Estagiárias de Psicologia e Fisioterapia da UFDPAR realizam todas as terças-feiras na quadra coberta do município de Parnaíba, construía pela Prefeitura Municipal de Parnaíba no Joaz Souza, um excelente trabalho com mulheres. Praticam exercícios e dança, isso tudo com o intuito de melhorar a vida das mesmas e após é servido um lanche para todas.
Parabéns pela bela iniciação.
Prefeitura que cuida do seu povo.
Cuidar da saúde é cuidar da vida, parabéns Prefeito Mão Santa
Por determinação do Prefeito de Parnaíba Mão Santa, a equipe de iluminação da prefeitura sempre preocupada com a violência que impera na cidade, estão colocando iluminação de LED no Joaz Souza - Rosa dos Ventos, com a nova iluminação, o conjunto melhora em 100% a iluminação e o povo tem mais liberdade de ir e vir.
O ex-ministro da Justiça Anderson Torres disse nesta terça-feira, 8, à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas de 8 de janeiro que a minuta de decreto golpista, apreendida em sua casa pela Polícia Federal no dia 10 de janeiro, é uma "aberração jurídica" e que não foi descartada por descuido.
"A polícia encontrou um texto apócrifo, sem data, uma minuta absurda", disse Torres. "Minuta do golpe é verdadeira aberração jurídica e não foi ao lixo por descuido", prosseguiu.
O ex-ministro disse não se lembrar que o entregou o documento e que sequer conhece as condições em que o material foi produzido. Torres argumentou que costumava levar documentos do Ministério da Justiça para ler em casa por causa da sobrecarga de trabalho. Segundo ele, os materiais considerados relevantes eram devolvidos à pasta, já as informações sem pertinência eram descartadas.
Torres era Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal quando criminosos romperam uma barreira de proteção à Praça dos Três Poderes e depredaram o Palácio do Planalto, além das sedes do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Um dos aliados mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Torres virou um dos principais investigados pela Polícia Federal sobre as articulações políticas para tentativa de golpe. Torres viajou para os Estados Unidos no dia 5 de janeiro, com a justificativa de que sairia de férias apesar dos alertas de inteligência para os riscos de tumulto nos atos convocados para Brasília no dia 8 de janeiro. As férias de Torres só estavam marcadas para o dia 9 de janeiro e nos Estados Unidos ele ainda se encontrou com Bolsonaro, que estava lá desde o penúltimo dia do seu mandato.
Na manhã desta terça-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu que Torres será ouvido na condição de testemunha, "tendo o dever legal de manifestar-se sobre os fatos e acontecimentos relacionados ao objeto da investigação". Moraes, contudo, assegurou o direito do ex-ministro de Bolsonaro de se manter em silêncio quando for questionado sobre fatos que possam incriminá-lo. A liminar garante ao depoente a mesma condição dada ao ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid, que optou pelo silêncio absoluto durante todo o seu depoimento à comissão no mês de julho.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A decisão de Moraes ainda impõe a Torres a proibição de contato pessoal e individual com os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Marcos do Val (Podemos-ES) por também figurarem como alvos de investigações que miram a atuação do ex-ministro da Justiça.
Chegou na CPMI na última quinta-feira, 3, um relatório da Polícia Civil do Distrito Federal que analisa a movimentação financeira de Torres e outros investigados. De acordo com o documento, o ex-ministro repassou R$ 220 mil para sua irmã, R$ 40 mil para sua mãe e R$ 30 mil para sua esposa no ano passado. Os policiais destacaram ainda a transferência de um total de R$ 55,7 mil também no ano passado para o empresário Julio Carlos Correia, sócio da PH Recursos Humanos, uma empresa que possui diversos contratos com o governo federal.
Procurado pelo Estadão, o advogado de Torres, Eumar Novacki, informou que o ex-ministro pode esclarecer esses pagamentos aos parlamentares e que não há nenhuma preocupação quanto a isso. A defesa de Torres pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o ex-ministro tenha o direito de não responder a perguntas que possam incriminá-lo, mas também foi solicitada autorização para que Torres possa falar sem descumprir as restrições impostas pela corte. Não havia ainda decisão de Moraes.
A defesa de Torres alega que esses R$ 55,7 mil repassados para o sócio da PH Recursos Humanos foram gastos pela compra de passagens de avião para os Estados Unidos.
"Foram compras de passagens da viagem ele fez para os Estados Unidos. Estamos com os bilhetes impressos. O repasse para a irmã foi por uma sala que ele comprou com ela. Para a mãe, foi uma cirurgia. Não há nada atípico na movimentação financeira dele. Todo o dinheiro que entrou nas contas dele veio do governo, através de conselho de administração, ou do trabalho como delegado ou ministro", afirmou Novacki ao Estadão.
Torres foi preso no dia 14 de janeiro, assim que pousou no Aeroporto de Brasília, quando voltava das férias nos Estados Unidos. Ele ficou encarcerado até o dia 14 de maio, quando foi solto por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
'A CPMI não será tolerante com mentiras'
A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da CPMI, diz que Torres "tem muitas explicações a dar ao País". Ao Estadão, ela afirma que o principal ponto em torno do qual o ex-ministro da Justiça deve ser questionado é a minuta do golpe, que foi encontrada na residência dele após os atos do 8 de janeiro. "É preciso que ele mostre a verdade dos fatos como por exemplo os detalhes e circunstâncias do caso que envolve uma minuta de uma GLO encontrada na sua casa."
"Esperamos que ele traga respostas detalhadas sobre o dia 8 de janeiro. A expectativa é que ele o faça sem tergiversar, não seja evasivo e principalmente cumpra com a verdade. A CPMI não será tolerante com mentiras, porque vulgarizam os trabalhos da comissão", disse a senadora.
Integrantes da CPMI pretendem analisar toda a participação de Torres nos atos antidemocráticos que buscavam favorecer Bolsonaro. Isso envolve também apurar sua atuação em outros atos de vandalismo em Brasília e no segundo turno da eleição presidencial, quando a Polícia Rodoviária Federal criou uma série de operações concentradas no Nordeste, sob o argumento de que supostamente combateria o transporte irregular de eleitores. Na prática, a polícia e o Ministério da Justiça foram acusados de terem promovido as operações para tentar impedir eleitores de votar em áreas onde Bolsonaro teria desvantagem.
A CPMI também analisa a relação de Torres com os comandantes da Polícia Militar do Distrito Federal, que falharam na prevenção do vandalismo e permitiram que os golpistas entrassem na Praça dos Três Poderes sem contenção. O objetivo é investigar não só o papel de Torres na articulação com Bolsonaro, mas também como suas decisões na Secretaria de Segurança Pública facilitaram a depredação.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro está ouvindo hoje o ex-secretário de Segurança do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Torres era secretário de Segurança Pública do DF no dia dos ataques às sedes dos três Poderes. Na ocasião, ele estava nos Estados Unidos.
Como já era de se esperar, a CPMI pegou "fogo".
Discussões e interrupção estão ocorrendo a todo momento.
Em determinado momento, parlamentares quase chegaram às vias de fato.
Confira:
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Neste domingo (04), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de uma tonelada de alho, uma arma de fogo, munições e prendeu uma pessoa com mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.
À tarde, uma equipe visualizou um veículo na contramão da via e em alta velocidade, no km 57 da BR 401, município do Bonfim.
Os PRFs realizaram acompanhamento tático e alcançaram o veículo, mas o motorista conseguiu fugir.
No veículo foram encontrados 111 sacos de alho com 10 kg cada, totalizando 1.110 kg.
A ocorrência foi encaminhada para a Receita Federal.
Ainda no domingo, um veículo foi abordado na UOP01, e após vistoria veicular, foram encontradas uma arma de fogo e 6 munições. O condutor do veículo, proprietário da arma, já possuía histórico criminal no Estado de São Paulo.
Ainda, foi constatado que a passageira do veículo tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas. O homem e a mulher foram encaminhados para a Polícia Civil.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu o processo que trata da descriminalização do porte de drogas e sugeriu que o caso seja retomado na próxima semana, no dia 16 de agosto.
Gilmar é o relator da ação. Na semana passada, após o julgamento ser retomado com o voto do ministro Alexandre de Moraes, o ministro indicou o adiamento.
A tendência é que Gilmar faça adaptações na tese que propôs em 2015, levando em considerações os votos lançados posteriormente pelos ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e, na última quarta-feira, por Alexandre de Moraes.
Moraes sugeriu que quem esteja com 25 gramas a 60 gramas da droga, ou seis plantas fêmeas, seja presumido usuário.
— Há necessidade de equalizar uma quantidade média padrão como presunção relativa para caracterizar e diferenciar o traficante do portador para uso próprio. Porque essa necessidade vai ao encontro do tratamento igualitário dos diferentes grupos sociais, culturais, raciais — afirmou o ministro.
Ao apresentar o seu voto em 2015, o ministro Gilmar Mendes defendeu a descriminalização do porte para todas as drogas. Fachin, Barroso e Moraes concordaram com a descriminalização, mas limitaram-se a aplicá-la à maconha. Por isso, é possível que o relator, agora, faça esta adaptação à sua tese.
Decano do STF, Gilmar prometeu à presidente da Corte, ministra Rosa Weber, que devolveria o processo o quanto antes. A ministra, que se aposenta no final de setembro, quer participar do julgamento e deve antecipar o seu voto, possibilitando que haja maioria para a descriminalização do porte de maconha.
Nos bastidores, também há o entendimento de que o ministro não queria que o prolongamento das discussões interferisse em outro julgamento de seu interesse: o que discute o instituo do juiz de garantias, que está marcado para esta quarta-feira. Gilmar é um dos principais críticos da liminar que suspendeu a criação do juiz de garantias, concedida por Luiz Fux em janeiro de 2020.
O ex-secretário de Segurança do Distrito Federal Anderson Torres depõe, nesta terça-feira (8/8), à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8/1 e, na abertura, afirmou que “se o protocolo [PAI] fosse seguido à risca, seríamos poupados dos lamentáveis atos de 8 de janeiro”.
O procedimento ao qual Anderson Torres se refere é o Protocolo de Ações Integradas (PAI), que contempla ações coordenadas de segurança para a manutenção da ordem pública. “O documento previa o fechamento da Esplanada (dos Ministérios). Posso afirmar que houve falha grave na execução do PAI. Se tivessem seguido à risca, os atos não teriam sido consumados”, alegou.
“Fiquei muito preocupado quando vi os atos, e o protocolo sendo descumprido”, ressaltou Torres à CPI.