Isso é inadmissível!!! O cidadão JORGE morador da Rua Independência no Bairro Nova Parnaíba, criou dentro da sua própria casa de um andar e na rua, um Ferro Velho, segundo os funcionários da SEMAR e VIGILÂNCIA SANITÁRIA, dentro de casa no térreo e 1º andar é muito pior do que na rua, as pessoas andam com dificuldades, pois a casa é tomada por lixo e ferro, até o seu próprio carro foi coberto pelo lixão.
Moradores reclamam de MUITOS RATOS e CATITAS que apareceram próximo a casa do JORGE, EU sou um dos prejudicados, minhas ROMÃS e minhas MANGAS ROSA, não consigo comer e nem colher, pois os RATOS e CATITAS roem, além do acumulo de água, que é um criadouro dos mosquitos.
Segundo os médicos com quem eu falei, esta atitude do JORGE é uma DOENÇA CHAMADA DE ACUMULADORES, conhecemos o JORDE desde pequeno, é um cidadão e todos os seus familiares são pessoas fora da curva, MAS ESSA ATITUDE DO JORGE VEM PREJUDICANDO MUITA GENTE DO BAIRRO NOVA PARNAÍBA.
Agradecemos a Prefeitura de Parnaíba através da SEMAR e VIGILÂNCIA SANITÁRIA pela fiscalização. Muitos moradores, principalmente os idosos já haviam reclamado do lixão.
Pleno.News - 22/05/2024 20h38 | atualizado em 22/05/2024 21h31
Padre associou tragédia no Rio Grande do Sul a satanismo (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay
Em Nova Andradina (MS), um padre associou a tragédia do Rio Grande do Sul “à falta de fé e a um afastamento de Deus”. Ele disse que o Estado é “o mais ateu da federação”.
O religioso foi identificado como padre Paulo Santos, da paróquia São Francisco de Paulo. Segundo ele, “o Rio Grande do Sul, há muito tempo, abraçou a bruxaria e o satanismo”.
– Existem mais centros de macumba na cidade de Porto Alegre do que no Estado da Bahia inteiro – declarou.
Um vídeo sobre o caso circula nas redes sociais. O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o padre por “crime de preconceito”.
A denúncia inicial contra o religioso, apresentada pelo deputado estadual Leonel Guterres Radde (PT), foi recebida na última segunda-feira (20) pela Procuradoria da República em Dourados, onde tramita como “notícia de fato” e é analisada como “crime de preconceito”. As informações são do Metrópoles e do portal O Tempo.
Marcos Melo - 22/05/2024 18h34 | atualizado em 22/05/2024 18h59
Flávia Januzzi Foto: Reprodução/YouTube GeralPod
A jornalista Flávia Januzzi, ex-repórter da TV Globo, participou do podcast GeralPod, do jornalista Rodrigo Mandarini, e falou sobre sua jornada de 25 anos na emissora. Ela foi demitida do canal há mais de um ano.
Januzzi disse que apesar de estar voltada para um projeto pessoal, na internet, e estar sem receber salário, está mais feliz. A jornalista observou que o sentimento de se dedicar a algo que acredite, traz motivação e pode levar, inclusive, à prosperidade, embora não seja exatamente esse o seu foco.
Flávia comentou que sofreu uma retaliação dentro da Globo quando passou a questionar determinadas reportagens, ficando excluída de algumas pautas.
– Eu não concordava com muita coisa. É muito triste quando você passa a fazer do seu trabalho uma coisa que você não acredita mais. Então você investiu a sua vida num sonho, numa proposta de vida, num propósito, (…) mas quando você começa a ver que tudo ali tem um braço da militância, opa! Tira o pé do acelerador. E aí, começa quase uma sensação de demissão silenciosa. (…) Quando eu questionei, eu fui tirada.
A jornalista expôs a imposição de termos e nomenclaturas eivadas de militância política e distorções no tocante à construção dos textos redigidos para os repórteres.
– O que é isso, gente? Peraí, “terrorismo” aqui nessa situação, opa! É uma coisa errada. O “suspeito”… Se o cara está com um fuzil na mão, pegou o “suspeito”? Não, peraí. Aí você começa a pensar: “Caramba! Eu estou no lugar errado, eu não estou fazendo o negócio certo”. Então você começa a ver que você está fazendo um desserviço.
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que proíbe invasores de terra de receber benefícios, uma das maiores derrotas do governo Lula...
Pesquisa aponta que a aprovação de Lula junto aos deputados despencou.
Parece que as emendas PIX bilionárias não estão surtindo efeito.
Vitória da corrupção no Brasil: Depois de ‘limpar a ficha’ de José Dirceu, o STF anula atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht.
Para falar sobre esses e outros assuntos, o Hora Notícia recebe o médico Marcelo Bajé, a jornalista Samantha Cavalca e o advogado Victor Lucchesi. Apresentação de Berenice Leite. Assista no Fator Político BR, parceiro do Jornal da Cidade Online!
Adolescente matou a própria família Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Brasil Urgente
O adolescente de 16 anos que confessou ter matado a própria família dentro de casa, na Zona Oeste de São Paulo, fingiu ser o pai para disfarçar o crime. Mensagens apontam que ele tentou disfarçar a falta do homem no plantão em que o guarda municipal trabalharia, no último sábado (18), de acordo com o programa Brasil Urgente, da Band.
– Bom dia irmão, está de folga hoje? – questionou um amigo.
– Beleza Tavares, se precisar de alguma coisa, dá um alô para a gente. Melhoras aí.
O menor foi apreendido após ter confessado que matou os pais adotivos e a irmã dentro da casa onde a família vivia. Conforme a investigação, policiais militares foram acionados no último domingo (19) pelo próprio adolescente, que teria confessado ter cometido o crime contra a própria família na última sexta (17). O adolescente foi conduzido à delegacia e, posteriormente, à Fundação Casa.
O adolescente relatou que teria sido chamado de “vagabundo” pelos pais adotivos na noite da última quinta (16), tendo em seguida o celular e computador apreendidos. Ele alega que isto o atrapalhou nas atividades escolares, e o deixou revoltado. Ele usou então a arma do pai, um guarda municipal, para cometer os assassinatos.
O pai foi atingido com um tiro na nuca, quando se debruçou sobre a pia da cozinha. Já a irmã foi atingida com um tiro no rosto, e a mãe levou um tiro nas costas. No dia seguinte, sábado (18), o menor enfiou uma faca nas costas da mãe, já morta. Segundo a polícia, a arma e o celular do menor foram apreendidos e a perícia acionada.
O caso foi registrado como “ato infracional de homicídio – feminicídio, ato infracional de posse ou porte ilegal de arma de fogo e ato infracional – vilipêndio a cadáver (ofensa grave que viola o respeito aos mortos)” no 33° DP (Pirituba).
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira, 21, anular todas as condenações do empreiteiro Marcelo Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.
Em sua coluna no jornal O Estado de S. Paulo, o jornalista Francisco Leali conta que o STF “anulou tudo, menos a delação feita pelo ‘príncipe’ do que já foi o maior grupo empresarial da construção civil do país.”
Para Leali, a decisão de Toffoli resulta em um paradoxo. Na delação premiada, Odebrecht confessou crimes e apontou culpados de várias siglas partidárias.
“O acordo da delação ainda estaria de pé, mas as condenações que decorreram disso e foram impostas ao empresário caíram”, afirma o jornalista.
“Temos crime, mas as confissões não valem para impor punição.”
Na prática, segundo a publicação, o Supremo já havia reduzido parte das penas do acusado.
“A Lava Jato virou um quadro que já se tirou da parede e preferiu-se guardar no sótão do Poder Judiciário”, comenta o jornalista do Estadão.
Na opinião dele, as anulações estão “ancoradas” na conduta do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR). Na época magistrado, Moro teria levado a política para dentro dos processos e não mantido a imparcialidade necessária em seu gabinete.
“Ao dizer que nada que a justiça e Moro impuseram a Marcelo Odebrecht vale, Toffoli parece avisar que é melhor apagar as histórias que a Lava Jato revelou”, critica Leali.
Ele menciona que, antes de a imparcialidade de Moro ser questionada, corruptos e corruptores haviam revelado que os contratos da Petrobras financiavam propinas milionárias no mundo político.
“Ainda que os investigadores tenham descoberto que a Odebrecht tinha um departamento para tratar do suborno e do pagamento de caixa 2 nas campanhas eleitorais e mantinha um sistema secreto guardado fora do país, fica agora valendo que Marcelo, o principal gestor da empresa, não poderia ter sido condenado por isso”, escreve Leali. “Pelo menos não por Moro, e não como foi conduzido o processo”, acrescenta.
‘Poder é de quem está com a caneta’
Na visão do jornalista, a atitude de Toffoli confirma uma constatação feita por ele mesmo em um encontro ocorrido pouco depois de sua posse, em Brasília.
Na ocasião, o ministro lembrava dos tempos em que era responsável por levar os papéis para a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu primeiro mandato.
“Ao reunir convivas para um jantar, o ministro rememorou sua temporada como subordinado direto de José Dirceu e sentenciou que o verdadeiro poder é o de quem está com a caneta”, conclui Leali.