ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 25 de abril de 2025

Ex-presidente Fernando Collor é preso em Maceió após decisão de Moraes Pena foi imposta em 2023, em processo ligado à Operação Lava Jato. Collor foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

metrópoles 

 atualizado 

IGO ESTRELA/Metropoles @igoestrela
fernando collor durante a posse de Flávio Dino como ministro do STF
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O ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso nesta sexta-feira (25/4), às 4h, em Maceió (AL), pela Polícia Federal (PF).

A prisão ocorreu após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STFAlexandre de Moraes rejeitar recursos apresentados pela defesa de Collor contra a condenação a 8 anos e 10 meses de prisão em desdobramento da Lava Jato e determinar a detenção imediata.

A defesa do ex-presidente informou, em nota, que a prisão aconteceu quando ele se deslocava para Brasília, “para cumprimento espontâneo da decisão do ministro Alexandre de Moraes”.

“O ex-presidente Fernando Collor de Mello encontra-se custodiado, no momento, na Superintendência da Polícia Federal na capital alagoana. São estas as informações que temos até o momento”, afirmou a defesa.

A pena foi imposta em 2023, em decorrência de um processo ligado à Operação Lava Jato. Collor foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relacionados a contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.

Com a rejeição dos embargos de declaração — tipo de recurso utilizado para esclarecer pontos da decisão anterior —, Moraes entendeu que não havia mais pendências jurídicas que impedissem o início do cumprimento da pena. Mesmo sem uma análise final do plenário do STF, a ordem de prisão já está em vigor.

Além disso, Moraes solicitou ao presidente do STF a convocação de uma sessão virtual extraordinária do plenário para referendar a decisão, ainda que isso não impeça o início imediato da pena. A sessão foi marcada pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, para esta sexta-feira (25/4), com duração das 11h às 23h59.

Condenação

De acordo com a condenação na Ação Penal (AP) nº 1.025, Collor recebeu R$ 20 milhões com a ajuda dos empresários Luís Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. O pagamento visava viabilizar, de forma irregular, contratos da BR Distribuidora com a UTC Engenharia para a construção de bases de combustíveis. Em troca, o ex-senador teria oferecido apoio político para indicação e manutenção de diretores na estatal.

Este é o segundo recurso negado pela Corte. No primeiro, a defesa apresentou embargos de declaração, alegando divergência entre o tempo da pena e o voto médio dos ministros.

Embargos infringentes

No mais recente, chamado de embargos infringentes, os advogados defenderam que deveria prevalecer a pena menor sugerida pelos votos vencidos dos ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Moraes, no entanto, afirmou que esse tipo de recurso só é permitido quando há ao menos quatro votos absolutórios — o que não ocorreu, mesmo quando os crimes são analisados separadamente. Segundo o ministro, há entendimento consolidado no STF de que divergências na dosimetria da pena não autorizam embargos infringentes.

Além de Collor, outros dois condenados na mesma ação tiveram recursos negados. Pedro Paulo Ramos cumprirá 4 anos e 1 mês de prisão em regime semiaberto. Já Luís Amorim deverá iniciar o cumprimento de penas restritivas de direitos.

quinta-feira, 24 de abril de 2025

Policial sofre "surto", ameaça vizinhos e PM é acionada

Cidade Verde

 Por Graciane Araújo

Fotos: Renato Andrade/Cidadeverde.com

Um policial militar do Piauí, lotado no 6° BPM, foi encaminhado ao Hospital Psiquiátrico Areolino de Abreu após um suposto surto psicológico. Uma das crises ocorreu nesta quinta-feira (24) e, de acordo com testemunhas, ele teria ameaçado até mesmo membros da corporação. Rone e Bope foram acionados. 

O primeiro surto teria ocorrido durante a Semana Santa. Segundo a denúncia, o policial teria agredido uma mulher e disparado tiros para o alto após ameaçar um homem. 

"Uma senhora que passava na rua disse que ele tentou agredir ela e puxar os cabelos dela. E o vizinho daqui da rua estava passando e ele chamou ele, agarrou ele, tentou agredir, tentou puxar ele pra ir na casa dele e ele não foi. Aí ele deu três disparos com a arma de fogo pra cima, tentou atirar nele e ele correu", afirmou uma vizinha que não quis ser identificada. 

Cidadeverde.com apurou também que ele estaria afastado da atividade policial para tratamento psiquiátrico e que deveria reassumir as funções em maio.

Direto da UTI com Bolsonaro, Malafaia detona Moraes: "Desgraçado"

JCO

Na quarta-feira (23), o pastor Silas Malafaia esteve no Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado após uma complexa cirurgia abdominal. Embora as visitas ao ex-presidente tenham sido restritas apenas a familiares devido ao seu delicado estado de saúde, Malafaia foi uma das exceções, ao lado de Valdemar Costa Neto.

Ao sair do hospital, Malafaia conversou com a imprensa e criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal de enviar uma oficial de Justiça para entregar uma intimação a Bolsonaro enquanto ele ainda se recuperava na UTI. Segundo o pastor, o ex-presidente estava sob efeito de medicações que afetam seu estado emocional e mental, o que poderia comprometer sua capacidade de participar de sua própria defesa:

“O médico disse que ele está tomando remédios que mexem no equilíbrio mental e emocional, ele pode ter variações, como um cara desse vai ouvir o advogado e dizer o que quer na defesa”, afirmou.

Ainda durante a entrevista, o líder religioso fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que investiga Bolsonaro no STF. Em tom indignado, Malafaia comparou a situação com uma hipotética internação de um familiar do ministro:

“Queria saber se tivesse internado um parente de Alexandre de Moraes e que recebesse um oficial de justiça, e que o parente dele estivesse no CTI… Eu queria ver o banzé que esse ministro desgraçado ia fazer”, declarou.

Jair Bolsonaro está hospitalizado desde o dia 13 de abril, após ser submetido a uma cirurgia de mais de 12 horas para desobstrução intestinal e reconstrução da parede abdominal. Essa foi a sétima cirurgia desde o atentado a faca que sofreu durante a campanha presidencial de 2018.

Adolescente é apreendido e confessa participação em homicídio e ocultação de cadáver no Piauí

 Cidade Verde 

Por Breno Moreno (com informações da PC-PI)

Foto: Reprodução/PC-PI

Um adolescente de 16 anos foi apreendido na tarde desta quarta-feira (23), por suspeita de participação em um homicídio no município de Buriti dos Lopes, a 281 km de Teresina. Após o cumprimento do mandado de internação provisória, o jovem prestou depoimento na presença do Conselho Tutelar e confessou seu envolvimento no crime registrado no último mês de fevereiro, contra Janiel Batista dos Santos Sousa.

De acordo com informações da Delegacia de Buriti dos Lopes, o corpo da vítima foi encontrado com marcas de perfurações e sinais de pancadas na cabeça em um matagal localizado no quintal da avó do adolescente suspeito do homicídio.

“Ele narrou alguns detalhes que ainda estão sob investigação e confessou friamente que teve participação na morte e na ocultação do cadáver”, afirmou o delegado Herbster Santos.

Após a apreensão do adolescente, a Polícia Civil do Piauí (PC-PI) segue com as investigações com o objetivo de identificar outros possíveis participantes, seja no crime ou na ocultação do cadáver, não podendo descartar essa hipótese até a conclusão do caso.

PT ensaia argumento absurdo para tentar se esconder da roubalheira bilionária aos velhinhos


O esquema do Descontão já vinha desde o governo Temer, pelo menos. Talvez tenha sido uma forma que os sindicatos de aposentados (11 identificados) encontraram para aumentar a arrecadação depois da reforma trabalhista.

No início era algo discreto, que não chamava muito a atenção. Manteve-se entre R$500 e R$700 milhões/ano até 2022. Com o início do governo Lula, os valores saltaram para R$ 1,3 bi em 2023 e R$ 2,8 bi em 2024. O que voava debaixo do radar durante anos passou a chamar a atenção, o que levou à investigação e à operação da PF.

A historinha que o PT vai contar é simples: um esquema que vinha desde os governos Temer e Bolsonaro precisou da PF do governo Lula para ser desbaratado. Essa narrativa é boa, mas não para em pé por dois motivos.

O primeiro é o aumento exponencial da arrecadação do esquema no governo Lula. Será que os sindicatos se sentiram à vontade para avançarem no butim dos aposentados, dado que agora havia um companheiro no Planalto? Será que houve conivência dos altos escalões do governo? São perguntas.

O segundo motivo é que os beneficiários do esquema são sindicatos, entidades normalmente ligadas ao PT. Afinal, alguém tem que pagar por aqueles balões coloridos das centrais sindicais em atos de apoio ao governo. Grana para sindicato é, em última instância, grana para o PT.

O PT sempre vai dizer que não rouba sozinho. O mensalão foi precedido pelo mensalinho mineiro do PSDB, e Roberto Teixeira da Costa havia sido indicado no governo FHC e já aprontava das suas. No entanto, o problema com o PT é sempre levar a corrupção para escalas industriais. E pior: usar o dinheiro para corromper o processo democrático. Não é o caso desse escândalo, até onde sabemos, mas nunca se sabe onde isso iria parar se não fosse desbaratado.

Uma notinha publicada em jornal nos informa que a base do governo teme que o Descontão impregne o governo com a “marca da corrupção”. Como se fosse preciso.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

STF: Ministros concordam com Moraes sobre intimar Bolsonaro Magistrados entendem que o ex-presidente perdeu benefício previsto na lei após participar de live

Marcos Melo - 24/04/2025 15h50 | atualizado em 24/04/2025 16h26

Alexandre de Moraes Foto: Antonio Augusto/STF

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) entendem que a intimação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na UTI de um hospital não é o “cenário ideal”, mas argumentam que ele próprio se colocou nessa situação quando realizou uma live na noite da última terça-feira (22). As informações são de Bela Megale, do jornal O Globo, que diz ter conversado com quatro magistrados sobre o assunto.

No entender desses ministros, Bolsonaro deixa de estar amparado pelo Código de Processo Penal, no tocante ao impedimento previsto para intimação de pessoas doentes e em estado grave, quando o ex-presidente expôs durante a live a retirada da sonda nasogástrica e a expectativa de receber alta médica na próxima segunda-feira (28).

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Após a transmissão do ex-presidente com seus filhos, Moraes determinou que Jair Bolsonaro fosse citado sobre a abertura do processo que o acusa de tentativa de golpe de Estado e intimado para apresentar sua defesa no prazo de cinco dias, independentemente de suas circunstâncias.

Os magistrados ouvidos pela colunista expuseram que, ao fazer uma live de dentro da UTI, conceder entrevista e receber aliados políticos, como o pastor Silas Malafaia e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, Bolsonaro não se enquadra na configuração prevista no Código de Processo Penal.

Nesta quinta-feira (24), após sofrer alto estresse em razão do ato jurídico na UTI, o Hospital DF Star, em Brasília, relatou que Jair Bolsonaro sofreu uma “piora clínica”, com aumento na pressão arterial e agravamento dos exames hepáticos.

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...