ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 11 de março de 2026

Lauro Jardim ataca duramente Viviane e desmoraliza explicação sobre os R$ 129 milhões

 JCO

Antes tivesse permanecido calada. O primeiro pronunciamento de Viviane Barci sobre o seu suposto relacionamento profissional com o Banco Master foi catastrófico.

“Análises feitas por três programas de verificação (AskGPT, Grammarly e Justdone) indicam plágio e uso de IA acima de 70%.”

Lauro Jardim bateu duro e desmoralizou a advogada. Confira:

O Código de Conduta do Banco Master, de autoria do escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, que se pronunciou pela primeira vez sobre o caso apenas anteontem, é uma espécie de “Frankenstein regulatório”: mistura trechos quase literais de leis brasileiras com jargões clássicos de cartilhas de grandes bancos e fintechs.
Análises feitas por três programas de verificação (AskGPT, Grammarly e Justdone) indicam plágio e uso de IA acima de 70%.
Há textos muito semelhantes a dispositivos da Lei Anticorrupção, do Código Penal e de normas da Comissão de Valores Mobiliários sobre uso de informação privilegiada, elementos necessários em eventual auditoria do Banco Central. E ainda termos como “PLD-FT” (prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo) e “transações com partes relacionadas”, usados em manuais de instituições como Itaú, Bradesco e bancos de investimento.
Por outro lado, o código de ética tem regras bastante específicas, como a proibição de funcionários emitirem recibos de investimentos fora das regras internas, participarem de transações imobiliárias envolvendo parentes ou registrarem fotos dentro das dependências do banco sem autorização.
O manual estava entre os trabalhos prestados pelo escritório, que previa o pagamento de R$ 129 milhões em três anos à esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Isso é deprimente para a nossa democracia.

Forças Armadas enquadram Lula após escândalos no STF: "Muito preocupado"

Areaviv
Lula e ministro Joseli Parente Camelo (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O jornalista Merval Pereira revelou no Estúdio I da GloboNews, apresentado por Andreia Sadi nesta segunda-feira (9), que as Forças Armadas enquadraram Lula por conta dos escândalos no STF – Supremo Tribunal Federal.

Ele disse que os comandantes militares já fizeram chegar ao presidente Lula a ponderação de que, no julgamento da tentativa de golpe de estado, no dia 8 de janeiro, eles não se meteram, em referência à condenação histórica de militares de alta patente pela primeira vez na República.

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Merval contou sobre a suposta ameaça dos militares, que indicaram que nenhum deles reagiu às condenações do 8 de janeiro. O jornalista ainda colocou como se o Governo Lula tivesse feito as condenações. “Vocês condenaram, o Supremo condenou quem eles quiseram...”.

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O repórter prosseguiu o relato, de que os chefes das Forças Armadas disseram que o Supremo condenou quem eles quiserem, fizeram tudo, e as FFAA assumiram a conta. Contudo, agora eles exigiriam saber o que irá acontecer no Supremo Tribunal Federal, revelou Merval, sem trazer maiores especificações.

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Ele contou que agora o Lula está conversando com os militares. Em seguida, ele assume que não tem confirmação da conversa do Presidente com os militares, demonstrando que tudo é especulação. “E não consegui confirmar, mas haveria uma reunião ontem do Lula com os ministros militares exatamente para desanuviar esse clima”, disparou.

O jornalista, contudo, confirmou que pessoas que tiveram com o Lula disseram que ele estava muito preocupado com essa situação. E emendou que – ainda – não é insatisfação dos comandantes militares, é apenas um chamado de que estão de olho. Octávio Guedes percebendo a embromação não perdeu a oportunidade de ironizar: “É só um salve [das FFAA]. Mandaram um salve”.

Filha de Fachin dá lição em esposa de Moraes

 JCO

Surge no universo um excelente exemplo.

A filha e o genro do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, encerraram as atividades do escritório jurídico que mantinham no Paraná, especialista em contencioso.

Melina Fachin e Marcos Gonçalves comunicaram a decisão no mês passado, em meio à discussão sobre a elaboração de um Código de Ética para ministros da Corte e questionamentos a respeito da atuação de familiares de magistrados em tribunais.

Uma lição com endereço certo: Viviane Barci.

Alcolumbre tenta evitar CPMI do Master e novo pedido de impeachment contra Moraes é anunciado (veja o vídeo)

JCO

Deputados se reuniram em coletiva de imprensa, na terça-feira (10), para ressaltar a urgência da aprovação da CPMI do Banco Master, que investiga a maior fraude da história do Brasil, envolvendo figuras do mais alto escalão da República. Em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade Online, o deputado federal Daniel Freitas (PL-SC) criticou o senador David Alcolumbre, que está há mais de um mês com o pedido de CPMI ‘esquecido’ na gaveta. 

“A CPMI cumpriu com todos os requisitos para ser instaurada, mas, seja por falta de vontade política, seja por blindagem, o  senador Alcolumbre não se mexeu, mas vai sair, inclusive já impetramos um mandado de segurança para que não haja mais desculpas e a CPMI seja aberta o mais rápido possível”, frisou. 

O parlamentar comentou ainda que na coletiva foi anunciado mais um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. 

Veja o vídeo: 

Vaza informação bizarra sobre evento em Londres com Moraes, Toffoli, Gonet e outras autoridades

JCO

Em abril de 2024, durante agenda na capital britânica, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou de um encontro social em Londres que incluiu uma degustação do tradicional uísque escocês Macallan. 

Entre os presentes estavam o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. O evento ocorreu no George Club, um clube privado situado em uma das regiões mais valorizadas da cidade.

O encontro ocorreu paralelamente ao 1° Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, realizado entre os dias 24 e 26 de abril de 2024. O evento contou com patrocínio do Banco Master e reuniu diversas autoridades brasileiras que estavam na capital do Reino Unido para participar das discussões jurídicas e institucionais promovidas no fórum.

A reunião no clube privado teve duração aproximada de duas horas. Durante a ocasião, os convidados participaram de uma experiência de degustação do uísque Macallan e tiveram acesso a charutos e serviços gastronômicos oferecidos no local.

Documentos da organização do evento, posteriormente encaminhados pela Polícia Federal à CPMI do INSS, indicam que o custo da degustação foi de 640,8 mil dólares, o que correspondia a cerca de R$ 3,2 milhões na cotação da época. O valor incluía não apenas a bebida, mas também a estrutura de entretenimento e os serviços oferecidos aos participantes.

Ao todo, cerca de 40 pessoas participaram do encontro. Entre elas estavam o ministro Alexandre de Moraes; o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; os ministros do STF Dias Toffoli e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves; o procurador-geral da República Paulo Gonet; o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski; além do empresário Daniel Vorcaro.

Em mensagens enviadas à então namorada, Martha Graeff, Vorcaro comentou o evento e destacou a presença de diversas autoridades brasileiras no encontro.

"Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc. E euzinho discursando", escreveu o empresário.

Ao final da experiência, os convidados receberam como presente uma garrafa do uísque Macallan. O valor da bebida varia conforme a edição e o tempo de envelhecimento: versões mais comuns podem custar cerca de R$ 1 mil, enquanto exemplares raros chegam a ultrapassar 100 mil dólares (R$ 517 mil na cotação atual).

O episódio voltou a ser mencionado posteriormente em uma sessão reservada do STF realizada em 12 de fevereiro deste ano. Na ocasião, ministros discutiam a permanência de Dias Toffoli como relator de investigações envolvendo o Banco Master.

Durante o debate, Alexandre de Moraes afirmou que vários integrantes da Corte e o diretor da Polícia Federal estiveram presentes no encontro em Londres e que a participação no evento não configuraria impedimento para atuação em processos relacionados.

"Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan [o uísque escocês]", declarou Moraes durante a sessão do Supremo.

Documentos enviados à CPMI também indicam que o conjunto de eventos realizados em Londres entre 24 e 26 de abril de 2024 teve custo total estimado em 6 milhões de dólares, o equivalente a aproximadamente R$ 31 milhões. A programação incluiu hospedagem no hotel de luxo The Peninsula, jantares, encontros privados em clubes da cidade, apresentações musicais e atividades de hospitalidade destinadas a um grupo de cerca de 60 a 70 convidados.

Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no "documento" recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF.

Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O "sistema", certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda

Veja a capa: 

da Redação

terça-feira, 10 de março de 2026

Moraes manda idosa doente condenada pelo 8/1 para atrás das grades

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou a prisão domiciliar concedida à aposentada Sônia Teresinha Possa, de 68 anos, condenada pelos atos de 8 de janeiro. Além de restabelecer o cumprimento da pena em regime fechado, o magistrado determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apure a conduta do juiz responsável pela decisão que havia autorizado a medida.

Sônia cumpre pena de 14 anos de prisão. A execução da condenação havia sido encaminhada à Vara de Execuções Penais de Curitiba, onde o juiz José Augusto Guterres autorizou, em setembro do ano passado, que ela cumprisse a pena em casa. A decisão foi baseada em laudos médicos que apontavam problemas de saúde, incluindo neoplasia maligna de pele, otite crônica, otorreia e otomastoidite.

Após a autorização da domiciliar, a contadora aposentada passou a utilizar tornozeleira eletrônica e se mudou para a cidade de Guarapuava (PR), onde reside seu filho. No entanto, em janeiro deste ano, ao comparecer ao Departamento Penitenciário local para entregar a resenha de um livro — atividade que poderia contribuir para a remição da pena —, ela acabou novamente detida por ordem do ministro do STF.

Segundo a advogada de defesa, Shanisys Massuqueto Butenes, durante os cerca de quatro meses em que permaneceu em prisão domiciliar, a idosa teria saído de casa apenas para realizar consultas médicas.

Dificuldades para garantir tratamento médico

O pedido de cumprimento da pena em casa foi apresentado após o surgimento de uma nova mancha na pele da aposentada, em abril, que médicos interpretaram como possível retorno do câncer. Naquele período, ela estava detida no Complexo Médico Penal de Pinhais, localizado na região metropolitana de Curitiba, distante do hospital onde realizava o acompanhamento médico.

A defesa argumentou que o próprio presídio havia relatado dificuldades logísticas para assegurar o tratamento adequado, já que a unidade não dispõe de estrutura especializada para esse tipo de atendimento. Um médico que avaliou a situação concluiu que Sônia atendia aos requisitos para cumprir a pena em prisão domiciliar, o que levou o juiz da execução penal a autorizar a medida.

Mesmo assim, em 16 de janeiro, Alexandre de Moraes negou a flexibilização da pena. A decisão se baseou em parecer da Procuradoria-Geral da República, segundo o qual o tratamento médico seria “eventual e programado”, não impedindo a permanência da detenta no sistema prisional, com encaminhamento para atendimento hospitalar quando necessário.

A defesa afirma que o pedido de domiciliar já havia sido apresentado ao STF meses antes da decisão da Vara de Execuções Penais, mas ainda não havia sido analisado. Na avaliação dos advogados, o ministro teria tomado conhecimento da autorização concedida pelo juiz paranaense apenas posteriormente, ao examinar o caso.

Determinação de nova prisão e investigação do juiz

Em 22 de janeiro, Moraes determinou a nova prisão da aposentada e intimou o juiz responsável pela decisão para explicar, no prazo de 24 horas, os motivos da concessão da domiciliar sem autorização do Supremo. O caso também foi encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça para eventual adoção de medidas disciplinares.

Sônia foi novamente detida no Departamento Penitenciário Nacional de Guarapuava no final de janeiro e posteriormente transferida para o Complexo Médico Penal de Pinhais.

De acordo com o filho da aposentada, Renan Possa, a mãe está emocionalmente abalada. Ele afirma que o tratamento contra o câncer de pele, que apresenta episódios recorrentes, teria sido interrompido diversas vezes em razão das mudanças em sua situação prisional.

Renan relata que as visitas ocorrem aos sábados, mas que, por morar em Guarapuava, consegue encontrar a mãe apenas uma vez por mês.

“Faço um bate-volta, dá em média 3h30 de viagem”, disse.

Lauro Jardim ataca duramente Viviane e desmoraliza explicação sobre os R$ 129 milhões

 JCO 11/03/2026 às 09:40 Antes tivesse permanecido calada. O primeiro pronunciamento de Viviane Barci sobre o seu suposto relacionamento pro...