ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 14 de setembro de 2023

"Não coloque palavras na minha boca", diz Mendonça a Moraes durante julgamento FONTE: terrabrasilnoticias.com

"Não coloque palavras na minha boca", diz Mendonça a Moraes durante julgamento

Foto: Carlos Moura/SCO/STF.

14/09/2023 - 11:12

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu uma acusação do relator Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira, 14, segundo a qual Mendonça teria dito que Flávio Dino, da Justiça, seria o responsável pelo 8 de Janeiro.

“Não ponha palavras na minha boca”, disse Mendonça. “Não sou advogado do ministro da Justiça.”

Moraes, Zanin e Gilmar interrompem Mendonça

Cristiano Zanin, Moraes e Gilmar Mendes interromperam o voto de André Mendonça quando ele dizia que os manifestantes do 8 de Janeiro não teriam condições de aplicar um golpe de Estado, por si só. Isso porque não possuíam meios para tal, que caberiam às Forças Armadas.

Zanin, então, inicia a primeira interpelação, sobre as intenções dos réus. Mendonça responde: “Eles não agiram para tentar depor o governo. A deposição dependeria de outra força”.

Moraes entra em cena para discordar do voto. Mendonça aproveita para citar a falta de segurança no Palácio do Planalto, no dia da manifestação. Isso porque, quando era ministro da Justiça do governo Bolsonaro, tinha conhecimentos de possíveis situações de instabilidade.

Em determinado momento, Moraes afirma que Mendonça sugere que a culpa do 8 de Janeiro é do ministro da Justiça, Flávio Dino. “Não ponha palavras na minha boca”, rebate Mendonça. “Tenha dó Vossa Excelência. Não sou advogado de ninguém.”

Gilmar Mendes faz uma intromissão para acusar o ministro Nunes Marques de uma fala negada pelo próprio ministro, na sequência, em plenário. “A cadeira onde o senhor está, ministro Nunes Marques, estava na rua”, disse Gilmar. “Não disse nada disso, ministro Gilmar”, rebate Nunes Marques.

Revista Oeste

FONTE: terrabrasilnoticias.com

AGORA: Partido Novo denuncia Flávio Dino após envio de informações falsas ao STF FONTE: terrabrasilnoticias.com

AGORA: Partido Novo denuncia Flávio Dino após envio de informações falsas ao STF

Foto: Pedro França/Agência Senado.

14/09/2023 - 11:24

Após o Ministério da Justiça, comandado por Flávio Dino, ter confirmado o envio de notícias falsas ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o acordo de cooperação jurídica entre Brasil e Suíça para o compartilhamento de dados que comprovaram a corrupção na construtora Odebrecht, o partido Novo acionou, nesta quinta-feira (14), a Procuradoria Geral da República (PGR) contra Dino.

O partido pede que não apenas o ministro de Lula responda pelo crime de falsidade ideológica, mas também Carolina Yumi, diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), setor que fica dentro do “guarda-chuva” da pasta de Dino.

Para o Novo, as informações erradas enviadas pelo governo ao STF influenciaram diretamente a decisão do ministro Dias Toffoli no dia 6 de setembro de anular todas as provas do acordo de leniência da construtora, no âmbito da Lava Jato. Como consequência, a decisão levará ao arquivamento de dezenas de processos criminais, cíveis e administrativos contra políticos, lobistas e doleiros que recebiam pagamentos da empresa para facilitar seus negócios junto ao governo.

Como mostrado pela Gazeta do Povo, antes de proferir sua decisão Toffoli pediu informações ao Ministério da Justiça sobre o acordo entre os dois países. A pasta informou inicialmente que não havia registro da cooperação jurídica entre Brasil e Suíça para o compartilhamento dos sistemas de contabilidade informal da Odebrecht.

Nesta terça-feira (12), entretanto – quase uma semana após a decisão do ministro – o Ministério da Justiça enviou um ofício ao STF informando que o documento sobre a cooperação jurídica havia sido encontrado.

Gazeta do Povo

FONTE: terrabrasilnoticias.com

Advogado que atacou Moraes fica cara a cara com ministro e diz que julgamento do 8/1 é político

Folha de São Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O primeiro julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) de um réu pelos ataques de 8 de janeiro, nesta quarta-feira (13), deixou frente a frente Alexandre de Moraes e um desembargador aposentado que já acusou o ministro de "inflamar" o Brasil no discurso de posse em 2022 como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Hoje advogado, Sebastião Coelho da Silva disse que Moraes é suspeito de julgar o caso, que não deveria participar da análise da ação e que o julgamento é político.

"A defesa entende que vossa excelência é suspeito para julgar esse caso e vossa excelência pode fazê-lo a qualquer momento, porque a suspeição é de foro íntimo", afirmou Coelho da Silva. "Faço apelo para que vossa excelência o faça", acrescentou.

O desembargador aposentado é representante de Aécio Lúcio Costa Pereira, ex-funcionário da Sabesp (companhia de saneamento de São Paulo) preso em flagrante dentro do Congresso pela Polícia do Senado.

Em agosto do ano passado, o então desembargador fez críticas ao ministro em sessão do TRF-DF (Tribunal Regional Eleitoral do DF), tribunal do qual ele era vice-presidente.

Coelho da Silva disse que Moraes fez "declaração de guerra ao país" em sua fala diante de Jair Bolsonaro (PL) e de ex-presidentes, em vez de adotar tom conciliatório no TSE.

Na sessão desta quarta, ao defender Pereira, o advogado afirmou que tem sido intimidado pelo CNJ (Corregedoria Nacional de Justiça).

"Fui informado que o Conselho Nacional de Justiça, através do ministro Luis Felipe Salomão abriu um procedimento para apurar a minha conduta enquanto magistrado. Todos sabem que estou aposentado desde 16 de setembro do ano passado. Eu considero uma intimidação", afirmou, no início do julgamento.

Ele disse que ia disponibilizar o imposto de renda e extrato bancário aos órgãos de investigação e à imprensa.

"Sou um homem idoso, 68 anos, com alguns probleminhas de saúde, que posso morrer a qualquer momento e não tenho mais tempo para ter medo de nada."

Ele disse ainda que os ministros do Supremo são "as pessoas mais odiadas do país".

"Eu quero dizer, com muita tristeza, que nessas bancadas aqui, nesses dois lados, estão as pessoas mais odiadas desse país. Infelizmente. Quantas fotos tenho com ministros dessa corte?", questionou.

"Vossas excelências têm que ter a consciências que vossas excelências são pessoas odiadas desse país. Essa é uma realidade que alguém tem que dizer e vossas excelências têm que saber disso."

Seu cliente é acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de crimes como associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, além de dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima.

Pereira, que tem 51 anos e é residente de Diadema (SP), gravou um vídeo sentado na mesa diretora do Senado usando uma camiseta que dizia "intervenção militar federal".

Em um vídeo gravado por ele mesmo, o ex-funcionário diz: "Amigos da Sabesp: quem não acreditou, tamo aqui. Quem não acreditou, tô aqui por vocês também, porra! Olha onde eu estou: na mesa do presidente".

Em interrogatório após ser preso, Pereira disse que esteve em Brasília a convite de uns amigos que acampavam em frente ao quartel do Exército em São Paulo, próximo ao parque Ibirapuera, do grupo Patriotas.

Afirmou que seu objetivo era "lutar pela liberdade" e não sabia dizer se o procedimento para chegar a isso seria depor o presidente Lula. Negou que tenha danificado bens do Congresso.

Coelho da Silva disse que não tem comprovação de que seu cliente tenha depredado qualquer bem público, que não houve individualização da sua conduta e que ele não participava de um grupo criminoso organizado com o intuito de provocar um golpe de Estado.

Além de Pereira, o STF pretende julgar outros três réus dos ataques às sedes dos três Poderes em sessões nesta quarta e quinta-feira (14), que se iniciam pela manhã e durarão até o fim da tarde. Cada uma das quatro ações será julgada individualmente.

Essas sessões começam com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes e com eventuais complementos do revisor das ações, Kassio Nunes Marques.

Nos casos de 8 de janeiro, a instrução processual, etapa de produção de provas e interrogatórios de testemunhas de acusação e defesa, foi célere para os padrões das ações penais que tramitam no Supremo. O ritmo foi ditado pelo gabinete do relator Alexandre de Moraes.

Quando o tribunal deliberou sobre as denúncias, o placar foi de ampla maioria pela abertura das ações penais, e a expectativa é a de que esse cenário se repita para condenar os acusados. Kassio e André Mendonça, ambos indicados ao Supremo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, divergiram dos colegas em parte das denúncias.

A denúncia narra que, no dia dos ataques, após a "horda criminosa" furar o bloqueio policial, Pereira entrou no Senado e fez a gravação. Depois, ficou na galeria do Congresso, onde foi preso.

AS PALAVRAS DE UM GRANDE HOMEM.

 

O desembargador aposentado Sebastião Coelho da Silva declarou nesta quarta-feira, 13, que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) são, atualmente, “as pessoas mais odiadas do país”. A afirmação aconteceu durante seu tempo de fala como advogado de Aécio Lúcio Costa Pereira, primeiro réu julgado pelo STF por participação nos atos de 8 de Janeiro.

Texto acima da Jovem Pan.

Texto do Fumanchú!!! O blog.

Se o mundo fosse feito de cidadãos como o desembargador aposentado Sebastião Coelho da Silva, o mundo seria muito melhor. Eu não sou a favor da baderna, quebrar patrimônio público e nem de baderneiros, mas também não posso ser a favor da TORTURA, DA IMPUNIDADE, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, LIBERDADE DE MANINFESTAÇÃO E DA DITADURA. Isso tudo leva o país a OPRESSÃO e isso não bom para uma NAÇÃO.

Divulgação

‘Julgamento é político’, diz desembargador aposentado e advogado de réu do 8 de Janeiro No primeiro julgamento dos acusados de participar de invasão e depredação de prédios públicos em Brasília, Sebastião Coelho da Silva afirma que os ministros do STF ‘são pessoas mais odiadas do país’

  • Por Jovem Pan
  •  
  • 13/09/2023 13h05 - Atualizado em 13/09/2023 13h42

WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDOO advogado Sebastião Coelho da Silva no plenário do STFSebastião Coelho da Silva também classificou o julgamento em curso como "político" e pediu que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, se declare suspeito

O desembargador aposentado Sebastião Coelho da Silva declarou nesta quarta-feira, 13, que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) são, atualmente, “as pessoas mais odiadas do país”. A afirmação aconteceu durante seu tempo de fala como advogado de Aécio Lúcio Costa Pereira, primeiro réu julgado pelo STF por participação nos atos de 8 de Janeiro. Nos minutos finais da sua manifestação, o advogado criticava a fixação de multa de R$ 100 milhões defendida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por danos morais coletivos e fala em “indignação” pelos rumos do país. “Eu quero dizer, com muita tristeza, que nessas bancadas aqui, nesses dois lados, estão as pessoas mais odiadas desse país. Infelizmente. Quantas fotos tenho com ministros dessa Corte? Vossas excelências têm que ter a consciência que são pessoas odiadas desse país. Essa é uma realidade que alguém tem que dizer e vossas excelências têm que saber disso”, afirmou. Sebastião Coelho da Silva também classificou o julgamento em curso como “político” e pediu que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, se declare impedido de proceder com a análise da ação.

“A defesa entende que vossa excelência é suspeito para julgar esse caso e vossa excelência pode fazê-lo a qualquer momento, porque a suspeição é de foro íntimo. O julgador pode a qualquer momento dizer ‘eu sou suspeito por tudo o que aconteceu’. Apelo que vossa excelência o faça antes de iniciar o julgamento propriamente dito”, afirmou o desembargador aposentado. Anteriormente, Sebastião Coelho também já havia acusado o ministro de “inflamar o Brasil”, em razão do seu discurso de posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Investigado por incitação a atos golpistas, o desembargador aposentado representa Aécio Lúcio Costa Pereira, acusado pela PGR de invadir o Congresso Nacional e quebrar vidraças, espelhos, portas de vidro, tótens informativos e obras de arte. Ele também seria o responsável por queimar o tapete do Salão Verde da Câmara dos Deputados. Antes de iniciar seu tempo de fala em defesa do réu, Sebastião Coelho da Silva denunciou no plenário da Suprema Corte que estaria sendo alvo de uma tentativa de intimidação, ao ser alvo de um procedimento pelo CNJ (Corregedoria Nacional de Justiça). “Eu não tenho nada a esconder e não me intimido com absolutamente nada. Sou um homem idoso, 68 anos, com alguns probleminhas de saúde, que posso morrer a qualquer momento, e eu não tenho mais tempo para ter medo de nada”, completou.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

UM HOMEM QUE TEM A MINHA ADMIRAÇÃO.

Falo do Doutor Valdeci Cavalcante, presidente da FECOMERCIO e vice presidente da CNC - Confederação Nacional do Comércio, é um homem honrado que tem muitos ótimos serviços prestados em nossa querida Parnaíba de Nossa Senhora da Graça.

Aqui funciona a Escola Cívico-Militar.

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

COMPETIÇÕES ORGANIZADAS PELO VEREADOR BATISTA DO CATANDUVAS.

O vereador Batista do Catanduvas, é um vereador que sempre atua nas áreas da cultura, social e no esportes, hoje foi realizada uma reunião no Ferroviário na Avenida São Sebastião com equipes de Futsal e Futebol de Areia. Amanhã terá início na Arena Catan o Futebol Sênior.

Parabéns vereador Batista.

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

PGR é acionada com pedido de prisão contra Nikolas Ferreira

JCO 28/08/2025 às 21:11 O deputado Reimont (PT-RJ), que preside a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara, proto...