ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.
domingo, 20 de abril de 2025
ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.
Filipe Martins se desloca para Brasília e inevitavelmente vai ficar cara a cara com Moraes

O ex-assessor presidencial Filipe Martins foi autorizado a acompanhar presencialmente o julgamento do caso que tramita contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF).
A Primeira Turma do STF analisa, entre terça-feira e quarta-feira (22 e 23 de abril), a esdrúxula denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Martins e outras cinco pessoas, acusadas de fazerem parte do "núcleo 2" da 'organização' que teria tentado um golpe de Estado.
Assim, o ex-assessor de Bolsonaro vai inevitavelmente ficar cara a cara com o ministro Alexandre de Moraes, que o manteve preso por 6 meses.
Assim, o comparecimento presencial de Filipe Martins é uma demonstração da coragem de um cidadão que tem sido vítima de inúmeras injustiças e, inclusive, de uma suposta fraude em seu passaporte, que motivou sua prisão e que agora está sendo apurada pela Justiça americana, o que poderá implicar autoridades brasileiras.
URGENTE: Jornalista preso no 8 de Janeiro relata absurdos e atrocidades que viveu na Papuda (veja o vídeo)

O jornalista Marcos Vanucci, que passou por diversos veículos de comunicação como Globo, CBN, Eldorado, SBT e Record, entre outros, foi preso no 8 de janeiro enquanto realizava cobertura jornalística, entrevistando pessoas no QG em Brasília.
Mesmo estando apenas a trabalho ele acabou detido e passou 70 dias na Papuda, onde testemunhou, atrás das grades, os piores absurdos que se possa imaginar.
Nesse meio tempo, tornou-se também a voz dos reféns do Supremo Tribunal Federal.
Entre verdades proibidas, segredos inenarráveis, Vanucci nos contou a dor de todos e cada um, os detalhes sórdidos do mais triste episódio da história do país, que por sua vez está longe de acabar.
Até assistir essa entrevista, o que você sabe é o que te contaram pela via dos advogados e jornalistas da imprensa tradicional: nada além de superfície.
Após assisti-la, você será transformado e capaz de enxergar o fato concreto em primeira pessoa.
Não é apenas uma entrevista, é uma experiência intensa, uma imersão no evento histório cru e em tempo real.
Assista o mais rápido que você puder porque o STF provavelmente vai censurar e você pode não ter outra oportunidade de conhecer a verdade.
Confira:
Brasil está profundamente doente e aceita passivamente a morte, acelerada pelas gestões do PT

Um artigo publicado pelo jornalista Cláudio Dantas em seu site, dá a exata noção da atual situação de nosso país e demonstra que a gestão petista se sustenta em três pilares: Hiper assistencialismo, corrupção endêmica e incompetência generalizada.
Aliás, vale frisar, o PT só é ‘competente’ para arranjar esquemas escandalosos de corrupção e de farta distribuição de propina.
Transcrevemos o texto de Cláudio Dantas:
“O Brasil é um país profundamente doente. Ele sofre de males que corroem suas instituições, drenam recursos de seu povo e geram pobreza numa escala brutal. De tanto tempo enferma, nossa nação já se acostumou com os sintomas e aceita passivamente a chegada da morte, acelerada pelas gestões do PT de Lula.
O PT de Lula é especializado em destruir as defesas do organismo institucional, uma espécie de HIV da política, o que torna cada vez mais difícil a reação institucional à corrupção endêmica, ao hiper assistencialismo e à incompetência generalizada, os principais males brasileiros.
A morte do país se acelera devido ao círculo vicioso que não pode ser rompido. A corrupção e a incompetência drenam os recursos produzidos pela sociedade, empobrecendo-a. Para lidar com a pobreza, nossos gestores apostam no populismo assistencialista.
Para bancar a conta, é preciso aumentar os impostos, o que empobrece ainda mais a sociedade. O aparelhamento dos órgãos de controle e persecução penal incentiva a impunidade, alimentando o círculo vicioso num loop infinito.
A mídia, consciente ou não, ajuda a mascarar a doença. O problema o começa ainda no diagnóstico.
O Poder360 de hoje, por exemplo, diz que Lula, de olho na reeleição de 2026, mira a classe média ao lançar programas, como o Crédito do Trabalhador; no Minha Casa, Minha Vida, e na isenção do Imposto de Renda até 5 mil reais. Parte do pressuposto de que esses programas atenderiam justamente uma grande parte do eleitorado que desaprova a gestão do petista.
Segundo pesquisa do próprio site, a avaliação negativa de Lula chegaria a 57% entre aqueles que ganham de 2 a 5 salários mínimos, ou seja, entre R$ 3.036 reais e R$ 7.590. De fato, segundo o IBGE, e classe média brasileira tem renda mensal entre 3.400 e 8.100 reais mensais.
O problema é que essa classe média é fake, pois sua renda é praticamente a metade da renda da classe média global, do índice Pew, que fica entre 1.200 a 2.400 dólares, ou entre 7.200 a 14.600 reais.
Essa distorção ajuda a mascarar a pobreza no Brasil, permite que o governo diga que tirou milhões da pobreza, enquanto essas pessoas permanecem pobres. Ora bolas, a própria PNAD Contínua aponta para um rendimento domiciliar per capita de míseros R$ 2.069, pouco acima de um salário mínimo. Com renda baixa, o brasileiro se endivida facilmente, não faz poupança, não investe, não gera empregos.
Daí a falácia de uma taxa de desocupação mínima de 6,8%.
Como já expliquei antes neste site, o IBGE subtrai de sua conta a massa de desempregados que vivem de Bolsa Família e de atividades informais, o que gera outro grave problema de diagnóstico e a sensação equivocada de que há pleno emprego no país. O próprio Poder360 divulgou dias atrás que há famílias dependentes do auxílio há mais de dez anos, indicando uma situação crônica.
Daí chega-se a outro ponto fundamental. A conta do assistencialismo é bancada pelos impostos pagos pela classe trabalhadora, incluídos aqui empreendedores de todos os tamanhos e seus empregados; a classe média real, que sofre cada vez com mais impostos e que fica cada vez mais pobre, decaindo no ranking de mobilidade social.
Estou me repetindo, mas é de propósito. Pois Lula e o PT só miram os pobres e trabalham dia a após dia para ampliar esse contingente.
Quanto mais pobres, mais dependência. Quanto mais dependência, mais assistencialismo, mais votos. Daí a ideia hiper-populista de conceder gratuidade na conta de luz para até 60 milhões de brasileiros inscritos no Cadastro Único, os mesmos que já recebem Bolsa Família, Vale Gás etc.
É uma espiral descendente, como um rodamoinho na água!
Esse rodamoinho suga também estados e municípios, que, na maioria das vezes por motivos meramente eleitorais, criam suas próprias versões de programas assistenciais, repetindo, em níveis estadual e municipal o pagamento dos programas federais aos mesmos beneficiários. Não há qualquer controle sobre isso, o que mais uma vez inviabiliza diagnóstico minimamente correto.
Ao ‘assistencialismo local’, se somam a corrupção e a incompetência regionalizadas, gerando estados e municípios altamente endividados — hoje a dívida total desses entes federativos está acima de R$ 727 bilhões. A conta, claro, sobra para a União, que também se endivida mais (R$ 7,5 trilhões), reduzindo a capacidade de investimento em equipamentos públicos e infraestrutura básica, aumento o custo Brasil, restringindo nossa competitividade e empobrecendo a sociedade.
Com menos dinheiro para investir, o Brasil exibe gastos com educação abaixo da média dos países da OCDE e resultados ainda piores, ocupando as últimas posições no PISA. No geral, nossos alunos se formam sem saber interpretar um texto ou fazer as operações básicas de matemática; o que impacta na qualificação profissional, no nível salarial e na renda familiar, retroalimentando o ciclo vicioso.
A educação precária é uma das razões para a baixa competitividade do país no ranking da Confederação Nacional da Indústria, como registramos há poucos dias. À ela se somam o ambiente econômico inóspito, com alto grau de burocracia (Para que agências reguladoras?) e insegurança jurídica (obrigado, STF!), e o desenvolvimento humano, dependente de todo o resto.
Claro está que a cura dos males que mantêm o Brasil no atraso não pode ser confundida com paliativos que apenas reduzem o sofrimento ante a morte iminente. Nem virá daqueles que apostam no hiper assistencialismo, que se beneficiam da corrupção endêmica e que celebram a incompetência generalizada. Como no alertou o nobilíssimo Barão de Itararé, ‘de onde menos se espera, daí é que não sai nada’.”
sábado, 19 de abril de 2025
Altos começou a Série D com empate em São Luís
Por Didimo de Castro
A Associação Atlética de Altos começou a sua participação na Série D do Campeonato Brasileiro de 2025, empatando com o Maranhão Atlético Clube.
Foto - Samuel Pereira - A.A Altos

O jogo foi realizado no Estádio Castelão, em São Luís, e o placar final ficou em 1 x 1.
Os gols do jogo:
Altos 1 x 0 - gol de Dieguinho aos 35 minutos do primeiro tempo.
Maranhão 1 x 1 - gol de André aos 41 minutos do segundo tempo.
O zagueiro Leandro Amorim foi expulso de campo aos 11 minutos do segundo tempo, deixando a equipe piauiense com 10 jogadores.
O próximo jogo do Altos será no dia 26, no Estádio Albertão, diante do Tocantinópolis.
PARNAHYBA X IMPERATRIZ
Na tarde deste domingo (20) o Parnahyba receberá o Imperatriz do Maranhão, no Estádio Pedro Alelaf, com início às 16h00.
Dívida da Venezuela com o Brasil cresce US$ 53 milhões no primeiro trimestre de 2025
JCO

As negociações entre Brasil e Venezuela para a quitação de uma dívida bilionária permanecem estagnadas, enquanto o montante devido continua a aumentar. Nos primeiros três meses de 2025, a dívida venezuelana com o Brasil cresceu US$ 53 milhões, alcançando um total de US$ 1,766 bilhão, o que equivale a aproximadamente R$ 10,369 bilhões, considerando a cotação atual do dólar a R$ 5,87.
O aumento se deve, principalmente, à incidência de juros de mora, já que o governo venezuelano não tem cumprido os pagamentos acordados. Desde maio de 2023, quando o presidente Nicolás Maduro foi recebido em Brasília pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dívida aumentou em mais de US$ 500 milhões. Naquela ocasião, o valor pendente era de US$ 1,27 bilhão.
As tratativas para reprogramar o pagamento da dívida, originada de operações de financiamento às exportações de bens e serviços por empresas brasileiras, estão paralisadas. Desde setembro de 2023, não houve avanços significativos nas negociações entre os dois países.
A falta de progresso nas negociações e o contínuo aumento da dívida preocupam as autoridades brasileiras, que veem o cenário como um impasse diplomático e financeiro.
ANIVERSARIANTE DO DIA.
Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...
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