ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 13 de junho de 2026

Moraes está prestes a sofrer nova derrota internacional

JCO

A decisão da Corte Suprema de Cassação da Itália que rejeitou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) pode produzir reflexos em outros processos envolvendo cidadãos brasileiros no exterior. Entre eles, está o caso do ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, Eduardo Tagliaferro, conforme avalia o advogado e doutor em História pela Universidade de Lisboa, Enio Viterbo, que atualmente reside em Portugal.

De acordo com Viterbo, o entendimento adotado pela mais alta instância do Judiciário italiano tende a servir como precedente em eventuais pedidos de extradição contra Tagliaferro, que responde a ações penais no Brasil e atualmente vive na região da Calábria, no sul da Itália. Cidadão italiano, ele afirma não ter previsão de retornar ao país.

Em maio deste ano, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou recursos apresentados pela defesa de Tagliaferro no processo em que ele é investigado. O ex-assessor foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em agosto do ano passado, sob a acusação de divulgar informações sigilosas relacionadas ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes. O próprio magistrado, contudo, permanece como relator da ação.

Ao comentar o tema, Enio Viterbo afirmou que a situação de Tagliaferro possui elementos semelhantes aos discutidos pela Justiça italiana no caso de Carla Zambelli.

“Eu lembro de outra situação que provavelmente vai produzir um novo episódio semelhante: o caso de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, que divulgou diálogos atribuídos a assessores do ministro e que apresentariam um cenário de irregularidades em algumas decisões”, declarou.

O advogado acrescentou que, caso um pedido de extradição seja formalizado pelo Brasil, a condição de Alexandre de Moraes como relator do processo poderá voltar ao centro do debate.

“Salvo melhor juízo, Tagliaferro também está na Itália. Haverá um pedido de extradição, ele vai se defender e já responde a processos no Brasil. E quem é o relator desses processos? O próprio ministro Alexandre de Moraes”, observou.

Segundo Viterbo, um magistrado italiano que analise um futuro pedido envolvendo Tagliaferro inevitavelmente levará em consideração o precedente criado pela decisão referente a Carla Zambelli.

“Se você é um juiz italiano, vê o caso da Carla Zambelli, vê essa decisão da Corte de Cassação e depois recebe um pedido de extradição envolvendo um ex-assessor do ministro que divulgou mensagens relacionadas ao próprio ministro, tendo Alexandre de Moraes como relator do caso, a questão inevitavelmente volta a aparecer”, afirmou.

Na entrevista, o especialista também explicou os fundamentos adotados pela Justiça italiana ao negar a extradição da ex-deputada. Conforme relatou, a discussão dizia respeito ao processo envolvendo a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), episódio no qual foi inserido um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes.

Viterbo lembrou que Carla Zambelli estava presa em território italiano enquanto o pedido de extradição era analisado. A decisão pela soltura já havia sido conhecida anteriormente, mas os fundamentos jurídicos só foram divulgados posteriormente, seguindo o rito adotado pelo Judiciário italiano.

Questionado sobre a situação atual da ex-parlamentar, ele confirmou que Zambelli permanece em liberdade. No entanto, destacou que ainda existe outro processo relacionado ao episódio em que ela perseguiu um jornalista portando uma arma de fogo, caso pelo qual também foi condenada pelo STF.

Ao detalhar os argumentos apresentados pela Corte de Cassação, Viterbo afirmou que um dos principais pontos analisados foi a participação do ministro Alexandre de Moraes no julgamento. Segundo ele, a Justiça italiana entendeu que o magistrado não poderia atuar no caso por ter sido diretamente atingido pelos fatos investigados.

“O primeiro ponto levantado pelo Judiciário italiano é que o ministro Alexandre de Moraes não poderia ter participado desse julgamento. A defesa apresentou diversos argumentos e o Estado brasileiro apresentou outros, mas a Corte italiana diz expressamente que se baseou na questão da parcialidade”, explicou.

Ainda de acordo com o advogado, a Corte italiana considerou que, independentemente de a acusação envolver crimes contra o Estado Democrático de Direito, Moraes foi um dos alvos diretos da conduta atribuída à ré, circunstância que, no entendimento do tribunal europeu, comprometeria a imparcialidade objetiva exigida de um julgador.

Outro aspecto destacado na decisão diz respeito à concentração de atribuições exercidas pelo ministro ao longo do processo. Conforme Viterbo, a Corte observou que Alexandre de Moraes participou de diferentes etapas da tramitação, incluindo a expedição do mandado de prisão, a assinatura do pedido de extradição e a resposta a questionamentos encaminhados pelas autoridades italianas sobre as condições do sistema prisional brasileiro.

Para o especialista, o tribunal italiano não imputou má-fé ao ministro, mas concluiu que a acumulação dessas funções gerou incompatibilidade com as garantias do devido processo legal.

“O que a Corte afirma é que ele exerceu papéis incompatíveis com as garantias de imparcialidade exigidas pelo devido processo legal”, ressaltou.

Viterbo também destacou que a decisão ultrapassou a análise meramente formal dos requisitos de cooperação internacional. Segundo ele, a Justiça italiana concluiu que não basta a existência de tratados e normas equivalentes entre os dois países, sendo necessário verificar se essas garantias são efetivamente observadas na prática.

Na avaliação apresentada pela Corte, houve uma “violação macroscópica” dos direitos constitucionais e das garantias processuais da ré, situação que, segundo o entendimento dos magistrados italianos, comprometeria toda a validade do procedimento, desde a produção das provas até a sentença.

Ao comentar os possíveis efeitos futuros da decisão, Enio Viterbo acredita que novos casos semelhantes deverão surgir. Ele lembrou que a defesa de Carla Zambelli chegou a citar a Lei Magnitsky como argumento adicional, embora a Corte italiana não tenha analisado esse ponto específico. Ainda assim, afirmou que a discussão sobre a imparcialidade objetiva tende a reaparecer em outros pedidos de extradição relacionados a processos conduzidos pelo STF.

Por fim, o advogado observou que decisões adotadas por tribunais de outros países, como Argentina e Espanha, já demonstraram preocupação semelhante com aspectos ligados ao devido processo legal. Em sua avaliação, o tema continuará sendo debatido internacionalmente à medida que novos pedidos de cooperação jurídica envolvendo casos relatados pelo ministro Alexandre de Moraes forem submetidos a cortes estrangeiras.

RUMO AO HEXA.

Além de ser uma família abençoada e ungida por DEUS, a família Mão Santa parece carregar consigo uma estrela especial quando o assunto é a Seleção Brasileira. Ao longo dos anos, sua trajetória tem sido marcada pela fé, pela união e pela torcida vibrante pelo nosso país.

Com esperança renovada e confiança no talento dos nossos jogadores, seguimos acreditando que grandes conquistas estão por vir. Que a garra, a determinação e a tradição do futebol brasileiro nos conduzam a mais uma campanha histórica.

Avante, Brasil!!! Que venha o tão sonhado Hexa!!! 

 

Daniela Lima expõe o que o STF tenta esconder a todo custo (veja o vídeo)

JCO

Caiu a casa!

A jornalista Daniela Lima afirmou com todas as letras:

“O clima no STF é de profunda desunião, desconfiança e desconforto.
A nota emitida por Fachin foi sob pressão após uma série de conversas, reuniões e pressões internas envolvendo ministros da Corte.”

Veja:

Líder de facção que foi classificada como "terrorista" por Trump é brutalmente "eliminado" pelos EUA

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (13) a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como "Niño Guerrero", apontado como o principal líder da facção criminosa Tren de Aragua. Segundo o chefe da Casa Branca, a ação foi conduzida pelo Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) por meio de um "ataque cinético rápido e letal".

Em publicação divulgada na plataforma Truth Social, Trump afirmou que a operação representa mais um passo na estratégia adotada por seu governo contra organizações criminosas internacionais. O presidente destacou que cumpriu a promessa de classificar o Tren de Aragua como organização terrorista estrangeira e de ampliar o combate aos cartéis.

"No início da minha administração, cumpri minha promessa de designar o Tren de Aragua como uma Organização Terrorista Estrangeira, deportar milhares de criminosos malignos e travar guerra contra os Cartéis, que há muito travam guerra contra nossos cidadãos, enquanto líderes fracos deixavam a América indefesa", escreveu Trump.

O mandatário também informou que compartilhou um vídeo relacionado à operação em sua rede social e agradeceu a cooperação das autoridades venezuelanas durante a ação conjunta com o Comando Sul. Segundo ele, a ofensiva eliminou um dos principais pontos de apoio da facção.

"Como resultado, os terroristas do Tren de Aragua não têm mais refúgio seguro na Venezuela ou em qualquer outro lugar e, sob minha liderança, encontraremos esses assassinos cruéis e traficantes de drogas a qualquer momento, em qualquer lugar, e os enviaremos às profundezas do inferno, onde pertencem."

Durante a publicação, Trump aproveitou para fazer críticas ao ex-presidente Joe Biden, acusando a gestão anterior de fragilizar a segurança na fronteira sul dos Estados Unidos. O republicano declarou que a entrada irregular de criminosos estrangeiros teria contribuído para o aumento da violência em território americano.

Ao comentar a operação, o presidente citou os casos de Laken Riley, de 22 anos, e Jocelyn Nungaray, de 12 anos, vítimas de crimes que ganharam grande repercussão nos Estados Unidos. Em referência a elas, afirmou:

"Com esta ação, os militares dos Estados Unidos trouxeram retribuição para elas, suas famílias e seus entes queridos."

O Tren de Aragua é considerado pelo governo americano uma organização terrorista estrangeira. Héctor Rusthenford Guerrero Flores respondia a acusações em um tribunal federal de Nova York por conspiração para extorsão (racketeering) e outros crimes relacionados ao apoio e financiamento de atividades terroristas, em investigações que abrangem mais de uma década.

Na época das acusações, o procurador dos Estados Unidos Jay Clayton afirmou que a facção era responsável por uma série de crimes violentos, incluindo extorsão e tráfico de drogas, com atuação na América do Norte, América do Sul e Europa. O Departamento de Estado americano também oferecia recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à captura do líder criminoso.

A organização teve origem há mais de dez anos em uma penitenciária localizada no Estado venezuelano de Aragua e ampliou sua presença internacional acompanhando os fluxos migratórios de venezuelanos para outros países da América Latina e para os Estados Unidos. De acordo com análises do centro de estudos InSight Crime, entretanto, o grupo não possui participação em larga escala no contrabando internacional de cocaína, diferentemente de outras organizações criminosas atuantes na região.

Ao longo dos últimos meses, Trump e integrantes de sua administração passaram a atribuir ao Tren de Aragua parte dos problemas relacionados à violência urbana e ao tráfico de drogas em cidades americanas. O presidente também sustentou, em diversas ocasiões, que a facção teria ligação direta com o governo de Nicolás Maduro, embora essa alegação tenha sido contestada por um relatório desclassificado da inteligência dos Estados Unidos.

Além das sanções e operações direcionadas aos líderes da organização, a atual administração americana ampliou as ações militares e de segurança contra estruturas utilizadas pelo grupo. Entre as medidas anunciadas estão ataques contra pequenas embarcações suspeitas de participação em rotas de narcotráfico no Oceano Pacífico Oriental e no Mar do Caribe, como parte da estratégia de enfrentamento aos chamados "narcoterroristas".

Atentado deixa vítima fatal, dez feridos e atirador tem o "fim" previsto

JCO

Um ataque a tiros registrado na cidade de Midland, no oeste do Texas, deixou uma pessoa morta e pelo menos dez feridas na sexta-feira (12). O autor dos disparos, identificado como Victor Mata Villarreal, de 45 anos, era procurado pelas autoridades por um episódio anterior envolvendo a tentativa de homicídio de um policial.

De acordo com o Departamento de Segurança Pública do Texas, Villarreal iniciou os disparos contra policiais e pessoas que estavam nas proximidades antes de se refugiar em uma clínica veterinária desativada. Horas depois, ele foi encontrado morto dentro do imóvel. As autoridades, no entanto, ainda não esclareceram como ocorreu a morte do suspeito.

A ocorrência começou quando a polícia recebeu denúncias sobre a presença de um atirador na região. Conforme relatou o chefe da polícia de Midland, Greg Snow, os agentes foram recebidos a tiros assim que chegaram ao local. Alguns policiais acabaram encurralados atrás das viaturas e precisaram ser retirados da área com o auxílio de um veículo blindado. Apesar da intensidade do confronto, nenhum integrante das forças de segurança foi atingido.

Segundo a prefeita de Midland, Lori Blong, equipes especializadas utilizaram drones e robôs equipados com câmeras para examinar o interior do prédio onde o suspeito estava escondido. Somente após essa verificação foi possível confirmar que Villarreal já estava morto.

A vítima fatal do ataque foi identificada como Ed Scott, funcionário do setor de resíduos sólidos da cidade de Midland. De acordo com informações da prefeitura, ele era pai de família, marido e mantinha forte participação em organizações locais e regionais ligadas ao softball.

Amigos e conhecidos prestaram homenagens nas redes sociais, descrevendo Ed Scott como uma pessoa generosa e bem-humorada. Além do envolvimento com o esporte, ele era conhecido por atuar como árbitro em competições de softball e vôlei.

As investigações apontam que Villarreal, morador da vizinha cidade de Odessa, era alvo de buscas desde a quarta-feira (10), quando teria efetuado diversos disparos contra um policial durante uma tentativa de abordagem. Conforme os investigadores, o agente tentou interceptar o suspeito, que reagiu abrindo fogo antes de fugir de carro. O veículo utilizado na fuga foi localizado posteriormente abandonado nas proximidades, mas o motivo inicial da abordagem não foi divulgado.

O cerco policial que culminou no ataque desta sexta-feira aconteceu a aproximadamente um quilômetro do local onde o policial havia sido alvo dos disparos dois dias antes.

Até o momento, as autoridades não apresentaram uma motivação para o atentado nem divulgaram detalhes sobre a identidade das demais vítimas ou as circunstâncias em que elas foram atingidas. Também não foram fornecidas informações atualizadas sobre o estado de saúde das pessoas que permanecem hospitalizadas.

O Midland Memorial Hospital informou que quatro pacientes feridos precisaram passar por procedimentos cirúrgicos, enquanto outras cinco vítimas receberam atendimento médico e já tiveram alta.

As tentativas de contato da imprensa com familiares de Villarreal, utilizando números de telefone associados a parentes no Texas, não obtiveram sucesso. Algumas chamadas não foram atendidas, enquanto outras direcionavam para linhas aparentemente desativadas.

Documentos oficiais indicam que o suspeito possuía um histórico criminal. Em 2009, ele foi condenado por porte ilegal de arma de fogo na cidade de San Angelo. Além disso, respondeu a processos por porte ilegal de arma e posse de armamento proibido em 2003 e 2004, embora esses casos tenham sido posteriormente arquivados em razão de acordos judiciais.

Surgem imagens chocantes da queda de avião que matou 5 pessoas (veja o vídeo)

JCO

Cinco integrantes da Força Aérea da Índia morreram neste sábado (13) após a queda de uma aeronave de transporte militar durante um voo de treinamento de rotina no Estado de Assam, localizado na região nordeste do país. A informação foi confirmada por autoridades indianas.

De acordo com um comunicado oficial divulgado pela Força Aérea Indiana na plataforma X, o acidente envolveu uma aeronave modelo AN-32, que caiu nas proximidades da cidade de Jorhat, em Assam. As circunstâncias que provocaram a queda ainda não foram detalhadas pelas autoridades.

A corporação lamentou oficialmente a perda dos militares e manifestou solidariedade às famílias das vítimas. Na publicação, a Força Aérea identificou os cinco ocupantes que morreram em serviço: o líder de esquadrão Prashant Singh, o tenente de voo Shubham Kumar, o sargento Jitendra Sharma, além dos militares Agniveervayu Khemaram Kumawat e Agniveervayu Danish Alam.

Imagens divulgadas após o acidente mostram partes da fuselagem e outros destroços espalhados por uma área de campo aberto próxima ao local da queda. Equipes de resgate e autoridades de segurança foram mobilizadas para atender à ocorrência e iniciar a investigação das causas do desastre.

Este é o segundo acidente aéreo militar registrado na região em um intervalo aproximado de dois meses. Em março deste ano, dois pilotos da Força Aérea Indiana perderam a vida quando um caça Sukhoi Su-30MKI caiu durante outra missão de treinamento de rotina, também no Estado de Assam.

As autoridades militares ainda devem conduzir uma apuração técnica para determinar os fatores que contribuíram para o acidente com o AN-32, procedimento comum em ocorrências envolvendo aeronaves das Forças Armadas.

Assista imagens do acidente: 

URGENTE: Trump "elimina" líder de facção que foi declarada organização terrorista pelos EUA (veja o vídeo)

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que uma operação militar americana resultou na morte de Hector Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como "Niño Guerrero", apontado como o principal líder da organização criminosa venezuelana Tren de Aragua.

Segundo Trump, a ação foi conduzida pelo Comando Sul dos Estados Unidos e ocorreu em "estreita cooperação com nossos amigos na Venezuela, com os quais estamos trabalhando muito bem".

Pouco depois do anúncio, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, publicou uma mensagem na plataforma X informando que a operação havia sido realizada no início desta semana e que a morte de Guerrero foi confirmada. Até o momento, a Casa Branca, o Pentágono e o Comando Sul não divulgaram novos esclarecimentos oficiais sobre a ação.

Veja: 

Nos últimos anos, o governo Trump passou a direcionar uma série de sanções contra Niño Guerrero e outros integrantes da cúpula do Tren de Aragua, acusando-os de participação em atividades ilícitas como tráfico de drogas, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e contrabando internacional.

Em 2025, a facção Tren de Aragua tornou-se um dos principais alvos da política de segurança da administração americana, após ser enquadrada pelo Departamento de Estado dos EUA como organização terrorista estrangeira. Posteriormente, a mesma classificação foi aplicada às facções criminosas brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho).

De acordo com as autoridades norte-americanas, a organização — conhecida no Brasil também pela sigla TDA — atua em uma ampla variedade de delitos, incluindo sequestros, extorsões, tráfico de pessoas para exploração sexual, contrabando de migrantes e mercadorias, mineração ilegal, tráfico de entorpecentes e roubos.

Originado no sistema prisional da Venezuela, o Tren de Aragua expandiu sua atuação para diversos países da América Latina. A organização ficou conhecida pelo controle de rotas utilizadas por venezuelanos e outros migrantes sul-americanos que seguem em direção ao Chile e a outros destinos no continente e na Europa.

Além do tráfico de pessoas, autoridades policiais latino-americanas atribuem ao grupo envolvimento em extorsão, sequestros, lavagem de dinheiro, homicídios por encomenda, contrabando e furtos organizados no varejo, com atuação registrada desde o Panamá até o Brasil e ao longo do corredor andino.

Niño Guerrero estava foragido desde 2023, quando escapou da prisão de Tocorón, na Venezuela, juntamente com outros integrantes da liderança da facção, pouco antes da realização de uma grande operação policial no complexo penitenciário.

Moraes está prestes a sofrer nova derrota internacional

JCO 13/06/2026 às 15:41 A decisão da Corte Suprema de Cassação da Itália que rejeitou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) pod...