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quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
Waack: Alta da Selic é consequência das apostas de Lula
O Banco Central tornou a principal aposta política de Lula ainda mais arriscada. Elevou em um ponto percentual a taxa básica de juros, ameaçou – essa é a palavra certa, ameaçou – mais dois aumentos iguais nas duas próximas reuniões. O que jogaria a para acima dos 14% ao ano – o recorde recente foi um pouquinho abaixo disso, ainda no governo Bolsonaro. A aposta política de Lula é escancarada. É manter o pé acelerando a expansão dos gastos públicos como forma de aumentar popularidade e ganhar benefícios político-eleitorais. Ele resolveu manter essa aposta no último pacote que apresentou para conter o crescimento de despesas. Perfeitamente consciente do risco de que uma política fiscal expansionista acarrete mais inflação, desvalorização da moeda – que pressiona também a inflação. E consequente aumento de taxa de juros – que inibe a atividade econômica. O horizonte de tudo isso é exclusivamente eleitoral. É pensando em como vencer em 2026 que Lula três resolveu assumir o risco de que inflação, juros e dólar alto causem um estrago na economia. Que seria amplamente compensado pela popularidade vinda dos gastos sociais e da prometida isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. O cenário externo de incerteza e instabilidade também não ajuda nessa aposta, mas Lula não se deixou impressionar. Parece ter certeza de que tudo vai dar certo… para quem?
Dino critica “piti” de Poderes a cada decisão do STF O ministro, relator das ações que tratam do chamado “orçamento” secreto, afirmou que o Supremo precisa ser livre para decidir
metrópoles Manoela Alcântara
atualizado

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator da ação que trata do chamado “orçamento secreto”, criticou a postura de outros Poderes sobre as decisões da Corte Constitucional. Durante a 6º edição do STF em Ação, promovido pelo Instituto de Estudos Jurídicos Aplicados (Ieja), o ministro ressaltou que todos os julgamentos relevantes são feitos após amplo debate na sociedade e que o STF não pode se sentir intimidado para julgar, para agradar ou desagradar.
“Como um Poder fica dando escândalo toda vez que um outro decide? A democracia do ‘piti’ nunca tinha visto. O Supremo não pode decidir mais nada porque as pessoas dão escândalo. Temos que agir com prudência, mas nunca podem pretender um Judiciário amordaçado”, disse, durante o encontro, sentado ao lado do ministro Alexandre de Moraes, que também palestrou.
Dino foi o responsável por suspender as emendas parlamentares de valores bilionários por falta de transparência e, também, o ministro que liberou as emendas com uma série de condições para que elas possam ser aprovadas.
A decisão de impor regras para lisura do processo no que trata de emendas parlamentares conhecidas como RP9 (emenda de relator) e RP8 (emendas de comissão) e emendas Pix foi referendada pelo plenário do STF.
Por sua decisão, Dino foi fortemente criticado e questionado. Durante sua fala, no entanto, brincou que ainda não se sente tão “odiado” quanto Alexandre de Moraes. “A primazia é dele. Posso ficar em segundo, terceiro lugar. Não faço questão desse campeonato”, descontraiu.

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Em seguida, ressaltou que o Supremo agrada e desagrada com suas decisões. Que elas são pautadas na Constituição e que o Supremo não é um Poder político. “Nós não podemos imaginar um Supremo, um Poder Judiciário, que esteja intimidado, que esteja acovardado”, disse o ministro.
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CCJ da Câmara aprova projeto que autoriza voto impresso e recontagem de cédulas
CNN Brasil.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11), o projeto de lei que retoma o voto impresso e autoriza a recontagem física de cédulas em eleições federais, estaduais, distritais ou municipais. Agora, o texto segue para análise do plenário. Cabe ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), despachá-la e pautá-la. O projeto foi aprovado por 31 votos favoráveis e 20 contrários. O texto é de autoria do deputado Carlos Henrique Gaguim (MDB-TO) e teve relatoria de José Medeiros (PL-MT). De acordo com a proposta, que muda a Lei das Eleições, fica vedada a representação puramente eletrônica dos votos. A implementação das urnas eletrônicas no Brasil começou em 1996. Os sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral passam por testes públicos de segurança e podem ser auditados por candidatos, partidos, integrantes do Ministério Público e pelos próprios eleitores. Recontagem A proposta aprovada nesta quarta determina que os partidos políticos podem pedir a recontagem dos votos em até 48 horas após a divulgação do resultado dos pleitos. Além disso, o texto sugere que 5% das urnas devem ser selecionadas aleatoriamente para a contagem pública de votos, por meio de sorteio público, com a presença de representantes de partidos políticos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades interessadas. No relatório aprovado, o deputado Carlos Gaguim afirma que a recontagem pública dos votos busca "aprimorar a transparência e a confiabilidade do processo eleitoral, sem comprometer a celeridade da apuração". "Ao adotar essa medida, o processo eleitoral brasileiro reforçará sua credibilidade, assegurando aos eleitores que os resultados refletem fielmente a vontade popular. Além disso, a presença de diversas entidades durante a seleção e contagem das urnas promove a participação cidadã e o controle social, elementos fundamentais em uma democracia sólida", afirmou. Voto impresso Segundo a proposta, as urnas selecionadas deverão ser abertas pela mesa receptora diante de fiscais. "Cada voto será retirado individualmente do repositório e lido cuidadosamente em voz alta, e, em seguida, apresentado pelo membro da mesa ao exame visual dos fiscais com subsequente registro no boletim urna", determina o texto. Ainda de acordo com a proposta, os resultados da contagem e sua comparação com os dados eletrônicos serão registrados em ata detalhada, assinada por todos os presentes e disponibilizados ao público para consulta. Resistência Em 2021, a Câmara rejeitou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que determinava a impressão de “cédulas físicas conferíveis pelo eleitor” independentemente do meio empregado para o registro dos votos em eleições, plebiscitos e referendos. O projeto era uma das bandeiras do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de apoiadores.
AMIGAS DO CORAÇÃO
PEDIDO DE UM MILAGRE À SANTA LUZIA.
Ontem eu, minha esposa Eliane Braga, meus amigos Jean e Luisão fomos até a Barra do Longá em Buriti dos Lopes, fui no penúltimo dia dos Festejos da MILAGROSA Santinha que cuida dos nossos olhos, eu com meus problemas de saúde que afeta meus olhos, fui para pedir que Santa Luzia cuide dos meus olhos e de todos.
O primeiro milagre aconteceu na viagem, ao completar o RADIADOR em minha residência, esqueci de colocar a tampa, quando iríamos retornar para Parnaíba, notei umas sujeira no Capô do carro, com alguns vestígios de sujeira, ao abrir o Capô, vi que tinha esquecido da tampa, graças a DEUS que não houve nada no motor, fomos procurar e graças a DEUS conseguimos.
Quero agradecer as companhias dos meus amigos Jean e Luisão, enquanto estivermos vivos, todo dia 11.12 estaremos em Barra do Longá.
Governador da base do governo rebate a proposta de Lula e Lewandowski de criar uma nova polícia (veja o vídeo)

Os Governadores debateram temas importantes para os estados, a exemplo do pacote de medidas econômicas anunciado pelo governo federal (reforma tributária), saúde, pobreza e, dentre outros, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que visa fortalecer o combate ao crime organizado.
Dentre as propostas de mudanças na segurança pública está a criação de uma nova polícia, sob o comando do governo federal.
A criação de uma nova polícia, uma "guarda nacional" é um sonho antigo de Lula, dessa vez abraçado por seu ministro da justiça, Ricardo Lewandowski.
Essa proposta não é aceita pela oposição, pelos integrantes das forças policiais (já existentes e previstas no artigo 144 da constituição) e por muitos Governadores.
Quem defendeu a tese da não necessidade de criação de uma nova polícia foi o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri, que mesmo sendo da base aliada de Lula, não acredita que a criação de uma nova polícia seja a solução do problema.
Mitidieri fez uma importante intervenção no Forum diretamente para o ministro da justiça e segurança pública, Ricardo Lewandowski:
"Quem faz a segurança pública no dia a dia, quem faz o combate no dia a dia, são os Estados, é a polícia militar, a polícia civil, a polícia penal... então o debate que temos que trazer pra cá vem do custeio, dos investimentos... constitucionalizar e criar fundo é importante, mas sem tirar a autonomia das polícias estaduais... A criação de uma nova polícia não é uma solução, mas se o governo federal quiser ser parte da solução ele precisa ser parte do financiamento do custeio diário ao combate do crime organizado."
Como policial militar tenho a mesma visão do governador Mitidieri, não há necessidade de uma criação de mais uma polícia, precisamos de um fundo nacional forte direcionado ao custeio e investimento para as já existentes Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares, Polícias Civis, Polícias Penais e Guardas Municipais.
Henrique Alves da Rocha
Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.
ANIVERSARIANTE DO DIA.
Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...
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