ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 13 de julho de 2023

Lula sanciona Minha Casa, Minha Vida; veja quem tem direito de participar do programa

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (13) o projeto de lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Entre as novidades estão a ampliação do acesso de faixas de renda; a redução de taxas; e o aumento do subsídio para aquisição de imóveis. 

Durante a cerimônia de lançamento da nova edição do programa, Lula lembrou que o déficit habitacional é um problema histórico e crônico no Brasil.

“Em 1974, na primeira campanha vitoriosa do PMDB, foi dito que o Brasil tinha um déficit habitacional de 7 milhões de casas. Isso foi há 48 anos. Hoje eu vejo as pessoas falarem que temos um déficit ainda de 6 a 7 milhões de casas, mesmo com o programa MCMV fazendo 6 milhões de casas nesses últimos anos”, disse o presidente. 

“Isso demonstra a necessidade do Estado se sentir obrigado a fazer essa reparação”, acrescentou.

As novas regras já estavam em vigor desde o último dia 7, por conta da MP 1.162/23, aprovada em fevereiro pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, até o início de julho 10.094 unidades já haviam sido entregues em 14 estados. O investimento, até então, já estava em R$ 1,17 bilhão. 

De acordo com o Planalto, com as novas regras populações de rua também poderão acessar o programa. A previsão é de que, até o final do ano, sejam entregue mais 8 mil unidades habitacionais, e que 21,6 mil obras sejam retomadas. A meta é contratar 2 milhões de moradias até 2026. 


Faixas de renda

Tanto as faixas de renda para beneficiários, como o valor a ser financiado foram ampliados. Com isso, a Faixa 1 do programa contemplará famílias com renda mensal de até R$ 2.640. Já a Faixa 2 contemplará famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil; e a Faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.

Já com relação ao valor do imóvel, o financiamento máximo será de R$ 170 mil para empreendimentos voltados à Faixa 1; R$ 264 mil para a Faixa 2; e R$ 350 mil para a Faixa 3. 

No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil. Já o financiamento para melhoria de uma moradia passou de R$ 23 mil para R$ 40 mil.

As taxas de juros variam de acordo com a região e com a renda, indo de 4% ao ano a 5,5%, no caso da Faixa 1; de 4,75% a 7%, para a Faixa 2; e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3. 

O governo federal aumentou também os descontos oferecidos para as famílias que acessarem o financiamento com recursos do FGTS para a aquisição do imóvel – de R$ 45,7 mil para R$ 55 mil, restrito aos beneficiários da Faixa 1. Segundo o Planalto, esse limite não era revisto desde 2017 

As prestações mensais pagas pelos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com um valor mínimo de R$ 80, ao longo de um período de 5 anos.

Avanços

As novas contratações do MCMV trazem melhorias, também, nas especificações dos imóveis. Entre as melhorias estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para casas e de 41,50 m² para apartamentos; e a criação de varandas “para oferecer um espaço adicional aos moradores”. Além disso, os conjuntos deverão ter sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.

Ainda entre as melhorias está a necessidade de o terreno estar localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas – o que inclui acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, além de acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo. 

“Terrenos mais bem qualificados podem receber um valor adicional em sua aquisição, incentivando a qualidade e adequação das localizações dos empreendimentos”, complementou o Planalto.

Veja quem tem direito a participar do programa

Divisão das faixas de renda, no caso de domicílios urbanos:

a) Faixa Urbano 1 - renda bruta familiar mensal até R$ 2.640

b) Faixa Urbano 2 - renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e

c) Faixa Urbano 3 - renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8.000

Faixas de renda, no caso de áreas rurais:

a) Faixa Rural 1 - renda bruta familiar anual até R$ 31.680

b) Faixa Rural 2 - renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800 e

c) Faixa Rural 3 - renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000

Como as pessoas da Faixa 1 podem se inscrever no programa?

Segundo o Ministério das Cidades, o cadastro do cidadão ocorre por intermédio da Prefeitura, a quem compete fazer sua inscrição no Cadastro Único. Após o cadastro, a prefeitura realizará a seleção de acordo com os critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades. Segundo o ministério, é importante destacar que é proibida a cobrança de qualquer taxa de cadastramento, tanto no âmbito urbano quanto rural.

Quem não pode participar do programa?

- Titular de contrato de financiamento obtido com recursos do FGTS ou em condições equivalentes às do Sistema Financeiro da Habitação, em qualquer parte do País;

- Proprietária, promitente compradora ou titular de direito de aquisição, de arrendamento, de usufruto ou de uso de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade estabelecido pelas regras da administração municipal, e dotado de abastecimento de água, de solução de esgotamento sanitário e de atendimento regular de energia elétrica, em qualquer parte do País; ou

- pessoas que receberam, nos últimos dez anos, benefícios similares oriundos de subvenções econômicas concedidas com recursos do orçamento geral da União, do FAR, do FDS ou provenientes de descontos habitacionais concedidos com recursos do FGTS, excetuados as subvenções e os descontos destinados à aquisição de material de construção e o Crédito Instalação, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, na forma prevista em regulamentação específica.

Repercussão

Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato de Souza Correia, mais de 6 milhões de habitações já foram construídas graças ao programa, desde sua primeira versão, em 2009. Na solenidade de sanção das novas regras, ele avaliou como "positiva" a nova versão do programa:

“A CBIC avalia de forma muito positiva a versão atual do MCMV, pois volta a contemplar, com recursos da União, a parcela mais carente da população brasileira, que sofre com habitações precárias e com aluguéis muito caros. O governo já estaria de parabéns se ficasse somente nessa parte, mas fez mais: ajustou o programa nas faixas financiadas pelo FGTS.”

Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, os entraves e o atraso promovido pelo governo anterior deixou de concluir 186 mil unidades habitacionais. “Destas, 83 mil unidades estavam paralisadas”, disse o ministro. Ele acrescentou que o programa conseguiu retomar mais de 17 mil casas e já entregou mais de 10 mil moradias, beneficiando mais de 100 mil brasileiros que buscavam habitação.

Representante do Movimento Camponês Popular, Jéssica Briito lembrou que a atual edição do MCMV só foi possível no campo, enquanto política pública, após muito diálogo e reivindicações por parte dos camponeses.

“Só chegou nas diversas populações do campo, em todas as regiões desse país, graças a parceria com os movimentos do campo que historicamente fazem a luta por reforma agrária; pelo reconhecimento do campesinato na tarefa permanente de produzir alimentos; e pela luta por melhores condições de produção e de vida no campo. Essas organizações ousaram lutar e reivindicar o direito à moradia para essas populações”, disse. 

“A moradia no campo, para nós, é um elemento de permanência das famílias no campo. Mais do que isso, ela é também um elemento de transformação da autoestima das mulheres camponesas, porque somos nós, mulheres, que sentimos de perto a dureza de não ter um teto e um lar seguro para os nossos filhos. Nos fortalece muito a retomada desse programa, tendo como um dos principais critérios de atendimento as mulheres camponesas.”

Representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores, Bartira Costa defendeu a priorização de políticas urbanas, enquanto "agenda prioritária para o desenvolvimento urbano do Brasil, tendo a cidade como direito e não apenas como moradia”; a “retomada imediata” do Conselho das Cidades; e a convocação da Conferência das Cidades.

“Precisamos também garantir a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico para todas as pessoas independente do local e das condições de moradias, bem como da capacidade de pagamento. Para isso é fundamental fortalecer as empresas e os serviços públicos de saneamento; retomar os investimentos do plano enquanto instrumento de planejamento. O saneamento deve ser encarado como política estratégica para o desenvolvimento do Brasil, condicionante da qualidade de vida nas cidades”, disse.

 

Fonte: Agência Brasil e Estadão Conteúdo 

Governo Lula recua e ministro nega que iria taxar usuários de internet FONTE: terrabrasilnoticias.com

Governo Lula recua e ministro nega que iria taxar usuários de internet

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

13/07/2023 - 20:41

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta (PT-RS; foto)negou que o governo tenha planos de taxar usuários da internet. A informação do tributo foi passada peloministro do GSI, general Marco Antonio Amaro dos Santosà Folha de SP.

“Não existenenhuma possibilidade do governo federal taxar os usuários de internetpara financiar uma agência de cibersegurança ou qualquer iniciativa do tipo. O temanunca chegou ao conhecimento ou foi discutido pelo presidente@LulaOficial, escreveu Pimenta em seu sua rede social.

Segundo a reportagem, oGabinete de Segurança Institucional (GSI) teria elaborado uma propostade Política Nacional de Segurança Cibernética, que propõe a criação de uma agência para melhorar a governança da atividade. O projeto, com custo anual de quaseR$ 600 milhões, seria financiado pela taxa cobrada dos usuários pelo uso da internet.

O Antagonista

FONTE: terrabrasilnoticias.com

Um novo cenário surge, agita bastidores do TSE e Bolsonaro ganha fôlego (veja o vídeo)

JCO

As movimentações em Brasília relacionadas ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no TSE continuam intensas.

Seja no Congresso ou no Judiciário, os próximos passos estão sendo calculados.

Na Câmara, pelo menos dois projetos de lei podem beneficiar Bolsonaro - com anistia ou redução da condenação de 8 anos de inelegibilidade. Em recente entrevista, o deputado federal Eduardo Bolsonaro comentou esse assunto.

Eduardo também trouxe à tona um fato surpreendente que, certamente, vai agitar os bastidores do TSE: em 2026, os ministros Nunes Marques e André Mendonça serão respectivamente o presidente e o vice-presidente do TSE:

"Lula, dois anos antes da eleição, estava preso, inelegível, porque o caso de Bolsonaro também não pode ter uma reviravolta?", ironizou o parlamentar. 

Nas Cortes judiciais, todo o cuidado é pouco... A defesa de Bolsonaro já sinalizou que deve recorrer ao STF. Nos bastidores, se fala muito sobre aguardar Nunes Marques assumir a presidência do Órgão.

Tal fato escancara uma nova leva de possibilidades para reverter a condenação do TSE.

Dois reforços de fechar aeroporto, Ramón Díaz já vai comemorar: Vasco quer fechar com dupla acima da média

Bolavip Brasil
 Dois reforços de fechar aeroporto, Ramón Díaz já vai comemorar: Vasco quer fechar com dupla acima da média
Dois reforços de fechar aeroporto, Ramón Díaz já vai comemorar: Vasco quer fechar com dupla acima da média© Getty Images
Os dois jogadores chegariam para elevar o nível da dupla para fortalecer o elenco do comandante Ramón Díaz

Devido ao adiantamento do jogo contra o América-MG, que aconteceria no próximo fim de semana, o Vasco só volta a campo no dia 23 de julho contra o Athletico-PR, em duelo válido pela 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Recentemente, o Gigante da Colina fechou com o treinador Ramon Diaz. Para convencer o comandante a assumir, o time carioca deve insistir em buscar reforços que cheguem para elevar o nível do time carioca. A ideia é trazer pelo menos mais dois reforços que elevem o nível do Almirante.

De acordo com informações apuradas pela equipe de reportagem da Rádio Itatiaia, que cobre o Gigante da Colina, o Vasco quer trazer um meio-campista e mais um lateral-esquerdo. Mesmo com a chegada de Medel e já tendo Lucas Piton, os setores devem ser reforçados.

“O Vasco busca a contratação de um volante e lateral-esquerdo. Mesmo com a contratação de Medel, a comissão técnica entende que a equipe precisa de mais um jogador para o setor. Com apenas Lucas Piton para o setor, um lateral-esquerdo também deve desembarcar em São Januário”, relatou o perfil O Almirante seguindo as informações da Rádio Itatiaia.

Em relação à tabela da Primeira Divisão da Liga Nacional, o Vasco soma apenas nove pontos e ocupa a penúltima posição da principal competição nacional. Por outro lado, a diferença de pontos para o Bahia, primeiro colocado fora do Z4, é de quatro pontos.

ALGUÉM MENTE!!! QUEM??? PRECISAMOS SABER E TEMOS QUE DESCOBRIR.

Ou é o SIMEPI - Sindicato do Médicos do Estado do Piauí, que deram uma declaração comprometedora contra o governo do Estado, ou é o Hospital Dirceu Arcoverde - HEDA, através do Diretor técnico, Doutor Carlos Teixeira que mente. Hoje a tarde falei com um amigo que teve um primo INFARTADO e precisou de um ECOCARDIOGRAMA, o mesmo não foi realizado, o que fizeram foi mandar o paciente pra casa, ISSO É UM ERRO GRAVE POR PARTE DO HOSPITAL.

Precisamos saber quem MENTE nessa história.



ANIVERSRIANTE DO DIA.

Hoje o meu amigo Jailton Silva completa mais um ano de vida, pedimos  DEUS que lhe conceda paz, saúde, sabedoria, felicidades e vida longa.

Parabéns meu amigo!!!

Lei de Zucco no RS pode enterrar decisão covarde de Lula contra Escolas Cívicos-Militares

JCO

O deputado federal Zucco (Republicanos-RS) classificou como irresponsável, revanchista e antidemocrática a decisão do Ministério da Educação em acabar com o programa federal das Escolas Cívico-Militares. Segundo o parlamentar, o ministro Camilo Santana mentiu para o Parlamento brasileiro quando garantiu, em audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, de que manteria as 202 unidades educacionais que optaram por aderir ao Pecin.

“Isso não pode ficar sem uma resposta efetiva. Estamos avaliando entrar com uma ação no Ministério Público Federal para que os 120 mil estudantes não fiquem desassistidos. Esse modelo trouxe um ganho significativo para a educação, um programa de excelência que melhorou o Ideb, a segurança no ambiente escolar e elevou a autoestima dos jovens”, destacou Zucco.

A decisão do governo Lula pegou muito mal junto aos governadores, sejam eles de partidos aliados ou de oposição.

No Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) garantiu que vai manter e ampliar as escolas cívico-militares. O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) já sinalizou que não vai seguir a decisão do MEC.

“Fui aluno de Colégio Militar e sei da importância de um ensino de qualidade e como é preciso que a escola transmita valores corretos para os nossos jovens”, comentou.

Ratinho Jr. (PSD) também decidiu manter o sistema no Paraná. Atualmente, o estado tem 194 escolas do modelo, e deve incorporar as 12 federais ao seu sistema. Cláudio Castro (PL) também vai manter o sistema no Rio de Janeiro. Na avaliação de Zucco, o governador gaúcho Eduardo Leite também deve assumir as 27 escolas do modelo federal.

“Em time que está ganhando não se mexe. Não tenho dúvidas que a maioria dos estados vai seguir esse mesmo caminho”, afirmou. 

Zucco é o autor da Lei Estadual 15.401/2019, que criou o modelo gaúcho de escola cívico-militar, cuja adesão se dá por meio de consulta pública junto à comunidade escolar e utiliza policiais militares da reserva como monitores. Segundo o deputado, os resultados alcançados são fantásticos e as comunidades estão extremamente satisfeitas.

“As demandas por novas migrações para o modelo cívico-militar não param de crescer. Jamais houve uma comunidade que tenha rejeitado o modelo. Em média, essas consultas têm a aprovação de 90% dos votantes. Os relatos dos prefeitos e diretores são de que, em menos de três meses, a realidade dessas escolas começa a ser transformada”, ressaltou o parlamentar.

Atualmente, são 56 escolas cívico-militares implementadas com base na Lei 15.401/2019. Zucco acrescenta que há uma fila de espera de aproximadamente 50 municípios gaúchos que desejam o modelo de ensino.  

De acordo com relatório produzido pelo Ministério da Educação em dezembro de 2022, naquelas unidades educacionais onde o modelo cívico-militares foi  implementado houve a redução de 82% da violência física, queda de 75% da violência verbal, diminuição de 82% da violência patrimonial, redução de 80% da evasão e abandono escolar e uma elevação de 85% no nível de satisfação global com o ambiente escolar.

“Além disso, tivemos a elevação do Ideb nessas escolas e a aprovação de alunos em universidades públicas pela primeira vez na história dessas unidades”, acrescentou Zucco.

Em nível nacional, o programa cívico-militar está presente em 202 escolas: 39 na Região Norte, 26 na Região Centro-Oeste, 37 na Região Nordeste, 46 na Região Sudeste e 57 na Região Sul. Desde 2019, foram realizados 18 tipos de capacitações profissionais e 1,5 mil militares inseridos na rotina educacional dessas comunidades. São aproximadamente 120 mil famílias em vulnerabilidade social atendidas pelo programa federal. No total, 359 municípios ficaram na lista de espera aguardando a implantação do modelo em suas respectivas unidades.

Homicídio culposo: Polícia investiga morte de bebê em creche (veja o vídeo)

JCO 23/07/2026 às 06:52 Um bebê, de 1 ano e 4 meses, morreu, na manhã desta quarta-feira (22), em uma creche no bairro do Brás, na região ce...