Gisele Bündchen, a renomada modelo, fez um apelo ao governo para uma abordagem mais rigorosa contra o desmatamento na Amazônia.
Em uma publicação em suas redes sociais, ela instigou seus seguidores a exigirem das autoridades uma atitude mais firme em favor do meio ambiente.
"Parece que o ser humano não aprende mesmo, coloca a ganância acima de tudo e, no final, todos nós sofreremos as consequências.
Desmatadores aproveitam o período mais seco para colocar fogo na Amazônia.
Até quando?
Quando teremos um maior monitoramento e a Amazônia será olhada com o cuidado que merece?
Quando vamos entender que a floresta tem um papel essencial não só pela sua diversidade, mas no regime de chuvas e equilíbrio do clima na Terra e, consequente, na vida de todos nós?", questionou a modelo.
Gisele destacou que as queimadas em ascensão estão devastando em pouco tempo o que a natureza levou séculos para construir.
No encerramento, Bündchen fez uma forte cobrança ao atual Governo sobre ações efetivas.
"O governo precisa formular uma política mais severa de combate ao desmatamento ilegal e também para a conservação de nossas florestas.
E nós, como cidadãos, devemos exigir uma postura mais engajada das autoridades", concluiu.
Pleno.News - 22/11/2023 18h16 | atualizado em 22/11/2023 18h36
Gás de cozinha Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
Em 71 municípios brasileiros, o preço do gás de cozinha ultrapassou em novembro a maior média nacional semanal do século, de R$ 113,66, registrada entre os dias 10 e 16 de abril de 2022. Na cidade de Tefé, no Amazonas, o botijão chegou a superar em quase 34% o recorde histórico, com o vasilhame de 13 quilos do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) sendo comercializado a R$ 152, o preço mais caro do país, informou o Observatório Social do Petróleo (OSP), com base no Levantamento de Preços de Combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A agência verificou que o valor do botijão de gás em 456 municípios do Brasil, na semana de 12 a 18 de novembro, variaram de R$ 114 a R$ 152. Em 71 cidades os preços estão acima da marca da série histórica – que tem início em julho de 2001, quando o órgão regulador federal começa a divulgar os valores do gás de cozinha.
A análise do Observatório mostra que seis das 10 cidades com preços mais elevados estão na região Norte, que é abastecida parcialmente pela Ream (Refinaria da Amazônia). A unidade de refino, que completa em dezembro próximo um ano de privatização, tem sido a recordista nacional dos combustíveis mais caros, segundo o OSP.
Na lista geral dos 71 municípios acima do recorde do século aparecem três cidades do estado do Rio de Janeiro e três de São Paulo. No Rio, Macaé cobra R$ 123 pelo botijão, é o município com o preço mais caro do estado. Logo em seguida, estão Itaguaí (R$ 121) e Angra dos Reis (R$ 114,84). Em São Paulo, o maior custo do gás de cozinha foi constatado em Marília (R$ 114,44), seguido por Itapeva (R$ 114,16) e Guarujá (R$ 114,09).
DEZ MAIS
A lista das dez cidades brasileiras com custo mais alto do gás de cozinha inclui três municípios no estado do Amazonas, três no Mato Grosso, dois em Rondônia, um em Roraima e um na Bahia. Tefé (AM) é a cidade com preço mais elevado do Brasil, seguida por Alta Floresta e Sinop, ambos municípios do Mato Grosso, onde o vasilhame é vendido a R$ 145 e R$ 138,63, respectivamente.
– A cidade de Tefé está localizada a apenas 180 quilômetros do Polo Urucu, a maior reserva terrestre de gás natural do país, e é o ápice da contradição que justo nessa região a população seja condenada a pagar os preços mais altos – disse em nota o secretário geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Adaedson Costa.
O economista Eric Gil Dantas, do OSP e do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), aponta dois fatores que explicam a concentração dos maiores preços no Norte do Brasil.
– O primeiro motivo é que a média ponderada dos preços praticados por produtores e importadores nessa região está 24% acima da média nacional, de acordo com dados da ANP. E grande parte dessa alta se deve à privatização da refinaria. O segundo fator é que a região tem a maior margem de distribuição e revenda, devido aos custos mais elevados de transporte/logística, sendo R$ 9 (18%) superior à média nacional – informou.
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