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quinta-feira, 21 de maio de 2026

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Amiga de Lulinha entrega tudo!

JCO

A empresária Roberta Luchsinger afirmou em depoimento prestado à Polícia Federal nesta quarta-feira (20) que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, viajou para Portugal ao lado de Antônio Camilo Antunes, investigado no esquema bilionário de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social.

Segundo informações divulgadas pela defesa da empresária, Roberta afirmou que não participou da viagem, mas declarou ter conhecimento de que o encontro teria finalidade empresarial.

“[Roberta] não esteve em viagem a Portugal, mas, do que tem conhecimento, tratava-se de uma viagem de prospecção e de sondagem de negócios, algo fora do escopo de sua prestação de serviços. E que Fábio foi convidado por sua curiosidade relativa ao assunto, oriunda, inclusive, em função da utilização de medicamento à base de canabidiol por familiares”, afirmaram os advogados em nota.

A oitiva ocorreu no âmbito das investigações sobre supostas fraudes bilionárias no INSS, que apuram descontos indevidos aplicados em aposentadorias e pensões. De acordo com relatórios da PF, Roberta Luchsinger teria atuado para Antônio Camilo Antunes como possível operadora financeira e política do esquema investigado.

As investigações apontam que os recursos obtidos de forma ilícita teriam sido distribuídos por meio de empresas utilizadas para ocultação e lavagem de dinheiro oriundo dos desvios contra aposentados e pensionistas.

A defesa da empresária sustentou que ela prestou serviços ao chamado “Careca do INSS” antes da divulgação pública das suspeitas e afirmou que Roberta desconhecia qualquer participação dele nas irregularidades investigadas.

Os advogados também declararam que a empresária apresentou Antônio Camilo Antunes a Lulinha em contexto social. Após a deflagração da Operação Sem Desconto, Roberta teria demonstrado preocupação de que a relação entre os dois pudesse ser utilizada politicamente.

“Os esclarecimentos apresentados por meio de petição e ora oferecidos presencialmente desvelam por completo a tese acusatória desenhada inicialmente e vazada seletivamente de forma sistemática”, afirmaram os defensores.

URGENTE: Revoltado, Mendonça age na estranha troca da PF no caso Lulinha

JCO

Informações que acabam de surgir dão conta de que o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve abrir um procedimento para apurar as circunstâncias da troca do delegado da PF (Polícia Federal) à frente das investigações da fraude do INSS, em que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é citado.

Diz a CNN:

"Mendonça, que é responsável pela relatoria do caso no STF, considerou insuficiente a explicação da PF para substituição feita sem que ele tenha sido comunicado previamente.

O relator ainda tem demonstrado preocupação com a possibilidade de interferência no caso em que o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é citado.

Nesse contexto, Mendonça, nos próximos dias, também deve aumentar rigor no compartilhamento de informações no inquérito do INSS para restringir o acesso a dados e blindar a investigação de eventuais pressões políticas.

O ministro já adota como padrão a técnica de compartimentação de informação nos processos nos quais é supervisor. O objetivo é proteger as informações e evitar vazamentos ao permitir que apenas investigadores diretamente ligados às diligências tomem conhecimento dos dados.

Ainda, segundo apurou a CNN, o magistrado também deve passar a fazer uma supervisão mais próxima do trabalho da PF.

Como mostrou a CNN, Mendonça, só soube da substituição da coordenação do inquérito por meio do advogado de um dos investigados durante uma audiência.

Incomodado, o ministro se reuniu com integrantes da investigação nesta sexta-feira (15) em busca de informações e para conhecer a nova equipe. Apesar das explicações, Mendonça não viu razão para a mudança.

A PF decidiu tirar o caso da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e passá-lo para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq). A mudança resultou na saída do delegado Guilherme Figueiredo Silva da coordenação do caso.

Por meio de nota, a PF afirmou que a mudança “foi concebida para assegurar maior eficiência e continuidade às investigações, uma vez que a Cinq possui estrutura permanente voltada justamente à condução de operações sensíveis e complexas com tramitação perante o STF”.

Foi esta divisão interna a responsável por pedir a quebra de sigilos do filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Foi essa coordenação também que conduziu a negociação da delação premiada do empresário Mauricio Camisotti. A proposta foi enviada ao STF, mas teve que retornar para ser refeita do zero, com a participação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

A troca da coordenação do inquérito ocorreu também em meio a reclamações da defesa de Lulinha sobre o vazamento de dados da investigação.

A oposição ao governo Lula no Congresso criticou a substituição do delegado e quer a convocação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues."

Dino dá 48h a Hugo Motta

JCO

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, apresente em até 48 horas esclarecimentos sobre a viagem internacional do deputado federal Mario Frias.

O magistrado quer informações sobre a situação funcional do parlamentar e detalhes do período autorizado para a suposta missão oficial alegada por Frias. Atualmente, o deputado está em Bahrein.

A cobrança ocorre após dificuldades enfrentadas pelo STF para intimar o parlamentar ao longo de quase um mês. O objetivo da Corte é obter esclarecimentos sobre repasses de emendas parlamentares destinados à ONG Instituto Conhecer Brasil, entidade ligada à produção do filme “Dark Horse”, obra que retrata a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018.

Segundo denúncia apresentada ao Supremo, Mario Frias teria destinado cerca de R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil.

A nova tentativa de intimação surgiu no âmbito de uma ação protocolada pela deputada federal Tabata Amaral, do PSB, que solicita investigação sobre repasses destinados ao que classificou como um “ecossistema de pessoas jurídicas interconectadas”.

Além do Instituto Conhecer Brasil, a denúncia também cita recursos enviados para as entidades:

  • Academia Nacional de Cultura
  • Go Up Entertainment
  • Conhecer Brasil Assessoria

De acordo com a ação apresentada ao STF, essas organizações estariam sob influência de Karina Ferreira da Gama, ligada à produção do filme “Dark Horse”.

Flávio Dino, relator da ação no Supremo, também determinou a intimação dos deputados Bia Kicis e Marcos Pollon. A medida foi tomada em 21 de março no âmbito da ADPF 854.

Segundo a denúncia, a Academia Nacional de Cultura também teria recebido aproximadamente R$ 2,6 milhões em recursos oriundos de emendas parlamentares destinadas por políticos como Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon.

Surgem os primeiros nomes e colunista do JCO deve integrar nova equipe de marketing de Flávio

jco

Os bastidores políticos em Brasília seguem movimentados após as mudanças na estrutura de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro. E um dos nomes que passou a ganhar força nos corredores da direita e do marketing eleitoral foi o do estrategista político e colunista do Jornal da Cidade Online, Emílio Kerber.

Segundo informações apuradas nos bastidores, Kerber teria sido sondado para integrar a nova equipe de marketing liderada por Eduardo Fischer, que assumiu a condução estratégica da comunicação da campanha após a saída do antigo marqueteiro em meio à repercussão do caso envolvendo Daniel Vorcaro.

O movimento chama atenção porque reforça o crescimento da influência de Emílio Kerber no cenário da comunicação política digital e do marketing eleitoral conservador. Nos últimos anos, Kerber consolidou presença nacional por meio de análises políticas, construção de narrativas digitais, campanhas eleitorais e posicionamento estratégico de candidatos.

Com forte atuação nas redes sociais e ampla experiência em leitura de comportamento digital, Kerber passou a ser visto por integrantes da direita como um dos nomes capazes de compreender a nova dinâmica da comunicação política moderna: rápida, emocional, digital e altamente conectada ao sentimento das bases eleitorais.

Além da atuação como estrategista, Emílio também se tornou conhecido pelo trabalho como comunicador político e colunista do JCO, onde frequentemente publica análises sobre cenário eleitoral, guerra de narrativas, comportamento da opinião pública e estratégias de posicionamento político.

A eventual entrada de Kerber na equipe ligada à campanha de Flávio Bolsonaro também demonstra uma tendência crescente no marketing político brasileiro: campanhas cada vez mais dependentes de profissionais especializados em redes sociais, construção de autoridade digital e mobilização orgânica de audiência.

Em um ambiente político onde percepção pública, narrativa e velocidade de reação passaram a ser fatores decisivos, nomes que dominam comunicação estratégica deixaram de ocupar apenas funções técnicas e passaram a integrar diretamente os núcleos centrais das campanhas mais relevantes do país.

Nos bastidores, a avaliação é que a aproximação entre Eduardo Fischer e Emílio Kerber pode representar uma tentativa de fortalecer justamente essa frente digital e narrativa da campanha, especialmente diante do ambiente político altamente polarizado que deve marcar o próximo ciclo eleitoral brasileiro

FAB age, avião é interceptado, cai e militares encontram algo chocante

JCO

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Força Aérea Brasileira resultou na interceptação de uma aeronave suspeita de transportar skunk, droga derivada da maconha com elevada concentração de THC, nas proximidades de Boa Vista.

A ação ocorreu na segunda-feira (18), após os órgãos de segurança detectarem a entrada irregular de um avião no espaço aéreo brasileiro. Segundo as autoridades, a aeronave vinha do exterior e não possuía plano de voo registrado, situação que levantou suspeitas de envolvimento com tráfico internacional de drogas.

Diante da movimentação considerada suspeita, a FAB acionou os protocolos de policiamento e defesa aérea, passando a monitorar o trajeto do avião. Durante a operação, a aeronave realizou um pouso forçado em uma área isolada e acabou ficando submersa na água.

Quando as equipes chegaram ao local da ocorrência, os ocupantes já haviam fugido. Nas imediações do avião, os agentes encontraram diversos fardos de skunk espalhados pela região. A quantidade total da droga apreendida ainda está sendo contabilizada pelas autoridades.

Conhecido popularmente como “supermaconha”, o skunk possui níveis elevados de THC, substância responsável pelos efeitos psicoativos da cannabis. O entorpecente costuma ingressar no país por rotas da Região Norte e frequentemente aparece associado a organizações criminosas envolvidas no tráfico internacional.

A aeronave permanece submersa enquanto equipes da Polícia Federal e da FAB trabalham na retirada da estrutura e no recolhimento completo da carga ilícita.

As investigações seguem em andamento para identificar os pilotos envolvidos, possíveis financiadores do transporte da droga, responsáveis pela logística em solo e eventuais conexões internacionais ligadas ao esquema criminoso.

Revelado o que aconteceu com o perito que vazou contrato de Viviane Barci

JCO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou nesta terça-feira (19) uma operação voltada à apuração de supostos vazamentos de informações sigilosas relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master. 

Entre as medidas determinadas pela Corte está o afastamento cautelar de um perito da Polícia Federal suspeito de repassar dados da investigação à imprensa.

Segundo comunicado divulgado pelo STF, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além da suspensão temporária do exercício da função pública do agente investigado.

Embora a nota oficial não detalhe quais informações teriam sido vazadas, apurações indicam que o foco da investigação envolve documentos relacionados ao contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, vinculado à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes.

De acordo com informações ligadas ao caso, a Polícia Federal já vinha investigando a origem de sucessivos vazamentos desde o início da Operação Compliance Zero. A suspeita é de que o servidor afastado não apenas tenha compartilhado dados sigilosos, mas também orientado terceiros sobre a divulgação do conteúdo.

A investigação foi instaurada no Supremo em março, após solicitação da defesa de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Os advogados alegaram que mensagens extraídas de celulares apreendidos começaram a circular na imprensa antes mesmo de o material ser disponibilizado integralmente à própria defesa.

Na decisão que autorizou a abertura do inquérito, André Mendonça ressaltou que o objetivo da apuração é verificar possíveis violações funcionais praticadas por pessoas responsáveis pela guarda dos dados sigilosos, sem qualquer direcionamento contra jornalistas ou veículos de imprensa.

O episódio ganhou maior repercussão após a divulgação de detalhes sobre o contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes. Conforme documentos revelados pela imprensa, o acordo previa pagamentos de R$ 129 milhões ao longo de três anos, o equivalente a cerca de R$ 3,6 milhões mensais.

Informações da Receita Federal apontam que o banco declarou pagamentos superiores a R$ 80 milhões ao escritório entre 2024 e 2025. Já dados encaminhados à CPI do Senado que investigou organizações criminosas indicam a realização de 11 repasses mensais de R$ 3,6 milhões durante 2024, somando aproximadamente R$ 40 milhões no período.

Em manifestação divulgada anteriormente, o escritório Barci de Moraes afirmou que prestou serviços de consultoria jurídica e atuação processual ao Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. Segundo a banca, o trabalho envolveu 94 reuniões e uma equipe composta por 15 advogados, além do apoio de outros três escritórios especializados.

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