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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Deputado com irmã no governo diz que assinará impeachment de Lula Cobrado pela oposição após seu nome sumir da lista anti-Lula, deputado se manifestou: “Minha irmã tem que caminhar com as próprias pernas”

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O deputado Eduardo Velloso (União-AC) com a irmã Luciana Velloso.
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O deputado Eduardo Velloso (União-AC) diz que assinará o pedido de impeachment de Lula mesmo que isso possa custar o emprego da irmã, Luciana Velloso, nomeada em cargo de confiança no governo, com salário de R$ 18,9 mil. O parlamentar recebeu críticas da oposição após o nome dele sumir subitamente da lista de signatários.

Em entrevista à coluna, o deputado afirmou: “Minha irmã mora em Brasília há 20 anos. Não fui eu quem a trouxe. Ela trabalhou aqui no Congresso vários anos. Não sou eu que influencio o que vai acontecer com ela ou não. Se ela tem a infelicidade de ser irmã de um parlamentar, não posso deixar isso interferir. Ela caminha com as próprias pernas”.

O parlamentar, contudo, negou que tenha retirado sua assinatura da lista de favoráveis ao impeachment de Lula por temer que a irmã perca o cargo. Na versão de Eduardo Velloso, seu nome jamais deveria ter figurado no documento inicial, uma vez que estava de férias e alheio ao movimento.

“Como eu estava de férias com minha família, em nenhum momento cheguei a assinar ou retirar minha assinatura do pedido de impeachment. Não sei como o meu nome foi parar lá”, indignou-se. Na sequência, porém, ele informou que, uma vez ciente da lista, vai assinar o documento nesta quarta-feira (5/2).

“Mas, como agora já voltei das férias, vou assinar. Eu nunca fui aliado do governo. Respeito e tenho consideração pelas pessoas, por todo mundo. Mas as minhas pautas sempre foram mais à direita”, concluiu.

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O deputado Eduardo Velloso (União-AC) com a irmã Luciana Velloso
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Irmã do deputado, Luciana Velloso está nomeada na Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), vinculada ao Ministério do Turismo. Ela trabalha na diretoria de Gestão e Inovação, especificamente na gerência de captação de novos negócios.

Embratur se posiciona

Veja a nota da Embratur, na íntegra:

“Luciana Velloso mora em Brasília e cumpre sua jornada diária de trabalho na sede do Ministério do Turismo (MTUR), uma vez ela está vinculada à execução de Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o MTUR, que tem como objetivo garantir a estrutura logística e de recursos humanos para a realização de uma série de eventos, como COP30, Salão Nacional do Turismo e Feirão do Turismo.

Sua contratação foi uma solicitação do ministro Celso Sabino, acatada por esta Agência porque possuía os requisitos profissionais para a vaga. Suas atividades estão registradas em relatórios periódicos e são adequadas para o cargo que exerce”.

EUA enviam primeiros voos de deportados para prisão de Guantánamo

DW Brasil.

Base militar americana em Cuba notória pelos maus tratos aos prisioneiros poderá receber até 30 mil migrantes. El Salvador se oferece para receber deportados e criminosos americanos.

Em torno de 300 militares foram enviados a Guantánamo para ajudar a preparar as instalações para receber deportados© Sra Devlin Bishop/U.S Air/Planet Pix/ZUMA/picture alliance

Os primeiros voos dos EUA para deportar migrantes dos Estados Unidos para a base americana na Baía de Guantánamo, na ilha de Cuba, estavam programados para partirem nesta terça-feira (04/02), informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, à emissora Fox Business.

A informação foi confirmada por fontes do alto escalão do governo americano à agência de noticias Associated Press.

Este seria o primeiro passo no que se espera ser um aumento no número de migrantes mantidos na base da Marinha americana em Cuba, que por décadas foi usada principalmente para deter prisioneiros estrangeiros associados aos ataques de 11 de setembro de 2001 e outros atos de terrorismo.

O presidente americano, Donald Trump, vinha defendendo a utilização da base como um centro de detenção de migrantes, que teria capacidade para abrigar até 30.000 deportados.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, que serviu na Baía de Guantánamo quando estava nas Forças Armadas americanas, disse que a base seria um "lugar perfeito" para abrigar os migrantes. Em torno de 300 militares americanos já foram enviados à base nos últimos dias para ajudar a preparar as instalações.

A base também tem sido utilizada por décadas para manter requerentes de asilo e refugiados capturados no mar do Caribe, e foi usada na década de 1990 para abrigar dezenas de milhares de haitianos e cubanos que fugiram de suas terras natais. Eles foram acomodados em barracões, com muitos deles sendo eventualmente repatriados depois de passarem anos presos em Guantánamo.

Histórico de abusos aos direitos humanos

Amy Fischer, Diretora do Programa de Direitos de Refugiados e Migrantes da ONG Anistia Internacional EUA condenou a medida. "Enviar migrantes para Guantánamo é uma ação profundamente cruel e custosa. Isso vai isolar as pessoas de seus advogados, famílias e sistemas de apoio, as deixando em um buraco negro para que o governo dos EUA possa continuar a violar seus direitos humanos fora de vista. Fechem Guantánamo agora e para sempre", disse Fischer, em nota.

A prisão de Guantánamo foi aberta após os ataques de 11 de setembro e tem sido usada para manter indefinidamente suspeitos capturados durante as guerras e operações americanas que se seguiram. As condições no local geraram protestos consistentes de organizações de direitos humanos e especialistas da ONU, que denunciam repetidamente os maus tratos aos prisioneiros.

Os presidentes democratas Barack Obama e Joe Biden tentaram fechar a instalação, mas o Congresso americano se opôs aos esforços.

Guantánamo ainda mantém 15 presos por supostos crimes relacionados ao terrorismo, entre os quais, vários acusados de participação nos ataques de 11 de setembro, incluindo o autoproclamado mentor dos atentados, Khalid Sheikh Mohammed.

Os migrantes serão mantidos em uma parte separada da base.

El salvador se oferece para abrigar presos dos EUA

O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira que a oferta de El Salvador de aceitar e prender pessoas deportadas dos Estados Unidos e criminosos americanos violentos levanta algumas questões legais, mas a descreveu como "muito generosa".

Rubio disse que Trump vai decidir se deve ou não aceitá-la. No dia anterior, o secretário de Estado chegou a um acordo com o presidente salvadorenho Nayib Bukele de que o país centro-americano aceitaria deportados dos EUA de qualquer nacionalidade, incluindo cidadãos americanos e residentes legais que estão presos por crimes violentos.

Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, recebe secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em San Salvador© Mark Schiefelbein/AFP

"Obviamente, há questões legais envolvidas. Temos uma Constituição", disse Rubio disse em entrevista coletiva nesta terça-feira ao lado do presidente da Costa Rica, Rodrigo Chaves, em San José. "Mas é uma oferta muito generosa. Ninguém nunca fez uma oferta como essa de terceirizar, por uma fração do custo, pelo menos alguns dos criminosos mais perigosos e violentos que temos nos Estados Unidos. Mas, obviamente, o governo terá que tomar uma decisão."

Rubio se reuniu nesta segunda-feira em San Salvador com Bukele, que confirmou a oferta de deportação em uma postagem no X, dizendo que El Salvador "ofereceu aos Estados Unidos da América a oportunidade de terceirizar parte de seu sistema prisional".

Bukele disse que seu país aceitaria apenas "criminosos condenados" e cobraria uma taxa que "seria relativamente baixa para os EUA, mas significativa para nós, tornando todo o nosso sistema prisional sustentável".

Repressão brutal ao crime

O Departamento de Estado descreve as prisões superlotadas de El Salvador como "duras e perigosas". Em seu portal de informações do país diz a autarquia diz que "em muitas instalações, as provisões para saneamento, água potável, ventilação, controle de temperatura e iluminação são inadequadas ou inexistentes".

El Salvador vive em estado de emergência desde março de 2022, quando as poderosas gangues de rua do país deram início a uma matança generalizada.

Bukele respondeu suspendendo direitos fundamentais como acesso a advogados, e as autoridades prenderam mais de 83.000 pessoas com pouco ou nenhum processo legal devido.

Em 2023, Bukele abriu uma enorme prisão com capacidade para 40.000 membros de gangues e cortou as refeições dos prisioneiros para apenas duas vezes ao dia. Os presos não podem receber visitas, e não há programas que os preparem para reinserção na sociedade após suas sentenças, tampouco oficinas ou programas educacionais.

El Salvador, que já foi um dos países mais perigosos do mundo, registrou no ano passado um recorde de baixa de 114 homicídios. As medidas de segurança impulsionaram a popularidade de Bukele no país de cerca de 6 milhões de habitantes.

A migração tem sido o principal tema da viagem de Rubio com passagens por Panamá, El Salvador, Costa Rica, Guatemala e República Dominicana. Ele, no entanto, também foi perseguido por outras mudanças que o governo Trump vem fazendo logo após assumir o cargo, como os cortes na Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) que realiza programas de ajuda em várias partes do mundo.

rc (AP, AFP)

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Hoje o meu amigo Esaú completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe e proteja juntamente com seus familiares.

Parabéns Esaú!!!

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