O rosto do River-PI 2024 está cada vez mais desenhado. Hoje (24) foram anunciados mais dois nomes, ambos para o setor de criação – Ronald Bele, 22 anos e Caíque Valdivia, 31 anos. Com a confirmação desses atletas o Galo Carijó chega aos 17 nomes anunciados. O River será comandado por Fabiano Soares e se apresenta no dia 11 de dezembro.
Ronald Bele, 22 anos, com passagens por Aimoré (RS), Flamengo (SP), Próspera, Taubaté e Juventude. Na fila de nomes mais experientes para o setor a diretoria apostou em Caíque Valdivia, 31 anos, ex-Potigar e com passagens recentes por União Rondonopolis, Juazeiro, CSE, ASA, Madureira, Londrina e Juventude.
Ainda essa semana o clube havia confirmado os nomes de Izaldo Braz, 30 anos, lateral-esquerdo com passagens por Vila Nova (GO), Madureira (RJ), Juazeirense (BA), Náutico (PE). O volante Doda, 20 anos, que recentemente esteve no Amazonas, time que disputou a Série C do Brasileiro e garantiu acesso, apesar do atleta ter sido emprestado para o Moto Club (MA) na reta final da campanha.
Além desses quatro últimos nomes, o River já havia confirmado a renovação de sete atletas que participaram da campanha até o título Estadual 2023 e essa lista deve se ampliar com o nome do atacante Edrean, 27 anos, que fez parte desse grupo e terminou a temporada após o Estadual no Tuna Luso (PA).
Deputados participaram de um ato emocionante em frente à sede do STF para pedir justiça pela morte de Cleriston da Cunha e pelos demais presos do 08 de janeiro.
Em entrevista à jornalista Berenice Leite, o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES), que esteve presente no evento, manifestou sua revolta e revelou que fará uma denúncia à Corte Internacional dos Direitos Humanos:
“Cleriston foi assassinado pelo estado e isso é muito grave.
O mundo irá saber o que está acontecendo na Papuda, na Colmeia, com esses presos, muitos deles com comorbidades”, frisou.
Temperar a salada ou refogar legumes, entre outras atividades da cozinha, cozinha ficou mais caro para os brasileiros que usam o azeite. O preço do óleo vegetal - produzido com azeitonas, ou olivas - disparou nas gôndolas dos supermercados, com a inflação acumulada do produto em 12 meses chegando a 26,69%, segundo os dados de outubro doÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse é o maior patamar em sete anos.
O aumento no preço médio do azeite no Brasil ocorre na contramão dos demais itens da cesta básica. No acumulado em 12 meses até outubro, a inflação oficial do País ficou em 4,82%, enquanto alimentos e bebidas registraram alta de apenas 0,48%.
A má notícia para os amantes do azeite é de que, talvez, o produto não tenha chegado ainda ao ápice do preço - ou seja, deve continuar subindo. Entre os fatores de pressão do custo estão asquestões climáticas, que têm afetado as plantações de oliveiras, impactos causados pelaguerra entre Ucrânia e Rússiae também a questão cambial. Para todos os casos, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, não há perspectiva de solução no curto prazo.
Inflação do azeite é a maior em sete anosFoto:Wesley Gonsalves/Estadão
O professor do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati, lembra que o conflito geopolítico do leste europeu, iniciado em fevereiro de 2022, foi um dos primeiros fatores para a disparada do preço do azeite, já que Ucrânia e Rússia são os maiores exportadores de óleo de girassol do mundo, responsável por cerca de 80% da produção global. Com a guerra, a escassez do produto acabou pressionando o preço dos demais óleos vegetais, como no caso do azeite. “O mercado de óleos vegetais foi fortemente impactado pelo conflito”, diz. Serigati.
Outro elemento que contribuiu para a disparada nos preços do azeite no País foi o dólar. O professor da FGV aponta que a volatilidade da moeda americana em relação ao real também pressionou o preço final do produto, já que a maioria do consumo nacional é de azeite importado. “O câmbio teve uma grande variação este ano. Nós vimos o câmbio operar abaixo de R$ 4,8, mas também perto de R$ 5,20. Toda essa volatilidade se refletiu no preço dos produtos”, avalia Serigati.
continua após a publicidade
Dados do Conselho Internacional de Azeite de Oliva mostram que o Brasil é o terceiro maior importador mundial de óleo de azeite e azeite extra virgem, com 8% de toda a produção global, atrás apenas da União Europeia (17%) e dos Estados Unidos (35%), na segunda e primeira posição do ranking, respectivamente.
Seregati lembra que a produção local de azeite ainda é pouco expressiva e, por isso, não teve relevância na formação de preço do produto, apenas acompanhando as flutuações do mercado internacional. “O que o Brasil produz é apenas uma ‘franja’ do nosso consumo”, diz.
continua após a publicidade
Para o executivo-chefe de investimentos da TAG Investimentos, André Leite, este tem sido um ano com eventos diretos na variação cambial, e isso não deve ser pacificado no curto prazo. Em relação ao câmbio futuro, a relação comercial entre real e dólar dependerá bastante de fatores externos, como as decisões do Fed (o banco central americano) em relação aos juros. “Nós vamos ficar muito dependentes do cenário externo”, diz Leite.
Alinhado à volatilidade do câmbio e ao conflito internacional no leste europeu, mais um elemento ajudou a pressionar os custos de produção dos azeites no mundo. A economista da Planejar, Fernanda Melo, acrescenta que, com as sanções econômicas impostas à Rússia, que é a maior produtora de defensivos agrícolas, o preço do fertilizante também subiu, encarecendo ainda mais a safra das azeitonas. “Este é outro fator que, combinado a uma situação climática não favorável, acaba afetando o preço também”, afirma.
Um terceiro fator determinante na curva de preços do azeite em solo nacional é o aquecimento global e as ondas de calor extremo que atingem todo o globo, incluindo os principais produtores do óleo vegetal, como Espanha, Itália, Grécia, França e Portugal. Por causa das mudanças climáticas, produtores europeus enfrentam dificuldades para manter a produção de azeitonas, que sofrem com a seca e altas temperaturas.
O professor da FGV explica que este ano o El Niño mais forte do que de costume foi um golpe extra nas oliveiras, o que reduziu a safra, deixando menos fruto para a produção do azeite. Ele ainda lembra que a situação é parecida com o cenário vivido no mercado nacional em 2015, momento em que o óleo também registrou fortes altas. “O ano de 2015 tem características parecidas com 2023. O País também tinha problemas cambiais, além de uma seca forte causada, justamente, pela incidência do El Niño.”
À época, em dezembro de 2015, o azeite fechou o ano com uma inflação acumulada em 12 meses de 22,75%, com uma trajetória de alta que se manteve nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 2016, a alta acumulada em 12 meses atingiu 31,24%. Para o professor do FGV Agro, essas semelhanças e as incertezas no mercado futuro podem repetir o cenário de novas altas. “Não seria uma surpresa se nos próximos meses nós registrássemos novos aumentos no preço do azeite”, diz.
Temperar a salada ou refogar legumes, entre outras atividades da cozinha, cozinha ficou mais caro para os brasileiros que usam o azeite. O preço do óleo vegetal - produzido com azeitonas, ou olivas - disparou nas gôndolas dos supermercados, com a inflação acumulada do produto em 12 meses chegando a 26,69%, segundo os dados de outubro doÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse é o maior patamar em sete anos.
O aumento no preço médio do azeite no Brasil ocorre na contramão dos demais itens da cesta básica. No acumulado em 12 meses até outubro, a inflação oficial do País ficou em 4,82%, enquanto alimentos e bebidas registraram alta de apenas 0,48%.
A má notícia para os amantes do azeite é de que, talvez, o produto não tenha chegado ainda ao ápice do preço - ou seja, deve continuar subindo. Entre os fatores de pressão do custo estão asquestões climáticas, que têm afetado as plantações de oliveiras, impactos causados pelaguerra entre Ucrânia e Rússiae também a questão cambial. Para todos os casos, segundo especialistas ouvidos peloEstadão, não há perspectiva de solução no curto prazo.
O professor do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati, lembra que o conflito geopolítico do leste europeu, iniciado em fevereiro de 2022, foi um dos primeiros fatores para a disparada do preço do azeite, já que Ucrânia e Rússia são os maiores exportadores de óleo de girassol do mundo, responsável por cerca de 80% da produção global. Com a guerra, a escassez do produto acabou pressionando o preço dos demais óleos vegetais, como no caso do azeite. “O mercado de óleos vegetais foi fortemente impactado pelo conflito”, diz. Serigati.
Outro elemento que contribuiu para a disparada nos preços do azeite no País foi o dólar. O professor da FGV aponta que a volatilidade da moeda americana em relação ao real também pressionou o preço final do produto, já que a maioria do consumo nacional é de azeite importado. “O câmbio teve uma grande variação este ano. Nós vimos o câmbio operar abaixo de R$ 4,8, mas também perto de R$ 5,20. Toda essa volatilidade se refletiu no preço dos produtos”, avalia Serigati.
Dados do Conselho Internacional de Azeite de Oliva mostram que o Brasil é o terceiro maior importador mundial de óleo de azeite e azeite extra virgem, com 8% de toda a produção global, atrás apenas da União Europeia (17%) e dos Estados Unidos (35%), na segunda e primeira posição do ranking, respectivamente.
Seregati lembra que a produção local de azeite ainda é pouco expressiva e, por isso, não teve relevância na formação de preço do produto, apenas acompanhando as flutuações do mercado internacional. “O que o Brasil produz é apenas uma ‘franja’ do nosso consumo”, diz.
Azeite consumido no Brasil é praticamente todo importadoFoto:Wesley Gonsalves/Estadão
Para o executivo-chefe de investimentos da TAG Investimentos, André Leite, este tem sido um ano com eventos diretos na variação cambial, e isso não deve ser pacificado no curto prazo. Em relação ao câmbio futuro, a relação comercial entre real e dólar dependerá bastante de fatores externos, como as decisões do Fed (o banco central americano) em relação aos juros. “Nós vamos ficar muito dependentes do cenário externo”, diz Leite.
Alinhado à volatilidade do câmbio e ao conflito internacional no leste europeu, mais um elemento ajudou a pressionar os custos de produção dos azeites no mundo. A economista da Planejar, Fernanda Melo, acrescenta que, com as sanções econômicas impostas à Rússia, que é a maior produtora de defensivos agrícolas, o preço do fertilizante também subiu, encarecendo ainda mais a safra das azeitonas. “Este é outro fator que, combinado a uma situação climática não favorável, acaba afetando o preço também”, afirma.
Um terceiro fator determinante na curva de preços do azeite em solo nacional é o aquecimento global e as ondas de calor extremo que atingem todo o globo, incluindo os principais produtores do óleo vegetal, como Espanha, Itália, Grécia, França e Portugal. Por causa das mudanças climáticas, produtores europeus enfrentam dificuldades para manter a produção de azeitonas, que sofrem com a seca e altas temperaturas.
O professor da FGV explica que este ano o El Niño mais forte do que de costume foi um golpe extra nas oliveiras, o que reduziu a safra, deixando menos fruto para a produção do azeite. Ele ainda lembra que a situação é parecida com o cenário vivido no mercado nacional em 2015, momento em que o óleo também registrou fortes altas. “O ano de 2015 tem características parecidas com 2023. O País também tinha problemas cambiais, além de uma seca forte causada, justamente, pela incidência do El Niño.”
À época, em dezembro de 2015, o azeite fechou o ano com uma inflação acumulada em 12 meses de 22,75%, com uma trajetória de alta que se manteve nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 2016, a alta acumulada em 12 meses atingiu 31,24%. Para o professor do FGV Agro, essas semelhanças e as incertezas no mercado futuro podem repetir o cenário de novas altas. “Não seria uma surpresa se nos próximos meses nós registrássemos novos aumentos no preço do azeite”, diz.
Repentinamente, o senador Rodrigo Pacheco, passou a dar inúmeras demonstrações de preocupação com o país.
Enfrentou corajosamente ministros do STF, que fizeram declarações truculentas contra pautas atinentes a corte, encaminhadas pelo Senado Federal. Demonstrando altivez, Pacheco conseguiu desmontar os argumentos dos magistrados.
Na sequência, cheio de determinação, o ‘novo’ Pacheco mandou um recado a Lula, sobre o veto à desoneração da folha.
Lula vetou integralmente a prorrogação até 2027 da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. Com isso, a medida perde valor em 31 de dezembro. O Congresso pode derrubar o veto.
Eis o que disse Pacheco:
“Esse episódio do veto já aconteceu antes. Já foi objeto de veto em governo anterior e o Congresso Nacional derrubou. Obviamente, o veto do presidente Lula vai ter um caminho próprio. Mas o que eu posso afirmar é que o sentimento do Congresso é que a desoneração é algo positivo para o país”.
E complementou:
“A desoneração da folha de pagamento tem uma razão de ser. Ela não é um beneficiário ao acaso, o país precisa gerar emprego. O impacto reduzido da oneração previdenciária gera empregabilidade. O que se tem é uma prorrogação daquilo que já existe, não é uma isenção nova. Uma desoneração que já existe para 17 setores de alta empregabilidade, muitos deles empregam jovens no primeiro emprego. Já houve uma ampla maioria na aprovação desse projeto”.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, através do SPV – Serviço de Proteção aos Vulneráveis, realizou encontro realizou um encontro educativo voltado para pais e alunos da Escola Municipal Albertina Castelo Branco (CAIC), com a finalidade desenvolver e reforçar valores relativos à paz através de experiências significativas para a vida.
A ação foi promovida mediante o aumento de relatos sobre o aumento do uso de drogas, casos de gravidez na adolescência e violência doméstica no município. O evento foi realizado nos dias 16 e 17 de novembro de 2023, onde foram abordados os seguintes temas: A importância do trabalho desenvolvido pelo SPV – Serviço de Proteção aos Vulneráveis em Parnaíba-PI, Gravidez na Adolescência, Crime Cibernético e Drogas.
O encontro com os pais e alunos no CAIC contou com o apoio da OAB de Parnaíba, Secretaria Municipal de Saúde e Ministério Público.
A Prefeitura de Parnaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde, fez mais uma campanha de vacinação antirrábica, totalizando quase 25 mil animais (cães e gatos) imunizados, entre cães e gatos.
As ações de vacinação antirrábica foram realizadas pelas equipes da Vigilância Ambiental do município de Parnaíba, sob orientação do diretor Francisco Vitor Gomes Dourado.
O secretário municipal de Saúde, Paulo José dos Santos Araújo, solicitou ao diretor da Vigilância Ambiental que ampliasse a meta vacinal em 2023. No total foram imunizados 24.637 animais (cães e gatos).
A raiva é uma doença infecciosa viral aguda grave, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. É causada pelo Vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae.