ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

PF indicia desembargadores, juízes e advogados por venda de sentenças Relatório final indiciou 23 pessoas. Uma dela é a desembargadora Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa, cunhada do ex-presidente Sarney

 metrópoles 

 atualizado 

Reprodução – Poder Judiciário/MA
WhatsApp Image 2025-02-11 at 12.18.46
ouvir notícia
0:001.0x

Foi concluído o inquérito da Operação 18 Minutos, conduzida pela Polícia Federal (PF), que investigou um esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Maranhão.

O relatório final da PF, com 174 páginas, resultou no indiciamento de 23 pessoas, entre elas três desembargadores, dois juízes, sete advogados e servidores do Tribunal. O documento foi encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Entre os indiciados estão a desembargadora Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa, cunhada do ex-presidente José Sarney, e os desembargadores Antônio Pacheco Guerreiro Junior e Luiz Gonzaga Almeida Filho. Seguidos dos juízes Alice de Sousa Rocha, Cristiano Simas de Sousa e o ex-juiz Sidney Cardoso Ramos.

A operação, deflagrada em agosto de 2024 por determinação do STJ, levou ao bloqueio de bens e ao afastamento de diversos envolvidos de suas funções públicas.

Próximos passos

O caso está sob relatoria do ministro João Otávio de Noronha, responsável por analisar o relatório e definir as próximas etapas, o que pode incluir o oferecimento de denúncias pelo Ministério Público.

Entenda o caso

A operação recebeu o nome 18 Minutos devido à rapidez com que as decisões judiciais eram tomadas, os alvarás expedidos e os recursos desviados sacados, tudo em apenas 18 minutos.

Segundo a Polícia Federal, o esquema operava por meio de três núcleos de atuação, envolvendo ex-servidores de banco, advogados e magistrados.

Uma das decisões investigadas teria resultado no desvio de R$ 14 milhões, sendo esse apenas um dos exemplos da atuação do grupo dentro do sistema judiciário do Maranhão.

Lula vira notícia internacional, mas o motivo é degradante

JCO

Lula conseguiu aparecer no notíciário internacional. O motivo no entanto é degradante.

A Fox News, por exemplo foi impiedosa com a seguinte manchete:

“Presidente socialista do Brasil pede aos cidadãos que não comprem itens caros de supermercado à medida que os preços dos alimentos sobem”.

Em suma, Lula é novamente piada internacional.

Colisão na pista de aeroporto, envolvendo jatinho de vocalista de famosa banda, provoca morte (veja o vídeo)

 JCO

Um acidente durante o pouso no aeroporto de Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, envolvendo o jatinho do roqueiro Vince Neil, vocalista da banda Mötley Crüe, provocou a morte de uma pessoa, na tarde dessa segunda-feira (10). 

O jato executivo de médio porte saiu da pista no momento do pouso. A aeronave acabou colidindo com outro avião que estava estacionado.

Vince Neil não estava na aeronave, mas Rain Hannah, sua esposa, uma amiga dela de nome Ashley e os cachorrinhos da família estavam a bordo. Não há informações se havia outros passageiros e tripulantes além delas, dos animais e dos dois pilotos.

Rain e Ashley foram levadas ao hospital: a mulher do roqueiro teve cinco costelas fraturadas.

“Parece que o trem de pouso principal esquerdo falhou no pouso, resultando no acidente”, afirmou Kelli Kuester, porta voz da cidade de Scottsdale, onde ocorreu o acidente. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (National Transportation Safety Board, em inglês), está conduzindo a investigação da colisão no local.

Veja o vídeo:

As acusações pesadas contra a USAID são assustadoras

 JCO

A notícia é tão escandalosa que o assunto deveria se manter na capa dos principais jornais por dias seguidos, mas a mídia brasileira… Bom! A mídia brasileira…

Você já ouviu falar na USAID? Uma agência americana com finalidade de promover o desenvolvimento econômico internacional. Fundada por John Kennedy em 1961, a ideia inicial era boa, mas a jornada modificou os interesses da entidade. As acusações contra a USAID são graves atingindo diretamente o Brasil.

A fala do Mike Benz, um ex funcionário do Ministério das relações exteriores do EUA, que o diga: Se a USAID não existisse, Bolsonaro ainda seria o presidente do Brasil. Ou seja, Mike, afirma com segurança que houve interferência no resultado eleitoral de 2022. Para piorar a situação, parece simples, mas não é: o TSE, participou de ações em conjunto com a organização em 2021. Tem mais...

No perfil X, de Maurício Galante, um vereador brasileiro eleito pelo Texas, no EUA, as notícias são de arrepiar. Para você ter ideia, Maurício supõe com fundamentos a seguinte possibilidade: as manifestações em frente aos quartéis, as idas para Brasília, até o fatídico dia 8, foram atos organizado e patrocinado pela USAID. Ou seja, tudo foi orquestrado e não passou de perfeita armadilha contra a direita.

Não para por aí. Elon Musk afirma que a USAID era usada para lavar dinheiro a favor da esquerda mundial. Musk, não se intimida, diz mais: a USAID é uma organização criminosa, é ninho de vermes.

Nesse aspecto, não é de estranhar a severidade com que Donald Trump está agindo contra a organização. Dos dez mil funcionários, apenas 611 serão mantidos. E Trump, foi claro sobre o que pensa: a USAID é administrada por um bando de lunáticos radicais.

Essas notícias bombásticas e catastróficas parecem simples para mídia brasileira, quando falam sobre o assunto defendem a USAID. Não fosse a mídia digital, jamais se ouviria no Brasil o Mike Benz, ou Elon Musk. Para mídia brasileira, a USAID é um bem que o malvado Trump está perseguindo. Porém, ao que tudo indica, a USAID é o terror imperial que está chegando ao fim. E você, leitor, o que tem a dizer?

Foto de Josinelio Muniz

Josinelio Muniz

Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

A impressionante velocidade com que Lula está construindo o maior rombo da história

JCO

Mesmo para os que conheciam o potencial destrutivo do PT de Lula e não votaram nele, avisando sobre o futuro previsível, a velocidade com que Lula está conseguindo demolir este país é impressionante.

Nunca dantes em terras brazucas a incapacidade crônica, a irresponsabilidade e o atraso da gestão esquerdista fizeram tantos estragos.

O rombo nas estatais federais e estaduais, de 8 bilhões, é um recorde absoluto e histórico na série que começou em 2001.

A 'ministra' Dweck tenta tapar o sol - ou o rombo -com peneira velha, mas não consegue afirmar muito mais do que um 'o rombo não é rombo.'

Claro que não, 'ministra'.

Rombo pode até ser bom, como diria sua colega Míriam Porcão.

Não estão incluídas aí, no rombo, estatais como a Petrobras, Eletrobrás, e bancos públicos como a Caixa Econômica Federal.

O que, é claro, pode ser bom ou ruim, como diria novamente a tia Míriam, que não acerta uma.

Porque, se incluídas, provavelmente o resultado seria mais tenebroso ainda.

Os Correios, cerne de muitas questões cabeludas -como o mensalão - é responsável por 50% do déficit histórico em 2024.

Significativamente, o rombo começou a aumentar em 2019, ano da posse de Lula da Silva.

Daí pra frente, só desastre, como era de se esperar.

Mas a responsabilidade, no malabarismo petista e sua imprensa, é do governo anterior, que deixou o país sem déficit.

A exemplo do balbuciante Haddad, o desgoverno Lula não tem capacidade sequer pra inventar algo razoável pra explicar seu fracasso.

Foto de Marco Angeli Full

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

Eduardo Bolsonaro escreve carta para relator da OEA que está no Brasil e desmascara narrativa

JCO

Uma carta da lavra do deputado federal Eduardo Bolsonaro, com conteúdo verdadeiramente explosivo, dirigida ao advogado colombiano Pedro Vaca e publicada na rede social X, expõe claramente os atentados a liberdade de expressão que estão ocorrendo no Brasil e literalmente desmascara narrativa dos ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso, que nesta segunda-feira (10) receberam no STF o representante da OEA, tentando demonstrar que o país vive um momento de normalidade democrática, fato que não condiz com a realidade, que, aliás, é atroz.

Abaixo, a íntegra da carta:

"Prezado Pedro Vaca,
Enquanto Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso (responsáveis por incontáveis casos de censura e violações de liberdades fundamentais) mentiam para o senhor e tentavam te vender uma imagem falsa de normalidade democrática e institucional no Brasil, eu era intimado pelo destacamento da Polícia Federal (PF) que fica sob as ordens de Moraes, a sua guarda pretoriana, comumente chamada de Gestapo entre os brasileiros do espectro político perseguido por ele.
O motivo? O governo Lula abriu um processo administrativo e ameaça me expulsar da PF - já que sou policial federal licenciado para exercer mandato parlamentar - por palavras que manifestei na tribuna da Câmara dos Deputados, palavras protegidas por minha imunidade parlamentar prevista no art. 52 de nossa constituição.
E o que tanto incomodou a Polícia Federal de Lula? O fato de eu ter denunciado a condução abusiva e ilegal de inquéritos por um delegado da PF, Fábio Shor, que violou direitos humanos, perseguiu opositores e é suspeito até de fraudar documentos oficiais para incriminar adversários do Governo Lula. Essa denúncia não é invenção minha: já está sendo investigada nos EUA por autoridades americanas.
E não pára por aí: por essa mesma denúncia, os deputados Cabo Gilberto e Marcel Van Hattem foram investigados e, este último, indiciado sem direito ao contraditório. Uma das vítima desses abusos de Moraes e Fábio Shor, que denunciamos na Câmara, é Filipe Martins, ex-assessor internacional do Presidente Jair Bolsonaro, que passou mais de seis meses preso sem acusação formal, sofreu pressões diárias para inventar acusações contra outros investigados, teve sua esposa e sua família perseguida e segue com sua liberdade de expressão completamente cassada até hoje.
Isso é o ‘Estado Democrático de Direito’ que tentaram te vender? É essa a ‘normalidade institucional’ que querem que você aceite? Como pode um país se dizer livre se nem mesmo parlamentares podem fiscalizar e criticar o Executivo da tribuna da Câmara sem sofrer represálias? Não há liberdade de expressão nem na mais alta Casa Legislativa. É comum deputados debaterem internamente se podem ou não falar de determinados assuntos, antes de subir à tribuna para proferirem seus discursos (liberdade de expressão?).
No Brasil de hoje quem é investigado não é quem comete abusos e violações, é quem denuncia.
Então, espero que o senhor esteja observando tudo isso com atenção e que não se deixe enganar pela versão distorcida dos fatos que Moraes e Barroso tentaram te empurrar. Eles te menosprezam ao te entregar uma narrativa falsa, que esconde centenas de crimes e violações grotescas cometidas contra cidadãos brasileiros. Eles também te menosprezam ao acreditar que você aceitará deles a mesma justificativa oferecida por Ortega, Maduro e outros ditadores que acusam seus adversários de ‘fake news’, ‘extremismo’, ‘atos anti-democráticos’ e ‘planejamento de golpes’ para persegui-los e calá-los, como Moraes tenta fazer com Bolsonaro e seus apoiadores aqui no Brasil."

Oito de janeiro: atuação da DPU impede que pessoas em situação de rua inocentes sejam presas

DPU

Brasília – A atuação da Defensoria Pública da União (DPU), por meio da Assessoria de Atuação no Supremo Tribunal Federal (AASTF), já absolveu três pessoas em situação de rua que foram presas injustamente durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. São cidadãos em situação de vulnerabilidade que estariam detidos — mesmo sem ter cometido nenhum ato de vandalismo — não fosse a missão constitucional da DPU de defender pessoas hipossuficientes.

A última absolvição, de Fábio*, aconteceu em 3 janeiro. O homem, que se define como um “andarilho”, acabou preso junto com as pessoas que organizaram e executaram os atos de 8 de janeiro. Fábio chegou em Brasília (DF) de carona com um caminhoneiro no domingo, 8 de janeiro, e, como o comércio nos arredores do Terminal Rodoviário de Brasília estava fechado, ele foi ao acampamento em frente ao Quartel General em busca de alimento.

Depois de chegar ao acampamento, o homem foi impedido de deixar o local pelas forças de segurança, que àquela altura já haviam sido acionadas. A própria Procuradoria-Geral da República (PGR) atestou que não foram produzidos laudos que comprovem a participação de Fábio* nos atos antidemocráticos para além da visita ao acampamento.

Fábio* contou sua história à DPU, revelando que teve a infância e a adolescência marcadas por dificuldades no relacionamento e inserção familiar, já que sua mãe chegou a ser destituída do poder familiar, além de ser obrigado a viver na rua, em diferentes ocasiões, antes de ser maior de idade. Para o defensor público federal Gustavo Ribeiro, sua absolvição é importante para a elucidação do que aconteceu no dia 8 de janeiro.

“As vitórias da Defensoria Pública da União nos casos de pessoas presas no dia 8 de janeiro de 2023, mas que foram injustiçadas, refletem a luta da Defensoria Pública na defesa de seus assistidos e na busca para demonstrar que nem todas as pessoas que foram acusadas de participarem de alguma forma dos atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, têm ou tinham qualquer responsabilidade ou qualquer intuito de praticar qualquer tipo de crime”, afirmou Ribeiro, que atua na Assessoria de Atuação no Supremo Tribunal Federal (AASTF).

Mais oportunidades

Outro preso injustamente no dia 8 de janeiro de 2023 foi José*, que saiu de São Paulo (SP) para Brasília em busca de novas oportunidades. “Simplesmente apareceu um ônibus lá no Ibirapuera, no QG, e falaram que iam pra Brasília. Aí, eu entrei no ônibus. Fiquei ali para comer e tentar arranjar um albergue, para depois conseguir um emprego, porque lá em São Paulo estava difícil. Diante da situação que eu estava, qualquer lugar está bom”, contou.

José*, também em situação rua, conta que, antes de São Paulo, morava no município de Juquitiba (SP) depois de ser abandonado pela mãe, que não tinha condições financeiras. “Não tinha estabilidade para se sustentar, era uma situação muito difícil. Comia só farinha, não tinha arroz, feijão, nem carne para poder se alimentar”, relembrou o jovem, que depois viveu em um orfanato.

Já em Brasília, José* afirma que ficou no acampamento por não conhecer a cidade e para continuar se alimentando. “Estava com medo de ficar no meio da rua e acontecer alguma coisa”, explicou. No dia 8 de janeiro, acompanhou os militantes que seguiam rumo à Praça dos Três Poderes.

“Fui para o Congresso porque o povo estava chamando: ‘vamos lá, vamos fazer uma passeata, vamos pra lá’. Aí fui junto. Quando cheguei lá com eles estava tudo destruído. Entrei e vi pastor com um grupo de cinco pessoas e fiquei orando. Não tenho ideia de nenhuma política, no orfanato onde eu estava [na juventude] nem falava de política”, afirmou José*.

A terceira pessoa em situação rua que ficou presa injustamente em decorrência das detenções feitas no dia 8 de janeiro foi Otávio*. Em seu interrogatório à polícia no dia em que foi detido, ele negou que tivesse praticado qualquer ato de vandalismo ou violência contra pessoas ou coisas. Afirmou que não portava nenhum objeto cortante ou ilegal e que sua participação no movimento tinha como objetivo principal conseguir alimentos.

No relato, Otávio* explicou que, no dia 8 de janeiro de 2023, almoçou no Quartel General do Exército junto com os manifestantes e, em seguida, os acompanhou na caminhada até o Congresso Nacional. Em dado momento, iniciou-se uma grande confusão, quando a polícia passou a usar gás lacrimogênio. Ele correu, então, em direção ao Palácio do Planalto, junto com outros manifestantes que procuravam fugir do tumulto.

O assistido da DPU contou que observou que algumas coisas estavam quebradas, mas não viu quem eram os autores dos danos. Em seguida, deparou-se com uma barreira formada pelo Exército e com militares pedindo que eles agachassem. Momentos depois, a polícia chegou e todos que estavam no local foram detidos.

“Era uma massa muito grande de pessoas com diferentes origens, diferentes formações, diferentes informações e que muitas vezes foram colocadas na mesma situação como se fossem absolutamente uma massa uniforme, um grupo uniforme de pessoas. Então essas absolvições resultam de um trabalho árduo da Defensoria Pública de, aos poucos e caso a caso, mostrar as diferenças que existem entre essas pessoas e que muitas delas não praticaram qualquer tipo de crime”, explicou o defensor Gustavo Ribeiro.

*Os nomes são fictícios para proteger a identidade das fontes.

Assessoria de Comunicação Social
Defensoria Pública da União


ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...