ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

domingo, 19 de maio de 2024

Enquanto o governo Bolsonaro diminuiu a carga tributária sobre o povo e arrecadou mais, Lula pesa a mão nos tributos e Brasil passa sufoco

Foto: Reprodução.

A comparação entre as políticas tributárias dos governos Bolsonaro e Lula revela abordagens diferentes na gestão econômica do país. O governo Bolsonaro adotou uma série de medidas de desoneração fiscal, como redução de impostos sobre produtos industrializados e itens da cesta básica, além de uma tentativa de simplificação tributária. No entanto, a carga tributária total e a arrecadação permaneceram elevadas, evidenciando que a simples redução de alguns impostos específicos não significou necessariamente uma diminuição significativa no volume total de tributos recolhidos pelo governo.

Uma das estratégias de Bolsonaro envolveu a desoneração de setores específicos, como a redução de impostos sobre produtos importados de games e jogos, medida bem-recebida por consumidores e setores relacionados à tecnologia. Por outro lado, Lula retomou a cobrança de alguns impostos anteriormente suspensos, como o DPVAT, justificando essa movimentação como necessária para reequilibrar as contas públicas e financiar políticas sociais.


A questão da arrecadação mais alta durante o governo Bolsonaro, mesmo com a redução de certos impostos, pode estar associada a diversos fatores, incluindo o aumento das atividades econômicas e a inflação. Além disso, Paulo Guedes, ministro da Economia durante o governo Bolsonaro, implementou medidas que foram favoráveis ao crescimento econômico mesmo em um cenário desafiador como a pandemia global. Este crescimento econômico pode ter compensado a redução de alguns impostos através de um aumento geral na base tributária.

Junior Melo
Advogado e Jornalista

ARMAZÉM PARAÍBA - SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

Aqui você encontra os menores preços, maiores prazos e melhor atendimento.

Traga seus familiares, amigos e vizinhos.

Comprove o que anunciamos!!!

Prates tinha planos para o RN que iriam contra Fátima e o PT e isso pode ter decidido sua derrocada na Petrobras

Por Terra Brasil Notícias 19/maio/2024 Em Geral

1

Foto: Reprodução.


A demissão de Jean Paul Prates da Petrobras trouxe alívio para uma parcela significativa do PT no Rio Grande do Norte. As informações são de Cláudio Humberto para o Diário do Povo.

Prates, um ex-parlamentar sem voto, estava usando sua posição na Petrobras para aumentar sua visibilidade e se posicionar como sucessor de Fátima Bezerra (PT), sua mentora política e de quem herdou uma cadeira no Senado, no governo do Rio Grande do Norte. No entanto, Fátima e o PT têm outros planos: eles pretendem apoiar o vice Walter Alves (MDB) para o governo. Fátima provavelmente tentará retornar ao Senado. Em todos os cenários, Prates era visto como um obstáculo.

Tragédia pode trazer de volta lavagem de dinheiro, corrupção e perdas financeiras para famílias

JCO

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) demonstrou preocupação com a votação do projeto que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos, legaliza o jogo do bicho e permite apostas em corridas de cavalos (PL 2.234/2022).

O projeto autoriza a instalação de cassinos em polos turísticos ou em complexos integrados de lazer, como hotéis de alto padrão com pelo menos 100 quartos, restaurantes, bares e locais para reuniões e eventos culturais.

O senador ressaltou sua indignação com o fato de o Senado estar discutindo a legalização da jogatina em um momento de calamidade pública no Rio Grande do Sul, devido às intensas chuvas que assolam o estado. Para Girão, o retorno de bingos e cassinos representa uma “tragédia” para o país, relacionada à lavagem de dinheiro, corrupção e perdas financeiras para as famílias.

"Desde 1991, quando começou a tramitar o PL 442, na Câmara dos Deputados, em que o poderoso lobby dos jogos de azar vem fazendo muita pressão, inclusive no Congresso Nacional, principalmente sobre os parlamentares, só que sem sucesso nesses últimos 30 anos, porque tanto a Câmara como o Senado nunca deixaram de estar em sintonia com a grande maioria do povo brasileiro, que sempre rejeitou os jogos de azar. Brasileiro é contra porque sabe o que é ter um viciado em casa, um familiar que perde tudo. O endividamento chega no teto e ele perde o emprego, perde o casamento, perde a família e perde a vida, porque acaba atentando contra o maior bem que Deus nos deu que é a vida", disse.

O senador destacou que essas práticas não geram emprego, renda ou benefícios para o turismo. Ele afirmou que em outros países onde os jogos foram liberados houve aumento nos índices de criminalidade, furtos e busca de recursos para pagar dívidas contraídas com o vício em jogos de azar.

"Se a situação já está ruim, com essa proposta que escancara a jogatina tudo deve piorar, para a satisfação da ganância de poucos, porque quem ganha é o dono da banca, milhões de vidas de brasileiros serão destruídas. O Brasil não precisa disso! Está em nossas mãos defender e aprovar leis que melhorem a qualidade de vida do povo brasileiro e rejeitar completamente iniciativas tão danosas como a legalização de jogos de azar, ainda mais num momento como esse, de tragédia do Rio Grande do Sul. Jamais poderíamos debater um assunto desse e espero que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) Davi Alcolumbre (União-AP), tire esse assunto de pauta", sugeriu.

URGENTE: Forte Clarão é visto no céu de Portugal e assusta moradores do país; VEJA VÍDEOS

Foto: Reprodução.


O governador paulista, Tarcísio de Freitas, informou a Valdemar Costa Neto, líder do PL, que pretende ingressar no partido do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda este ano. Contudo, a transição de Tarcísio do Republicanos, seu partido atual, não será conturbada. Acredita-se que essa mudança possa facilitar o apoio do Palácio do Planalto a Marcos Pereira, deputado e candidato à sucessão de Arthur Lira (PP-AL) na Câmara. As informações são do Estadão.

As eleições para renovar a liderança da Câmara e do Senado só ocorrerão em fevereiro de 2025, mas os partidos já estão se mobilizando. Pereira, que lidera o Republicanos, é um dos candidatos à posição de Lira.

Anuncios

O Planalto não vai se envolver publicamente na disputa, mas está fazendo articulações nos bastidores para evitar que adversários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenham influência na direção da Câmara e do Senado.

Embora Tarcísio negue que planeja se candidatar ao Planalto em 2026, quando Lula pretende concorrer a um novo mandato, a liderança do PT não acredita nisso. É neste ponto que a disputa nacional se entrelaça com o jogo no Congresso.


Governador é visto como futuro desafiante Convencidos de que o governador de São Paulo assumirá o papel de principal desafiante da direita contra Lula, daqui a dois anos, deputados petistas relutam em apoiar a candidatura de Marcos Pereira, hoje primeiro vice-presidente da Câmara.

Muitos argumentam que o PT não pode estar ao lado do presidente do Republicanos num embate tão importante porque se trata do partido de Tarcísio. O Republicanos controla o ministério de Portos e Aeroportos, mas a escolha de Silvio Costa Filho para a pasta é debitada na “cota pessoal” de Lula.

Aliados de Pereira avaliam que a transferência de Tarcísio para o PL ajuda o deputado a obter aval do Planalto na briga pela presidência da Câmara. Ex-ministro da Indústria e Comércio no governo de Michel Temer, Pereira também é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, e Lula precisa se aproximar do segmento evangélico.

Há, porém, outro fator nesse jogo: o próprio Lira, que não definiu quem apoiará para sua sucessão. “O governo não vai encaminhar um nome para fazer disputa com Lira”, avisou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).


Até agora, o nome preferido de Lira para comandar a Câmara é o do líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), que não desfruta da confiança de Lula. Correm por fora os deputados Antonio Brito (SP) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Líder do PSD, Brito conta com a simpatia do presidente, embora ministros duvidem de sua viabilidade eleitoral.

Em jantar no mês passado com Valdemar Costa Neto e com o líder da sigla no Senado, Rogério Marinho (RN), Tarcísio garantiu que migrará para o partido de Bolsonaro.

Valdemar entendeu que a mudança ocorrerá “lá para junho”. Quando questionado sobre o assunto, porém, o governador desconversa e diz apenas que “por ora” não há essa previsão. Amigos de Tarcísio, na outra ponta, garantem que ele só irá para o PL depois das eleições municipais.

“Tarcísio falou para mim que virá para o nosso partido lá para junho e agora estão todos ansiosos”, disse Valdemar ao Estadão. “Ele está fazendo campanha para candidatos do Republicanos em São Paulo e nós entendemos isso. Faz muito bem. Precisa ajudar o partido que o elegeu. Mas o lugar do Tarcísio é no PL.”

Na avaliação de interlocutores do governador, uma troca de legenda neste momento pode causar impacto em sua base de sustentação no Estado e até no arco de alianças da candidatura do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), ao segundo mandato. De qualquer forma, com Bolsonaro inelegível até 2030, a migração de Tarcísio – cotado para herdar o espólio do ex-presidente – dará a ele uma fatia bem mais gorda do Fundo Eleitoral. O PL tem 94 deputados e 13 senadores. O Republicanos conta com 43 e 4, respectivamente.

Estratégia da anistia entra em banho-maria Dirigentes do PL começaram a condicionar o apoio a candidatos ao comando da Câmara e do Senado à aprovação de projetos de lei de anistia a Bolsonaro e também a seguidores dele que se envolveram nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A divulgação da iniciativa, no entanto, criou problemas para Valdemar. Até mesmo a família de Bolsonaro – que já se indispôs com o presidente do PL por discordar do recurso impetrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cassar o mandato do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) – reprovou a antecipação da estratégia, hoje em banho-maria. Desde 8 de fevereiro, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Tempus Veritati (Tempo da Verdade), Bolsonaro e Valdemar estão proibidos de manter contato por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

“Não estou trabalhando pela anistia agora. Até as eleições municipais de outubro, vamos todos brigar muito e depois ficar de bem”, argumentou Valdemar. “Além disso, o PL pode ter candidato à presidência da Câmara.”

O nome cogitado é o do líder do PL, Altineu Côrtes (RJ), mas ele próprio admite ter poucas chances nesse páreo. No Senado, o PL já confirmou o apoio a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a cadeira de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

As últimas pesquisas que mostraram Tarcísio competitivo numa eventual disputa com Lula, em 2026, serviram para animá-lo ainda mais, embora até lá o cenário político possa mudar muito.

Um exemplo de mudança foi citado pelo próprio Valdemar. “Quando Bolsonaro me falou, em 2018, que ia lançar Tarcísio ao governo paulista, eu respondi: ‘Você está louco? Ele não conhece São Paulo’. Agora, quando Bolsonaro fala alguma coisa, eu tenho de pensar”, afirmou Valdemar.

Michelle está mais para Senado, mas é ‘plano B’ de Bolsonaro A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem mais intenções de votos do que Tarcísio e vem sendo tratada como “plano B” do PL, mas sua rejeição é alta. Bolsonaro quer fortalecer a direita no Senado e lançar Michelle para uma vaga na Casa.

Interlocutores do governador de São Paulo observam que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) é cotada para ser candidata a vice numa chapa liderada por ele. Tarcísio e Tereza foram ministros do governo Bolsonaro. Ele, de Infraestrutura; ela, da Agricultura.

A senadora é uma das principais representantes do agronegócio no Congresso e já foi sondada para vice pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que está em campanha aberta à sucessão de Lula.

O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), é outro nome citado para vice de Tarcísio. “Eu tenho certeza de que, se Bolsonaro continuar inelegível, Tarcísio será candidato a presidente”, observou Ciro. “Ele só não será em duas hipóteses: se houver um milagre econômico no Brasil, porque daí o Lula estará reeleito, ou se Bolsonaro não apoiá-lo. Mas é muito difícil essas duas coisas acontecerem”, emendou o senador, que foi ministro da Casa Civil no governo passado.

Logo que Tarcísio venceu a eleição, em 2022, Ciro lhe deu dois conselhos. O primeiro: não brigar

Caramelo para senador pelo Rio Grande do Sul – por que não? O voto de reconhecimento e gratidão, não de protesto

 atualizado 

Reprodução
imagem colorida tela cavalo caramelo leiloada rs

Que tal Caramelo para uma das duas vagas de senador pelo Rio Grande do Sul nas eleições gerais de 2026? Você quer um melhor exemplo da resistência dos gaúchos à tragédia que se abateu sobre o Estado?

Tente se equilibrar na cumieira de uma casa, a poucos metros da água que ameaça afogá-lo, imóvel, sem comer nem beber durante quatro dias… Aconteceu com Caramelo na devastada cidade de Canoas.

Caramelo poderia ter reclamado ou se desesperado, a relinchar, mas não o fez. Se fez, não foi escutado. Com a chegada dos bombeiros que o doparam, poderia ter reagido com selvageria, mas também não fez.

Mansidão, sabedoria ou por que Caramelo intuiu que os bombeiros não lhe fariam mal? Ninguém ainda contou direito a história de Caramelo, embora ele tenha se tornado uma celebridade mundial. Seu perfil está por ser escrito.

Incitado, que em latim quer dizer “Impetuoso”, era o cavalo de corrida preferido do imperador romano Caio César, ou Calígula, nascido em 31 de agosto de 12 d.C e assassinado por sua guarda pretoriana em 24 de janeiro de 41.

Conta a história que Calígula, só para sacanear com seus adversários, incluiu o nome de Incitato no rol dos senadores. O cavalo tinha 18 criados especiais, portava um colar de pedras preciosas e dormia no meio de mantas de cor púrpura.

A cor púrpura era um monopólio da família imperial. Em homenagem a Incitado, dedicaram-lhe uma estátua em tamanho real de mármore com um pedestal em marfim. Custou uma fortuna, mas Roma era muito rica.

Na literatura, graças à William Shakespeare, poeta e dramaturgo, Ricardo III, o último rei da Inglaterra da Dinastia Plantageneta, ficou associado à célebre frase: “Um cavalo, um cavalo, meu reino por um cavalo”.

Pois eis que em 2012 descobriu-se que a ossada de Ricardo III, morto em 1485, antes de Pedro Álvares Cabral pôr os pés no Brasil, foi enterrada em Leicester, no centro do país, sob muitos cavalos-de-força.

Famoso em Fortaleza entre o final da década de 1910 e início da década de 1920, o bode Ioiô, tomador de cachaça e conhecido pela vida boêmia que levava na companhia de escritores e músicos, foi eleito vereador.

Os paulistas deram mais de 100 mil votos em 1959 para eleger o rinoceronte Cacareco vereador da capital. Em 1987, os eleitores de Vila Velha, no Espírito Santo, elegeram prefeito o mosquito da dengue. Foi o candidato mais votado.

Um chimpanzé de nome Macaco Tião foi o terceiro nome mais votado para vereador na capital do Rio de Janeiro em 1988. Seu slogan foi um achado matador dos responsáveis por sua campanha: “O único candidato que já está preso”.

O voto no bode, no rinoceronte, no mosquito da dengue e no chimpanzé foi um voto de protesto, tão legítimo quanto qualquer outro voto. O voto em Caramelo seria um voto de reconhecimento e gratidão.

O que Caramelo fez pela autoestima dos gaúchos é simplesmente impagável.

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...