ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

URGENTE: PGR se manifesta e acaba com os planos de Moraes contra Mendonça

JCO

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou, em parecer encaminhado a Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que não identificou abuso de autoridade por parte do ministro André Mendonça nas decisões relacionadas ao Caso Master.

A manifestação foi apresentada após Alexandre de Moraes solicitar providências contra o colega, a quem atribuiu possíveis práticas de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a determinados grupos políticos na condução dos casos Master e INSS.

Para fundamentar o pedido, Moraes apresentou relatórios que, segundo a avaliação da PGR, não constituem provas.

“Os próprios relatórios contêm advertência de que não possuem valor probatório, não sendo peça de instrução; não podem ser considerados provas ilícitas, até porque provas não são. Reduzem-se a hipóteses de cenários concebidos a partir dos fatos registrados”, afirma o parecer.

Embora tenha mencionado que documentos da Polícia Federal sugerem um possível direcionamento das investigações, com vieses incompatíveis com a neutralidade esperada de um magistrado, a Procuradoria avaliou que a representação não demonstrou uma conduta que se enquadre na Lei de Abuso de Autoridade.

O órgão também destacou que eventuais crimes de responsabilidade envolvendo ministros do STF devem ser analisados pelo Senado Federal. Já investigações relacionadas a possíveis atos de improbidade administrativa não dependem de autorização do plenário da Corte.

Ao tratar dos documentos apresentados, a PGR observou que eles foram entregues pelo diretor-geral da Polícia Federal ao ministro que os solicitou, por determinação judicial. “A realidade existencial dos relatórios está assentada no fato de terem sido entregues, por ordem judicial, pelo diretor-Geral da Polícia Federal, ao Ministro que as exigiu. Percebe-se que os relatórios de inteligência não geraram diligências investigatórias pela Polícia Federal”, registra o documento.

Diante desses elementos, a Procuradoria-Geral da República concluiu que a representação não deveria prosseguir. O parecer, contudo, ressalvou que cabe ao plenário do Supremo Tribunal Federal decidir, em última instância, sobre a autorização ou a rejeição de investigações contra integrantes da própria Corte.

Lula comete ato desesperado a poucos dias do 2º turno

JCO

Lula, em visita ao Rio Grande do Sul, cometeu um ato de desespero.

Ele afirmou que vai autorizar o TSE a quebrar sigilo bancário dele e de familiares:

"Estou abrindo mão do meu sigilo bancário, da minha família e dos meus cinco filhos, exigindo que o Flávio Bolsonaro faça o mesmo."

Veja: 

A nova pesquisa que pode definir o segundo turno

JCO

O instituto MDA divulgará no próximo sábado, 24 de outubro, sua última pesquisa de intenção de voto antes do segundo turno da eleição presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), previsto para domingo, 25 de outubro.

Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o levantamento será realizado com base em 2.002 entrevistas presenciais, conduzidas entre quarta e sexta-feira. A pesquisa terá margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Na rodada mais recente, divulgada na sexta-feira, 16 de outubro, Flávio Bolsonaro apareceu com 50,5% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 49,5%. A diferença de um ponto percentual configurou empate técnico, considerando a margem de erro do levantamento.

A nova sondagem será a última do instituto antes da votação decisiva e deverá apresentar um retrato das intenções de voto dos eleitores às vésperas da disputa presidencial.

PF alertou sobre risco de quebra de sigilo da fonte de jornalista e Moraes simplesmente ignorou

JCO

Alexandre de Moraes ignorou um alerta da Polícia Federal de que a divulgação de conversas de um jornalista poderia violar o sigilo constitucional da fonte. Mesmo diante do alerta, o magistrado determinou que as mensagens fossem anexadas ao inquérito e, meses depois, autorizou buscas contra pessoas apontadas como informantes do profissional, quebrando o sigilo da fonte.

A investigação foi justificada como uma suposta perseguição ao ministro Flávio Dino pelo jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens sobre o uso de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Dino. Em março, a PF apreendeu celulares e um computador do jornalista.

A tal ‘perseguição’ é mais uma alegação absurda para justificar a quebra do sigilo da fonte do jornalista.

Em 8 de abril, o delegado Antônio Carlos Knoll de Carvalho informou a Moraes que não havia incluído no inquérito conversas que poderiam revelar a identidade das fontes do jornalista. O policial citou o artigo 5º da Constituição, que assegura o sigilo da fonte.

No mesmo dia, Moraes determinou que as conversas fossem anexadas aos autos em até 48 horas.

O ministro reconheceu que a garantia constitucional busca assegurar a divulgação de informações de interesse público, mas considerou que havia indícios de crime de perseguição contra Dino.

“Desse modo”, escreveu Moraes, “é indispensável a juntada das provas aos autos, de modo que seja regularmente analisada a sua licitude pelo Poder Judiciário no contexto da existência de indícios de crimes.”

Em julho, a PF pediu mandados de busca contra o ex-delegado Raimundo Cutrim e o advogado Diogo Diniz Lima, apontados como informantes de Luís Pablo.

Moraes autorizou as medidas, cumpridas em agosto. Segundo a investigação, Cutrim teria obtido dados sobre os veículos em sistemas de acesso restrito e repassado o material ao jornalista.

Para não perder nenhum detalhe dessa eleição, baixe o APLICATIVO DO JCO. Basta clicar no link abaixo:

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/paginas/aplicativo

Você será notificado sempre que algo URGENTE acontecer!

Completamente perdido Lula se entrega com “sincericídio” (veja o vídeo)

JCO

Lula disse inúmeras asneiras no debate da Band. Mentiu, perdeu a paciência e fez ameaças.

Uma participação medíocre, postura indecente e desempenho extremamente fraco.

Entretanto, num determinado momento, no final do debate, se rendeu ao 'sincericídio'. Lula disse que, se fosse eleito para um quarto mandato, o Brasil iria "acabar".

"Nesse quarto mandato, a gente vai dizer, 'o Brasil acabou'. E vai ser um país grande, um país desenvolvido, que vai deixar de ser um país que vai deixar de fazer...", disse o petista. No final da fala, ele teve o microfone desligado pela produção por conta do final do tempo disponível e, por isso, não concluiu o raciocínio. Terminou muito mal.

Veja o vídeo:

Para não perder nenhum detalhe dessa eleição, baixe o APLICATIVO DO JCO. Basta clicar no link abaixo:

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/paginas/aplicativo

Você será notificado sempre que algo URGENTE acontecer!

domingo, 18 de outubro de 2026

CULTO DE CELEBRAÇÃO NA IGREJA EL SHADAY - HOJE O PASTOR ULISSES ROCHA EXPLICO: SER F0LHA E SER FRUTO

Hoje foi uma noite de bênçãos, aprendizado e comunhão na presença de DEUS!!!

O Pastor Ulisses Rocha trouxe uma reflexão especial sobre o tema “SER FOLHA E SER FRUTO”, ensinando-nos que não basta apenas florescer: é preciso produzir frutos que glorifiquem o nome do SENHOR!!!

Que nossas vidas sejam como árvores plantadas na presença de DEUS, florescendo com fé, amor, esperança, e produzindo frutos de bondade, humildade, amor, caridade e transformação!!!

Que o SENHOR nos ajude a florescer em sua presença e a dar bons frutos para o Seu Reino!!!

IGREJA EL SHADAY — UM LUGAR DE FÉ, ADORAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO!!!

DEUS SEJA LOUVADO!!!

Culto de Celebração com Pr. Ulisses Rocha.  
 Culto de Celebração com Ap. Eduardo Carvelho
Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog, vídeos Igreja El Shaday.

Os porcos à mesa: A revolução dos companheiros — parte 2

JCO

Na primeira parte desta série, uma foto de ministros do Supremo às gargalhadas nos levou à última página de A Revolução dos Bichos, quando os animais espiam pela janela e já não distinguem porcos de homens. Seguindo o roteiro clássico das revoluções, resumido pelo comentarista Renato Trezoitão, vimos as duas primeiras fases: a tomada do poder e os expurgos dos inimigos.

Falta responder à pergunta mais incômoda: o que uma revolução faz com os próprios filhos quando já não tem inimigos para devorar?

TERCEIRA FASE: A REVOLUÇÃO DEVORA SEUS FILHOS

Na granja de Orwell, a resposta vem em duas cenas. Na primeira, animais são levados diante de Napoleão, “confessam” crimes que ninguém viu e são mortos ali mesmo pelos cães. Na segunda, Sansão, o cavalo que mais trabalhou pela revolução e cujo lema era “trabalharei ainda mais”, fica velho e é vendido ao matadouro. A lealdade não o salvou.

A esquerda armada brasileira conheceu essa lógica de perto. Em 1971, Márcio Leite de Toledo, militante da ALN, de 26 anos, discordava das ações armadas da organização e se recusou a deixar o país. A direção decidiu eliminá-lo. Ele foi chamado para um encontro e morto com oito tiros disparados pelos próprios companheiros. O jornalista Lucas Ferraz, que reconstituiu o caso no livro Injustiçados, resume: Márcio foi condenado “não pelo que fez, mas pelo que poderia fazer”. Não foi um caso isolado. O livro relata outras execuções de militantes por tribunais revolucionários até 1973.

Hoje, a revolução não mata os filhos. Expulsa-os da granja.

Em dezembro de 2003, menos de um ano depois da posse de Lula, o diretório nacional do PT expulsou a senadora Heloísa Helena e os deputados federais Luciana Genro, Babá e João Fontes. O motivo foi o voto contra a reforma da Previdência defendida pelo governo.

Foram expulsos por fazer, no poder, o que o PT pregava antes de chegar a ele.

Em setembro de 2017, foi a vez de Antonio Palocci, fundador do partido e ex-ministro da Fazenda de Lula. Depois que ele acusou Lula em depoimento à Justiça, o PT abriu um processo para expulsá-lo. Palocci se antecipou, pediu a desfiliação e deixou na carta uma pergunta que Orwell poderia ter escrito: o PT seria um partido ou “uma seita guiada por uma pretensa divindade”?

Agora compare com o que aconteceu em outubro de 2012. Um dia depois de condenados pelo Supremo no mensalão, José Dirceu e José Genoino foram aplaudidos no diretório nacional do partido. Genoino foi recebido aos gritos de “guerreiro do povo brasileiro”.

A regra da granja está aí. Quem vota contra o governo é expulso. Quem fala contra o chefe vira traidor. Quem é condenado por corrupção, mas se mantém fiel, vira herói. O que se pune não é o crime. É a deslealdade.

QUARTA FASE: A NORMALIZAÇÃO

No último capítulo do livro, os porcos passam a andar sobre duas patas. Os mandamentos pintados na parede do celeiro desaparecem e dão lugar a um só: todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros. A revolução não acabou. Virou rotina.

Em setembro de 1993, em Ariquemes, Rondônia, Lula disse que havia no Congresso “uma maioria de uns 300 picaretas que defende apenas seus próprios interesses”. Doze anos depois veio o mensalão, e o Supremo concluiria que o governo pagou parlamentares em troca de apoio. Os picaretas não tinham sido derrotados. Tinham sido contratados.

A mesa continua posta. Em fevereiro de 2025, Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade. Entre os motivos relatados pela imprensa estava a dificuldade dela em lidar com o centrão, que queria mais controle sobre o orçamento da pasta. Segundo o Poder360, a saída facilitaria essa relação. O lugar de Nísia ficou com Alexandre Padilha, até então o articulador político do governo. A granja precisava de mais cadeiras à mesa.

A OBJEÇÃO

Um defensor do partido dirá que todo partido expulsa quem desobedece e que disciplina partidária não é expurgo. Tem razão em parte. Partidos têm programas, e quem vota sistematicamente contra eles pode ser afastado.

Mas o problema não é expulsar. É o critério. Em 2003, saíram os que defendiam o programa original do PT. Em 2012, ficaram, aplaudidos, os condenados por corrupção. Um partido que expulsa a coerência e aplaude a condenação não está praticando disciplina. Está escolhendo quem pode sentar à mesa.

Também é justo lembrar que o regime militar matou. A Comissão Nacional da Verdade reconheceu 434 mortos e desaparecidos por ação do Estado. Nada neste artigo absolve a repressão. O ponto aqui é outro: a lógica interna dos movimentos que prometem libertação e acabam punindo justamente quem leva a promessa a sério.

A JANELA

Orwell terminou o livro com os bichos do lado de fora, olhando pela janela. Eles não podiam fazer nada, mas ao menos podiam ver.

No Brasil de 2026, os ministros riram, um fotógrafo registrou a cena, e o Supremo respondeu fechando a janela.

Na granja de Orwell, os bichos ao menos podiam olhar. Resta saber por quanto tempo um país aceita assistir à festa apenas pela fresta.

URGENTE: PGR se manifesta e acaba com os planos de Moraes contra Mendonça

JCO 19/10/2026 às 18:46 A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou, em parecer encaminhado a Edson Fachin, presidente do Supremo Tribu...