ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

UM ATO DE CARIDADE E AMOR.

Participem deste grandioso evento de CARIDADE e AMOR.

Compareçam!!!

Acusado de ser o 'x9' de Moraes, General confessa tudo

 JCO


No inquérito, a PF indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro e general Walter Braga Netto, além de outras 35 pessoas, incluindo militares e aliados políticos. Tanto Bolsonaro quanto Braga Netto negam envolvimento em qualquer irregularidade. Durante 2022, Stumpf mantinha contatos com Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à época, para discutir medidas de segurança do processo eleitoral.

“Minha interlocução era com a Secretaria-Geral do TSE. Algumas pessoas distorceram tudo e me retrataram como um ‘informante’, algo criminoso. Isso nunca ocorreu. O contato era estritamente institucional”, afirmou Stumpf.

O general também destacou sua lealdade às instituições democráticas:

"Defendi a democracia em tempos complexos e tenho orgulho de ter agido de forma leal ao Exército Brasileiro", afirmou.

Para o jornalista mineiro Alexandre Siqueira, "o general usa uma pontinha do discurso daqueles que maltratam a Constituição Federal, a democracia e a república":

"Na cabeça dele, mas não aos olhos de quem vem sofrendo com os acontecimentos, o general apenas reafirma que tem ciência do lado que está.  [...] Cabe às Forças Armadas Brasileiras defender a nação, e se assim o fizer, todas as outras métricas que balizam a república estarão salvaguardadas. E a democracia é apenas uma delas!"

Está mais do que claro que o "sistema" vai tentar envolver qualquer narrativa possível para atingir o ex-presidente Jair Bolsonaro nesse caso. Querem prendê-lo de qualquer forma.

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, suas liberdades serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime

Mauro Cid joga balde de água fria na última narrativa do "sistema"

JCO



Cid foi convocado a prestar novos esclarecimentos no âmbito da investigação sobre a suposta tentativa de golpe de Estado, que resultou na abertura de um inquérito. Nesse processo, tanto Cid quanto Bolsonaro estão entre os 37 indiciados pela PF.

O depoimento foi motivado por declarações feitas pelo advogado de Cid, Cezar Bittencourt, à GloboNews. Durante a entrevista, Bittencourt sugeriu que Bolsonaro tinha ciência de um plano, mas posteriormente esclareceu que não se referia a um "plano de morte". Fontes ligadas à PF informaram que Bittencourt, presente no depoimento de Cid, confirmou que houve um equívoco em sua fala anterior.

Ainda na quinta-feira, Mauro Cid reiterou que desconhecia qualquer plano relacionado aos supostos assassinatos de Lula, Alckmin ou Moraes.

Todos os indícios apontam que a PF não conseguiu encontrar nada de sólido com Mauro Cid... Vale ressaltar que, em março deste ano, Cid foi preso novamente por descumprimento de cautelares impostas e por obstrução de Justiça. Na ocasião, houve o vazamento de áudios em que o ex-ajudante de ordens critica a atuação do relator dos casos, ministro Alexandre de Moraes, e afirma que foi pressionado pela PF a delatar episódios dos quais não tinha conhecimento ou “o que não aconteceram”. 

Está bem claro o que o "sistema" quer. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, suas liberdades serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime

AO VIVO: Surge a única coisa capaz de derrubar Lula (veja o vídeo)

JCO

O senador Raldolfe Rodrigues quer mudar as regras para eleger senadores! 

Tudo isso e muito mais no Raio X da Política, que recebe o advogado Victor Lucchesi, o vereador Rafael Satiê e o jornalista Diogo Forjaz. Apresentação de Berenice Leite. Assista no Fator Político BR, parceiro do Jornal da Cidade Online. 

Veja o vídeo:

Demissão em massa na Globo

JCO


Em nota, a TV Anhanguera afirmou:

“Ocorreram sim alguns desligamentos. Eles fizeram parte de uma reestruturação pontual. Num universo de mais de mil colaboradores, foram desligados 21. A Rede Anhanguera possui 11 emissoras em Goiás e Tocantins e é uma das empresas do Grupo Jaime Câmara de Comunicação.”

O conglomerado também controla rádios, jornais e portais de notícias na região.

A situação enfrentada pela TV Anhanguera reflete uma crise mais ampla nas emissoras brasileiras. Com a ascensão da internet como destino preferido de muitos anunciantes, empresas tradicionais de TV têm enfrentado desafios financeiros significativos.

A emissora vive dias de terror... Sua queda de audiência e crise sem fim é o retrato do jornalismo militante e da lacração que dominou a Globo. Para piorar a situação, um "dossiê" foi lançado e expõe o que a alta cúpula da emissora sempre tentou esconder. Conheça agora o livro "Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora"A obra expõe como, ao longo das décadas, a emissora negligenciou sistematicamente os crimes que ocorriam em seus bastidores e revela escândalos, casos de assédio, acordos e escusas relações políticas. Trata-se de um verdadeiro arquivo histórico sobre o Grupo Globo. Caso queira conhecer esse livro, clique no link abaixo:

https://realiser.com.br/dossie-globo/

Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente...

da Redação

Meu INSS Vale+: entenda como vai funcionar o programa do governo

 CNN Brasil

Meu INSS Vale+: entenda como vai funcionar o programa do governo

O Ministério da Previdência Social divulgou nesta segunda-feira (9) novas regras para a participação dos bancos no programa Meu INSS Vale+. O benefício do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) oferece adiantamento de até R$ 150 para aposentados e outros beneficiários da Previdência. Estão aptas a aderir a nova modalidade instituições financeiras que possuem no mínimo 12 meses de experiência com o serviço de antecipação salarial e que tenham realizado convênio e/ou Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS para esse fim. Após receberem as instruções de como disponibilizar o adiantamento, os bancos terão 30 dias para operar na nova modalidade. O prazo poderá ser prorrogado por igual período, caso ocorram atrasos e dificuldades de adequação de sistema. Além disso, as instituições financeiras que aderirem à iniciativa terão que emitir um cartão físico com chip sem cobranças de anuidade ou mensalidade para os segurados. Não é possível realizar saques utilizando o cartão. Em relação à utilização, a portaria determina que, após a contratação do Meu INSS Vale+, a instituição financeira terá até cinco dias úteis para liberar o valor no cartão de antecipação. O montante antecipado não será considerado para cálculo da margem das demais modalidades de empréstimo consignado. O instituto também afirmou que se houver a cessação devida de benefício antes da quitação da parcela de antecipação salarial, a instituição financeira suportará o prejuízo da operação. “Conforme a normativa do Meu INSS Vale+ o adiantamento não dependerá de desbloqueio prévio do benefício e não implica corresponsabilidade do INSS por dívidas ou compromissos de natureza pecuniária assumidos pelo beneficiário junto às instituições financeiras consignatárias”, afirmou o INSS. https://www.youtube.com/watch?v=_K8To7lxhkQ Meu INSS Vale+ Parecido com um empréstimo consignado, o Meu INSS Vale+ não cobra juros e taxas dos beneficiários, mas o valor emprestado é descontado no mês seguinte em parcela única. O limite de R$ 150 também pode ser reajustado ou revisto após o prazo de 90 dias do lançamento da antecipação. O INSS informou que a iniciativa pretende cobrir necessidades imediatas, como remédios, comida, gás de cozinha e transporte, a fim de evitar que aposentados e pensionistas recorram a empréstimos para pagar pequenas despesas. A expectativa é que pelo menos 38 milhões de pessoas sejam beneficiadas, das quais 31,7 milhões recebem aposentadorias e pensões e 6,3 milhões Benefícios de Prestação Continuada (BPC). https://stories.cnnbrasil.com.br/economia/pix-e-a-forma-de-pagamento-mais-utilizada-pelo-brasileiro-diz-bc/

Bancos vão ao STF contra juros do consignado do INSS; entenda a polêmica

 Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ABBC (Associação Brasileira de Bancos) ingressou no STF (Supremo Tribunal Federal) com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) para questionar a competência do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) na definição do teto de juros do crédito consignado.

A entidade, que representa bancos de médio porte, argumenta que a legislação em vigor não dá ao instituto autoridade para determinar o limite de juros. Segundo a ABBC, essa atribuição seria exclusiva do CMN (Conselho Monetário Nacional), conforme estabelecido pela lei 4.595/64, que organiza o Sistema Financeiro Nacional.

O consignado é um empréstimo feito por aposentados e pensionistas do INSS com desconto direto no benefício. É possível comprometer até 45% da renda mensal —35% com o empréstimo pessoal, 5% com o cartão de crédito e 5% com o cartão de benefício— e pagar as parcelas em até 84 meses (sete anos).

"Estamos vivendo o pior spread da história do consignado do INSS. Muitos dos nossos associados já estão sendo obrigados a suspender as operações por total inviabilidade econômica frente aos custos incorridos", diz a associação.

Procurado, o Ministério da Previdência Social defendeu a competência do conselho e destacou os impactos positivos das decisões sobre as taxas.

Desde que assumiu a pasta, em janeiro de 2023, o ministro Carlos Lupi tem mexido nos juros todas as vezes que a Selic, taxa básica da economia, cai. Bancos chegaram a suspender a oferta do crédito.

"Isso tem provocado um efeito positivo na tomada do crédito inicial mais barato e de modo mais significativo na portabilidade e no refinanciamento dos contratos, com condições mais vantajosas que as vigentes anteriormente", diz nota.

A advogada Tonia Galetti, coordenadora jurídica do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas) e integrante do CNPS, afirma que o controle dos juros é essencial para proteger os aposentados.

Segundo ela, o crédito consignado deve ser tratado como política pública, já que atende uma população vulnerável.

"Isso é especialmente importante porque estamos falando de uma população muito empobrecida. A média de benefícios pagos aos aposentados no Brasil não chega a R$ 2.000. Muitas vezes, o crédito consignado é a única alternativa que essas pessoas têm para suprir necessidades básicas do dia a dia."

O CNPS é formado por representantes de governo, trabalhadores, aposentados e empresários. Segundo Galleti, o conselho discorda da metodologia proposta pela ABBC, pois a métrica apresentada pelos bancos não é tão transparente ou precisa

"Os bancos não aceitam nosso modelo e decidiram partir para o embate judicial, mas seguimos com respaldo legal e normativo. É uma prática consolidada há anos", afirmou.

A Previdência diz ainda acreditar que "será respeitada a lei que atribuiu ao MPS, INSS e ao CNPS a competência para debater e deliberar sobre a regulamentação das regras de operações de crédito consignado".

"As instituições financeiras que têm interesse em operar o crédito consignado aderem a esse processo se entendem que as condições estabelecidas lhe são vantajosas", diz o órgão.

ENTENDA A POLÊMICA

O ponto central da disputa está no artigo 6º, inciso 6 da lei 10.820/2003, que permite ao INSS regulamentar aspectos operacionais do crédito consignado, como prazos e limites de descontos em folha. Em resumo, todas as regras referentes ao crédito são debatidas e definidas pelo conselho.

A ABBC argumenta, no entanto, que a legislação foi interpretada de forma incorreta, dando ao INSS um poder que não possui.

"Várias deliberações foram tomadas com apoio unânime, inclusive do representante do sistema financeiro", afirma a Previdência.

Os bancos dizem que o modelo atual compromete a viabilidade do consignado. Enquanto os custos de captação no mercado financeiro subiram para 14% ao ano, o teto de juros foi reduzido para 1,66% ao mês.

"Esse cenário decorre da dificuldade que pessoas negativadas enfrentam para acessar linhas tradicionais de crédito, como empréstimos pessoais ou cartões de crédito. Estes, sem acesso a alternativas de crédito, terão de recorrer a modalidades mais caras (ou até mesmo a agiotas) ou não conseguirão recursos para demandas básicas, como alimentação e medicamentos", afirmam na ação.

A associação critica ainda o uso da Selic como referência para o cálculo dos juros, alegando que a taxa não reflete os custos de captação de longo prazo, comuns em operações de até sete anos.

Segundo a ABBC, o CNPS reduz rapidamente o teto quando a Selic cai, mas demora a ajustá-lo em altas da taxa básica, como as que vêm ocorrendo.

A entidade pede ainda que sejam declarados inconstitucionais os atos do INSS e do CNPS que fixaram os tetos de juros. Além disso, solicita que o Supremo reafirme a competência do CMN para estabelecer esses limites e conceda prazo para que o órgão defina novas condições para o consignado.

A Previdência, por sua vez, acredita que o STF respeitará a lei. "As instituições financeiras que têm interesse em operar o crédito consignado aderem se entendem que as condições são vantajosas."

Atualmente, 70 instituições financeiras estão conveniadas na Previdência para operar o empréstimo consignado, 41 para operar o cartão de crédito e 24 para o cartão de benefício.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...