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quinta-feira, 24 de abril de 2025

Torcedor é preso suspeito de chamar árbitro de "macaco" durante partida de futebol no Piauí

Cidade Verde Por Breno Moreno

Um homem, identificado apenas pelas iniciais E.J.F.S., foi preso nesta quarta-feira (23), suspeito do crime de injúria racial após chamar um juiz de “macaco” durante uma partida de um campeonato de futebol amador no município de Caxingó. O cumprimento do mandado de prisão preventiva foi realizado por uma equipe da Delegacia de Buriti dos Lopes, responsável pela investigação do caso.

A ocorrência foi registrada no último dia 22 de março. Em um vídeo, é possível ouvir o momento em que são feitas as ofensas ao juiz. “Um dos times estava no ataque e, quando foi marcado o escanteio, o juiz encerrou o primeiro tempo. Após apitar, ele foi surpreendido por uma pessoa que estava na torcida, proferindo palavras de injúria racial. Ele o chama de 'macaco'”, disse o delegado Herbster Santos.

Logo após as ofensas, o suspeito foi identificado por torcedores e expulso do local pela organização do evento esportivo. O árbitro, que é negro, registrou um boletim de ocorrência para a apuração dos fatos após o segundo tempo da partida. “Ele ficou muito chateado, se aproximou da pessoa, perguntando por que ela havia dito aquilo”, destacou a autoridade policial.

Ao ser preso, o suspeito afirmou que não se recordava de ter chamado o juiz de “macaco”, mas disse lembrar de outras palavras ditas naquele momento. Ele passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça.

“É muito triste um fato como esse, ainda mais considerando que estamos em pleno século XXI, no ano de 2025, e esse tipo de situação ainda ocorre. Pensamentos como esses não cabem mais na nossa sociedade — pensamentos racistas, que tentam mostrar o outro como um ser inferior, tratando-o com desprezo, seja por palavras ou gestos. Temos que buscar uma mudança de pensamento”, concluiu o delegado.

A incrível “descoberta” de Moraes sobre o traficante bulgaro que ele havia mandado para casa

Moraes revogou uma esdrúxula decisão de sua própria autoria, na qual mandou para prisão domiciliar o traficante búlgaro Vasil Georgiev Vasilev, cuja extradição está sendo pleiteada pela Espanha.

O motivo alegado para a revogação da decisão é de que Vasil Vasilev não conseguiu comprovar residência no Brasil.

“Considerando a inexistência de endereço fixo no Brasil que possibilite a prisão domiciliar, mantenho a prisão de Vasil George Vasilev, na unidade prisional Ricardo Brandão de Ponta Porã/MS, até a chegada das informações solicitadas ao governo da Espanha”.

Entretanto, a extradição do cidadão bulgaro continua suspensa.

O procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro fez uma oportuna observação sobre o ocorrido:

“Primeiro o iluminado ministro Moraes mandou o traficante para casa (‘prisão domiciliar’).
Depois, só DEPOIS, ele descobriu que o sujeito NÃO TEM CASA no Brasil.
Verificar isso antes pra quê, não é mesmo?
O importante era ‘retaliar’ a Espanha, cuja Justiça negou a extradição de um jornalista que fala mal do ministro Moraes.
Situações assim mostram como a imparcialidade de um juiz (ou a falta dela) faz toda a diferença.”

Hugo Motta recebe 'ultimato' que vence hoje (veja o vídeo)

Pressionado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara do Deputados, Hugo Motta, acaba de receber um ultimato.

O líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, mandou ontem (23) o seguinte recado para o presidente da Casa, sobre o PL da Anistia:

“Se amanhã [hoje (24)] esse requerimento não for incluído na pauta do colégio de líderes, nós, do PL, estamos entendendo que é um gesto do presidente Hugo Motta para com o PL”.

Sóstenes prosseguiu:

“Tudo na política tem limite”.

E completou:

“O presidente Hugo Motta pediu que os líderes não assinassem [o pedido de urgência do projeto], eu respeitei. Ele pediu um tempo, nós demos o tempo. O tempo agora acabou”.

O pedido de urgência do PL da Anistia está protocolado com 264 assinaturas.

Portanto, hoje é o dia “D”.

Veja o vídeo:

Entenda como funcionava a fraude de R$ 6 bilhões em benefícios do INSS

 CNN Brasil.

Entenda como funcionava a fraude de R$ 6 bilhões em benefícios do INSS


Uma operação deflagrada pela Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF) mirou, nesta quarta-feira (23), um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. No total, as entidades teriam cobrado de aposentados e pensionistas um valor estimado de R$ 6,3 bilhões, entre os anos de 2019 e 2024. Até o momento seis servidores públicos foram afastados de suas funções. Além disso, foram cumpridos 211 mandados de busca e apreensão, ordens de sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão e seis mandados de prisão temporária no Distrito Federal e em outros 13 estados. Dentre estes, o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi afastado também. https://www.youtube.com/watch?v=rq6zDcdFbDU Veja como funcionava a fraude: Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (23), o ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que essa operação teve início a partir da identificação do aumento desses descontos, assim como um crescimento nas reclamações dos aposentados em relação a esses descontos indevidos. "Várias dessas pessoas, a grande maioria delas, não tinham autorizados esses descontos. Esses descontos eram, em sua grande maioria fraudados em função de falsificação de assinaturas, em função de uma série de artifícios utilizados para simular essa manifestação de vontade que não era uma manifestação de vontade real dessas pessoas", explicou. Descontos De acordo com o ministro da Controladoria-Geral da União, comprovou-se que, as entidades analisadas "não tinham nenhuma estrutura operacional para prestar os serviços que ofereciam". "O que são esses serviços? São entidades associativas que podem oferecer uma série de benefícios como, por exemplo: um desconto numa academia, um desconto num convênio, num plano de saúde (...) O que se apurou é que essas entidades não tinham estrutura operacional e mais, que 72% delas não tinham entregue ao INSS, embora elas estivessem realizando esses descontos, a documentação necessária para que isso acontecesse", disse. Qualquer desconto precisa ter autorização prévia do beneficiário para acontecer. Além disso, é preciso que a entidade formalize um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que permitem a realização dos descontos de mensalidades direto da folha de pagamentos. Vinicius Marques argumenta que a "ausência de verificação rigorosa dessa autorização" acabou por permitir esse tipo de fraude. "Infelizmente, o INSS não dava conta, ou não deu conta de fazer as fiscalizações necessárias dessas autorizações, em função do aumento do número dos descontos, isso foi gerando uma bola de neve que gerou essa situação que a gente está encarando aqui hoje", completou. Ao todo, 11 entidades associativas foram alvo de medidas judiciais. Medidas adotadas De acordo com a operação, os Acordos de Cooperação Técnica dessas entidades foram todos suspensos, assim como os descontos feitos nas folhas. Além disso, os aposentados e pensionistas que identificarem descontos indevidos ou não autorizados, devem pedir a exclusão do débito de forma automática pelo aplicativo do "Meu INSS".

NOTA DE FALECIMENTO.

Faleceu em Parnaíba o sargento da Briosa Polícia Militar Joaquim Ewerton, pedimos a DEUS que perdoe todos seus pecados e mantenha a seu lado.

Vá com DEUS Ewerton!!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje meu amigo Antônio Carlos(Pastor) completa mais um ano de vida. pedimos a DEUS que lhe abençoe.

Parabéns Antônio Carlos!!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje minha querida e linda amiga Lidiane Pereira completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe.

Parabéns minha querida amiga!!!

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...