ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

domingo, 10 de novembro de 2024

O que podemos aprender com as eleições nos EUA

JCO
a) Cotação das criptomoedas dispara – o Bitcoin saltou seis mil dólares em um único dia para uma alta histórica de US$ 75.371.  A posição de Trump sobre criptomoedas contrasta fortemente com a do governo Biden, que liderou uma repressão radical às empresas de criptomoedas.
b) Moeda do Irã despenca para níveis historicamente baixos – o que é bom para a queda do terrorismo. 

Na minha visão, isso não tem nada de ideológico ou “volta ao conservadorismo” como disseram alguns apresentadores tendenciosos da Globo. 

Há 4 aspirações que explicam a volta dos republicanos e de Trump:

1) Recuperação econômica – testemunhei a inflação disparando sob Biden.  Os americanos também votam com o bolso.  Para eles, a melhor propaganda eleitoral é quanto sobra no final do mês.  A gestão Biden se caracterizou pelo constante aumento da inflação e dos juros, o que encareceu a vida de todos nos EUA.     
2) Combate à criminalidade - São Francisco e Nova York viram um aumento na violência urbana e criminalidade sob administrações democratas, servindo como maus exemplos para o país. 
3) Recuperação do prestígio internacional dos EUA, prejudicado pelas indefinições de Biden.
4) Resgate da consistência institucional que havia fortalecido e desenvolvido os EUA – agora ficarão enfraquecidos o movimento “woke”, o antissemitismo institucional e universitário, o parasitismo estatal, o apoio oficial a drogas, e os excessos do politicamente correto.  Não me entendam mal: apoio direitos iguais para LGBTs+ e todos, mas rejeito extremismos como um boxeador que ganha lutas contra mulheres porque se identifica como mulher ou a teoria que me classificaria como racista estrutural só por eu ser branco.   

O resultado dessas eleições nos permite refletir sobre a limitação dos rótulos políticos.  O mundo não está dividido entre “direita” e “esquerda” ou entre “socialismo/comunismo” e “capitalismo”.  Muitos usam rótulos para simplificar. Não é uma questão de fundo ideológico, mas de visões de mundo diferentes. Aqueles que usam camiseta do Che Guevara e põem a culpa de tudo no “sistema capitalista” precisam entender duas coisas: 

a) Há duas visões de mundo diferentes, mas as duas são capitalistas.  O capitalismo liberal do ocidente (EUA, Canadá, União Europeia, Austrália, Japão etc. e suas esferas de influência) e o capitalismo estatal de países totalitários (China, Rússia, Irã, e suas esferas de influência).  Há forte competição por mercados entre eles. 
b) Não há outro sistema de produção que funcione a não ser o capitalista. Todas as experiências comunistas/socialistas fracassaram como sistema alternativo de produção.  A “esquerda” diz que não foram bem implementados. Mas não há exemplos concretos, só nas promessas de campanha.  

Uma “Grande Mentira” a ser esclarecida:  a “esquerda” não é a única que tem consciência social.  Por exemplo, um amigo americano me explicou por que vota nos democratas (“esquerda”).  Segundo ele, os republicanos (“direita”) tendem a ser racistas e tendem a ignorar questões sociais.  Ele se coloca em um plano moralmente superior, sentindo-se justo e socialmente correto por votar na “esquerda”.  Aliás, muitas pessoas com quem conversei que se dizem “socialistas de esquerda” são fortes beneficiários do capitalismo e vivem muito bem.   

Não sou racista e tenho consciência social, mas fiz duas perguntas:

1) Por que a “esquerda” americana, com as melhores intenções possíveis, acabou contribuindo para o aumento da violência e da criminalidade?  Por que os programas sociais dos democratas se transformaram em incentivos para dependência ao seguro-desemprego, para uso de drogas, incentivo para imigração ilegal, para altíssimos custos com subsídios sociais, resultando em uma crise de habitação e em um círculo vicioso de dependência estatal que acabou afetando a economia, indiretamente ajudando Trump? 
2) Por que a “direita” é automaticamente rotulada de racista e socialmente insensível por defender uma visão menos paternalista e mais justa do Estado, uma visão construtiva com relação a programas sociais de geração de emprego que não criem dependência social?  Em outras palavras: por que a “esquerda” acaba premiando a preguiça e a dependência ao invés de premiar o empreendedorismo e aqueles que querem trabalhar de verdade?  Isso não tem nada a ver com ideologia, mas com a natureza humana.  

Não são perguntas fáceis de responder.  Qualquer resposta abstrata é acadêmica ou é campanha política.  O eleitorado americano mostrou que não estava satisfeito com Biden e sabia que votar em Kamala significaria mais do mesmo. 

E no Brasil?  Uma pesquisa em junho de 2024 realizada pelo Senado Federal (DataSenado) mostra que a maior parte da população brasileira com direito a voto não se considera politicamente nem mais à direita, nem mais à esquerda, nem mais ao centro.  Ou seja: não há polarização ideológica entre direita e esquerda, mas um contraste entre os que confiam e os que não confiam no governo.  Segundo a plataforma alemã Statista, o nível de confiança do brasileiro no governo é de apenas 42%.

E o bolso do brasileiro?  O resultado das recentes eleições municipais indicou uma clara vontade de mudança.  Ver o pagamento de supersalários para alguns juízes e funcionários públicos, recordes de prejuízos nas estatais com um rombo de R$ 7,2 bilhões em 2024, e desperdícios com a incineração de medicamentos vencidos não ajuda muito.  Além disso, segundo o Fundo Monetário Internacional, o Brasil tem um dos governos mais caros do mundo como percentagem do PIB: quase metade do que o Brasil produz serve para custear nossa enferrujada e cara máquina administrativa.   

Conclusão: Independentemente de rótulos ideológicos ou políticos, o dia a dia de cada administração vai sempre revelar até que ponto um governo consegue equilibrar o econômico, o social e o ambiental. Ou não. 

Em última análise, nos países democráticos um eleitorado consciente e insatisfeito simplesmente vota por mudança.  Não é preciso nenhum analista ideológico-político para nos explicar isso.  

Atriz que fez fama na Globo e recentemente atacou “bolsonaristas” reaparece arrependida (veja o vídeo)

JCO

Duas ofensas: rotular bolsonaristas de extremistas e qualificá-los com a expressão “inútil”.

Arrependida, ela ressurge com um filme em cartaz e faz um pedido:

“Você pode ser de esquerda, de direita, de centro, não importa: o filme vai te tocar em um lugar diferente”.

Prenúncio de fracasso para a atriz e de sucesso para o comunicador Luiz Galeazzo, do canal “Oi Luiz”. Em um vídeo ele desmascara a atriz e viraliza na internet.

Veja o vídeo:

sábado, 9 de novembro de 2024

A morte do príncipe

JCO

Nascido em 24 de julho de 1950, Dom Antonio era filho de Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil entre 1921 e 1981, e da princesa Dona Maria da Baviera. Descendente direto da princesa Isabel e de Dom Pedro II, último imperador do Brasil, Antonio integrava a linha sucessória do trono imperial.

Formado em Engenharia Civil pela Universidade de Barra do Piraí, trabalhou em empresas como a Construtora Adolpho Lindenberg e Nuclebrás, além de atuar em cargos comerciais no Grupo Belgo-Mineira.

Dom Antonio era casado com Dona Christine de Ligne desde 1981, com quem teve quatro filhos, incluindo Dom Rafael, que agora assume o título de príncipe imperial. Ele se dedicava à defesa da restauração da monarquia e participava de eventos no Brasil e no exterior representando a Casa Imperial.

Quer apoiar o Jornal da Cidade Online? Adquira o recém lançado livro "Dossiê Globo - Os Segredos da Emissora". A obra expõe escândalos, crimes, casos de assédio, acordos e escusas relações políticas que aconteceram dentro da Globo. Clique no link abaixo:

https://realiser.com.br/dossie-globo/

Outra forma de ajudar o JCO é se tornando nosso assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os "assuntos proibidos" no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link abaixo:

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao

Contamos com você!

da Redação

Escola cristã é expulsa de torneio por recusar jogo contra trans Caso foi levado ao Tribunal de Apelações pela defesa da instituição

Leiliane Lopes - 09/11/2024 15h51 | atualizado em 09/11/2024 19h01

(Imagem ilustrativa) Foto: Markus Spiske para Pexels

A Alliance Defending Freedom (ADF) está defendendo a Mid Vermont Christian School, de Quechee, Estados Unidos, uma escola cristã que em 2023 foi expulsa do torneio de basquete porque seu time se recusou a jogar contra uma atleta trans.

Agora, a ADF entrou com um processo no Tribunal de Apelações para o 2º Circuito em Nova York, acusando o estado de violar os direitos da Primeira Emenda da escola. Segundo os advogados, tanto a escola, quanto os alunos e seus pais – muitos dos quais representados por eles – devem ter seus direitos a crenças religiosas garantidos.

Leia também1 Gleisi critica alta de juros e culpa crise climática pela inflação
2 Padilha sobre Trump: Se quiser retaliar Lula, quem perde é ele
3 Avião cargueiro pega fogo em voo e faz pouso de emergência
4 Demência frontotemporal: Entenda diagnóstico de Kubrusly
5 Policiais da escolta de empresário morto têm celulares apreendidos

– Nenhuma escola religiosa ou seus alunos e pais devem ter acesso igualitário negado a benefícios disponíveis publicamente simplesmente por manter suas crenças religiosas – afirmou o advogado sênior Ryan Tucker para a AP News.

Ele afirmou ainda que a Vermont Principals’ Association expulsou Mid Vermont e seus alunos de todos os eventos esportivos do ensino fundamental e médio e usou políticas discricionárias aplicadas em uma “base caso a caso” para fazer isso.

ENTENDA
Em 21 de fevereiro de 2023 o time de basquete da Mid Vermont Christian School não entrou em jogo para disputar contra um time escolar que tinha um atleta trans no elenco. A justificativa foi que a presença do homem biológico colocar em risco “a imparcialidade do jogo e a segurança de nossos jogadores”.

Por conta disto, o conselho executivo da Associação de Diretores de Vermont, que administra os esportes e as atividades escolares, expulsou a escola de todos os campeonatos, jogos estaduais que a instituição participava há quase 30 anos.

Em junho deste ano, a Justiça Federal de Vermont manteve a decisão da Associação e impediu que os alunos fossem readmitidos na associação esportiva estadual. Por conta disto, a ADF resolveu recorrer ao Tribunal de Apelações. Não há prazo para que o caso seja julgado.

Você está demitida!

JCO
- "You're fired!" (Você está demitido!).

Com essa frase, no programa “O Aprendiz”, Donald Trump destituía o candidato sem qualificação para o cargo.

- “Você está demitida”! - disse ele para Kamala Harris.

Com as mesmas palavras o povo americano desclassificou a candidata democrata.

Você está demitida! Você e o New York Times, o principal jornal americano que capitaneava um esquadrão de outros jornais e todos faziam campanha noite e dia contra Donald Trump.

Você está demitida! Você e a horda de professores universitários tendenciosos que ao invés de honrarem a profissão ensinando aos alunos ciência verdadeira, ensinam o Pós-modernismo e seu balaio de produtos inúteis, bichados, anti-iluministas, tais como:

- Marxismo cultural, Determinismo biológico, Teoria feminista, Pronome neutro de terceira pessoa, Estereótipo de gênero, Igualitarismo, Valores da família a partir de teorias progressistas, Performatividade de gênero, Política identitária, Invisibilidade de gênero, o Politicamente correto, Construção social de gênero, Cisnormatividade, Heteropatriarcado, Heterossexismo, Transfobia, Diversidade sexual, Diversidade de gênero...

- “Dependendo do ponto de vista, o pós-modernismo se tornou ou deu origem a uma das ideologias menos tolerantes e mais autoritárias com que o mundo tem tido que lidar desde o declínio generalizado do comunismo e os colapsos da supremacia branca e do colonialismo.
O pós-modernismo se desenvolveu em cantos relativamente obscuros do mundo acadêmico como uma reação intelectual e cultural a todas essas mudanças, e desde a década de 1960 espalhou-se para outras partes do meio acadêmico, no ativismo, por todas as burocracias e no cerne da educação primária, secundária e pós-secundária. A partir daí, o pós-modernismo começou a se infiltrar na sociedade mais ampla ao ponto em que ele e as reações adversas a ele, tanto razoáveis quanto reacionárias, passaram a dominar a nossa paisagem sociopolítica enquanto avançamos cada vez mais penosamente ao longo da terceira década do novo milênio”. (‘Teorias cínicas’ - Helen Pluckrose, James Lindsay - pág.10/11).

Tudo isso secundado pelo ativismo “Queer” (estranhos) que recusa a classificação dos indivíduos em categorias universais como "homossexual", "heterossexual", "homem" ou "mulher", sustentando que estas escondem um número enorme de variações culturais, nenhuma das quais seria mais "fundamental" ou "natural" que as outras e os ativistas da Teoria "Woke" (acordei, acordados) que se orgulham de possuírem consciência social e racial, questionando paradigmas e normas opressores historicamente impostos pela sociedade, segundo eles.

Disse Madeleine Lackso no texto “O retorno triunfal de Trump e a humilhação da militância woke”:

- “Os chamados woke, que dominam o debate público nas elites progressistas, não são apenas autoritários, são insuportáveis. A tentativa de encapsular as minorias numa ‘senzala ideológica’ onde todos devem marchar no mesmo ritmo e repetir o mesmo discurso não só é um fracasso estratégico como uma traição à própria ideia de diversidade.
Negros, latinos, mulheres, gays e trans precisam pensar iguais. Quem define como pensar? A panelinha de sempre. O clube do “todEs”, liderado por militantes que se comportam como meninas más de colégio rico, armadas com seus gritos de “racista!”, “fascista!”, “homofóbico!”. Quem ousa desviar minimamente do script é cancelado sem piedade”. (O Antagonista).

Essa cesta de produtos “progressistas” apresentados ao mundo ocidental ameaça não apenas a democracia, mas o desenvolvimento da civilização.

Somente os adeptos desses produtos teóricos tem o poder de fala, de discorrer, protestar. Só eles estão certos. Então os adeptos de todas essas tolices que tornaram o mundo pior, entenderam que deviam modificar as pessoas, torná-las iguais a elas, destruir o passado e começaram a derrubar estátuas, desconstruir as família, revisar livros, destruir o conhecimento, pois nada é verdadeiro. Chamaram isso de “Justiça Social”. Somente eles são verdadeiros, na verdade, verdadeiros fascistas disfarçados de reformadores.

Esses impostores crêem que são moralmente superiores e ambicionam impor, por qualquer meio, suas ideias “progressistas” sobre os demais.

E todas essas teorias ensinadas nas Universidades são repassadas ao povão através de jornalistas, ativistas, apresentadores, artistas, blogueiros...

E contra tudo isso lutou o povo americano dizendo: Não!

Você está demitida! Você, Beyoncé, Taylor Swift, Lady Gaga, Eminem, Charli XCX - criadora do termo "brat”, Madonna, Neil Young, Olivia Rodrigo, Stevie Wonder, Bruce Springsteen, Bad Bunny, Lizzo, Jennifer Lopez, Cher, James Taylor, The National, Megan Thee Stallion, Bon Iver e John Legend, todos apoiadores do “politicamente correto”.

São peças fulgurantes do “progressismo” americano. Comunistas de meia-tigela que se lambuzam nos dólares do país mais rico e mais capitalista do mundo e pregam o socialismo para a nação que lhes deu toda fortuna.

Também estão demitidas as estrelas de Hollywood: George Clooney, Scarlett Johansson, Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Don Cheadle, Will Ferrell, Julia Roberts, Leonardo DiCaprio , Sarah Jessica Parker, Whoopi Goldberg, Kerry Washington, Jane Fonda, Ben Stiller, Matt Damon, Lin-Manuel Miranda, Aubrey Plaza, Jennifer Aniston, Mel Brooks, Mark Hamill, Robert De Niro, Jennifer Lawrence, Bryan Cranston e Anne Hathaway, Spike Lee...

Todas essas criaturas milionárias tentavam seduzir o povo americano com miragens, afirmando que a eleição de Donald Trump colocaria o país em perigo, a democracia novamente caminharia para o abismo. Medo, histeria era o que pregavam, e ainda afirmavam que Trump prometeu usar o exército dos Estados Unidos contra os imigrantes, contra o povo americano...

Você está demitida, disse o povo americano. Você e seus aliados precisam entender que temos vontade própria. Não somos seres inferiores. Nossas razões em escolher Trump são diferentes de suas razões. Ao chamar todos os que votam em Trump de nazistas, de massa de manobra, de fascistas e quando discursam nos ofendendo e nos chamando de estúpidos, tentando mostrar uma superioridade que não existe, apenas alargam o fosso entre nossas convicções e as suas.

Para nós vocês são apenas vampiros vagabundos, sugadores do sangue alheio, afinal a grande massa, o povo, é quem faz a riqueza da nação.

Os truques e manipulações executados pelos apresentadores de televisão, artistas, especialistas, nos chamando de pessoas sem informação e que vocês são iluminados que nos trazem a verdade, não funcionou. As fantasias baratas que vocês tentaram nos vender “boiaram” e não foram aceitas porque nós sabemos que somente o trabalho duro faz o mundo andar.

A fantasia vendida pela grande mídia e seus apresentadores é racional apenas para vocês que vivem no mundo da lua.

Você está demitida porque não entendeu que milhões de americanos criaram o movimento MAGA (“Make America Great Again”- “Fazer a América Grande Novamente”) é um movimento em prol da nação, não um culto, não um bando de roceiros que creem em Deus e possuem armas, porque votam em Trump são chamados de racistas, porque defendem a família são atrasados, porque creem em Deus são supersticiosos.

Você e todos os fanáticos do Pós-Moderno, que são apenas chocarreiros sem-noção e deveriam ser chamados de Pós-Atrasados, estão demitidos!

Finalizo com dois parágrafos do editorial do The New York Times, jornal mais influente dos EUA e que lutou abertamente contra Trump, durante toda campanha, escoltado por centenas de outros jornais e ao final jogou a toalha:

“América de Trump: Vitória de retorno sinaliza um tipo diferente de país”.
- “No final das contas, Donald J. Trump não é a aberração histórica que alguns pensavam que ele era, mas sim uma força transformadora que está remodelando os Estados Unidos modernos à sua própria imagem.
O fato de que o Sr. Trump foi capaz de se recuperar de tantas derrotas legais e políticas nos últimos quatro anos, qualquer uma das quais teria sido o suficiente para arruinar a carreira de qualquer outro político, foi uma prova de sua notável resiliência e desafio. Ele não se curva e, pelo menos desta vez, invicto”.

Assim também deve ser o comportamento de todos aqueles que almejam ser livres. Devem ser resistentes e lutar para que os ventos da mudança democrática, liberal, iluminista que sopraram nos Estados Unidos, arejem as mentes dos habitantes da Terra dos Papagaios e a transformação que todos nós desejamos aconteça aqui também.

Um bom final de semana a todos.

Foto de Carlos Sampaio

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

As primeiras medidas que poderão ser tomadas por Trump contra Moraes são reveladas

JCO

Entre essas constrições estão o cancelamento do visto, deportação, bloqueio de bens e a proibição de relações bancárias e comerciais com os Estados Unidos.

Essas sanções são impostas a ditadores e a pessoas que atentam contra os direitos humanos no mundo.

Biden manteve-se inerte com relação a Moraes.

Com Trump a situação promete ser totalmente diferente, mormente quando uma das figuras mais fortes do novo governo americano será o empresário Elon Musk, que como se sabe sentiu na pele os devaneios ditatoriais, arbitrários e desumanos do ministro brasileiro.

Além disso, o próprio Congresso americano tem Moraes na mira e deve avançar rapidamente projetos de lei que poderão atingir em cheio o magistrado do STF.

Moraes terá um ano muito difícil em 2025.

Sua sanha ditatorial tem os dias contados.

Vídeo: ataque terrorista mata 26 pessoas no Paquistão Ataque aconteceu em uma estação de trem em Quetta, cidade localizada no sudoeste do Paquistão

 metrópoles 

 atualizado 

Mazhar Chandio/Anadolu via Getty Images
Imagem colorida mostra estação ferroviária no Paquistão - Metrópoles

Um ataque terrorista matou 26 pessoas no Paquistão, e deixou ao menos 60 feridos neste sábado (9/11). O atentado aconteceu em uma estação ferroviária localizada em Quetta, capital da província do Baluchistão.

Segundo a imprensa local, autoridades informaram que um homem bomba foi o responsável pela ação. Ele pertencia ao Exército de Libertação Balúchi (BLA), grupo separatista da região que reivindicou o ataque.

Câmeras de segurança da estação de trem capturaram o momento em que uma grande explosão aconteceu próximo a plataforma de embarque, que se encontrava cheio no momento do ataque.

De acordo com autoridades de Quetta, 16 soldados estão entre os mortos.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...