ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 16 de fevereiro de 2025

URGENTE: Bolsonaro toma atitude inédita em busca da anistia

JCO

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surpreendeu a todos e afirmou neste sábado (15) que pretende participar das manifestações contra o governo Lula, marcadas para o próximo dia 16 de março. O evento será realizado em várias capitais brasileiras e terá como uma das principais pautas a defesa do projeto de lei que propõe anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Bolsonaro planeja comparecer ao ato no Rio de Janeiro, explicando que a escolha pela capital fluminense, e não por São Paulo, está relacionada à organização do evento.

“A previsão, não é certeza porque tenho que acertar com mais gente… eu gostaria de ir no Rio de Janeiro, no dia 16. E a pauta lá seria anistia e as questões nacionais”, declarou o ex-presidente.

As manifestações serão organizadas pelo Partido Liberal (PL) em todas as capitais do país. O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, está à frente da mobilização, junto com os presidentes estaduais do partido. Segundo ele, a estratégia de divulgação será definida nos próximos dias.

“Na próxima semana, eu vou fazer uma reunião com todos eles. Vamos definir os locais da manifestação em cada capital, horário, e começar a divulgação nacional”, afirmou Cavalcante.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

O fim da impunidade para uma certa elite intocável, com Kash Patel no FBI

 JCO

O establishment treme. A mera possibilidade de Kash Patel assumir o comando do FBI provoca pânico entre os mesmos que, por anos, usaram as instituições como escudos para proteger seus próprios crimes. Eles sabem exatamente o que está por vir – e é por isso que farão de tudo para impedir.

Patel não é um burocrata domesticado. Ele já deixou claro que sua primeira grande ação será divulgar, sem censura, os arquivos de Jeffrey Epstein – um dossiê explosivo que pode derrubar atores conhecidos da política, da mídia e das grandes corporações. A elite sabe que não poderá mais contar com manobras jurídicas, redações seletivas ou atrasos convenientes para manter seus segredos enterrados.

A “grande mídia”, ou melhor, os vassalos do sistema, já entraram em ação. A campanha para desacreditar Patel começou antes mesmo que ele pise no Edifício Hoover. Chamam-no de “radical”, “perigoso”, “inexperiente” – qualquer coisa para afastá-lo do cargo. Mas por que tanto desespero? Porque eles sabem que, desta vez, não há como parar a verdade.

Se Kash Patel assumir o comando do FBI, a era da impunidade para a elite intocável chegará ao fim. É exatamente isso que os apavora — porque sabem que sua ascensão não apenas é possível, mas inevitável!

Karina Michelin. Jornalista.

Desesperados, jornalistas militantes de extrema esquerda ofendem até ministro de Lula (veja o vídeo)

 JCO

A imprensa de extrema-esquerda, aquela que parou no tempo e não consegue enxergar um palmo a frente do nariz, está num estágio semelhante ao que se encontra Lula. Totalmente atordoada, atirando para todos os lados, sem nenhuma estratégia e coerência.

Agora, os militantes de redação resolveram atacar de maneira extremamente agressiva o único integrante do ministério que demonstra alguma lucidez.

A análise que fazem não tem nenhum nexo, desprovida de lógica. Essa turma é totalmente insana.

Veja o vídeo:

NOTA DE FALECIMENTO DE UM AMIGO.

Faleceu nesta tarde em Teresina, o meu amigo Genésio Alves de Sousa Quaresma(veterinário). O velório será amanhã na Funerária Pax União e o sepultamento vai ser no Cemitério da Igualdade às 16h.

Vou sentir saudades e pensar em você todos os dias, e quando a tristeza for insuportável, pensarei em todas as nossas lindas lembranças. Descanse em paz!!!

PREFEITURA DE PARNAÍBA COMUNICA.


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Da “Primeira-Dama Sem Calcinha” ao Escândalo da USAID

JCO

O Brasil, de certa forma, tornou-se um grande reality show político, onde o público assiste a cada nova temporada esperando o próximo grande escândalo. Enquanto isso, o país continua lidando com problemas estruturais que parecem nunca ter solução real – talvez porque o foco esteja sempre no espetáculo e não no essencial.

A política brasileira há décadas flutua entre o cômico e o trágico, misturando escândalos, traições e reviravoltas dignas de um roteiro de filme. Desde os tempos de Fernando Collor, quando a imprensa noticiava o presidente se vangloriando da sensualidade da esposa, até os dias atuais, com a expectativa sobre as denúncias da USAID, o Brasil segue um padrão curioso: governantes ascendem sob grande expectativa, são envolvidos em polêmicas e caem de maneira espetacular. O mais impressionante? O ciclo se repete sempre da mesma forma.

Collor: A Construção e a Queda de um Ícone Midiático

Nos anos 90, Fernando Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a Ditadura Militar, embalado pela narrativa do "Caçador de Marajás". A Rede Globo desempenhou um papel fundamental na construção de sua imagem como um jovem líder moderno e moralizador. No entanto, bastaram poucos anos para que as denúncias de corrupção – muitas delas trazidas pelo próprio irmão, Pedro Collor – dessem fim ao seu governo. O escândalo envolvendo o tesoureiro da campanha, PC Farias, revelou um esquema gigantesco de desvio de dinheiro, resultando no primeiro impeachment da história do Brasil.

No meio de tudo isso, a frase “Primeira-dama sem calcinha”, atribuída a Collor ao se referir à então esposa Rosane, serviu para reforçar a imagem de um presidente jovem e viril, mas também expôs o nível de banalidade com que a política era tratada na época. Não por acaso, o Brasil se tornou um país onde os escândalos sexuais e financeiros caminham lado a lado.

O Padrão se Mantém: Escândalos e a Rotação do Poder

Décadas depois, a política brasileira segue o mesmo roteiro. Presidentes são eleitos sob um discurso forte – seja de moralização, desenvolvimento econômico ou justiça social – e, pouco tempo depois, veem seus governos tomados por denúncias, traições e golpes internos. Isso aconteceu com Collor, Lula, Dilma, Bolsonaro e, possivelmente, também com Lula em sua volta ao poder.

Um dos exemplos mais recentes de um escândalo prestes a explodir envolve o governo Biden e a USAID, a agência norte-americana de desenvolvimento. Com a volta de Donald Trump ao cenário político, muitas de suas promessas incluem expor o uso político da USAID em países como o Brasil. O ex-presidente norte-americano e seus aliados alegam que a agência financiou grupos que interferiram nas eleições brasileiras de 2022, favorecendo Lula e enfraquecendo Bolsonaro.

A oposição brasileira aguarda ansiosamente a divulgação da lista de Trump, na expectativa de que ela traga detalhes sobre como esses recursos foram usados e quem realmente se beneficiou deles. No entanto, até o momento, não há provas concretas sobre tais alegações, e o Brasil segue como sempre: um palco onde as peças podem mudar, mas o enredo continua o mesmo.

Brasil: Um País de Crises Fabricadas e Grandes Expectativas

Se há algo que a história nos ensina é que a política brasileira raramente é sobre ideais e muito mais sobre o jogo de interesses. Os escândalos são usados como ferramentas para derrubar ou sustentar governos conforme a necessidade de quem controla a narrativa. A mesma Globo que ajudou Collor a chegar ao poder foi a que o derrubou; os mesmos veículos que elegeram Lula hoje defendem seu governo, ignorando contradições e denúncias.

A pergunta que fica é: quem será o próximo protagonista desse ciclo vicioso?

Arlete Caetana Santana. Escritora.

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...