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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Bolsonaro sabia e concordou com o plano de matar Lula, diz PGR O ex-presidente foi denunciado pela PGR na noite desta terça-feira (18/2)

metrópoles 

 atualizado 

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Jair Bolsonaro no Aeroporto de Brasília - Metrópoles
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O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) sabia e concordou com o plano de matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações constam em denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na noite desta terça-feira (18/2).

Bolsonaro e outras 33 pessoas foram denunciadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações foram descritas pelo procurador-geral Paulo Gonet.

URGENTE: Vaza informação da PGR envolvendo denúncia sobre Bolsonaro

JCO

A Polícia Federal acredita que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve formalizar ainda nesta semana a primeira denúncia relacionada à suposta trama golpista.

Fontes indicam que o procurador-geral Paulo Gonet Branco já teria finalizado sua decisão e estaria pronto para apresentá-la.

A denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-ministro Walter Braga Netto deve ser a primeira a ser protocolada.

Bolsonaro foi indiciado por crimes como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa. A Polícia Federal espera que Gonet acolha todas as acusações, cujas penas somadas podem chegar a 28 anos de prisão.

O indiciamento ocorreu em novembro de 2024 e incluiu, além de Bolsonaro, outros 39 investigados, entre eles ex-ministros e militares de alta patente, como os generais Braga Netto e Augusto Heleno.

Diante da proximidade das eleições de 2026, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) acreditam que o julgamento do caso deve ser concluído ainda em 2025, evitando que o processo interfira diretamente no cenário eleitoral.

Caso as denúncias sejam aceitas, os investigados passarão à condição de réus, e caberá ao STF definir a data do julgamento para avaliar o mérito das acusações.

Inesperadamente, Temer se posiciona contra penas pesadas em "alvos" pelo 8 de janeiro

JCO

O ex-presidente Michel Temer (MDB) se posicionou a favor da redução das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria reconsiderar as sentenças mais severas aplicadas a indivíduos que não tiveram participação direta nos atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes.

"A Corte poderia modular as penas alongadas", declarou Temer.

Apesar de defender a revisão das condenações, o ex-presidente deixou claro que não apoia a concessão de anistia aos envolvidos. Para ele, um debate dentro do STF sobre o tema poderia contribuir para a pacificação política do país.

A estratégia por trás do impeachment de Lula

JCO

No tocante às manifestações do dia 16/03.

É claro que um impeachment de Lula, se acontecesse hoje, favoreceria a esquerda.

Lula está implodindo a esquerda brasileira, tanto no que se refere à adesão popular, quando no que se refere às pautas de um projeto organizado. Seu impeachment interromperia esse processo de implosão além de creditar uma aparente recuperação econômica ao seu vice que também é da esquerda. Isso reanimaria a esquerda, hoje combalida, para a eleição de 2026.

Porém, também é claro que um impeachment é um processo lento, e não acontece só porque o povo foi pras ruas com cartazes e um megafone em cima de um caminhão.

Quando se começa esse tipo de mobilização, leva pelo menos 1 ano até que um impeachment de fato comece a ganhar tração no Congresso.

Se as mobilizações começarem agora, portanto, o suposto impeachment estará em pleno debate político e social durante a campanha eleitoral. Isso enfraqueceria as bases da esquerda no âmbito eleitoral, que é na verdade o que nós queremos.

Então, tudo é uma questão de timing.

Na minha interpretação, as manifestações são positivas desde que seu foco seja o desgaste da imagem do atual governo e a projeção de pautas da direita (anistia, liberdade de expressão, segurança, controle do Judiciário, responsabilidade econômica, etc) ao debate social.

Flávio Bolsonaro não teria se pronunciado a favor das manifestações à toa, visto que ele é o mais "low profile" dos filhos do Capitão.

Ricardo Santi.

A revolta de Kakay: A pressa para pular do barco...

JCO

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, que tem um apelido fofo como manda o figurino da high society brasileira, enviou uma mensagem crítica a Lula para um grupo de WhatsApp que inclui 5 ministros do governo Lula, incluindo Fernando Haddad. Para quem frequenta o STF de bermudas, fazer parte de um grupo de WhatsApp com ministros do governo é o de menos.

A mensagem não deixa dúvida: Kakay é íntimo do poder petista. E não é de hoje. Ele próprio conta que, no primeiro governo Lula, Zé Dirceu, então ministro da Casa Civil, marcou um almoço com um senador recém empossado a um pedido seu. Saudades do gênio político de Zé Dirceu, que dialogava com todos os políticos e conseguia convencê-los a votar com o governo só com a sua disponibilidade para almoços e seu conhecimento sobre os Estados de origem dos políticos, conforme relato de Kakay em sua mensagem.

Na mensagem, Kakay reclama que o mundo que conhecia já não existe mais. Lula e seus ministros mais próximos se tornaram estranhos. Onde está aquele presidente que recebia os meus políticos amigos, pergunta o criminalista, angustiado.

Kakay não deixa dúvida sobre o seu lado: a democracia contra o fascismo. Afinal, os amigos de Kakay são todos democratas, ele não tem amigos fascistas e não consegue exercitar a sua influência em um governo fascista. Motivo de comemoração, pois, foi a volta da democracia.

Mas todo esse mundo está em risco, porque Lula não é mais o mesmo e não preparou o seu sucessor. Kakay torce para que, pelo menos, se for para perder o poder, que seja para uma direita civilizada, não para os fascistas. Uma direita com quem se possa ter conversas agradáveis em almoços arranjados para políticos amigos. Kakay é, antes de tudo, um democrata.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

CARAVANDA DA CIDADANIA E FESTIVAL DA MANJUBA

A Caravana da Cidadania, em parceria com o I  Festival da Manjuba , realizou uma grandiosa ação na Praça Jaborandi, no bairro Igaraçu, em Pa...