A decisão do Ministério da Justiça do governo Lula  de impor sigilo até o ano de 2126 sobre a lista de visitantes de D...