ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Você não vai acreditar na escala de trabalho proposta para juízes no TO

 JCO

Uma proposta encaminhada pela Defensoria Pública do Tocantins à Assembleia Legislativa do estado pretende instituir um sistema de licença compensatória que permitiria aos defensores um dia de folga a cada três dias de acúmulo de processos ou funções administrativas, limitado a dez dias por mês, com possibilidade de conversão da folga em pagamento em dinheiro.

O mecanismo já existe em outros órgãos do sistema de Justiça e costuma aparecer nos contracheques com o nome de licença-compensatória. Segundo o texto apresentado pelo defensor público-geral Pedro Alexandre Conceição Aires Gonçalves, a medida seria uma forma de equiparação administrativa ao regime aplicado no Judiciário e no Ministério Público.

Dados da própria instituição indicam que, em dezembro, a remuneração média dos defensores no estado ficou em torno de R$ 30 mil. O projeto também prevê a criação de quatro cargos de Defensor Público de 1ª Classe e 16 funções comissionadas de assessor técnico. Caso aprovado, o quadro poderá passar dos atuais 103 para 107 defensores públicos.

A proposta estabelece ainda pagamento adicional quando um defensor substituir outro afastado, equivalente a um terço do salário do cargo substituído, além de remuneração extra por plantões fora do horário normal, calculada proporcionalmente ao subsídio mensal.

Outro ponto incluído é a mudança no auxílio-alimentação, que passaria a ser pago em dinheiro com caráter indenizatório, não sendo incorporado ao salário nem sujeito a impostos.

Segundo o chefe da Defensoria, a licença se aplicaria apenas a situações consideradas excepcionais, como atividades administrativas, participação em conselhos, mutirões e serviços itinerantes. A tramitação depende agora da análise dos deputados estaduais, e parte das medidas pode entrar em vigor imediatamente se houver aprovação.

Recentemente, uma nova bomba surgiu! O livro "Banco Master - O Caso Blindando Pelo STF" mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos.

Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está em pré-venda com FRETE GRÁTIS para todo o país. Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda

Corra enquanto é tempo...

da Redação

Semana decisiva: CPI do Crime Organizado vota a convocação de Viviane Barci

JCO 

A CPI vota na próxima quarta-feira (25) a convocação da esposa do ministro Alexandre de Moraes, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal.

A decisão que caminha para ser favorável irá impactar terrivelmente o cenário político e jurídico do país. Será a 1ª grande derrota do magistrado, com propensão de ter efeitos colaterais extremamente danosos.

Senadores pretendem questionar duramente a advogada Viviane Barci na CPI.

Estranhamente, o STF desiste de apurar o vazamento da reunião secreta do Master

JCO

É bonito de se ver. Como diria o Faustão, é uma lição de vida.

Alguém gravou clandestinamente uma reunião dos supremos e vazou para a imprensa. O STF (assim, institucionalmente, sem um autor da decisão concreto) resolveu deixar prá lá, em nome da “paz institucional”.

É muita institucionalidade. É instituição que não acaba mais. Por isso que as instituições no Brasil são fortes. Preferem a paz à elucidação de um crime. A emoção institucional toma conta de mim.

Deveríamos todos seguir o exemplo. A paz institucional deveria ser o zênite da democracia brasileira. Todos como um único time, a exemplo do STF Futebol Clube. Nada de brigas intestinas que só acabam com a paz institucional. Todos irmanados na defesa dos seus. Assim sim, caminharemos a passos largos para sermos uma democracia de paz e harmonia.

Os Três Poderes podem brigar entre si à vontade. Autoridades podem se locupletar. Usar da autoridade para intimidar cidadãos, sem problemas. Isso tudo cabe na democracia. O que não cabe é o fim da paz institucional. Por isso, os supremos decidiram pelo melhor, não expor um dos seus. E a paz institucional cada vez mais se parece com a paz dos cemitérios, onde jaz a democracia brasileira.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

A Globo acorda, faz duras críticas a Moraes e finalmente conclui: “Isso é coisa de ditadura” (veja o vídeo)

JCO

Os jornalista profissionais da Rede Globo estão despertando do sono profundo, da preguiça e da desonestidade intelectual.

Finalmente estão percebendo a gravidade do que está acontecendo no país. Também pudera, as arbitrariedades estão na iminência de alcança-los.

Sobre a intimação do presidente do Unafisco, a emissora marcou posição:

“Intimidação pura. É arbítrio. Intimidação aberta. E não é intimidação do presidente da Unafisco. É intimidação contra os auditores fiscais.”

Por fim, a conclusão final:

“Isso é coisa de ditadura”.

Veja o vídeo:

Mendonça chega em Alcolumbre, manda ordem expressa e favorece investigação da CPMI do INSS

JCO

O ministro André Mendonça está enchendo o país de esperança no sentido de que a roubalheira e as falcatruas do caso Master sejam efetivamente desvendadas.

Ele determinou nesta sexta-feira (20) que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entregue à CPI mista do INSS e à PF (Polícia Federal) os dados do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, decorrentes de quebra de sigilo do banqueiro.

Mendonça, que assumiu a relatoria do caso Master na última semana após o afastamento de Dias Toffoli, também decidiu que caberá à Polícia Federal ficar responsável pelas informações. O antigo relator havia determinado que os dados ficassem com a Presidência do Senado.

A decisão atende a um pedido do presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que solicitou na última sexta (13) devolução dos documentos referentes a quebras de sigilo de Vorcaro.

Na ocasião, o parlamentar argumentou que o acesso aos arquivos é importante para consolidar as provas colhidas e para avançar com a elaboração do relatório final. "A comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência", disse.

Mulher é encontrada morta e foto pode complicar o marido, um coronel da PM de São Paulo

 JCO


A soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo na cabeça. O fato ocorreu na manhã de quarta-feira (18) em um apartamento na região central de São Paulo. Gisele era casada com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, também da PM paulista.

O caso foi registrado inicialmente como suicídio consumado no 8º Distrito Policial, no Brás. A investigação passou a incluir apuração de morte suspeita após familiares da vítima contestarem a versão inicial.

Segundo o boletim de ocorrência, Geraldo declarou que estava no banheiro quando ouviu um barulho. Ao sair, teria encontrado a esposa caída no chão, sangrando, com a arma na mão. A soldado foi transportada ao Hospital das Clínicas. Ela não resistiu aos ferimentos. Gisele deixa uma filha de sete anos de relacionamento anterior.

O tenente-coronel afirmou em depoimento que o casal enfrentava período de instabilidade no relacionamento. Ele atribuiu a crise a suspeitas que considera sem fundamento de que manteria relacionamentos extraconjugais.

Geraldo informou às autoridades que conheceu Gisele em 2021. O namoro começou em 2023. O casamento foi oficializado em 2024. A partir de 2025, o relaçionamento passou a ser "conturbado", segundo o oficial.

O tenente-coronel alegou que subordinados seus teriam feito denúncias anônimas falsas à Corregedoria da PM "por vingança". As denúncias apontavam que ele manteria relacionamento extraconjugal e se encontraria com uma amante durante o horário de serviço. Conforme a versão de Geraldo, montagens produzidas com auxílio de inteligência artificial foram enviadas para Gisele. Isso teria gerado "discussões constantes" no casal.

No dia 13 de fevereiro, cinco dias antes da morte, Gisele teria manifestado o desejo de se divorciar. Em 17 de fevereiro, um dia antes do ocorrido, o casal teria tido nova discussão. Desta vez, a discussão foi motivada por suposto ciúmes da policial, segundo a versão do tenente-coronel.

Na manhã de quarta-feira, por volta das 7h, Geraldo afirmou ter ido até o quarto da esposa para propor que seguissem com o processo de divórcio. O casal dormia em quartos separados, conforme declaração do oficial.

O tenente-coronel teria entrado no banheiro para tomar banho. Ele ouviu um barulho forte. Ao abrir a porta do banheiro, Geraldo declarou ter encontrado Gisele no chão, sangrando. Ele acionou o resgate imediatamente.

A mãe de Gisele apresentou versão diferente em seu depoimento à polícia. Ela afirmou que o ciúmes no relacionamento partia do tenente-coronel. A mulher descreveu o genro como pessoa "abusiva e excessivamente violenta impondo restrições ao comportamento de Gisele, proibindo-a de usar batom, salto alto e perfume, além de exigir o cumprimento rigoroso de diversas tarefas domésticas".

Segundo a mãe da vítima, quando Gisele mencionou o desejo de se divorciar, teria recebido uma fotografia do marido. Na imagem, ele "aparecia com uma arma apontada para a própria cabeça". A fotografia foi encaminhada pela própria Gisele para a mãe. A imagem será apresentada às autoridades policiais.

Nos dias que antecederam a morte, a mãe de Gisele recebeu ligação da filha chorando intensamente. Na conversa, a policial reafirmou que desejava a separação. Ela pediu ao pai que a buscasse no apartamento onde residia com o tenente-coronel. Apesar da manifestação inicial, Gisele teria mudado de ideia posteriormente. Ela permaneceu no local.

José Miguel Júnior, advogado da família de Gisele, informou que a fotografia do tenente-coronel com a arma apontada para a própria cabeça será encaminhada à polícia. Outros documentos que comprovariam comportamento abusivo do oficial também serão apresentados às autoridades.

"Ele era doente de ciúme, fazia chantagem emocionais com ela, a afastou do convívio dos familiares. São uma série de fatores que caminham para um feminicídio. Nós vamos auxiliar dentro do inquérito policial, junto também ao Ministério Público, vamos tomar todas as providências para que realmente se venha à prova tudo o que aconteceu", afirmou José Miguel Júnior.

A Secretaria de Segurança Pública divulgou nota sobre o andamento das investigações. Segundo o órgão, o caso foi inicialmente registrado como suicídio consumado no 8º Distrito Policial. Posteriormente foi incluída a natureza de morte suspeita para apurar as circunstâncias do óbito da vítima. Conforme a pasta, diligências estão em andamento.

Pai é preso por estupro das filhas de 7 e 8 anos na presença do filho de 10 anos

JCO

Um homem de 46 anos foi preso preventivamente na sexta-feira (20) em Cascavel, no oeste do Paraná. Ele é investigado por estuprar as próprias filhas, de 7 e 8 anos. Os crimes aconteceram de forma repetida dentro da residência onde a família vivia.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) apurou que os abusos sexuais ocorreram enquanto as meninas estavam sob os cuidados do pai. O período dos crimes se estendeu de dezembro de 2025 até janeiro de 2026. O filho mais velho do suspeito, um menino de 10 anos, testemunhou parte dos abusos cometidos contra as irmãs.

A Justiça determinou a prisão preventiva do homem após análise do material probatório reunido pela polícia. A medida judicial teve como objetivo assegurar a proteção das vítimas e preservar a ordem pública.

Agentes policiais executaram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado. Durante a operação, foram recolhidos aparelhos eletrônicos que passarão por análise pericial.

O homem foi encaminhado para uma unidade do sistema prisional paranaense. Ele permanece à disposição das autoridades judiciais. A Polícia Civil concluiu o inquérito policial que investigava o caso.

O documento com todas as informações coletadas durante a apuração será enviado ao Ministério Público. Caberá aos promotores de Justiça avaliar as providências judiciais apropriadas para o prosseguimento do caso.

A identidade do suspeito não foi divulgada pelas autoridades para preservar a integridade das vítimas menores de idade.

Você não vai acreditar na escala de trabalho proposta para juízes no TO

 JCO 21/02/2026 às 12:26 Uma proposta encaminhada pela Defensoria Pública do Tocantins à Assembleia Legislativa do estado pretende instituir...