Corra e aproveite as melhores ofertas, preços imperdíveis e promoções especiais que preparamos para você!!! É a oportunidade perfeita para garantir qualidade, economia e o melhor atendimento.
Não perca tempo!!! Visite o Armazém Paraíba e aproveite esse grande pega-pega de ofertas!!! Aqui, você encontra tudo o que precisa com preços que cabem no seu bolso!!!
A atleta de ciclismo de ultradistância Eliana Tamietti, conhecida entre amigos e competidores como “Lili”, morreu na madrugada de sábado (9) enquanto participava de uma competição entre os estados de Minas Gerais e São Paulo. O acidente ocorreu na região de Piranguçu, no Sul mineiro, durante uma etapa do Bikingman Brasil.
A prova disputada por Eliana possuía percurso de 555 quilômetros, com largada e chegada em São José dos Campos, passando por cidades paulistas e mineiras ao longo da Serra da Mantiqueira. Segundo a organização, ainda não existem conclusões definitivas sobre as circunstâncias da morte da atleta.
Em comunicado oficial divulgado após o episódio, os organizadores afirmaram que o atendimento foi realizado rapidamente, com mobilização das equipes de resgate e apoio presentes na competição, mas a ciclista não resistiu.
“Até o momento, não há informações conclusivas sobre as circunstâncias da sua morte. Apesar do rápido atendimento e de todos os esforços das equipes de resgate, ciclistas e suporte presentes no evento, Eliana não resistiu. Pedimos respeito e sensibilidade nesse momento de luto”, informou o Bikingman.
De acordo com o diretor da prova, Vinícius Martins, a atleta teria sofrido uma queda após um possível mal súbito enquanto pedalava em um trecho de estrada de terra próximo a Piranguçu.
“Ela teve um mal súbito, não se sabe exatamente o que foi. Ela estava em cima da bicicleta e bateu no barranco”, relatou.
Segundo Martins, Eliana seguia acompanhada de outros três competidores. Após uma breve parada do grupo, a atleta retomou o percurso alguns segundos antes dos demais, momento em que ocorreu o acidente.
As equipes de socorro foram acionadas imediatamente pelos ciclistas que estavam próximos, com apoio da organização da competição. Participaram da ocorrência profissionais do Samu, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil. O óbito, porém, foi confirmado ainda no local, sem necessidade de transferência hospitalar.
“O socorro chegou e já foi constatado o óbito. Não houve transferência”, explicou o diretor do evento.
A Polícia Civil informou que realizou perícia na área onde ocorreu a morte da atleta. O corpo foi encaminhado ao Posto Médico-Legal para exames de necropsia, e o laudo pericial deverá apontar oficialmente a causa da morte e as circunstâncias do acidente.
Os registros de rastreamento por GPS mostram que Eliana havia passado por um dos trechos mais exigentes da prova pouco antes do acidente. A atleta cruzou o ponto mais alto do percurso, a 1.812 metros de altitude, por volta das 2h20, no quilômetro 199 do trajeto. O deslocamento seguiu normalmente até aproximadamente 4h27, já no quilômetro 219, horário que coincide com o acionamento do socorro.
O acidente ocorreu após a travessia da Serra de Luminosa, região conhecida por integrar o Caminho da Fé, rota tradicional de cicloturismo que conecta cidades mineiras e paulistas até Aparecida.
Ainda segundo Vinícius Martins, a perícia preliminar descartou falhas mecânicas na bicicleta ou problemas na estrada como fatores determinantes para o acidente.
“A bicicleta não tinha nenhum problema. Foi tudo periciado. Não foi a estrada, não foi a bicicleta”, afirmou.
Até o momento, a causa exata da morte permanece inconclusiva. Conforme explicou o diretor da prova, o registro inicial apontou “mal súbito, queda e morte”, sem confirmação se o falecimento ocorreu antes da queda, em razão de um problema de saúde, ou em decorrência dos traumas provocados pelo acidente.
Mesmo após a tragédia, o Bikingman Brasil foi mantido. Segundo os organizadores, a continuidade da competição ocorreu em consenso com os familiares da atleta.
“Toda a equipe do BikingMan presta suas mais sinceras condolências e, com a decisão em conjunto com a família, seguiremos com o evento honrando a vontade da Lili em percorrer os caminhos da Mantiqueira”, destacou a organização.
Natural de Belo Horizonte, Eliana Tamietti possuía ampla experiência em provas de ultradistância e gravel, modalidade que combina trechos de terra e asfalto. A atleta já havia participado de outras edições do Bikingman em 2024, 2025 e 2026.
Na edição Mantiqueira do ano passado, completou 500 quilômetros com mais de 9 mil metros de altimetria acumulada em 42h38min, alcançando o terceiro lugar na categoria feminina. Em 2025, também concluiu a prova internacional Across Andes, percurso de 857 quilômetros e 12.200 metros de altimetria acumulada.
Além das competições de endurance, Eliana acumulava resultados expressivos no ciclismo mineiro, incluindo o vice-campeonato estadual de contra-relógio individual em 2023 e o bicampeonato dos 300 km do Caminhos de Rosa, conquistado em 2023 e 2024.
Em depoimento concedido no ano passado a um patrocinador, a atleta comentou sobre a transformação pessoal proporcionada pelo ciclismo de longa distância.
“Cada vez que você transpõe um desafio, você quer mais. A gente vai escalonando os sonhos. Uma pessoa que é capaz de pedalar 300 km sem parar tem uma mente transformada. Ela não acredita que as coisas são impossíveis, ela acredita que tudo é possível. Viva intensamente cada momento”, declarou.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o desaparecimento do desembargador federal Alcides Martins Ribeiro Filho, de 64 anos, que não é visto há quase um mês. O caso mobiliza autoridades e levanta preocupações diante das circunstâncias envolvendo o sumiço do magistrado.
Segundo informações publicadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Alcides foi visto pela última vez em 14 de abril. Na ocasião, ele teria realizado um saque de R$ 1 mil e, posteriormente, embarcado em um táxi com destino à Vista Chinesa, conhecido mirante localizado na cidade do Rio de Janeiro, no fim da tarde.
O desembargador integra o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), mas está afastado das funções desde maio do ano passado. O afastamento foi determinado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após suspeitas de agressões contra a ex-mulher.
Na época do episódio, moradores acionaram a polícia para atender uma ocorrência de lesão corporal envolvendo uma mulher. Conforme relatos registrados pelas autoridades, os agentes tiveram acesso ao imóvel com autorização da vítima e de vizinhos.
Ainda de acordo com testemunhas, Alcides Martins Ribeiro Filho apresentava comportamento agressivo e bastante alterado durante a abordagem policial. Diante da resistência à ação dos agentes, o magistrado acabou sendo algemado e conduzido à delegacia.
O desaparecimento agora é tratado como prioridade pelas autoridades fluminenses, que buscam reconstruir os últimos passos do desembargador antes de seu sumiço. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre possíveis pistas ou linhas de investigação adotadas pela polícia.
A Vista Chinesa, local para onde o magistrado teria seguido de táxi, é um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital fluminense e fica em uma área de mata do Parque Nacional da Tijuca, frequentemente visitada por turistas e moradores.
O Fluminense-PI conheceu sua primeira derrota no Campeonato Brasileiro Série D. Jogando no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, o Vaqueiro perdeu de virada para o Atlético Cearense por 2 a 1, na tarde deste domingo (10), pela sexta rodada da competição.
Mesmo com o resultado negativo, o Tricolor piauiense segue na vice-liderança do Grupo A7, com nove pontos. Já a equipe cearense conquistou sua primeira vitória na temporada.
Foto: Gusttavo Sousa/ Fluminense EC
O jogo
O Flu-PI começou a partida tentando controlar as ações ofensivas, mas encontrava dificuldades na hora da conclusão. Ainda assim, criou boas chegadas. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Adson arriscou de longe e assustou o goleiro adversário. O Atlético-CE também levou perigo e pressionou a saída de bola do time piauiense em alguns momentos.
Na reta final da primeira etapa, Gean Carlos quase abriu o placar de cabeça após cruzamento na área. Gabriel Reis ainda tentou em cobrança de falta para o Flu, mas sem sucesso.
Na volta do intervalo, Adson voltou a aparecer bem no ataque. Aos nove minutos, finalizou da entrada da área e mandou rente à trave. Dois minutos depois, o atacante insistiu novamente e abriu o placar em jogada individual.O camisa 11 cortou para um lado, puxou para o outro e bateu firme para colocar o Vaqueiro na frente.
O cenário parecia favorável aos donos da casa, mas mudou rapidamente. Aos 28 minutos, Carlos Gabriel empatou para o Atlético-CE após lance que gerou reclamação dos jogadores tricolores por possível impedimento. O árbitro anulou o gol, mas ao consultar o assistente, confirmou o empate.
Depois do placar igualado, o Fluminense caiu de rendimento. Aos 33 minutos, Diego Alexandre aproveitou sobra dentro da área e virou a partida para a equipe cearense.
O Tricolor ainda tentou reagir nos nove minutos de acréscimos, mas não conseguiu evitar a derrota em casa.
O próximo compromisso do Flu-PI será no dia 16 de maio, contra o Tirol, às 16h, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza.
O advogado Felipe Carmona analisou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria, que reduz as penas dos presos pelo 08 de janeiro.
Ele lembrou que colocaram uma das figuras mais controversas da política nacional para ser o relator do projeto de anistia.
“Paulinho da Força teve a audácia de esvaziar o significado do projeto aprovado e transformá-lo em dosimetria, com apoio de Aécio Neves e Michel Temer.
E foram aconselhados por Moraes...”, apontou.
Carmona questionou se ainda vivemos em uma democracia:
“É um regime de exceção. O objetivo não é jurídico, é a manutenção de uma hegemonia, tanto quanto um tribunal revolucionário, eles pegam processos e congelam, como o Inquérito das Fake News, que se arrasta há sete anos”, ressaltou.
Veja o vídeo:
Poucos sabem a verdade por trás do 8 de janeiro de 2023. Todos os detalhes, relatos e revelações sobre esse fatídico acontecimento estão no livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES".A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Por apenas 19,90! Você não pode perder! Clique no link abaixo:
Hoje celebramos com muita alegria o aniversário do nosso grande amigo Cláudio! Pedimos a DEUS que derrame bênçãos sem medida sobre sua vida, lhe conceda muita saúde, paz, felicidade e vida longa. Que o SENHOR também abençoe grandemente todos os seus familiares, trazendo união, amor, saúde e prosperidade. Parabéns, Cláudio!!! Que esta data especial seja repleta de alegrias e momentos inesquecíveis.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido apresentado pela defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom”, que buscava a redução de sua pena com base na recém-promulgada Lei da Dosimetria.
A decisão ocorre após o próprio Moraes determinar a suspensão temporária da aplicação da nova legislação até que o plenário da Suprema Corte analise ações que questionam sua constitucionalidade.
Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar mediante uso de tornozeleira eletrônica.
O caso ganhou grande repercussão nacional após Débora escrever, com um batom, a frase “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, localizada em frente à sede do STF, em Brasília. A imagem acabou se tornando um dos símbolos mais conhecidos relacionados aos atos daquele dia.
Neste sábado (9/5), Alexandre de Moraes determinou a suspensão da eficácia da Lei da Dosimetria até que o Supremo julgue duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) apresentadas contra a norma. O ministro foi escolhido como relator dos processos.
As ações foram protocoladas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação PSol-Rede, que contestam a validade da legislação aprovada pelo Congresso Nacional.
Na decisão, Moraes afirmou que o surgimento das ações no STF representa um fato jurídico relevante que pode interferir diretamente na análise dos pedidos apresentados pelas defesas dos condenados. Segundo o ministro, a suspensão busca preservar a segurança jurídica até uma definição definitiva da Corte sobre o tema.
“A superveniência de interposição de ação direta de inconstitucionalidade e, consequentemente a pendência de julgamento em controle concentrado de constitucionalidade, configura fato processual novo e relevante, que poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo Supremo Tribunal Federal”, escreveu Moraes.
Com isso, apesar de a Lei da Dosimetria já ter sido promulgada pelo Senado Federal na sexta-feira (8/5), sua aplicação prática permanece interrompida até decisão final do STF.