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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Declaração de Putin sobre a Faixa de Gaza coloca o mundo em tensão

JCO

Putin também enfatizou que o uso de armamentos pesados em áreas residenciais teria "sérias consequências para todas as partes envolvidas" e, mais importante, que qualquer perda de vidas civis seria inaceitável. Ele fez um apelo para evitar derramamento de sangue.

Duração Incerta da Retirada

As Forças de Defesa de Israel admitiram que a evacuação de 1,1 milhão de pessoas do norte da Faixa de Gaza "levará tempo" e não confirmaram um prazo específico de 24 horas.

"Estamos enfrentando uma situação de guerra, e estamos fazendo todos os esforços para permitir que isso ocorra sem pressa. Reconhecemos que a evacuação não ocorrerá em 24 horas", afirmou o porta-voz das Forças de Defesa de Israel à BBC (British Broadcasting Corporation).

A declaração de Putin sobre o fato coloca o mundo em tensão total!

Quarto avião com 207 brasileiros resgatados de Israel decola rumo ao Rio de Janeiro Voo da Operação Voltando em Paz, coordenada pelo Governo Federal e pela Força Aérea Brasileira (FAB), tem previsão de chegada para este sábado, 14

  • Por Jovem Pan
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  • 13/10/2023 13h00 - Atualizado em 13/10/2023 13h00

Divulgação/Governo Federal/Força Aérea Brasileiraaeronave-KC-30-Airbus 330-200-Israel-operacao-voltando-em-paz-repatriacao-divulgação-Governo-Federal-Força-Aérea-BrasileiraAeronave KC-30 decolou de Israel nesta sexta-feira, 13, com destino ao Rio de Janeiro

A aeronave KC-30 (Airbus 330-200), empregada na Operação Voltando em Paz, coordenada pelo Governo Federal e pela Força Aérea Brasileira (FAB), decolou de Tel Aviv, em Israel, às 12h45 (horário de Brasília) desta sexta-feira, 13, com 207 passageiros, além de dois cachorros e dois gatos, que serão repatriados da zona de conflito no Oriente Médio deflagrada pelos ataques do Hamas ao território israelense no último sábado, 7. Este é o quarto voo da operação, com destino ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro e previsão de chegada para este sábado, 14.  O destino final dos passageiros é em 18 cidades brasileiras. A ampla maioria em São Paulo (118), outras 31 no Rio de Janeiro, 13 em Porto Alegre, dez em Florianópolis e cinco em Brasília e Curitiba. Na lista de passageiros, há quatro crianças com menos de dois anos. O embaixador do Brasil em Israel, Fred Meyer afirmou que toda a equipe dele está mobilizada 24 horas para garantir que todos os brasileiros que tenham interesse em voltar sejam transportados de volta para o Brasil. “Esse já é o quarto voo. Mais de 700 pessoas já foram evacuadas. A previsão do  Itamaraty são 15 voos. Todos os que quiserem sair, sairão. Essa é a ordem do presidente Lula”, afirmou Meyer no comunicado do governo.

operação já resgatou 701 brasileiros da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Os primeiros 211 desembarcaram nesta quarta-feira, 11, na Base Aérea de Brasília. Outros 214 chegaram na quinta-feira, 12, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Já o terceiro avião da FAB, com mais 69 brasileiros repatriados, pousou às 11h30 (horário de Brasília) desta sexta na Base Aérea de São Paulo (BASP), localizada no Aeroporto de Guarulhos. Ao todo, cinco aeronaves já foram enviadas a Israel para fazer a repatriação. De acordo com o Governo Federal, a articulação mais complexa para o Itamaraty nesse momento tem sido para conseguir deslocar os mais de 20 brasileiros que manifestaram interesse em retornar ao Brasil e que estão no lado palestino do conflito. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, entrou em contato ontem com o ministro das Relações Exteriores do Egito, Sameh Shoukry, para garantir uma passagem humanitária para os brasileiros fazerem a travessia entre Gaza e o Egito, a partir de onde seria mais viável permitir aos brasileiros um retorno seguro.

Segundo informações do Itamaraty, mais de 2,7 mil brasileiros manifestaram interesse em retornar. Eles preencheram um formulário online disponível no site da embaixada Tel Aviv. A determinação do Governo Federal é de que todos os interessados sejam repatriados, como enfatizou nesta quarta, 11, nas redes sociais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): “Estou orgulhoso, e o povo brasileiro também deve estar, pelo belo trabalho que o Ministério da Defesa, o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira estão fazendo de resgate dos nossos compatriotas que estão na zona do conflito. Vamos continuar trabalhando até trazer de volta para casa todos que estão naquela região e desejam retornar ao nosso país”. A estimativa é que 14 mil brasileiros vivem em Israel e 6 mil na Palestina, a grande maioria fora da área afetada pelos ataques. Até o momento, o governo brasileiro reservou seis aeronaves da FAB para a repatriação.

Sob bombas em Gaza, milhares de palestinos tentam fugir do conflito entre Hamas e Israel Desde o ataque lançado no último sábado, 7, pelo Hamas, que resultou na morte de pelo menos 1,3 mil pessoas, Israel tem bombardeado incessantemente o enclave palestino governado pelo movimento islâmico

  • Por Jovem Pan
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  • 13/10/2023 13h59 - Atualizado em 13/10/2023 14h00

MAHMUD HAMS/AFPrefugiados-palestinos-fogem-da-faixa-de-gaza-MAHMUD HAMS-AFPPalestinos se deslocam para o sul da Faixa de Gaza após ordem de Israel para abandonarem a região em 24h

Milhares de habitantes do norte da Faixa de Gaza fogem de carro, moto, carroças ou até mesmo a pé em direção ao sul da região, após os alertas de Israel que ordenaram a evacuação em 24h. No entanto, palestinos se questionam “para onde ir”, enquanto os bombardeios continuam no enclave. “Até quando viveremos sob bombardeio e com morte por todos os lados?”, pergunta Um Hosam, de 29 anos, emocionado ao lado de seus quatro filhos. Desde o ataque lançado no sábado pelo Hamas, que resultou na morte de pelo menos 1.300 pessoas, Israel tem bombardeado incessantemente o enclave palestino governado pelo movimento islâmico, onde pelo menos 1.500 palestinos morreram – um terço deles crianças, de acordo com fontes de saúde locais. Um Hosam saiu de seu bairro três dias atrás, debaixo dos bombardeios, e se refugiou na casa de parentes. “Me disseram que minha casa foi completamente destruída”, conta. “Não temos mais uma casa, tudo foi destruído em Gaza. Onde estão os árabes? Eles deveriam nos proteger, já chega!”, continua o homem, que irá se deslocar novamente em menos de uma semana.

A questão do deslocamento é crucial na Faixa de Gaza, onde mais de 80% dos aproximadamente 2,4 milhões de habitantes são refugiados que deixaram suas aldeias e cidades ou foram expulsos delas quando Israel foi criado, em 1948. As memórias dolorosas desta época ressurgiram quando o exército israelense jogou panfletos que pediam aos moradores para partirem “imediatamente” ao sul da Faixa de Gaza, um território estreito de 362 quilômetros quadrados – limitado ao norte e a leste por Israel, a oeste pelo Mar Mediterrâneo e ao sul pelo Egito. A ONU (Organização das Nações Unidas) havia informado anteriormente que o exército israelense deu a ordem para evacuar 1,1 milhão de habitantes para o sul nas próximas 24 horas, prazo que as forças militares anunciaram que se estenderia. Desde então, as estradas se encheram de famílias que carregavam alguns de seus pertences em sacolas de plástico, conforme relataram jornalistas da AFP.

Alguns moradores decidiram ficar, seja por falta de transporte, por não conhecerem ninguém que possa recebê-los no sul ou porque se recusam a deixar uma terra que Israel poderia reivindicar. O Hamas, que governa o enclave desde 2007, pediu aos habitantes que desobedeçam a intimação de Israel. O presidente palestino Mahmoud Abbas, que administra a Cisjordânia ocupada, afirmou que esse pedido de deslocamento é “uma segunda Nakba”, a “catástrofe” que a criação do Estado de Israel representa para os palestinos. “O inimigo é feroz e quer nos aterrorizar e forçar ao exílio, mas resistiremos”, disse à AFP Abu Azzam, um morador do norte de Gaza determinado a permanecer no local. Mohammed Jaled, de 43 anos, também decidiu ficar. “O que o mundo quer de nós? Já sou um refugiado em Gaza, e eles querem que eu vá embora de novo?”, exclama. Ele pergunta: “O que faremos em Rafah?” – uma importante cidade no extremo oposto de Gaza, na fronteira com o Egito.

“Querem que durmamos nas ruas com nossos filhos? Eu me recuso! Não quero esta vida indigna!”, “Não há lugar seguro, então não sabemos para onde ir”, explica Mohammed Abu Ali, do campo de refugiados de Shati, o maior de Gaza, no norte da Faixa. “Nossas crianças vivem entre ruínas e não temos nem água nem alimentos”, relata Abu Ali. Israel decretou estado de sítio na Faixa de Gaza, após o ataque do Hamas no último sábado, 7. A entrada de bens e combustíveis foi proibida e o fornecimento de água e eletricidade cortado. “Viemos buscar refúgio na UNRWA”, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA, na sigla em inglês), encarregada pelos quase seis milhões de refugiados palestinos nos países do Oriente Médio. “E pergunto formalmente à ONU, em frente a seus escritórios: para onde vamos agora?” No entanto, a própria UNRWA decidiu seguir para o sul, onde realocou seu centro de operações e equipe.

Terceira aeronave da FAB com brasileiros pousa em São Paulo Cidadãos estavam em Israel quando o país foi atacado pelo Hamas

Pleno.News - 13/10/2023 12h42 | atualizado em 13/10/2023 13h15

Avião da FAB chegou em Guarulhos Foto: Reprodução/SBT News

A terceira aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) empregada na Operação Voltando em Paz, de repatriação de brasileiros em Israel, pousou na manhã desta sexta-feira (13), em Guarulhos, na Grande São Paulo. Até o momento, foram resgatados e já estão em solo nacional 494 brasileiros.

A quarta aeronave da FAB pousou, também nesta sexta, em Tel Aviv e aguarda o embarque de 215 brasileiros. O destino final do voo é o Rio de Janeiro, com chegada prevista para este sábado (14).

Já outra aeronave da missão, que foi cedida pela Presidência da República, pousou em Roma, na Itália, na manhã desta sexta. O país tem servido como escala na operação. No momento, a aeronave aguarda autorização para pousar no Egito e repatriar cerca de 20 brasileiros que estão na Faixa de Gaza.

*AE

PRECISO REVER ESTA CRIANÇA.

Não sei o seu nome e não sei onde mora, mas preciso falar com ele com URGÊNCIA, quem conhecer este garotinho, seus pais ou algum parente me avise, por favor!!! Este estava na Festa das Crianças na Escola Cívico-Militar Roland Jacob.

Meu número 99433 - 6804 - Fumanchú.

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

A maior mentira dos apologistas do Hamas

JCO

Nunca houve um estado palestino antes de 1948.

A ONU criou dois estados em 1948, o palestino e o israelense.

Os muçulmanos atacaram Israel desde o dia seguinte à decisão da ONU, e nunca aceitaram a divisão proposta, lutando desde então para expulsar os judeus.

Palestinos não aceitam a existência de dois estados.

Ao invés de aceitar o plano da ONU, ou depois as propostas de paz dos israelenses, seguem na sua Jihad para eliminar o estado judeu, usando a barbárie terrorista como método.

Israel ocupa menos de 1% do território controlado pelos muçulmanos na região, e tem uma história milenar nas terras que ocupa, hoje.

Leandro Ruschel.

Em meio a risadas do grupo Hamas, “eu fingi estar morto” diz sobrevivente FONTE: terrabrasilnoticias.com

JCO
Em meio a risadas do grupo Hamas, “eu fingi estar morto” diz sobrevivente

Foto: Reprodução

13/10/2023 - 12:03

“Provavelmente não conseguirei sair daqui. Eu te amo com todo o meu coração.”

Esse foi o texto que o israelense-norte-americano Aviv Oz enviou à sua namorada enquanto se escondia, imóvel, por horasdurante o massacre em um festival de música comandado pelo Hamas.

Oz, de 34 anos, trabalhava como artista visual no festival Nova no último sábado (7), quando a música foi subitamente substituída pelo som de alarmes estridentes.

Como muitos outros, Oz e seus amigos correram instintivamente para seus carros a fim de escapar, mas rapidamente se formou um engarrafamento. Momentos depois, tiros e gritos ecoaram de diferentes direções. Então, o “caos completo” começou, disse ele.

“Era como uma cena de Call of Duty, de um campo de batalha. Um pesadelo da vida real”, explicou Oz.

Depois de decidir abandonar o carro e fugir, Oz foi separado de seus amigos e se viu pulando no fundo de uma piscina de concreto vazia. Antes que seu telefone ficasse sem bateria, ele conseguiu enviar algumas mensagens para seus entes queridos.

“Pelo que entendi, eu iria morrer e precisava me despedir”, disse Oz àCNN.

“Quando decidi deitar e esperar pela minha morte, pude ver os terroristas passando”, citou. Ele podia ouvi-los rindo e sentiu um cheiro de fumaça e pólvora enquanto “fingia estar morto”, afirmou, acrescentando que ficou imóvel por cinco horas.

Quando achou que era seguro, Oz saiu lentamente da piscina e se aventurou a voltar para seu carro – que encontrou “despedaçado por balas” – para carregar seu telefone e pedir ajuda.

“O terreno estava cheio de pessoas inocentes [mortas]”, lamentou.

Ele voltou para seu esconderijo enquanto esperava a ajuda chegar.

“Havia outra pessoa, uma mulher israelense, que estava escondida nos arbustos todo esse tempo”, disse. “Ela se juntou a mim e esperamos em silêncio de pânico até que as forças especiais nos encontrassem.”

Embora esteja grato por estar vivo, Oz disse que está profundamente de luto por amigos e colegas de trabalho que foram mortos.

Oz, que tem raízes familiares no Queens, em Nova York, está morando em Israel e planeja fazer do país seu lar permanente.

CNN Brasil

FONTE: terrabrasilnoticias.com

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...