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quinta-feira, 17 de agosto de 2023

URGENTE: PGR denuncia e pede prisão do atual comandante da PMDF e de mais 6 oficiais da cúpula por 8/1 FONTE: terrabrasilnoticias.com

URGENTE: PGR denuncia e pede prisão do atual comandante da PMDF e de mais 6 oficiais da cúpula por 8/1

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

17/08/2023 - 20:44

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou e pediu prisão preventiva ao Supremo Tribunal Federal (STF), nessa quinta-feira (16/8), do comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal(PMDF), coronel Klepter Rosa Gonçalves, do ex-comandante da corporação, coronel Fábio Augusto Vieira, e de mais cinco oficiais que integravam a cúpula da PMDF durante osatos de 8 de janeiro.

O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos acusa os oficiais de omissão. No entendimento daPGR, os sete policiais que integravam a cúpula da PMDF poderiam ter agido para evitar a invasão às sedes dos Três Poderes.

O relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, vai decidir se aceita ou não a denúncia. Caso Moraes receba a denúncia da PGR, os policiais se tornarão réus por suposta omissão e poderão responder pelos crimes de abolição violenta do estado de democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e violação dos deveres impostos a eles pela lei.

Os denunciados são:

  • Coronel Fábio Augusto Vieira: era comandante-geral da PMDF no dia 8 de janeiro;
  • Coronel Klepter Rosa Gonçalves: era subcomandante da PMDF no dia 8 de janeiro e foi nomeado para o cargo de comandante-geral em 15 de fevereiro;
  • Coronel Jorge Eduardo Naime Barreto: era comandante do Departamento de Operações em 8 de janeiro, mas tirou licença do cargo em 3 de janeiro;
  • Coronel Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra: estava no comando do Departamento de Operações no lugar de Naime em 8 de janeiro;
  • Coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues: era chefe do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF em 8 de janeiro;
  • Major Flávio Silvestre de Alencar: atuou no dia 8 de janeiro;
  • Tenente Rafael Pereira Martins: atuou no dia 8 de janeiro.

A coluna tenta contato com os citados e suas defesas. O espaço está aberto para manifestações.

FONTE: terrabrasilnoticias.com

Wajngarten diz que Delgatti ‘mente, mente e mente’ em depoimento na CPMI Advogado do presidente Jair Bolsonaro faz sequência de publicações para desmentir versão contada por Walter Delgatti na CPMI

  • Por Brasília
  •  
  • 17/08/2023 13h04 - Atualizado em 17/08/2023 13h05

Reprodução/PânicoFabio Wajngarten fala no estúdio do programa PânicoO ex-chefe da Secom Fabio Wajngarden, que hoje é advogado de Bolsonaro

O ex-ministro e advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, afirmou que Walter Delgatti Neto mente em seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro. O hacker afirmou ter tido reuniões com Bolsonaro antes das eleições de 2022 e que o então presidente pediu que ele tentasse demonstrar uma “invasão fake” às urnas eletrônicas. Em troca, Delgatti afirma que Bolsonaro lhe ofereceu um indulto caso fosse preso. Pelas redes sociais, Wajngarten fez diversas postagens para criticar o depoente.

Em outra publicação, o advogado afirmou que a campanha de Jair Bolsonaro “sequer cogitou” a entrada de técnicos de informática na equipe e disse que o hacker está tentando ‘buscar holofotes e fogo’. Wajngarten também afirmou que ninguém do entorno do presidente colocou grampo contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, como disse Delgatti à CPMI.

Ao todo, Wajngarten fez seis tuítes desmentindo o depoimento do “hacker da Vaza Jato”. Veja as outras publicações:

Após contradições na CPMI, Walter Delgatti é convocado para prestar novo depoimento à Polícia Federal Hacker da ‘Vaza Jato’ foi ouvido pelo colegiado nesta quinta-feira e fez revelações que havia omitido à PF, como o indulto supostamente oferecido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro

  • Por Jovem Pan
  •  
  • 17/08/2023 18h26 - Atualizado em 17/08/2023 20h07

Bruno Spada / Câmara dos DeputadosWalter DelgattiWalter Delgatti Neto em depoimento à CPMI do 8 de Janeiro

O hacker Walter Delgatti Neto foi convocado pela Polícia Federal (PF) para prestar novo depoimento nesta sexta-feira, 18. A convocação ocorre após a corporação encontrar contradições na oitiva do “hacker da Vaza Jato” na CPMI do 8 de Janeiro nesta quinta-feira, 17. Além disso, novos elementos também foram encontrados na investigação, o que motiva a realização de um segundo depoimento. As informações são do repórter Bruno Pinheiro, da Jovem Pan NewsComo o site da Jovem Pan mostrou, em sessão na comissão parlamentar que investiga os atos do 8 de Janeiro, em Brasília, Delgatti disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ofereceu um indulto presidencial a ele em troca de simulação de invasão das urnas eletrônicas, caso ele fosse preso. Segundo o hacker, a intenção do ex-chefe do Executivo era alegar fragilidades do sistema eleitoral brasileiro. “Bolsonaro me disse que eu estaria salvando o Brasil e que a liberdade do povo estava em risco. Que eu preciso ajudar a garantir a lisura das eleições. Contou que nas eleições de 2018 teve acesso a um relatório da PF que ela poderia ter sido manipulada. Ele disse que não entendia nada da parte técnica e que eu precisava ir para o Ministério da Defesa para conversar com os técnico”, afirmou Walter Delgatti no depoimento desta quinta.

Ele também afirmou que o plano teria sido feito pelo marqueteiro da campanha de Bolsonaro, Duda Lima, em uma reunião com a presença da deputada federal  Carla Zambelli (PL-SP) e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto – que, segundo Delgatti, propôs a criação de um código fonte “fake” para as urnas com o intuito de mostrar que o voto em um candidato poderia ser computado para outro. Walter Delgatti Neto disse também que o próprio Bolsonaro pediu que ele grampeasse o telefone do ministro Alexandre de Moraes e reafirmou que recebeu cerca de R$ 40 mil de Carla Zambelli para invadir o sistema do Poder Judiciário e inserir um falso mandado de prisão contra o magistrado.

AO VIVO: ABIN entrega G. Dias / Hacker faz acusações na CPMI do 08/01 (veja o vídeo)

JCO

Dia tenso em Brasília e cheio de reviravoltas! 

Ex-chefes da ABIN teriam dito que G. Dias facilitou a entrada de manifestantes no dia 08/01, e não parou por aí! 

O hacker Walter Delgatti fez acusações graves durante o depoimento na CPMI do 08/01 e terá que provar o que disse.

Para analisar as declarações do hacker e as acusações gravíssimas envolvendo o general G.Dias, a jornalista Berenice Leite conversa com os deputados Gustavo Victorino (Republicanos-RS), o mais votado do Rio Grande do Sul, e Cristiano Caporezzo (PL-MG).

Imperdível! 

Haverá prisões nos próximos dias? O que vai acontecer a partir de agora?  

Veja o vídeo:

Moraes atende à PGR e inclui G. Dias em inquérito do 8/1 O pedido acolhido pelo ministro foi feito à Procuradoria-Geral da República pelo Partido Novo

Marcos Melo - 16/08/2023 22h29 | atualizado em 17/08/2023 11h16

Lula e o ex-ministro Gonçalves Dias Foto: Lula/Ricardo Stuckert

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, acatou o pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quarta-feira (16), e adicionou o nome do general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, no inquérito que apura o envolvimento de militares nos atos radicais do 8 de janeiro.

O pedido foi feito pelo Partido Novo à PGR, que encaminhou ao STF e teve acolhimento por parte do magistrado.

Leia também1 GDias reconheceu perigo do 8/1: "Vamos ter problemas"
2 CPMI do 8/1 aprova quebra de sigilo de GDias, ex-GSI de Lula
3 Na CPMI do 8/1, Flávio Bolsonaro ironiza GDias: "O transministro"
4 Ex-diretor da Abin confirma ter alertado GDias sobre atos do 8/1
5 GDias admite que relatório da Abin sofreu manipulação

As evidências que saltam do comportamento de GDias, reveladas pelas imagens do circuito de segurança do Palácio do Planalto no famigerado dia 8 de janeiro, somadas aos depoimentos de militares mencionando que a conduta do ex-chefe do GSI poderia indicar “elementos importantes”, foram fatores determinantes para a inclusão do general no inquérito.

– (…) Deve-se deixar claro que também eventual conclusão pelo delito de prevaricação haverá de conhecer subsunção no Código Penal comum (art. 319) e não no Código Penal Militar (também o art. 319), possibilitando, igualmente, a investigação pela Polícia Federal, qual vem ocorrendo com as demais condutas – observou a PGR em ofício a Moraes.

O ministro da Suprema Corte entendeu que os fatos levantados pelo sub-procurador-geral Carlos Frederico Santos “estão abrangidos pela investigação em curso na Pet 11.027-DF, inclusive com a realização da oitiva de vários militares”.

URGENTE: Robinho está com dificuldades financeiras e pode ser preso em breve

JCO

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou por unanimidade, um pedido do ex-jogador de futebol Robinho para que todo o processo penal em que ele foi condenado por estupro, na Itália, fosse traduzido antes de qualquer eventual homologação da sentença no Brasil.

Os ministros, contudo, restituíram o prazo para que a defesa de Robinho se manifeste no processo.

Agora, os advogados voltam a ter 15 dias para responder ao requerimento da Itália, que quer ver o ex-jogador cumprindo sua pena de 9 anos de prisão no Brasil.

Nesse prazo, a defesa poderá juntar aos autos “quantos documentos desejar”, destacou o relator do caso, ministro Francisco Falcão. Ou seja, o próprio jogador pode providenciar e apresentar ao STJ o processo inteiramente traduzido, entendeu o relator, que foi acompanhado pelos demais ministros.

Entenda

A defesa de Robinho pedia ao STJ que a Itália fosse obrigada a enviar para a Justiça brasileira todo o processo criminal traduzido, e não apenas a sentença, como foi feito pelo país europeu.

Caso tivesse sido deferido, tal procedimento poderia postergar eventual homologação da sentença no STJ. Para os ministros, porém, a lei não exige a tradução de todo o processo por quem solicita a homologação, o que livra a Itália da exigência.

Mesmo com a negativa, o advogado de Robinho, José Eduardo Alckmin, interveio da tribuna da Corte Especial para pedir mais prazo para manifestação da defesa, tendo em vista ser necessário providenciar a tradução juramentada do processo criminal. Alckmin argumentou que o procedimento é caro e frisou que Robinho não atua mais no futebol, o que lhe trás “dificuldades até de ordem financeira”.

A solicitação de mais prazo para manifestação da defesa não havia sido acatada pelo relator, mas, após a insistência do advogado, acabou sendo concedida pela Corte Especial.

Desde abril a Corte Especial tentava julgar o pedido de tradução do processo, mas a análise acabou sendo atrasada por um pedido de vista do ministro João Otávio de Noronha e por uma falta justificada do relator. Somente nesta quarta-feira os votos foram todos proferidos. 

Extradição impossível

Robinho é alvo de um pedido de homologação da sentença estrangeira, requerido pelo governo da Itália, onde o ex-jogador foi condenado em três instâncias pelo envolvimento em um estupro coletivo, ocorrido em uma boate de Milão, em 2013. A pena imputada foi de nove anos de prisão.

A Itália havia solicitado a extradição de Robinho. A Constituição brasileira, contudo, não prevê a possibilidade de extradição de cidadãos natos. Por esse motivo, o país europeu decidiu requerer a transferência da sentença do ex-jogador.

Dessa forma, o tribunal vai analisar se a condenação pode ser reconhecida e executada no Brasil.

De acordo com a defesa de Robinho, a tradução completa seria necessária para verificar se o devido processo legal foi observado na condenação proferida pela Justiça italiana.

Zé Trovão denuncia "infiltrados" que usaram o nome de Bolsonaro e 'hoje estão vendendo seus votos' (veja vídeo)

JCO

Em entrevista bombástica, o deputado federal Zé Trovão (PL-SC) expôs os ‘infiltrados’, que usaram o nome de Bolsonaro para se eleger e ganhar dinheiro:

Zé Trovão não perdoou:

“Tem deputado que se elegeu com a bandeira conservadora e hoje está vendendo seus votos”, lamentou.

O deputado também alertou que o erro fatal de Lula na Petrobras pode causar a maior crise da história do Brasil, e quem vai sofrer com o desabastecimento de combustível é a população.

Os caminhoneiros também estão em alerta:

“Lula mudou a política de preços da Petrobras, acabou com a paridade internacional, dizendo que era para baratear, aí aconteceu o que imaginávamos, agora estamos ficando sem combustível, porque as empresas, inclusive a Petrobras, não conseguem comprar diesel mais caro lá fora e vender mais barato aqui dentro. Foi um tiro no pé quando o governo agiu sem planejamento”, ressaltou. 

Veja o vídeo:

No polêmico livro "Supremo Silêncio"toda a a perseguição contra Zé Trovão é revelada...

Além de Zé Trovão, as investidas contra os jornalistas Allan dos Santos, Wellington Macedo, Oswaldo Eustáquio, além de políticos como Daniel Silveira e Roberto Jefferson estão descritas no livro.

Veja a capa:

Nessa obra estão todos os relatos de censura, prisões e estranhas ações do judiciário que o "sistema" quer esconder à todo custo.

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da Redação

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...