ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 21 de abril de 2024

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje meu amigo Maurício Columbófilo completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe e proteja juntamente com seus familiares. 

Parabéns!!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje minha amiga Adrielli Andrade completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe e proteja juntamente com seus familiares. 

Parabéns!!!

COMUNICADO MUITO IMPORTANTE PARA O TRATAMENTO DO CÂNCER

Infelizmente temos que saber desta maravilha, apenas pela internet. E por esse motivo, vamos divulgar até que muitos brasileiros tenham conhecimento desta fantástica notícia.  Precisamos expandir para todos os estados, isso irá salvar muitas vidas, e evitar muitos sofrimentos. Vamos compartilhar! 

A medíocre ação da Defensoria Pública contra Elon Musk

JCO

A ação sustenta que Elon Musk, dono da plataforma, teria cometido violações graves contra o Estado democrático de Direito brasileiro ao incitar o descumprimento de decisões judiciais.

Para a DPU, o presidente-executivo da Tesla teria atentado contra a soberania nacional e contra a ordem pública e democrática, lançando mão de seu poder econômico e da rede social da qual é dono para desprezar as leis e as instituições brasileiras.

Salta aos olhos a mediocridade da ação.

O comentário do renomado advogado constitucionalista especializado em liberdade de expressão, André Marsiglia, diz tudo sobre o assunto.

Eis o texto:

“A Defensoria Pública ajuizou ação pedindo indenização de 1 bilhão a Musk em razão de ter cometido o seguinte ilícito: ‘falar’. 
Segundo a matéria, a Defensoria alega que o país se recupera de um golpe, que passa por processo de cura, e que as palavras dele ‘representam uma afronta grave ao Estado democrático de Direito’.
Consta ainda que Musk ‘incitou o descumprimento de decisões judiciais’.
Ora, se as decisões são contra a empresa dele, se apenas a empresa poderia descumprir as ordens, como poderia ele incitar alguém a fazer algo que somente ele e sua empresa poderiam fazer?”

O recado de Lula para Lira e o desmentido de Gilmar Mendes

JCO

Na ocasião, compareceram dois ministros de Lula, Ricardo Lewandowski e Jorge Messias, e três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.

Um fato que teria acontecido no jantar foi noticiado pela coluna Radar da Revista Veja.

O jornalista Robson Bonin disse que ouviu de ‘ministros’ - sem citar quais ministros - que Lula teria dito o seguinte no jantar a respeito de Arthur Lira:

“Logo ele vai entender que eu não sou a Dilma”.

A matéria foi publicada no site da revista às 10h01 do dia 19 de abril.

Segundo o jornalista, às 10h25 do mesmo dia, o ministrou Gilmar Mendes entrou em contato para dizer que esse relato da fala de Lula sobre Lira não aconteceu no jantar.

O jornalista apenas atualizou a matéria com a observação de Gilmar.

Até porque é impossível que Gilmar tenha ouvido tudo o que Lula disse durante o evento. A casa de Gilmar é enorme, uma mansão.

De qualquer forma, é estranha essa preocupação de Gilmar.

Abaixo, a matéria publicada na Veja:

Gleisi Hoffmann arruína plano de Lula de diminuir índices de rejeição; Entenda

Desde que seus índices de popularidade começaram a cair, Lula alterou sua agenda, passando a viajar pelo país, anunciando programas com forte apelo popular e convocando um publicitário para cuidar de sua imagem. São diversas as razões que influenciam a desaprovação do presidente — a inatividade em certas áreas, a falta de coesão e a percepção de desorganização e conflitos políticos em seu governo. As informações são de Hugo Marques para a Revista Veja.


No entanto, há um elemento em particular que, se não tem ajudado a ampliar sua impopularidade, tem dificultado muito o trabalho dos marqueteiros oficiais: as declarações controversas da deputada Gleisi Hoffmann, presidente do PT. Por mais que o Palácio do Planalto tente esclarecer que o governo e o partido são entidades distintas, os dois acabam se confundindo. Muitas iniciativas partidárias são interpretadas como posições do governo, o que tem causado confusão, minando os esforços de Lula para se aproximar de determinados setores da sociedade e reforçando estigmas.

Na semana passada, por exemplo, Gleisi estava na China, liderando uma comitiva de 28 petistas. Ela elogiou a “democracia” do país, sugerindo que o modelo deveria ser replicado em outros lugares. A China é governada pelo Partido Comunista há setenta anos, com restrições à liberdade de expressão e fazer oposição ao regime sendo considerado crime.

“Muitas vezes, os países adotam sistemas que podem parecer ruins aos olhos de outros para se defender, para poder cuidar de seu povo, já que não encontram solidariedade”, justificou-se. Elogiar a ditadura chinesa não é novidade para Gleisi, que também já elogiou as “democracias” da Venezuela e de Cuba, alimentando teorias conspiratórias no espectro político oposto.

Indiferente ao mal-estar que provoca, a deputada frequentemente usa suas redes sociais e o site do partido para proteger aliados e atacar adversários. Um dos alvos preferidos é o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Campos Neto tem um fundo exclusivo que é afetado por decisões do banco como a definição dos juros. O presidente do BC, que usa essas aplicações, burla o Imposto de Renda e lucra com a alta do dólar e da Selic, não pode decidir a política de juros do Brasil”, escreveu Gleisi.


Ela também acusou a Transparência Internacional, uma entidade reconhecida mundialmente por suas ações de combate à corrupção, de tentar desviar dinheiro recuperado pela Operação Lava Jato. “As investigações sérias revelaram que a TI foi não apenas cúmplice de Sergio Moro e Dallagnol na perseguição a Lula e ao PT: seus dirigentes tornaram-se sócios nas tentativas da dupla de se apropriar de recursos públicos ilegalmente, o que foi felizmente barrado pelo STF”, afirmou. São acusações graves.

Quando os ataques são direcionados a alvos comuns ao partido e ao governo, os danos são considerados “aceitáveis”. O problema surge quando não há essa sintonia. Durante a campanha eleitoral, Lula liderou uma frente ampla de partidos que se propunha a pacificar o país. O comportamento beligerante e certas opiniões da deputada destoam completamente desse objetivo. Enquanto elogia ditaduras, Gleisi critica o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente da Câmara, Arthur Lira.


No momento em que o governo tentava melhorar as relações com o agronegócio, ela publica elogios ao MST. A Justiça, aparentemente, só é democrática e merece elogios quando vai contra os adversários. Recentemente, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal condenou um aliado do PT à inelegibilidade. “Sabemos o risco que a perseguição política gera para a própria democracia”, escreveu ela sobre a decisão.

Em fevereiro, Jair Bolsonaro promoveu um ato de apoio a si mesmo em São Paulo que reuniu dezenas de milhares de pessoas. Foi uma demonstração bem-sucedida de força política. Para se contrapor ao ex-presidente, Gleisi, sem o aval do governo, convocou uma manifestação de apoio a Lula algumas semanas depois. O resultado foi o que o Planalto mais temia: o ato foi um fracasso.


“A visão da Gleisi é estreita em relação a alianças, às relações políticas. Eu já disse isso para o Lula e para ela”, contou o deputado Washington Quaquá, vice-presidente do PT. O incômodo com as postagens chegou ao ponto de alguns dirigentes do partido discutirem a possibilidade de antecipar as eleições da legenda, marcadas para março de 2025. A ideia, no entanto, não avançou e tem chance zero de avançar. Nos bastidores, sabe-se que muito do que Gleisi escreve ou fala reflete o que o próprio Lula pensa e não pode dizer. Ela apenas empresta a voz — daí a confusão.

Lula é vaiado em cerimônia do Dia do Exército de Brasília

Foto: Reprodução/ Wilton Junior/Estadão.


Em mais uma tentativa de aproximação do Palácio do Planalto com o Exército, Lula participou, nesta sexta-feira (19), da cerimônia do Dia do Exército, realizada no Quartel-General da Força, em Brasília. Recentemente, o presidente optou por ignorar os 60 anos do golpe militar de 1964 e instruiu seus ministros a evitarem manifestações para evitar atritos com o Exército. As informações são do site CBN, do grupo Globo.

Quando foi anunciada a chegada de Lula ao QG do Exército, algumas vaias foram ouvidas. Logo em seguida, manifestações favoráveis ao presidente também surgiram. O evento foi aberto ao público, mas teve baixa adesão da população. Veja o vídeo clicando aqui.

Em 2023, Lula já havia participado da cerimônia, seguindo uma tradição dos presidentes em exercício. Jair Bolsonaro também costumava comparecer ao evento, ainda antes de se tornar presidente da República.

O comandante da Força, general Tomás Paiva, afirmou que a tropa continuará cumprindo suas funções de acordo com a Constituição.


“Soldados de Caxias, a capacidade de superação das adversidades herdada dos valerosos heróis de Guararapes é uma das características mais marcantes de nossa tropa. Com o trabalho incansável de homens e mulheres de toda a sociedade, a Força Terrestre sempre foi e será a síntese da dedicação integral ao serviço da pátria. Unidos e coesos, continuaremos sempre prontos para cumprir nossa missão constitucional. Tropa do Exército Brasileiro, em defesa da pátria.”

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...