ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.
sábado, 3 de agosto de 2024
CONVENÇÃO DO PROGRESSISTA E UNIÃO BRASIL NO ESTÁDIO MUNICIPAL EM PARNAÍBA.
Mesmo sem Marta, Brasil elimina a França, choca as Olimpíadas e avança à semifinal
Lance!
Valendo vaga às semifinais, o Brasil venceu a França neste sábado (3), às 16h (de Brasília), no Stade de la Beaujoire, em Nantes (FRA), em jogo válido pelas quartas de final do futebol feminino das Olimpíadas 2024. O gol da vitória brasileira foi marcado por Gabi Portilho.
Campanha do Brasil nas Olimpíadas
A derrota por 2 a 0 para a Espanha tinha complicado a sobrevivência da Seleção Brasileira no futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Paris. Apesar das dificuldades para classificar, perdendo dois jogos na fase de grupos, a jogadoras conseguiram a vaga e, logo depois, arrancaram a classificação dos donos da casa.
Na campanha, a equipe de Arthur Elias venceu a Nigéria no placar magro de 1 a 0, foi derrotado para o Japão de virada nos acréscimos, e perdeu para a Espanha, atuais campeães mundiais e favoritas ao ouro olímpico.
Agora, em busca de uma vaga para a grande decisão, o Brasil terá a chance da revanche contra as espanholas, na próxima terça-feira (6).
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FICHA TÉCNICA
França 0 x 1 Brasil
Quartas de final - Olimpíadas 2024
🗓️ Data e horário: sábado, 3 de agosto de 2024, às 16h (de Brasília)
📍 Local: Stade de la Beaujoire, em Nantes (FRA)
🟨 Arbitragem: Tori Penso (EUA)
Conheça as musas das Olimpíadas de Paris
Famosos e Celebridades.
As Olimpíadas de Paris tem chamado atenção do mundo todo. No entanto, algumas atletas também têm atraído olhares, não pelo dom, e sim pela beleza.
Musas das Olimpíadas de Paris
Luana Alonso – Paraguai
A nadadora de 20 anos defendeu a delegação do Paraguai nas Olimpíadas.
Molly Cauldery – Reino Unido
Aos 24 anos, Mally defende o Reino Unido no Salto com Vara.
Ingrid Oliveira – Brasileira
As brasileiras não poderiam estar de fora dessa lista, não é mesmo? Sendo assim, Ingrid Oliveira, de 28 anos, representa nossa nação no Salto ornamental.
Shino Matsuda – Japão
A surfista Shino Matsuda faz parte da delegação do Japão nas Olimpíadas de Paris.
Italiana ganhará prêmio de campeã olímpica após desistir de luta polêmica; entenda
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A polêmica luta entre Angela Carini e Imane Khelif ainda segue dando o que falar. A Associação Internacional de Boxe (IBA) anunciou que vai premiar a italiana como se ela tivesse conquistado a medalha de ouro nas Olimpíadas de Paris.
Apesar de ter abandonado a luta contra a argelina depois de apenas 45 segundos, Angela Carini vai receber 50 mil dólares (R$ 286,5 mil) de premiação da IBA. O presidente da entidade, Igor Kremlev, comunicou a decisão.
”Não conseguia olhar para as lágrimas dela. Não sou indiferente a tais situações, e posso garantir que vamos proteger cada pugilista. Não entendi porque eles estão matando o boxe feminino. Apenas atletas elegíveis devem competir no ringue por uma questão de segurança”, disse Kremlev.
No Mundial de Boxe do ano passado, organizado pela IBA, a argelina Imane Khelif foi desclassificada - assim como a taiwanesa Lin Yu-ting - após ser reprovada nos testes de DNA. O presidente da entidade, Igor Kremlev, disse que “elas tinham cromossomos XY”.
Por outro lado, as duas pugilistas foram liberadas para disputarem as Olimpíadas de Paris. O COI afirmou que elas tinham todas as “normas médicas aplicáveis estabelecidas pela PBU (Unidade de Boxe de Paris 2024)”.
Veja aqui
Embate entre COI e IBA
As relações entre o COI e a IBA, entidade que desclassificou as pugilistas, estão cortadas desde o ano passado, quando a instituição de boxe deixou de ser reconhecida pelo comitê olímpico. Sobre a decisão da IBA de barrar Imane Khelif e Lin Yu-ting do Mundial de Boxe, o COI afirmou que foi uma ação arbitrária.
“Esta decisão foi inicialmente tomada unicamente pelo secretário-Geral e CEO da IBA. O Conselho da IBA apenas a ratificou posteriormente e somente depois solicitou que um procedimento a ser seguido em casos semelhantes no futuro fosse estabelecido e refletido nos Regulamentos da IBA. As atas também dizem que a IBA deve “estabelecer um procedimento claro sobre testes de gênero”, explica.
O COI também insiste que ambas boxeadoras já atuaram em competições de alto nível na categoria feminina e que as regras de elegibilidade “não devem ser alteradas durante uma competição em andamento”, completa a carta.
A IBA já havia deixado de organizar o torneio de boxe olímpico desde 2019 por falhas recorrentes em integridade e transparência na governança da associação, acusada de manipulação de resultados e corrupção. A modalidade correu o risco de deixar o programa, mas o COI fez uma força-tarefa para tomar frente da organização do boxe nos Jogos.
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