ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Oposição convoca ato mundial contra reeleição de Maduro A manifestação é para os venezuelanos que moram em outros países

Leiliane Lopes - 11/08/2024 22h15 | atualizado em 12/08/2024 07h08

María Corina Machado
María Corina Machado e Edmundo González Foto: EFE/ Manuel Díaz

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, convocou um protesto global em resposta à alegada fraude eleitoral ocorrida nas eleições de 28 de julho. O evento foi anunciado para ocorrer no próximo sábado (17), em várias localidades ao redor do mundo.

– Neste próximo sábado, 17 de agosto, os venezuelanos se unem em qualquer lugar do mundo para levantar a voz pela verdade: 28 de julho. A Venezuela venceu – escreveu a oposicionista na rede social X.

Leia também1 Patrimônio de prefeito de Recife cresce 11 vezes em quatro anos
2 Homem é preso ao escalar a torre Eiffel antes do final dos Jogos
3 Papa ora pelas vítimas do avião que caiu em Vinhedo
4 Gravações de caixas-pretas do avião foram 100% extraídas
5 EUA oferecem anistia para Maduro deixar o poder, diz jornal

O objetivo da manifestação é reunir tanto venezuelanos que permanecem no país quanto aqueles que migraram para outras partes do mundo. A intenção é expressar o descontentamento com o processo eleitoral que resultou na reeleição de Nicolás Maduro, cuja legitimidade é contestada pela oposição.

– Vamos convocar uma grande atividade onde todos tenham que ver a força, a determinação, a decisão que nós, venezuelanos, tomamos, de que não há como voltar atrás – declarou Machado.

O protesto busca questionar os resultados eleitorais que declararam Maduro como vencedor, apesar de a oposição antichavista afirmar que Edmundo González teria obtido 67% dos votos. O Conselho Nacional Eleitoral ainda não divulgou oficialmente os números.

Assista:

domingo, 11 de agosto de 2024

Bolsonaro dá resposta fulminante e acaba com tentativa de Moraes

JCO

Segundo os advogados, ambos estiveram no evento em horários distintos, o que impediu qualquer encontro.

“No caso específico, o peticionário teve, em obediência à medida cautelar, o cuidado de comparecer ao evento em horário diferente e posterior à saída do Sr. Valdemar da Costa Neto, de sorte que malgrado ambos tenham estado presentes no mesmo local, o estiveram em horários distintos, não se encontrando em nenhum momento”, mostra o documento.

Os advogados recomendam que o ministro confirme as informações com Nunes, o ex-presidente Michel Temer (MDB) e outras pessoas que estiveram no evento.

A informação praticamente destrói a tentativa de Moraes de enquadrar Jair Bolsonaro. Na última quinta-feira (8), Moraes deu um prazo de 48 horas para que Bolsonaro e Valdemar apresentassem explicações sobre um possível descumprimento da ordem que proíbe o contato direto ou indireto entre eles. 

A perseguição contra o ex-presidente é cruel! Bolsonaro precisa tomar muito cuidado. Além de sua liberdade, sua vida também corre risco e isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje minha amiga Joana Darc completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe proteja e abençoe juntamente com seus familiares.

Parabéns amiga!!!

O fim da “Nova República”: Significado e consequências

JCO



Nascida de um retumbante movimento de massas, que postulava o término do regime militar de exceção e o retorno de eleições livres e diretas, tal qual a garantia das liberdades fundamentais, o período inaugurado em 1985 sinalizava o (re)ingresso do país à vigência plena dos ditames da democracia e da república – como depois veio a ser consagrado, formalmente, nos termos da Constituição “Cidadã” de 1988.

Mas cedo percebeu-se que, de “nova”, a falsa república nascente não tinha nada: apenas a carcaça – adornada pela letra natimorta da inócua Magna Carta. Mudava-se apenas a forma para se manter o habitual e “velho” conteúdo: o populismo, a demagogia, o caudilhismo, a farsa, o conluio, o patrimonialismo, a manipulação, o corporativismo, a indecência, a empáfia, o aliciamento, a imoralidade, a devassidão, a hipocrisia, o mau-caratismo, a impostura e, sobretudo (mãe de todas as ignomínias), a corrupção das elites governantes (sob o agasalho de uma pervertida e impudica juristocracia), em seu grau extremo de institucionalização.

A Operação Lava Jato – hoje integralmente solapada – serviu para expor à luz do dia, às massas traídas, as entranhas putrefatas do recém instalado consórcio (“mecanismo”) no poder; da mesma forma que o mandato de Jair Bolsonaro (eleito nas brechas da contestação popular de 2018) estampou a falsidade do espírito democrático dessas mesmas e carcomidas elites – que jamais admitiram, por despudorado “apego” às chaves do cofre, qualquer alternância no poder.

Até as “esquerdas” que, na figura de Lula, prometiam, desde os idos de 2002 (e para isso foram eleitas!), o fim da corrupção, transparência na gestão pública e ética na política, acabaram por se amalgamar aos mesmos e velhos “hábitos” (e “delícias”) de seus pretéritos e repudiados adversários (a quem usavam diuturnamente criticar), tornando-se, desde então, os seus próprios líderes e condottieri, seja na rapinagem, na trapaça, quanto na (agora desmesurada) sede de poder – como provam os delitosos mensalões e petrolões legados pela triste e abjeta trajetória.

É toda essa máfia que, não por acaso, com o apoio dos diversificados “correligionários” e oportunistas de plantão – e o protagonismo e proteção de seus “supremos” representantes de toga –, acabou por retornar à cena do crime, para dar continuidade, com mais veemência e determinação (sangue nos olhos e sede de vingança), à “obra” inacabada.

Quem venceu a última eleição presidencial em terra de Macunaíma, de fato, não foram as (falsas) “esquerdas” tupiniquins (insidiosas em seus propósitos), ou a “agenda progressista” (mero embuste), tampouco o “socialismo bolivariano” (uma gigantesca e catastrófica ilusão), mas o crime organizado. Sim, o tradicional estamento patrimonialista-oligárquico, renovado em seus compartes e quinhoeiros, atualmente associado ao narcotráfico e ao globalismo imperialista do capital financeiro transnacional – a quem servem no papel de imaginárias (e instrumentalizadas) facções “revolucionárias” de fachada.

O 30 de outubro de 2022 demarca, pois, por todas as razões e fundamentos, pelo simbolismo (e consequências) de seu desfecho, o fim da quimérica “Nova República” (que nunca vingou), sua derrocada e fracasso, inaugurando, em seu lugar, com o aval e a “legitimação” (suspeita) das urnas, o reino totalitário da cleptocracia triunfante – com todos os ingredientes contra os quais haviam aparentemente se rebelado, no passado, os seus espúrios e hipócritas artífices.

Só que agora, ao invés do despotismo da farda, passou a viger aquele da toga – contra o qual não há a quem recorrer. É ele que tem se incumbido, em momentos-chave dos conflitos estruturalmente instalados, de dar o suporte necessário ao programado e tirânico expurgo da oposição, ao controle absolutista da mídia (e redes sociais), à desmilitarização das polícias estaduais e à submissão e aparelhamento definitivo das (pusilânimes) Forças Armadas, inviabilizadas como último bastião de recurso constitucional à impostura e ao arbítrio – seguindo-se à risca a cartilha do Foro de São Paulo.

Fecha-se, assim, com esse episódio traumático, uma janela histórica que havia sido aberto para a prosperidade e uma possível proclamação da república (que nunca ocorreu no país); e abre-se uma porta descomunal para a imposição progressiva do crime institucionalizado, da tirania desmesurada e da barbárie incivilizada do terror e da injustiça – cujos efeitos pungentes e calamitosos, aos moldes “chavistas”, serão cobrados, mais à frente, pelas futuras e penalizadas gerações.

Sim, na “guerra brasileira” – salvo imprevistos de última hora ou fatos extraordinários de percurso (tudo ainda é possível!) – terá vencido, mais uma vez, a Cleptocracia Oligárquica – e perdido, comme d’habitude, a República Democrática.

Um epílogo que, caso confirmado em suas linhas tendenciais de momento, já prenuncia um alarmante e tenebroso desastre civilizatório – a exemplo do catastrófico (e ilustrativo) colapso venezuelano.

Alex Fiúza de Mello. Professor Titular (aposentado) de Ciência Política da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Ciência Política (UFMG) e Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), com Pós-doutorado em Paris (EHESS) e em Madrid (Cátedra UNESCO/Universidade Politécnica). Reitor da UFPA (2001-2009), membro do Conselho Nacional de Educação (2004-2008) e Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (2011-2018).

Brasil bate recorde de fraudes: quais são os motivos disso?

No Brasil, as fraudes têm se tornado um problema cada vez mais evidente. Diversos setores da economia enfrentam desafios relacionados a esquemas fraudulentos, afetando não apenas empresas, mas também consumidores e o governo. Hoje, vamos explorar as principais causas desse fenômeno e entender melhor por que o Brasil é um dos líderes mundiais em fraudes.


Uma das principais razões para a alta incidência de fraudes é a falta de políticas de segurança eficazes. Muitas empresas não investem adequadamente em sistemas de proteção, deixando brechas que são facilmente exploradas pelos fraudadores. O uso inadequado de tecnologias obsoletas também contribui para o aumento dos golpes.

Fraudes no Brasil: Quais são os principais tipos?

A diversidade de fraudes no Brasil é grande, incluindo esquemas em diversas áreas, como financeira, tecnológica e até mesmo no cotidiano. A seguir, veremos algumas das fraudes mais comuns que afetam o país:

  • Falsificação de documentos: A criação de documentos falsos para obter benefícios ilícitos.
  • Phishing: Enganar usuários para que forneçam informações pessoais ou financeiras.
  • Cartões de crédito clonados: Uso de cartões clonados para realizar compras fraudulentas.
  • Fraudes bancárias: Manipulação de contas e transferências bancárias de forma ilícita.

Como o Brasil pode combater as fraudes?


Combater as fraudes no Brasil não é uma tarefa simples, mas existem estratégias e medidas que podem ser adotadas para reduzir a incidência desse problema. É essencial que tanto o governo quanto as empresas trabalhem em conjunto para criar um ambiente mais seguro para todos.

Investimento em Tecnologia e Segurança

O uso de tecnologia avançada é crucial para prevenir fraudes. Aqui estão algumas medidas importantes:

  1. Implementação de sistemas de segurança cibernética robustos.
  2. Uso de criptografia para proteger dados sensíveis.
  3. Monitoramento contínuo de transações e atividades suspeitas.
  4. Atualização e manutenção regular de software e sistemas de segurança.

Quais são os impactos das fraudes na economia brasileira?

As fraudes têm um impacto significativo na economia do Brasil. Elas causam prejuízos financeiros enormes, além de afetar a confiança dos investidores e consumidores. A seguir, vemos alguns dos principais efeitos das fraudes na economia:

  • Aumento nos custos operacionais: Empresas precisam investir mais em segurança e controle.
  • Perda de confiança: Consumidores ficam receosos em realizar transações.
  • Redução de investimentos: Investidores internacionais podem evitar aplicar dinheiro em um mercado considerado inseguro.

Esses impactos mostram como é essencial que o Brasil adote medidas concretas para combater as fraudes. A criação de leis mais rígidas e a promoção da educação sobre segurança digital são passos importantes que podem ajudar na mitigação desse problema.

Educação e Conscientização: Um caminho para a prevenção


A educação é uma ferramenta poderosa para combater fraudes. Informar a população sobre os diferentes tipos de fraudes e como evitá-las pode fazer uma grande diferença. Campanhas de conscientização, treinamentos e compartilhamento de boas práticas são fundamentais para criar um ambiente mais seguro e menos suscetível a fraudes.

No final das contas, é importante que todos, desde cidadãos comuns até grandes corporações, estejam alerta e munidos de informações para prevenir que fraudes continuem a causar estragos no Brasil.

REGATAS DE CANOAS DO BAIRRO TABULEIRO EM COMEMORAÇÕES ALUSIVAS AO DIA DA PARNAÍBA

Em comemorações alusivas ao aniversário de Parnaíba, a Prefeitura de Parnaíba apoia a Regata de Canoas do Bairro Tabuleiro.

Com um grande público a Regata de Canoas foi um sucesso!!!

Apoio total da Deputada Estadual Gracinha Mão Santa

 
 Imagens geradas pelo Fumanchú??? O blog

ANIVERSARIANTE DO DIA

Hoje minha querida e linda amiga Ana Sabrina Rocha completa mais um aninho de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe e proteja juntamente com seus familiares.

Parabéns amiga!!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...