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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

River amplia opções no setor de criação, anuncia dois meias e chega aos 17 nomes

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Por Pâmella Maranhão 

O rosto do River-PI 2024 está cada vez mais desenhado. Hoje (24) foram anunciados mais dois nomes, ambos para o setor de criação – Ronald Bele, 22 anos e Caíque Valdivia, 31 anos. Com a confirmação desses atletas o Galo Carijó chega aos 17 nomes anunciados. O River será comandado por Fabiano Soares e se apresenta no dia 11 de dezembro.

Ronald Bele, 22 anos, com passagens por Aimoré (RS), Flamengo (SP), Próspera, Taubaté e Juventude. Na fila de nomes mais experientes para o setor a diretoria apostou em Caíque Valdivia, 31 anos, ex-Potigar e com passagens recentes por União Rondonopolis, Juazeiro, CSE, ASA, Madureira, Londrina e Juventude. 

Ainda essa semana o clube havia confirmado os nomes de Izaldo Braz, 30 anos, lateral-esquerdo com passagens por Vila Nova (GO), Madureira (RJ), Juazeirense (BA), Náutico (PE). O volante Doda, 20 anos, que recentemente esteve no Amazonas, time que disputou a Série C do Brasileiro e garantiu acesso, apesar do atleta ter sido emprestado para o Moto Club (MA) na reta final da campanha. 

Além desses quatro últimos nomes, o River já havia confirmado a renovação de sete atletas que participaram da campanha até o título Estadual 2023 e essa lista deve se ampliar com o nome do atacante Edrean, 27 anos, que fez parte desse grupo e terminou a temporada após o Estadual no Tuna Luso (PA). 

Caso Cleriston vai à Corte Interamericana: “O mundo vai saber o que está acontecendo” (veja o vídeo)

JCO

Em entrevista à jornalista Berenice Leite, o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES), que esteve presente no evento, manifestou sua revolta e revelou que fará uma denúncia à Corte Internacional dos Direitos Humanos:

“Cleriston foi assassinado pelo estado e isso é muito grave. 
O mundo irá saber o que está acontecendo na Papuda, na Colmeia, com esses presos, muitos deles com comorbidades”, frisou. 

Veja o vídeo:

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje minha amigo Socorro Fortes completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe e proteja.

Parabéns amiga.

Preço do azeite dispara e inflação do produto no Brasil é a maior em 7 anos; FONTE: terrabrasilnoticias.com

Preço do azeite dispara e inflação do produto no Brasil é a maior em 7 anos;

Foto: Wesley Gonsalves/Estadão

24/11/2023 - 20:48


Temperar a salada ou refogar legumes, entre outras atividades da cozinha, cozinha ficou mais caro para os brasileiros que usam o azeite. O preço do óleo vegetal - produzido com azeitonas, ou olivas - disparou nas gôndolas dos supermercados, com a inflação acumulada do produto em 12 meses chegando a 26,69%, segundo os dados de outubro doÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse é o maior patamar em sete anos.

O aumento no preço médio do azeite no Brasil ocorre na contramão dos demais itens da cesta básica. No acumulado em 12 meses até outubro, a inflação oficial do País ficou em 4,82%, enquanto alimentos e bebidas registraram alta de apenas 0,48%.

A má notícia para os amantes do azeite é de que, talvez, o produto não tenha chegado ainda ao ápice do preço - ou seja, deve continuar subindo. Entre os fatores de pressão do custo estão asquestões climáticas, que têm afetado as plantações de oliveiras, impactos causados pelaguerra entre Ucrânia e Rússiae também a questão cambial. Para todos os casos, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, não há perspectiva de solução no curto prazo.

Inflação do azeite é a maior em sete anos
Inflação do azeite é a maior em sete anosFoto:Wesley Gonsalves/Estadão

O professor do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati, lembra que o conflito geopolítico do leste europeu, iniciado em fevereiro de 2022, foi um dos primeiros fatores para a disparada do preço do azeite, já que Ucrânia e Rússia são os maiores exportadores de óleo de girassol do mundo, responsável por cerca de 80% da produção global. Com a guerra, a escassez do produto acabou pressionando o preço dos demais óleos vegetais, como no caso do azeite. “O mercado de óleos vegetais foi fortemente impactado pelo conflito”, diz. Serigati.

Outro elemento que contribuiu para a disparada nos preços do azeite no País foi o dólar. O professor da FGV aponta que a volatilidade da moeda americana em relação ao real também pressionou o preço final do produto, já que a maioria do consumo nacional é de azeite importado. “O câmbio teve uma grande variação este ano. Nós vimos o câmbio operar abaixo de R$ 4,8, mas também perto de R$ 5,20. Toda essa volatilidade se refletiu no preço dos produtos”, avalia Serigati.

continua após a publicidade

Dados do Conselho Internacional de Azeite de Oliva mostram que o Brasil é o terceiro maior importador mundial de óleo de azeite e azeite extra virgem, com 8% de toda a produção global, atrás apenas da União Europeia (17%) e dos Estados Unidos (35%), na segunda e primeira posição do ranking, respectivamente.

Seregati lembra que a produção local de azeite ainda é pouco expressiva e, por isso, não teve relevância na formação de preço do produto, apenas acompanhando as flutuações do mercado internacional. “O que o Brasil produz é apenas uma ‘franja’ do nosso consumo”, diz.

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Para o executivo-chefe de investimentos da TAG Investimentos, André Leite, este tem sido um ano com eventos diretos na variação cambial, e isso não deve ser pacificado no curto prazo. Em relação ao câmbio futuro, a relação comercial entre real e dólar dependerá bastante de fatores externos, como as decisões do Fed (o banco central americano) em relação aos juros. “Nós vamos ficar muito dependentes do cenário externo”, diz Leite.

Alinhado à volatilidade do câmbio e ao conflito internacional no leste europeu, mais um elemento ajudou a pressionar os custos de produção dos azeites no mundo. A economista da Planejar, Fernanda Melo, acrescenta que, com as sanções econômicas impostas à Rússia, que é a maior produtora de defensivos agrícolas, o preço do fertilizante também subiu, encarecendo ainda mais a safra das azeitonas. “Este é outro fator que, combinado a uma situação climática não favorável, acaba afetando o preço também”, afirma.

Um terceiro fator determinante na curva de preços do azeite em solo nacional é o aquecimento global e as ondas de calor extremo que atingem todo o globo, incluindo os principais produtores do óleo vegetal, como Espanha, Itália, Grécia, França e Portugal. Por causa das mudanças climáticas, produtores europeus enfrentam dificuldades para manter a produção de azeitonas, que sofrem com a seca e altas temperaturas.

O professor da FGV explica que este ano o El Niño mais forte do que de costume foi um golpe extra nas oliveiras, o que reduziu a safra, deixando menos fruto para a produção do azeite. Ele ainda lembra que a situação é parecida com o cenário vivido no mercado nacional em 2015, momento em que o óleo também registrou fortes altas. “O ano de 2015 tem características parecidas com 2023. O País também tinha problemas cambiais, além de uma seca forte causada, justamente, pela incidência do El Niño.”

À época, em dezembro de 2015, o azeite fechou o ano com uma inflação acumulada em 12 meses de 22,75%, com uma trajetória de alta que se manteve nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 2016, a alta acumulada em 12 meses atingiu 31,24%. Para o professor do FGV Agro, essas semelhanças e as incertezas no mercado futuro podem repetir o cenário de novas altas. “Não seria uma surpresa se nos próximos meses nós registrássemos novos aumentos no preço do azeite”, diz.

Temperar a salada ou refogar legumes, entre outras atividades da cozinha, cozinha ficou mais caro para os brasileiros que usam o azeite. O preço do óleo vegetal - produzido com azeitonas, ou olivas - disparou nas gôndolas dos supermercados, com a inflação acumulada do produto em 12 meses chegando a 26,69%, segundo os dados de outubro doÍndice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse é o maior patamar em sete anos.

O aumento no preço médio do azeite no Brasil ocorre na contramão dos demais itens da cesta básica. No acumulado em 12 meses até outubro, a inflação oficial do País ficou em 4,82%, enquanto alimentos e bebidas registraram alta de apenas 0,48%.

A má notícia para os amantes do azeite é de que, talvez, o produto não tenha chegado ainda ao ápice do preço - ou seja, deve continuar subindo. Entre os fatores de pressão do custo estão asquestões climáticas, que têm afetado as plantações de oliveiras, impactos causados pelaguerra entre Ucrânia e Rússiae também a questão cambial. Para todos os casos, segundo especialistas ouvidos peloEstadão, não há perspectiva de solução no curto prazo.

O professor do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati, lembra que o conflito geopolítico do leste europeu, iniciado em fevereiro de 2022, foi um dos primeiros fatores para a disparada do preço do azeite, já que Ucrânia e Rússia são os maiores exportadores de óleo de girassol do mundo, responsável por cerca de 80% da produção global. Com a guerra, a escassez do produto acabou pressionando o preço dos demais óleos vegetais, como no caso do azeite. “O mercado de óleos vegetais foi fortemente impactado pelo conflito”, diz. Serigati.

Outro elemento que contribuiu para a disparada nos preços do azeite no País foi o dólar. O professor da FGV aponta que a volatilidade da moeda americana em relação ao real também pressionou o preço final do produto, já que a maioria do consumo nacional é de azeite importado. “O câmbio teve uma grande variação este ano. Nós vimos o câmbio operar abaixo de R$ 4,8, mas também perto de R$ 5,20. Toda essa volatilidade se refletiu no preço dos produtos”, avalia Serigati.

Dados do Conselho Internacional de Azeite de Oliva mostram que o Brasil é o terceiro maior importador mundial de óleo de azeite e azeite extra virgem, com 8% de toda a produção global, atrás apenas da União Europeia (17%) e dos Estados Unidos (35%), na segunda e primeira posição do ranking, respectivamente.

Seregati lembra que a produção local de azeite ainda é pouco expressiva e, por isso, não teve relevância na formação de preço do produto, apenas acompanhando as flutuações do mercado internacional. “O que o Brasil produz é apenas uma ‘franja’ do nosso consumo”, diz.

Azeite consumido no Brasil é praticamente todo importado
Azeite consumido no Brasil é praticamente todo importadoFoto:Wesley Gonsalves/Estadão

Para o executivo-chefe de investimentos da TAG Investimentos, André Leite, este tem sido um ano com eventos diretos na variação cambial, e isso não deve ser pacificado no curto prazo. Em relação ao câmbio futuro, a relação comercial entre real e dólar dependerá bastante de fatores externos, como as decisões do Fed (o banco central americano) em relação aos juros. “Nós vamos ficar muito dependentes do cenário externo”, diz Leite.

Alinhado à volatilidade do câmbio e ao conflito internacional no leste europeu, mais um elemento ajudou a pressionar os custos de produção dos azeites no mundo. A economista da Planejar, Fernanda Melo, acrescenta que, com as sanções econômicas impostas à Rússia, que é a maior produtora de defensivos agrícolas, o preço do fertilizante também subiu, encarecendo ainda mais a safra das azeitonas. “Este é outro fator que, combinado a uma situação climática não favorável, acaba afetando o preço também”, afirma.

Um terceiro fator determinante na curva de preços do azeite em solo nacional é o aquecimento global e as ondas de calor extremo que atingem todo o globo, incluindo os principais produtores do óleo vegetal, como Espanha, Itália, Grécia, França e Portugal. Por causa das mudanças climáticas, produtores europeus enfrentam dificuldades para manter a produção de azeitonas, que sofrem com a seca e altas temperaturas.

O professor da FGV explica que este ano o El Niño mais forte do que de costume foi um golpe extra nas oliveiras, o que reduziu a safra, deixando menos fruto para a produção do azeite. Ele ainda lembra que a situação é parecida com o cenário vivido no mercado nacional em 2015, momento em que o óleo também registrou fortes altas. “O ano de 2015 tem características parecidas com 2023. O País também tinha problemas cambiais, além de uma seca forte causada, justamente, pela incidência do El Niño.”

À época, em dezembro de 2015, o azeite fechou o ano com uma inflação acumulada em 12 meses de 22,75%, com uma trajetória de alta que se manteve nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 2016, a alta acumulada em 12 meses atingiu 31,24%. Para o professor do FGV Agro, essas semelhanças e as incertezas no mercado futuro podem repetir o cenário de novas altas. “Não seria uma surpresa se nos próximos meses nós registrássemos novos aumentos no preço do azeite”, diz.

FONTE: terrabrasilnoticias.com

Depois de enfrentar os ministros do STF, Pacheco manda recado para Lula

JCO

Enfrentou corajosamente ministros do STF, que fizeram declarações truculentas contra pautas atinentes a corte, encaminhadas pelo Senado Federal. Demonstrando altivez, Pacheco conseguiu desmontar os argumentos dos magistrados.

Na sequência, cheio de determinação, o ‘novo’ Pacheco mandou um recado a Lula, sobre o veto à desoneração da folha.

Lula vetou integralmente a prorrogação até 2027 da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. Com isso, a medida perde valor em 31 de dezembro. O Congresso pode derrubar o veto.

Eis o que disse Pacheco:

“Esse episódio do veto já aconteceu antes. Já foi objeto de veto em governo anterior e o Congresso Nacional derrubou. Obviamente, o veto do presidente Lula vai ter um caminho próprio. Mas o que eu posso afirmar é que o sentimento do Congresso é que a desoneração é algo positivo para o país”.

E complementou:

“A desoneração da folha de pagamento tem uma razão de ser. Ela não é um beneficiário ao acaso, o país precisa gerar emprego. O impacto reduzido da oneração previdenciária gera empregabilidade. O que se tem é uma prorrogação daquilo que já existe, não é uma isenção nova. Uma desoneração que já existe para 17 setores de alta empregabilidade, muitos deles empregam jovens no primeiro emprego. Já houve uma ampla maioria na aprovação desse projeto”.

SPV realiza encontro educativo com pais e alunos parnaibanos para reforçar valores significativos para a vida

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, através do SPV – Serviço de Proteção aos Vulneráveis, realizou encontro realizou um encontro educativo voltado para pais e alunos da Escola Municipal Albertina Castelo Branco (CAIC), com a finalidade desenvolver e reforçar valores relativos à paz através de experiências significativas para a vida.

A ação foi promovida mediante o aumento de relatos sobre o aumento do uso de drogas, casos de gravidez na adolescência e violência doméstica no município. O evento foi realizado nos dias 16 e 17 de novembro de 2023, onde foram abordados os seguintes temas: A importância do trabalho desenvolvido pelo SPV – Serviço de Proteção aos Vulneráveis em Parnaíba-PI, Gravidez na Adolescência, Crime Cibernético e Drogas.

O encontro com os pais e alunos no CAIC contou com o apoio da OAB de Parnaíba, Secretaria Municipal de Saúde e Ministério Público.

Prefeitura de Parnaíba bate meta de vacinação antirrábica e imuniza quase 25 mil animais

A Prefeitura de Parnaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde, fez mais uma campanha de vacinação antirrábica, totalizando quase 25 mil animais (cães e gatos) imunizados, entre cães e gatos.

As ações de vacinação antirrábica foram realizadas pelas equipes da Vigilância Ambiental do município de Parnaíba, sob orientação do diretor Francisco Vitor Gomes Dourado.

O secretário municipal de Saúde, Paulo José dos Santos Araújo, solicitou ao diretor da Vigilância Ambiental que ampliasse a meta vacinal em 2023. No total foram imunizados 24.637 animais (cães e gatos).

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda grave, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. É causada pelo Vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae.

Por Ribamar Aragão

CARAVANDA DA CIDADANIA E FESTIVAL DA MANJUBA

A Caravana da Cidadania, em parceria com o I  Festival da Manjuba , realizou uma grandiosa ação na Praça Jaborandi, no bairro Igaraçu, em Pa...