Recentemente, antes da sabatina de Flávio Dino, o deputado federal Sóstenes Cavalcante concedeu uma entrevista impactante e não poupou palavras sobre o comunista.
“Dino é um conhecido debochador da fé alheia. Como todo comunista, ele é ateu, mas gosta de ficar provocando com textos bíblicos quem tem fé. Ele foi juiz há muito tempo atrás, hoje entra em favela sem segurança, recebe a ‘dama do tráfico’. [...]
O deputado ainda fez questão de afirmar:
"Entendemos que Dino no STF será um Alexandre de Moraes piorado 10 vezes.”
De fato, não existe nenhuma boa notícia agora que Flávio Dino acaba de ser aprovado no Senado e será ministro do STF.
Aos poucos, o plano macabro do "sistema" está se concretizando...
Quem revelou todos os segredos por trás do ativismo judicial e da "máquina" que comanda tudo em Brasília foi o polêmico livro "Perdeu, Mané!"
A obra expõe informações temida por muitos, fala abertamente sobre o regime ditatorial que está em vigor no Brasil e ainda alerta para o que ainda está por vir...
Um conteúdo extremamente corajoso.
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Jander Souza Patrocinio, ex-vereador do PSB de Minas Gerais, partido do ministro Flávio Dino, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta quarta-feira (13).
Ele transportava uma carga de 3,7 toneladas de maconha, um fuzil e 48 munições, na BR-163, em Naviraí (MS).
A droga estava escondida em meio a uma carga de grãos em uma carreta.
Os policiais desconfiaram da grande quantidade de grãos que estavam caindo do reboque superlotado e, durante a vistoria, encontraram os fardos da droga.
Para a polícia, o ex-vereador disse que recebeu a carga em Aral Moreira e deveria entregá-la em Maringá (PR). O suspeito e a carga foram encaminhados para a Polícia Civil de Naviraí.
Além de 3.791 quilos de maconha, também foram encontrados 15,7 quilos de skunk, um fuzil calibre 9 milímetros e 48 munições do mesmo calibre, além de dois carregadores.
Jander foi vereador do PSB, na cidade de Araguari (MG) no período compreendido entre 2017 até 2020.
O camisa 9 fechou com novo patrocinador pessoal, porém termo mal contado pode soar mal para o jovem de 17 anos
Ninguém esperava por essa
Vendido pelo Palmeiras ao Real Madrid por valores estratosféricos, o centroavante Endrick acaba de ter alerta ligado que assusta a todo mundo e ninguém esperava que esse risco poderia existir em uma semana tão feliz para o garoto de 17 anos.
Nos últimos dias, o jovem, que tem acordo em curso para ser o garoto propaganda da New Balance, fechou com a Neosaldina e o mal-estar gerado agora pode ser fatal, principalmente por um termo pouco explicado antes e que está vindo à tona por especialistas no assunto.
A Máquina do Esporte destaca que a substância chamada de isometepteno é encontrada na fórmula do novo patrocinador do camisa 9 do Verdão. No item S6 B da página 14 da lista de substâncias proibidas pela Agência Internacional Antidoping (Wada) consta o elemento citado.
“O Endrick deve ter recebido convite da indústria farmacêutica, só que não se atentaram para essa situação. O isometepteno pode gerar resultado adverso. Houve falta de conhecimento da matéria. Devem ter feito contrato, mas não viram se estava certo ou não”, alerta o advogado Thomaz Mattos.
A dor de cabeça aos adversários virou contra si mesmo
O negócio fechado entre as partes envolvidas acabou indo pra frente justamente pela fase que vive o prodígio da Academia de Futebol. Ele é um dos principais responsáveis pelo 12° título brasileiro do Alviverde.
“Às vezes, se preocupou mais com o marketing do que com essa situação. Há um risco eventual. Não considero incentivo, mas pode ser enquadrado em algum dispositivo da regra”, completa Thomaz ao analisar a situação que assusta a todos na SEP.
O advogado especialista em doping cita que, se enquadrado, Endrick pode cair na seção XI do artigo 127 do Código Brasileiro Antidopagem (CBA). Na prática, isso é pouco comum, visto que a cobrança é severa e pode levar de 2 a 30 anos de suspensão.
O dispositivo que mais castiga é outro e vem do Código Mundial Antidoping (CMA), sinalizando que “ajudar, encorajar, conspirar, encobrimento ou qualquer outro tipo de cumplicidade intencional ou tentativa de cumplicidade envolvendo uma regra antidoping, violação, tentativa de violação ou violação de regra antidoping do Artigo 10.14.1 por outra pessoa”.
O ministro Alexandre de Moraes intimou o Senado a se explicar sobre uma petição protocolada no âmbito de inquérito sobre o 8 de Janeiro.
Moraes determina que a Mesa Diretora do Senado justifique sua legitimidade para se habilitar nos autos.
A medida ocorre após a Advocacia do Senado Federal protocolar petição solicitando a devolução do pen drive e do celular funcional apreendidos pela PF em endereços do senador Marcos do Val (Podemos), em junho deste ano.
O absurdo e a inutilidade da exigência de Moraes reside no fato de que o que é pedido pelo ministro já foi atendido pelo corpo jurídico do Senado.
Na petição protocolada em 14 de novembro a advocacia-geral do Senado já havia externado as justificativas para atuar na causa.
Na petição endereçada ao próprio ministro Alexandre de Moraes, constou a seguinte e irrefutável argumentação:
“Antes de fundamentar o pedido de restituição dos bens públicos apreendidos, convém registrar que a Mesa do Senado Federal é parte legítima, na qualidade de interessada na defesa de prerrogativas próprias e irrenunciáveis do Congresso Nacional e de seus membros.
Recorda-se que a imunidade parlamentar não é um privilégio de natureza pessoal. Compõe o sistema de garantias institucionais do Poder Legislativo, em face do princípio estruturante da separação de poderes”.
E arremata a petição do Senado:
“A Mesa do Senado Federal cumpre sua competência constitucional e regimental de obstinadamente ‘velar pelo respeito às prerrogativas do Senado e às imunidades dos Senadores’ (art. 48, inciso II, do Regimento Interno do Senado Federal).
A pretensão visa a assegurar garantias objetivas do regime dos direitos e garantias fundamentais da Constituição, porque a divisão de competências institucionaliza um sistema recíproco de controle entre funções estatais e minimiza os riscos de tirania”.
Portanto, a determinação de Moraes cobrando justificativa da Mesa do Senado, duas semanas após as explicações já apresentadas, é algo absurdo e desconexo.
Fica a impressão de que o ministro não leu a petição da advocacia do Senado.
Algumas das facções do Primeiro Comando da Capital (PCC) planejavam sequestrar e matar servidores públicos e autoridades. Um dos integrantes do grupo criminoso, conhecido apenas como “Neymar”, participaria de um desses sequestros.
Conforme o site Metrópoles, cinco integrantes da Sintonia Restrita — célula que trata de assuntos extremamente sigilosos e relevantes para a cúpula da facção — participaram do plano, dois deles ainda desconhecidos da polícia.
Segundo o relatório de inteligência do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o grupo de “Neymar” do PCC foi escalado a levantar os endereços dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira(PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco(PSD-MG).
Janerson Aparecido Mariano Gomes, apelidado Nefo, atualmente preso na Penitenciária Regional de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, escalou Sandro dos Santos Olímpio, o Cisão, e dois outros integrantes, conhecidos somente como Felipe e Neymar.
As autoridades não identificaram por completo quem é o integrante que usa o nome do atacante da seleção brasileira de futebol. A polícia não sabe, ao menos por ora, se é um apelido ou se é um xará do jogador de futebol.
Gastos do grupo de “Neymar” do PCC para o sequestro
Anotações sobre a prestação de contas do PCC no Distrito Federal revelam que, em maio, junho e julho de 2023, o grupo criado para a “missão em Brasília” gastou R$ 2,5 mil por mês com aluguel.
O imóvel seria usado como base de apoio. Segundo o Metrópoles, os bandidos também gastaram cerca de R$ 4 mil com transportes por aplicativo, utilizado por 15 dias para “correr atrás de terreno para compra”.
Em dois meses, conforme o Ministério Público, a célula desembolsou R$ 44 mil para a compra de “aparelhos celulares, aluguel de imóvel, transporte, seguro, IPTU, alimentação, hospedagem, mobília do imóvel, compra de eletroeletrônicos, etc”.
Policia Federal descobriu operação
Em megaoperação deflagrada em 22 de março, a Polícia Federal (PF) foi às ruas para prender integrantes do PCC.
Conforme as investigações, os criminosos pretendiam sequestrar e matar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
Sérgio Moro e sua família também eram alvos do grupo do PCC | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Por volta de 120 policiais cumpriam 24 mandados de busca e apreensão, sete de prisão preventiva e quatro de prisão temporária em cinco unidades da federação. Além de Moro, os criminosos pretendiam matar a mulher dele, a deputada federal Rosangela Moro (União-SP), e os filhos do casal.
Os planos de ataque haviam sido descobertos pelo Ministério Público de São Paulo, que compartilhou as informações com a PF. De acordo com as investigações, a missão tinha como objetivo obter dinheiro e conseguir o resgate de Marcos Willians Herbas Camacho, oMarcola, líder máximo do PCC.
Hoje minha querida amiga Luzyany Silva(Lulu) completa mais uma primavera, pedimos a DEUS que lhe conceda paz, felicidades, sabedoria, saúde e vida longa juntamente com seus familiares.