Gracinha Mão Santa defende os parnaibanos e não acha justo os consumidores de Parnaíba pagarem a conta das cidades que não se sustentam. Quem tem obrigação de pagar a conta dos municípios que dão prejuízo é o governo do estado, através de aporte financeiro e não a população parnaibana. Tem que ter águas de Parnaíba , assim como o ex-prefeito Firmino fez água de Teresina e as demais cidades que não sustentarem o sistema devem fazer junto com o governo do estado águas Piauí e o governador tem a obrigação de dar o aporte financeiro a estas cidades.
Político que defende transferir a conta negativa dos municípios ao povo Parnaibano não merece nosso respeito!
E o que esperar de deputados que desejam ser Candido a prefeito e de alguns vereadores que desejam reeleição que se omitem e pior os que não apoiam os parnaibanos neste assunto tão importante pro desenvolvimento de Parnaíba e que afeta a saúde, o meio ambiente e o bolso do cidadão parnaibano.
Após sofrer um gravíssimo acidente no último domingo(28), ao perder o controle do carro em que dirigia(caindo em uma ribanceira), o secretário municipal de educação de Caraúbas do Piauí, Adrião Portela Neto, 58 anos, o mesmo acaba de faleceu no HEDA - Hospital Dirceu Arcoverde em Parnaíba no Piauí.
As tropas israelitas atacaram nas últimas horas cerca de 300 alvos na Faixa de Gaza, incluindo instalações militares subterrâneas do Hamas.
O centro de comando do batalhão de Beit Lahia, no norte de Gaza foi bombardeado e Nasim Abu Ajina, um dos comandantes do grupo, foi morto.
Ele liderou os ataques ao kibutz Erez e à vila Netiv Ha’Asara no dia 7 de outubro.
Segundo Daniel Hagari, porta-voz das Forças de Segurança de Israel, Abu Ajina também comandou a força aérea do Hamas e participou do desenvolvimento de drones e parapentes do grupo terrorista.
“A sua eliminação constitui um dano significativo aos esforços da organização terrorista Hamas em interromper as operações terrestres das FDI”, afirmou o porta-voz.
Gradativamente, Israel avança e caminha para acabar definitivamente com o Hamas.
Falo do ex-vereador Astrogildo Fernandes, um homem linha reta, policial honrado, honesto e trabalhador, que sempre trabalha em prol do crescimento de Parnaíba e pelos mais humildes, Astrogildo Fernandes é um pré-candidato que deve voltar para a Câmara de Vereadores de Parnaíba.
Vamos ficar na torcida e se precisar dos nossos trabalhos, estamos aqui meu amigo.
Que DEUS te proteja e abençoe juntamente com seus familiares.
Em conversas no WhatsApp obtidas pela coluna de Paulo Cappeli/Metrópoles, o então chefe da Agência Brasileira de Inteligência, Saulo Moura da Cunha, agradeceu a Aloizio Mercadante por ter recebido o apoio do petista para ocupar o mais alto posto da Abin, no começo do ano.
Dias depois, em 10 de janeiro, relatou a terceiros que o ex-ministro de Dilma, atual presidente do BNDES, teria lhe “pedido cargos”. Procurado, Mercadante negou a versão.
“Bom dia, Saulo, você estará na posse da [ministra] Anielle Franco ou [do diretor-geral da Polícia Federal] Andrei Rodrigues, queria conversar um pouco”, escreveu Aloizio Mercadante, ao meio-dia do fatídico 8 de Janeiro.
No mesmo aplicativo de mensagens, Saulo respondeu:
“Bom dia, ministro. Estarei na posse do Andrei, sim”.
Dois dias depois, em conversa com um aliado da Abin, Saulo relatou:
“Encontrei Mercadante agora na posse do Andrei”.
O interlocutor perguntou: “Pediu cargos?”
E o então chefe da Abin replicou:
“Sim. E disse que iria falar com o PR (presidente da República)”.
Antes disso, Saulo chegou a agradecer a Mercadante pela nomeação para o cargo de chefia na Abin:
“Caro ministro Mercadante. Aqui é Saulo. Agradeço imensamente o apoio para a minha nomeação na Abin, publicada hoje. Estou à sua inteira disposição aqui na agência”, escreveu o ex-chefe da agência, em 2 de janeiro.
O presidente do BNDES respondeu parabenizando Saulo pelo “grande desafio” que teria pela frente.
Não fica claro por que Mercadante, presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento, mantinha interesse no funcionamento da Abin, que tem como função principal municiar o presidente da República com informações estratégicas [e na maioria das vezes sigilosas] em diferentes áreas.
Assim como o ex-chefe do GSI Gonçalves Dias, Saulo Moura foi exonerado por Lula do comando da Abin em meio aos desdobramentos do 8 de Janeiro.
Mercadante nega pedido por cargos
Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Mercadante negou qualquer pedido por cargos.
“Ele não pediu cargos. Pediu indicações para compor um grupo de trabalho para uma análise/ diagnóstico do setor, como ocorreu em todas as áreas do governo.
No caso da Abin, esse GT propôs o deslocamento do órgão do GSI para a Presidência da República, o que de fato acabou acontecendo depois”, afirmou a assessoria do ministro.
Escândalo da espionagem
Recentemente, a Abin se viu envolvida em um escândalo ocorrido ainda na gestão Bolsonaro. De acordo com a Polícia Federal, servidores da agência usaram um sistema israelense para, de forma ilegal, monitorar a geolocalização de jornalistas e autoridades públicas, como ministros do STF.
A PF chegou a fazer buscas e apreensões na própria sede da Abin e a prender servidores da agência. Como mostrou a coluna, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, demonstrou incômodo com a forma como a operação foi deflagrada.
Fachada da delegacia de Carapicuíba, que encontrou nove armas furtadas do Exército Divulgação/Polícia Civil de SP
Nove armas furtadas do Exército foram encontradas pela Polícia Civil de São Paulo, na madrugada de 21 de outubro Divulgação/Polícia Civil de SP
PF não foi acionada pelo Exército após furto de armas Divulgação/Polícia Civil de SP
As armas furtadas do Exército foram encontradas enterradas em uma mata próximo a um lago em São Roque (SP) Divulgação/Polícia Civil de SP
Segundo a Polícia Civil, armas furtadas do Exército seriam vendidas para o PCC e o CV Divulgação/Polícia Civil de SP
Ao todo, 21 armas foram furtadas do Exército Divulgação/Polícia Civil de SP
Fachada da delegacia de Carapicuíba, que encontrou nove armas furtadas do Exército Divulgação/Polícia Civil de SP
Nove armas furtadas do Exército foram encontradas pela Polícia Civil de São Paulo, na madrugada de 21 de outubro Divulgação/Polícia Civil de SP
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A operação, autorizada pela Justiça Militar, foi realizada de maneira integrada por militares da Polícia do Exército, tropa especializada do Comando Militar do Sudeste, e equipes do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar, com cerca de 45 militares e oito viaturas especializadas.
De acordo com as investigações internas do Exército, 21 metralhadoras foram levadas do Arsenal, possivelmente entre os dias 5 e 8 de setembro, em ação que teria tido a participação direta de militares.
As armas — 13 metralhadoras calibre .50, que podem derrubar aeronaves, e oito calibre 7,62, que perfuram veículos blindados — foram levadas para fora do quartel a fim de que fossem negociadas com facções criminosas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O furto das 21 metralhadoras só foi descoberto pelo Exército mais de um mês depois do crime, no último dia 10, durante inspeção no quartel. Reportagem do Metrópoles levou o caso a público três dias depois.
Até o momento, 17 metralhadoras foram recuperadas – oito no Rio de Janeiro e nove em São Roque, no interior de São Paulo (foto em destaque). As quatro armas ainda não encontradas são as de calibre .50. Ninguém foi preso pelo crime.
De acordo com o Exército, foram cumpridos nesta terça-feira mandados de busca e apreensão na comunidade de Vila Galvão, em Guarulhos. Em nota, a instituição reiterou que o episódio “é inaceitável e envidará todos os esforços para recuperar as armas subtraídas no mais curto prazo, responsabilizando os autores”.
Militares envolvidos
As investigações indicam que militares do Arsenal de Guerra atuaram para retirar o armamento de guerra do local. Um deles foi identificado como o cabo do Exército Vagner da Silva Tandu, 24 anos. Ele tinha a confiança do então diretor do Arsenal, tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, razão pela qual foi escolhido para ser motorista do oficial.
Essa condição teria facilitado sua saída do quartel, com um carro da instituição, carregando as metralhadoras. Outros cinco militares ajudaram Vagner diretamente. As investigações indicam que eles realizaram o corte intencional de energia do quartel, o que impediu as câmeras de segurança de registrarem a ação.
Como a Justiça Militar ainda não se manifestou sobre o pedido de prisão, o cabo não é considerado foragido — até porque trabalhou normalmente na segunda-feira. De acordo com fontes do Exército, a advogada de Vagner tem mantido contato direto com o Ministério Público Militar para tratar da situação de seu cliente.
O Metrópoles não conseguiu localizar a defesa do cabo do Exército. O espaço está aberto para manifestações.
Além do pedido de prisão dos seis homens, o Exército aplicou “punição disciplinar” a outros 17 militares por falha de conduta na fiscalização do armamento. A punição consiste em uma espécie de prisão administrativa no quartel, que pode durar de 1 a 20 dias.
Segundo a Polícia Civil, as armas furtadas seriam vendidas para as facções Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, e Comando Vermelho (CV), do Rio, que recusaram o armamento por falta de peças e por causa do estado de conservação das metralhadoras.