ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 19 de abril de 2025

Dívida da Venezuela com o Brasil cresce US$ 53 milhões no primeiro trimestre de 2025

 

As negociações entre Brasil e Venezuela para a quitação de uma dívida bilionária permanecem estagnadas, enquanto o montante devido continua a aumentar. Nos primeiros três meses de 2025, a dívida venezuelana com o Brasil cresceu US$ 53 milhões, alcançando um total de US$ 1,766 bilhão, o que equivale a aproximadamente R$ 10,369 bilhões, considerando a cotação atual do dólar a R$ 5,87.

O aumento se deve, principalmente, à incidência de juros de mora, já que o governo venezuelano não tem cumprido os pagamentos acordados. Desde maio de 2023, quando o presidente Nicolás Maduro foi recebido em Brasília pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dívida aumentou em mais de US$ 500 milhões. Naquela ocasião, o valor pendente era de US$ 1,27 bilhão.

As tratativas para reprogramar o pagamento da dívida, originada de operações de financiamento às exportações de bens e serviços por empresas brasileiras, estão paralisadas. Desde setembro de 2023, não houve avanços significativos nas negociações entre os dois países.

A falta de progresso nas negociações e o contínuo aumento da dívida preocupam as autoridades brasileiras, que veem o cenário como um impasse diplomático e financeiro.

sexta-feira, 18 de abril de 2025

O maior jornal do mundo expõe a verdade sobre Alexandre de Moraes

JCO

O The New York Times, o maior jornal do mundo soltou o verbo sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Ao falar sobre o julgamento de Jair Bolsonaro, a reportagem afirmou que Moraes, que conduz o caso, afirmou que não há dúvidas de que ex-presidente “soube, conduziu e discutiu” supostos planos golpistas.

Diz o NYT:

"Celso Sanchez Vilardi, um dos advogados de Bolsonaro, não negou a existência de um complô golpista, classificando os detalhes do plano como “muito graves” durante sua argumentação perante o STF. No entanto, ele insistiu que não havia ligação entre Bolsonaro e o plano.
'Bolsonaro é o presidente mais investigado da história do país', disse Vilardi ao tribunal. 'Não se encontrou absolutamente nada.' [...]
O próprio Alexandre de Moraes, que é visto como opositor por setores da extrema direita, foi alvo de planos de assassinato revelados durante as investigações."

New York Times chamou a atenção para o fato de Moraes ser tanto o relator do julgamento de Jair Bolsonaro quanto um dos potenciais alvos de um suposto plano de assassinato ligado à tentativa de golpe. O jornal questiona se é apropriado que ele permaneça diretamente à frente do processo, dadas as implicações pessoais.

"Nós estamos vendo o crime ser premiado"

JCO

O senador Sergio Moro (União-PR) comemorou a aprovação do projeto de lei (PL 677/2021) na Comissão de Segurança Pública (CSP). O texto, de autoria do senador Marcos do Val (Podemos-ES), classifica a corrupção como crime hediondo e eleva a pena mínima de dois para seis anos.

Relator da proposta, Moro afirmou que o combate à corrupção perdeu força nos últimos anos e que o projeto representa um passo necessário para restaurar o país.

"Hoje é um pequeno passo, e não ignoro as dificuldades que teremos para aprovar, até o seu cabo, esse projeto de lei, mas pelo menos a Comissão de Segurança, por um voto unânime dos seus membros, diz que não concorda com esse quadro. Diz que chegou o momento de dizer que a corrupção é, sim, um crime que fere a República, que destrói a moral mais do que vilipendia os cofres públicos", declarou em  seu pronunciamento no Plenário. 

O parlamentar citou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu como exemplos de figuras públicas condenadas por corrupção que voltaram à cena política após terem sido beneficiadas por decisões judiciais que anularam suas condenações.

Segundo Moro, a impunidade desmoraliza o país e permite que o crime seja celebrado, em vez de punido.

"Nós estamos vendo, dia a dia, o crime ser premiado, anulações de condenações criminais por razões que nos causam estranheza, que fogem à nossa compreensão, e ladrões do erário se sentindo à vontade para tripudiar sobre a sociedade, para tripudiar sobre o contribuinte", afirmou.

Esquerdista condenada por corrupção pede asilo ao Brasil e Lula concede

 

A condenação por corrupção fez com que a mulher do ex-presidente do Peru Ollanta Humala, Nadine Heredia buscasse refúgio na Embaixada do Brasil naquele país.

Como esperado, Lula decidiu conceder o asilo.

Ela agora aguarda um salvo conduto do governo peruano para vir para o Brasil.

A ex-primeira-dama e o marido foram condenados a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro no caso envolvendo a empreiteira Odebrecht.

O ex-presidente decidiu cumprir a pena de prisão.

O presidente afirma que é inocente e que a Justiça peruana usou provas que foram anuladas no Brasil pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Odebrecht, cujo escândalo de subornos e corrupção teve consequências em vários países da América Latina, reconheceu em 2016 que pagou dezenas de milhões de dólares em propinas e doações eleitorais ilegais no Peru desde o início do século 21.

Na realidade, a Justiça peruana deu uma verdadeira lição no STF brasileiro.

Janja usa tragédia com menina de 8 anos para fazer politicagem, mas recebe o castigo merecido (veja o vídeo)

 

Janja talvez seja pior do que Lula. É bem mais nova, e assim tem teoricamente mais tempo pela frente para fazer um péssimo uso de suas qualidades indecorosas e imorais.

Para defender a ‘censura’, um sonho de consumo do regime petista, Janja usou e abusou da tragédia envolvendo a menina Sarah.

Veja o vídeo:

https://x.com/i/status/1912318362291483027

O jornalista Cláudio Dantas, com a veemência que lhe é peculiar, desmascarou a impostora e mandou um merecido “Cala a boca, Janja”.

“Eu não me importo com suas opiniões, mas tentar usar a morte de uma criança para escalar no projeto globalista de censura é perverso, é monstruoso. Janja não tem lugar de fala aqui, pois nunca foi mãe. Então, querida, cale sua boca, volte para seu provisório palácio e aproveite bem as viagens, pois elas cessarão em breve.”

Veja o vídeo:

https://x.com/i/status/1912590679508742466

Homem é detido por chamar Lula de ladrão... É proibido chamar ladrão de ladrão? (veja o vídeo)

 

Um homem foi detido pela Polícia Federal por chamar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ladrão. O caso ocorreu em Campos dos Goytacazes (RJ), na última segunda-feira, quando Lula passava em um comboio para participar da inauguração do novo prédio da Universidade Federal Fluminense (UFF) na cidade, a 280 km da capital carioca.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível observar o momento em que o homem começa a dizer os impropérios. "Lula ladrão" e "ele está roubando o meu dinheiro" foram algumas das afirmações do cidadão, que gravou a própria ação.

Com relação ao questionamento do título desta matéria, o jornalista Felipe Moura Brasil fez um excelente artigo. Transcrevemos:

“Um dos piores legados da impunidade geral é não poder chamar ladrão de ladrão. Seja ladrão de estatal, seja ladrão de emenda, seja ladrão de gabinete. Seja ladrão de esquerda, seja ladrão de Centrão, seja ladrão de direita.
A blindagem judicial também blinda contra a descrição verbal objetiva, protegendo a imagem do ladrão na sociedade com a imposição do risco permanente de prisão, ou de condenação por crime contra a honra, a quem ousar descrevê-lo à luz dos roubos impunemente cometidos, ainda que fartamente comprovados.
Existem, claro, segmentos moralmente corrompidos da sociedade que, mesmo conscientes dos crimes, têm seus ladrões de estimação e fazem campanhas em defesa deles, mas, sem o alerta linguístico legitimado judicialmente, o segmento menos consciente dos atos criminosos e das manobras processuais que os acobertaram, ou das graves consequências de eleger pessoas sem caráter, fica mais suscetível a ser roubado ou, pelo menos, enganado de novo, já que a ladroagem pressupõe a disposição para a mentira.
Ladrões de todos os matizes supostamente ideológicos, com poder concedido por variados segmentos da população, ainda se articulam entre si para minar os mecanismos de combate à ladroagem que resultaram nos processos dos quais, não sem desgaste com cidadãos mais conscientes, acabaram se livrando.
Com o desmantelamento desses mecanismos, os ladrões passam a roubar livremente, institucionalizam determinados tipos de roubo e corrompem ainda mais a administração pública, favorecendo a ala das elites econômicas mancomunada com o poder e distorcendo o mercado de trabalho com a concorrência desleal dos empresários favorecidos – com frequência, também ligados às togas protetoras ou contratantes de familiares dos togados.
Para controlar as narrativas circulantes, impedindo a expressão de suas condutas, esses empresários (patrocinando ou comprando), assim como os governos (com verbas de publicidade), investem em veículos de comunicação, onde a ladroagem sistêmica e a impunidade geral nunca mais são nomeadas como obstáculos à ordem, ao progresso, ao desenvolvimento econômico, à igualdade de oportunidades, à bonança, à paz social. Ao contrário, qualquer iniciativa para combatê-las é desqualificada e demonizada como um projeto de poder político, uma vez que ela se converte em ameaça perigosa a seus financiadores.
O contraste entre o ‘garantismo’ para os poderosos e o punitivismo para seus críticos (que, mesmo quando incorrem em crimes e merecem ser punidos, são alvos de penas excessivas) turbina ressentimentos, tensiona o debate público, estimula a autocensura, resulta em censuras veladas e oficiais, e vai abrindo novos flancos para o autoritarismo sob o pretexto de defesa da “democracia”, o que termina por sugar o país para uma disputa bizarra entre os praticantes do conchavo geral e os apoiadores do golpe de Estado.
É urgente restaurar a linguagem até para descrever a natureza dessa disputa. Porque um país onde só o ladrão de celular pode ser chamado de ladrão não tem como dar certo."

Veja o vídeo:

https://x.com/i/status/1912713978792264180

Procurador alerta para a “má fama” do Brasil no exterior após nova decisão de Moraes

 

A situação do Brasil perante o mundo está cada vez mais vergonhosa.

O detalhe mais pernóstico é de que o ministro Alexandre de Moraes não demonstra nenhuma disposição em recuar e com isso só alimenta essa situação de absoluta insegurança e de medo que impera em nossa sociedade.

A mais recente decisão do magistrado foi motivo de um sarcástico comentário do procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro:

“O senhor Alexandre de Moraes queria a extradição do jornalista brasileiro Oswaldo Eustáquio, incluído no eterno e inconstitucional ‘inquérito do fim do mundo’ pelo ‘crime’ de falar mal do senhor Alexandre de Moraes.

A Justiça da Espanha negou a extradição por considerar tratar-se de perseguição política.

Em retaliação (hein?), o senhor Moraes negou a extradição (pedida pela Espanha) de um traficante de drogas que havia sido preso com ‘apenas’ 52 quilos de cocaína, e (pasmem!) mandou o sujeito para casa (alguém falou em risco de fuga aí?).

Tudo isso acontece na mesma semana em que o desgoverno do ex-presidiário concede asilo a uma ex-primeira-dama do Peru, condenada a 15 anos de prisão no pais vizinho por ter recebido (junto com o marido) propina da (ora vejam só…) notória empreiteira brasileira Odebrecht.

É o consórcio PT-STF ajudando a consolidar cada vez mais a fama do Brasil no exterior.

Que tipo de fama? Bem, vocês me digam…”

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...