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domingo, 6 de abril de 2025

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PGR deve cancelar acordo com Janones, o criminoso mentiroso

 JCO

06/04/2025 às 10:33

Criminoso e mentiroso, Janones confessou rachadinha para se livrar de um processo-crime, fez um acordo com a PGR e, uma semana depois, fez um vídeo dizendo que não confessou crime nenhum.

A confissão do crime é requisito legal para o acordo. Janones, criminoso confesso, é um inveterado mentiroso.

Por isso, o ex-procurador Deltan Dallagnol protocolou um pedido junto a PGR no sentido de que o acordo seja cancelado e, por consequência, seja oferecida denúncia para abertura da ação penal.

A PGR precisa se manifestar e cancelar o tal acordo.

“Bessias” tenta impedir que Bolsonaro e Michelle sejam indenizados por mentira de Lula e Janja

JCO

A Advocacia-Geral da União, chefiada pelo caricato Jorge Messias, o “Bessias”, recorreu da decisão da Justiça Federal que condenou o governo a pagar uma indenização ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

A indenização refere-se a danos morais devido a mentiras de Lula e Janja, em 2023, sugerindo que o casal Bolsonaro teria “levado” móveis desaparecidos do Palácio da Alvorada. Posteriormente os móveis foram localizados no palácio e a ‘mentira’ veio à tona.

O argumento da AGU é ridículo, dizendo que as falas de Lula estavam no contexto do exercício de sua função constitucional e visavam resguardar o patrimônio público.

Governador que tem apoio do PT em seu estado surpreende e defende a anistia

JCO

A vingança encarnada por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não pode prosperar e atingir, com acusações esdrúxulas e descabidas, milhares de pessoas inocentes.

A Justiça não pode servir de instrumento para a proliferação do ódio.

Com esse sentimento, o grito pela anistia para os manifestantes do 8 de janeiro vem aumentando e assumindo proporções gigantescas.

Neste sábado (5) a luta pela anistia ganhou uma importante e significativa adesão.

Um governador que tem o apoio do PT em seu estado manifestou-se favorável ao projeto de lei que contempla os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Em mensagem publicada em suas redes sociais, Eduardo Riedel, governador de Mato Grosso do Sul, afirma que tem conversado sobre as punições excessivas dos condenados com o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), e a senadora Tereza Cristina (PP) sobre as penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal.

“Venho conversado com o governador Tarcísio, a senadora Tereza Cristina, entre outros líderes do nosso país, a fim de defender uma revisão da dosimetria de penalizações sobre os acusados do 8/1”.

O governador considera necessária a aprovação da anistia porque, diz, em alguns casos também tem caráter humanitário.

“Não dá para julgar e penalizar com a mesma régua o que é completamente diferente!”.

O governador de Mato Grosso do Sul disse ainda que é obrigação do Congresso votar a matéria, “considerando inclusive como um passo imprescindível para a pacificação do país”.

Eduardo Riedel pondera, afirmando que não se pode errar mais, ao tentar reparar eventuais excessos cometidos em 8 de janeiro de 2023 com mais excessos.

“Temos de olhar para a frente e nos afastarmos da guerra política e dos confrontos ideológicos para reunir forças e fazer o verdadeiro enfrentamento dos problemas nacionais gigantescos, que estão à espera de novas ideias, uma agenda mais realista e com coragem para fazer o que precisa ser feito”.

Em Mato Grosso do Sul, o PT participa ativamente do governo de Eduardo Riedel e faz parte de sua base na Assembleia Legislativa.

R E F L E T I N D O.

Se eu mudei, tive meus motivos, e acredite, não foram poucos.

Nunca serei FALSO e nem INGRATO.

Fumanchú.

Cai mais uma FARSA: PGR pede arquivamento de ação sobre os imóveis da família Bolsonaro

JCO

Uma a uma, todas as farsas montadas pela esqueda vão se esfacelando.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento do agravo regimental interposto pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), que buscava a apuração de uma notícia divulgada pelo Portal UOL sobre a aquisição de ao menos 51 imóveis pela família Bolsonaro entre 1990 e 2022, supostamente com pagamento em espécie.

Na manifestação, o vice-Procurador-Geral da República, Hinderburgo Chateaubriand, apontou a ausência de indícios concretos que corroborassem as informações veiculadas na matéria jornalística. Segundo o MPF, os fatos foram "descritos exclusivamente em matéria jornalística, não estavam corroborados por nenhum indício concreto".

Ademais, a representação do senador não individualizava as condutas dos membros do chamado "Clã Bolsonaro" e se referia a diversas transações ao longo de um extenso período, sem estabelecer relação com possíveis ilícitos. Conforme o documento, as matérias sobre a aquisição de imóveis com dinheiro em espécie se referiam a um "grupo indistinto de pessoas (ex., filhos, ex-esposas e mãe do ex-Presidente), cujas condutas não foram individualizadas".

Outro ponto crucial destacado é que muitas das transações ocorreram ao longo de mais de 30 anos e, portanto, muitas sequer poderiam ser investigadas. A PGR também ressaltou que o fato de envolver parentes do ex-Presidente não comprova, por si só, a participação dele nos negócios.

Por fim, o documento informa que os mesmos acontecimentos já haviam sido objeto de uma Notícia de Fato no âmbito da PGR, que também foi arquivada pela "ausência de elementos concretos capazes de justificar a instauração de procedimento investigatório".

Operação da PF e Hugo Motta, tudo conectado: É difícil acreditar em coincidência em Brasília

JCO

Enquanto Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, enrola para decidir o destino do PL da Anistia, a Polícia Federal bate à porta de sua base eleitoral na Paraíba.

A segunda fase da Operação Outside foi deflagrada na quinta-feira, 3 de abril, mirando suspeitas de fraudes, superfaturamento e desvio de verbas federais em Patos (PB), cidade comandada por ninguém menos que o pai de Hugo, o prefeito Nabor Wanderley (Republicanos). E no centro da investigação, um contrato de mais de R$ 6 milhões, bancado por emendas do orçamento secreto carimbadas pelo próprio Hugo Motta.

Hugo Motta diz que não cederá à pressão para aprovar o PL da Anistia. Mas a pergunta é: pressão de quem?

A verdade é que o PL da Anistia virou moeda política. Hugo e o pai não são oficialmente alvos da operação — ainda. Mas Brasília tem suas regras não escritas: quem obedece, é protegido; quem desafia o sistema, vira manchete policial.

Não é a primeira vez que a Justiça avança justamente quando um político hesita em cumprir seu papel no teatro das aparências. E não será a última. A operação da PF chega como um lembrete: quem segura a caneta não pode esquecer que também pode virar alvo.

O pacto informal que sustenta os bastidores do poder é simples — proteja o sistema, e o sistema protege você. Falhe, e o custo virá em forma de mandado judicial, manchetes sensacionalistas e desgaste político.

Essa é a política brasileira em sua forma mais crua e vergonhosa. O Congresso não legisla — negocia. E cada decisão, cada pauta, cada “consultarei as lideranças” é apenas o verniz de um jogo podre onde vale tudo, menos contrariar o esquema.

Porque em Brasília, quando o jogo aperta, justiça e vingança costumam usar a mesma toga.

Karina Michelin. Jornalista.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...