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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Trump manda “abraço” para Alckmin e gera inúmeras especulações: “modo impeachment ativado” (veja o vídeo)

JCO

Um senador americano do Partido Republicano, Steve Daines, esteve com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, nesta sexta-feira (14).

Depois do encontro, Alckmin, sorridente e faceiro, disse que o presidente Donald Trump havia lhe mandado um abraço.

“Senador republicano, do estado de Montana. Uma recepção muito afetiva, calorosa, elogiou muito o pão de queijo, o café brasileiro. Destacou o abraço que ele trouxe o abraço do presidente Trump, do vice-presidente Vance”, disse Alckmin.

A declaração de Alckmin, especialmente o tal ‘abraço’ enviado por Trump, deu margem a inúmeras especulações.

Veja o vídeo:

Com foco no desenvolvimento local, Prefeito Francisco Emanuel adere ao Programa Cidade Empreendedora do Sebrae

O prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel Cunha de Brito, fez um importante passo para impulsionar o desenvolvimento local ao aderir ao Programa Cidade Empreendedora do SEBRAE. Esse programa visa fortalecer a economia dos municípios por meio de ações estratégicas que promovem o empreendedorismo e melhoram o ambiente de negócios.

A primeira etapa desse trabalho será focada no eixo de Inclusão Socio Produtiva, com atenção especial aos grupos atendidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc). Para alcançar esse objetivo, será construído um Plano Municípial de Inclusão Produtiva. Esse plano permitirá ampliar e fortalecer as ações já realizadas pela Assistência Social, promovendo uma inclusão mais efetiva e produtiva.

A reunião que marcou o início desse trabalho contou com a presença da Secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Adalgisa Carvalho de Moraes Souza, da Secretária de Fundos da Sedesc, Denise Mazulo, e da Agente Territorial do SEBRAE, Kassandra Bona. Essa reunião foi produtiva e abriu caminho para muitos avanços no município.

Com essa adesão, Parnaíba se une a uma rede de cidades que buscam desenvolver um ecossistema empreendedor vibrante, capaz de gerar oportunidades, emprego e renda para sua população. O Programa Cidade Empreendedora é uma oportunidade única para que o município impulse seu crescimento econômico de maneira sustentável e inclusiva.

Cesta básica sobe nas capitais e custa ao menos 40% do salário mínimo

Levantamento de preços de itens de consumo básicos nas capitais do país identificou aumento no custo da cesta básica em janeiro deste ano em 13 das 17 cidades pesquisadas.

A maior alta foi em Salvador (6,22%), seguida por Belém (4,80%) e Fortaleza (3,96%). As quatro cidades onde houve redução no valor global dos itens foram Porto Alegre (-1,67%), Vitória (-1,62%), Campo Grande (-0,79%) e Florianópolis (-0,09%). O levantamento – realizado desde 2005 - é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A cesta básica mais cara foi cotada em São Paulo, onde os alimentos que a compõem custam R$ 851,82, 60% do salário mínimo oficial (R$ 1.518).

Em janeiro, segundo o levantamento do Dieese, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.156,15.

Estudo divulgado em dezembro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que a renda média do trabalhador brasileiro foi de R$ 3.279,00 em outubro de 2024, dado mais atual disponível.

Valores

A comparação, segundo o Dieese, é possível "com base na cesta mais cara, que, em janeiro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência".

Em janeiro de 2024, deveria ter ficado em R$ 6.723,41 ou 4,76 vezes o valor vigente. A inflação dos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 4,8%, valor próximo ao aumento indicado.

As cidades do sul e sudeste estão entre as mais caras cotadas. Em Florianópolis, o valor médio da cesta básica foi de R$ 808,75, no Rio de Janeiro R$ 802,88, e, em Porto Alegre, R$ 770,63.

Custo

Curitiba, com R$ 743,69, Vitória com 735,31 e Belo Horizonte com R$ 717,51 completam o setor, mas foram superadas por Campo Grande (R$ 764,24), Goiânia (R$ 756,92) e Brasília (R$ 756,03). As capitais do Norte e Nordeste pesquisadas têm custos abaixo da metade do valor do salário mínimo. Em Fortaleza a cesta básica custou em média R$ 700,44, em Belém R$ 697,81, em Natal R$ 634,11, em Salvador R$ 620,23, em João Pessoa R$ 618,64, no Recife R$ 598,72 e em Aracaju R$ 571,43.

A análise do Dieese liga o aumento da cesta básica ao comportamento de três itens principais: o café em pó, que subiu em todas as cidades nos últimos 12 meses; o tomate, que aumentou em cinco cidades, mas diminuiu em outras 12 nesse período, mas teve aumento acima de 40% em Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, por conta das chuvas; e o pão francês, que aumentou em 16 cidades pesquisadas nos últimos 12 meses, o que se atribui a uma "menor oferta de trigo nacional e necessidade maior de importação, nesse cenário de câmbio desvalorizado".

O reajuste poderia ter sido maior, porém, foi contido por itens como a batata, que diminuiu em todas as capitais no último ano, o leite integral, que, apesar do reajuste durante o ano, teve queda em 12 cidades em dezembro, e o arroz agulhinha e o feijão preto, que têm caído de preço nos últimos meses por conta de aumento na oferta.

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PF intercepta áudio de "propina" que compromete deputado esquerdista

JCO

A Polícia Federal (PF) descobriu conversas que indicam um suposto pagamento de propina envolvendo Lino Furtado, assessor do deputado Afonso Motta (PDT-RS), e Cliver Fiegenbaun, intermediário de um hospital no Rio Grande do Sul. As conversas foram encontradas durante a Operação Rêmora, que investiga a compra e venda de telas interativas para municípios gaúchos.

Como o caso envolve um assessor parlamentar, as informações foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), resultando na deflagração da Operação Emendafest, realizada pela PF nesta quinta-feira (13).

As conversas começaram em novembro de 2023 e, segundo a PF, tratam do direcionamento de emendas parlamentares ao hospital Ana Nery, localizado em Santa Cruz do Sul (RS). Em uma das mensagens de áudio interceptadas, Cliver Fiegenbaun menciona valores que sugerem o pagamento de propina ao assessor Lino Furtado.

“Os pequenos eu posso complementar e botar mais 10 em cima. Pra tu confiar na parceria e eu quero continuar com a tua parceria ano que vem”, diz Cliver em áudio enviado em 10 de janeiro de 2024.

Ainda no áudio, ele complementa:

"Era 400, faltou 15, te levo mais, mais 25", referindo-se a valores adicionais.

O tom da conversa reforça a intenção de manter a parceria em longo prazo.

De acordo com a PF, Cliver faz questão de garantir que o repasse seria direto, sem envolver terceiros.

“Isso eu tenho do meu, aí eu nem envolvo ninguém, porque eu não quero estragar a parceria, e tu vai ver que nós não vamos ratear contigo”, afirma Cliver na gravação.

A PF avalia que a relação entre os dois foi estabelecida em 2023, com a promessa de continuidade até 2025, tendo como base o envio de emendas parlamentares ao hospital. Cliver e Lino estão entre os principais alvos da Operação Emendafest.

O foco das investigações está no repasse de emendas ao hospital Ana Nery, em Livramento (RS). Conforme informações da PF, o deputado Afonso Motta teria destinado ao menos R$ 1 milhão para a instituição.

Informação vaza e revela que Moraes deve ser atingido "pela primeira vez" após relatório da OEA

JCO

Após o ex-presidente Jair Bolsonaro se reunir pessoalmente com integrantes da Organização dos Estados Americanos para dar seu relato sobre Alexandre de Moraes, o portal Metrópoles afirmou com todas as letras:

"Alguns sinais concretos apontam que o ministro Alexandre de Moraes terá, pela primeira vez, dores de cabeça com potencial de deixá-lo em situação desconfortável. A visita da OEA ao Brasil culminará na produção de um relatório robusto sobre a atuação do ministro do Supremo. Um indicativo dessa robustez é de ordem econômica."

O site ainda diz mais:

"O principal financiador da OEA é o governo dos Estados Unidos, comandado atualmente por Donald Trump. Além de aliado de Bolsonaro, o presidente norte-americano tem em seu núcleo duro dois desafetos de Alexandre de Moraes: o empresário Elon Musk e o estrategista Jason Miller, ambos alvos de decisões judiciais do magistrado brasileiro.
Sem cerimônia, Trump já cortou trilhões de dólares que os EUA destinavam a ONGs e à USaid, agência que patrocina iniciativas no exterior. A cúpula da OEA sabe disso. E, até mesmo por instinto de preservação, fará um relatório que não dê margem a interpretações de que atuou com negligência no caso Moraes.
[...]
Histórias de manifestantes presos no 8 de Janeiro chamaram a atenção de Pedro Vaca. Entre elas, a de Cleriston Pereira da Cunha, “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal. Meses antes do óbito, o gabinete de Moraes ignorou pedidos médicos e um parecer da Procuradoria-Geral da República que solicitavam a soltura de Cleriston Cunha. Quem narrou o episódio para representantes da OEA foi Luiza Cunha, filha do falecido.
O relatório da Organização dos Estados Americanos será robusto, detalhado. A dúvida é quanto à intensidade. Se o documento com repercussão internacional provocará leve dor de cabeça ou enxaqueca em Alexandre de Moraes."

Pelo visto a chegada de Donald Trump já está fazendo efeito. De fato, o presidente americano, segundo fontes próximas, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro, quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

Dessa vez não será como 2022 - onde ninguém pode, sequer, questionar nada. A briga agora é contra Donald Trump e Elon Musk. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Com a comissão da OEA ainda no Brasil, vem à tona asfixia e maus tratos contra homem condenado pelo 8/01

 JCO

Um relatório da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) revelou um caso revoltante, em que Lucas Costa Brasileiro, condenado pelos atos de 8 de janeiro de 2023, foi alvo de maus-tratos dentro do sistema prisional. 

Segundo a denúncia, ele e outros detentos foram submetidos a uma situação de asfixia dentro de um camburão fechado, após agentes dispararem spray de pimenta durante sua transferência do Centro de Detenção Provisória para a Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I), em 20 de dezembro de 2024.

O documento detalha que, após o uso do spray, os presos permaneceram trancados no veículo por um período estimado entre cinco e dez minutos. 

Um policial penal teria afirmado que não haveria problemas, pois sabia "até quanto tempo uma pessoa aguenta".

O episódio foi classificado pela DPDF como uma possível violação da Lei de Execuções Penais, que proíbe punições que coloquem em risco a integridade física de custodiados. 

A Defensoria encaminhou a denúncia à Vara de Execuções Penais (VEP) e à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF), que informou ter aberto um procedimento administrativo para investigar os fatos.

O jovem, casado e pai de duas crianças, foi preso durante os atos do 8 de janeiro e permaneceu no Complexo Penitenciário da Papuda até agosto de 2024.

Segundo sua família, Lucas teria chegado à Esplanada dos Ministérios por volta das 17h40 do dia 8 de janeiro, após sair de um concurso público, e foi detido cerca de vinte minutos depois, ao entrar no Palácio do Planalto para se proteger dos efeitos das bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela polícia. 

Nos autos do processo, não há registros de que ele tenha participado da depredação das sedes dos Três Poderes.

Após oito meses detido, Lucas conseguiu a liberdade provisória em agosto de 2024, sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. No entanto, foi preso novamente em junho de 2024, sob a justificativa de risco de fuga, após outros envolvidos nos atos de 8 de janeiro deixarem o Brasil. 

A decisão, que resultou na reencarceramento de mais de 200 pessoas, foi contestada por juristas, já que ninguém deveria ser preso com base na conduta de terceiros.

Além do episódio do spray de pimenta, outras reclamações foram feitas sobre as condições de encarceramento de Lucas. 

Segundo seu pai, Evandro Brasileiro, ele dorme diretamente no concreto há meses, sem colchão adequado. Durante uma visita em janeiro de 2025, Evandro relatou que o filho estava "magro demais, pálido e se queixando de dores".

O advogado de defesa, Alexandre Oliveira, afirmou que Lucas está alocado em um bloco comum, compartilhando cela e horários de banho de sol com outros detentos, o que, segundo ele, coloca sua integridade física e psicológica em risco. A Defensoria também mencionou problemas como a passagem de objetos entre as alas e casos de coação dentro do presídio.

Outro ponto levantado pela defesa é a insalubridade da unidade prisional. De acordo com Lucas, há relatos de um possível surto de tuberculose entre os presos. 

As más condições estruturais e a falta de assistência médica adequada foram mencionadas em seu depoimento à DPDF, que incluiu imagens da cela no relatório encaminhado às autoridades.

A Seape/DF informou que instaurou um procedimento administrativo para investigar a denúncia, mas que a apuração corre sob sigilo. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também declarou que está acompanhando o caso.

Até o momento, a Vara de Execuções Penais (VEP) não se manifestou sobre a denúncia. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) também não respondeu aos questionamentos sobre as condições dos presos do 8 de janeiro.

Sua esposa, Jaqueline Rodrigues Brasileiro, relatou que as visitas das filhas ao pai são limitadas. 

A filha mais velha do casal, que tinha cinco meses quando Lucas foi preso pela primeira vez, passou quase um ano sem vê-lo. 

A mais nova nasceu em dezembro de 2024 e teve seu primeiro contato com o pai dentro da prisão. A próxima visita das crianças está prevista apenas para abril.

Documento da Receita Federal revela a verdade sobre portaria do PIX e desmoraliza o governo

JCO

Segundo a própria Receita Federal, o objetivo do monitoramento do Pix era  mesmo fazer ‘pente fino’, como denunciou o deputado federal Nikolas Ferreira, naquele famoso vídeo que fez com que esse governo mequetrefe de Lula recuasse.

Ou seja, a ideia era extrair ainda mais sangue do pescoço do contribuinte brasileiro.

É o que mostra a exposição de motivos do documento da Receita Federal, obtido via Lei de Acesso à Informação pelo repórter Cedê Silva.

A Receita citou diretamente fintechs como Nubank, C6 Bank e PicPay, que oferecem essas contas digitais. Segundo a exposição de motivos, os dados coletados a partir da portaria seriam usados para cruzamento de informações com declarações fiscais, facilitando a identificação de omissões de valores.

A portaria foi assinada em 10 de setembro de 2024 e publicada em 18 de setembro, com entrada em vigor prevista para 1º de janeiro de 2025. Após polêmicas e especulações sobre uma suposta taxação do Pix, o governo revogou a medida.

Em meio à crise, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que a medida visava combater “crimes” e “lavagem de dinheiro”, mas essas expressões não aparecem no documento oficial.

“Quem precisa da atenção da Receita Federal é quem utiliza esses novos meios de pagamento para ocultar dinheiro ilícito”, declarou Barreirinhas em 10 de janeiro, antes da revogação da portaria.

Nikolas Ferreira não deixou por menos e publicou em suas redes sociais:

“Documento mostra que Portaria do Pix de Lula foi feita para arrecadar. Exposição de motivos da portaria não cita ‘crime’ ou ‘lavagem de dinheiro’, e sim pente-fino da Receita. Nós estávamos certos. Bendito vídeo que salvou o Brasil.”

Confira:

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...