Percebam a GRAVIDADE da fala do decano do Supremo, ministro Gilmar Mendes:
"Este Supremo está preparado para enfrentar, uma vez mais, e caso necessário, as investidas desmedidas e inconstitucionais, agora provenientes do Poder Legislativo.
Recados das ruas chegam a todos nós, dando conta que o projeto aprovado é mal menor, como forma de impedir possíveis reformas ainda mais drásticas ao funcionamento da corte, ou mesmo a instauração de processos de impeachment contra membros desse tribunal.
É preciso altivez para rechaçar esse tipo de ameaça de maneira muito clara: esta casa não é composta por covardes. Cumpre dizê-lo com serenidade, mas com firmeza: esse tribunal não admite intimidações."
Ora, então é "inconstitucional" o Legislativo... legislar?
É "ilegal" pedir impeachment de ministro, procedimento previsto na Constituição?
Afinal, é o Legislativo que está ameaçando o Supremo?
A morte de Clezão está gerando uma grande comoção popular por todo o Brasil.
Em Brasília, o impacto das circunstâncias que envolvem a morte de Clezão na Papuda - mesmo com parecer da PGR para que ele fosse solto desde agosto - caíram como uma verdadeira bomba no colo do Ministro Alexandre de Moraes.
O que teria feito Moraes manter Clezão preso até a morte?
O fato é que a revolta contra Moraes atingiu níveis insuportáveis.
No final da tarde desta quarta-feira (23), o ministro acusou o golpe e determinou a soltura de outros quatro presos com comorbidade que estavam na Papuda.
Mesmo assim, a história nunca apagará as digitais do caixão de Clezão.
Escritor. Jornalista. Autor dos livros "O Mito - Os bastidores do Alvorada", "O Mito II - O inimigo agora é outro" e "O Mito III - Temos um presidente motoqueiro".
Pela terceira vez, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, "fugiu" da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (21).
Em ofício, Dino se vitimizou afirmando que é alvo de ameaças proferidas por parlamentares e, por isso, falta segurança para comparecer ao colegiado.
Dino citou xingamentos e confusões de outras convocações e pediu providências quanto à conduta do presidente da comissão, deputado Sanderson (PL-RS), alegando falta de capacidade e de isenção do parlamentar.
Ao mesmo tempo, Dino pede que a reunião seja realizada em uma comissão geral no plenário da Câmara, repetindo os argumentos usados para não comparecer à última convocação feita pela comissão no dia 24 de outubro.
O deputado Sanderson afirmou que a ausência do ministro configura crime de responsabilidade com base no Artigo 50 da Constituição Federal.
“Ministros de Estado, quando convocados, havendo pertinência temática e há, e não comparecendo, ele automaticamente comete crime de responsabilidade.
A menos que tivesse uma justa causa, uma doença, ou que foi convocado para uma reunião internacional de última hora, mas não é isso.
Parece que só o ministro Flávio Dino consegue entrar nas favelas cariocas sem ser importunado.
O deputado estadual Marcelo Dino, não obstante a coincidência do nome, não teve a mesma sorte do ministro.
O parlamentar estava em carro oficial da Assembleia Legislativa quando, segundo o boletim de ocorrência, teve sua passagem bloqueada por traficantes, às 18h de segunda-feira (20).
Em depoimento à Polícia Civil, Marcelo Dino disse que seguia orientações do GPS e acabou entrando em rota desconhecida. Ao notar barricadas à frente do veículo, que é blindado, ele tentou sair rapidamente, quando foi cercado por homens armados, que tentaram impedir que ele deixasse o local.
Felizmente, Marcelo Dino conseguiu fugir, sob a ameaça de tiros disparados por traficantes.
A aprovação da PEC que limita os "superpoderes" de ministros do STF no Senado caiu como uma "bomba" em Brasília.
Uma verdadeira demonstração de que as coisas estão mudando.
No meio disso tudo, a jornalista da Globo Eliane Cantanhede "vazou" uma informação que escancara a estranha relação entre o STF e o Governo Lula.
Em suas redes sociais, ela escreveu:
"Ministros do Supremo classificam como 'traição rasteira' o voto do líder do governo no Senado, Jaques Wagner, contra eles, depois de toda a resistência ao golpe bolsonarista.
O recado é: 'ou o Jaques Wagner sai, ou não tem mais papo do STF com o Planalto e o governo'..."
O deputado federal Nikolas Ferreira comentou:
"Ela acaba de dizer que a Suprema Corte do país tem relações de interesse com o governo no Senado. E pior: usam de chantagem para pressionar um Senador e o poder Executivo. Isso não é uma corte. Muito menos composta por juízes. É apenas um instrumento de poder.
E a jornalista obteve essa informação e a divulga como se não houvesse nenhum escândalo."
O ministro Raul Araújo tomou posse no cargo de corregedor-geral da Justiça Eleitoral.
Araújo será responsável pela relatoria das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que envolvem as eleições presidenciais de 2022.
Raul Araújo substitui o ministro Benedito Gonçalves, responsável pela relatoria da ação que levou a maioria dos ministros do TSE a condenar duas vezes o ex-presidente Jair Bolsonaro à inelegibilidade até as eleições de 2030.
Durante os julgamentos, o novo corregedor, que votou pela absolvição de Bolsonaro, assumirá a relatoria de sete ações protocoladas contra o ex-presidente durante as eleições. Justamente neste ponto pode residir uma grande mudança no posicionamento do TSE.
Outro fato importante é que uma possível "arguição de ilegitimidade" dos julgamentos que condenaram Bolsonaro a inelegibilidade deve ser competência do próximo presidente do TSE...
E quem será esse próximo presidente? Isso mesmo: Nunes Marques, que também votou a favor de Bolsonaro.
Uma possível reversão da inelegibilidade não para por aí... No Congresso, há meses, deputados estão trabalhando em um projeto de lei que pode anular julgamentos e decisões do TSE e manter os direitos políticos de Bolsonaro.
Será uma verdadeira reviravolta e uma resposta firme ao clima de insegurança instalado em todo o Brasil.
O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo.
São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda.
Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado.
Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro...
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A defesa de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, acionou o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 22, para que a Corte requisite as filmagens das câmeras de segurança do pátio da Penitenciária da Papuda, em Brasília.
“Requer que se oficie, com urgência, à Direção do Centro de Detenção Provisória II, bem como à Vara de Execuções Penais (VEP), informações detalhadas sobre o fato”, diz um trecho do pedido. “Sendo disponibilizado as imagens das câmeras de segurança do pátio, no momento fatídico, o qual ocorreu entre 9h30 e 10h58.”
O advogado Bruno Azevedo de Souza também informou que vai anexar o atestado de óbito ao processo assim que o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) ficar pronto. A certidão atual mostra que a causa da morte ainda está em apuração.
Em depoimento, Clezão contou que teve desmaios
A Procuradoria-Geral da República (PGR) deu, em setembro, parecer favorável à liberdade provisória de Clezão | Foto: Reprodução/Twitter X/@eduardoafvieira
Em seu último depoimento às autoridades, Cleriston alertou para seus problemas de saúde. Em 31 de julho, ele contou que tinha vasculite aguda, que o fazia desmaiar e ter falta de ar no presídio.
Enquanto estava detido, Clezão era acompanhado por uma equipe multidisciplinar da Unidade Básica de Saúde da penitenciária.
Advogado de Clezão disse que a prisão seria uma ‘sentença de morte’
Em fevereiro, seu advogado chegou a dizer que a prisão seria uma “sentença de morte” e pediu que a Justiça concedesse a ele liberdade provisória, o que foi negado naquele momento.
No depoimento, Clezão contou que começou a passar mal depois que foi detido pelos policiais no Congresso Nacional, em 8 de janeiro. Segundo seu relato, sofreu um desmaio e urinou nas roupas.
Ele contou que chegou a ser encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Distrito Federal e só recebeu os seus remédios para vasculite na manhã do dia seguinte, pelas mãos da mulher.