ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 26 de abril de 2025

O erro de Moraes que vai custar muito caro ao STF e nem mesmo a esquerda consegue esconder

JCO

Matheus Leitão, colunista da Veja e filho da jornalista da Globo Miriam Leitão, publicou um artigo com a seguinte manchete:

"O erro de Alexandre de Moraes que vai custar muito caro ao STF"

Mesmo sendo assumidamente de esquerda, o colunista não conseguiu esconder que a intimação de Jair Bolsonaro em uma UTI após a sétima cirurgia em decorrência da facada na eleição de 2018 "é um dos atos mais abjetos do Supremo Tribunal Federal nos últimos anos".

"Aliás, não lembro de nada tão indigno desde que cubro a corte como jornalista em Brasília. É também de pouca inteligência em meio ao processo mais importante da história do STF", escreveu.

Matheus ainda vai além:

"Nesse caso, há ainda um agravante: o Código de Processo Penal proíbe a citação de indivíduos em estado grave de saúde. Alguém tem dúvida de que Bolsonaro enfrenta novamente uma situação delicada envolvendo sua condição física? O STF não conhece o código penal brasileiro? [...]
Qual é o problema de esperar que o ex-presidente esteja melhor, talvez até em casa para receber essa intimação? Isso vai atrasar vinte, trinta dias do processo que seja, mas evita a cena lamentável da oficial de Justiça na UTI. Bolsonaro teve piora no quadro de saúde, com a pressão subindo fortemente no momento da intimação, algo divulgado pelo próprio hospital."

Moraes cometeu seu pior erro...

Nas últimas semanas, a possibilidade de prisão de Jair Bolsonaro absurdamente se tornou realidade. A cruel perseguição contra o ex-presidente, seus aliados e sua família parece não ter limites! O "sistema" quer esconder o que realmente aconteceu em 2022... Tudo sobre aquele pleito eleitoral foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil. Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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O próprio Bolsonaro já conhece o livro:

Estadão se revolta e desmente Barroso em Editorial avassalador

JCO

O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado (26) um editorial contundente que desmentiu as declarações recentes do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, à revista britânica The Economist. No texto, o Estadão acusa Barroso de propagar “falácias” e afirma que “o ministro faria melhor se optasse pelo silêncio”.

"Assim como fez anteriormente com este jornal [Estadão], Luís Roberto Barroso, presidente do STF, decidiu contestar as críticas emitidas pela tradicional publicação britânica à Corte. Teria sido mais prudente, contudo, permanecer em silêncio", registra o editorial.

The Economist trouxe à tona, em sua publicação, a tese de que “A Suprema Corte do Brasil está sob julgamento”, acompanhada de uma matéria que retratava “o juiz que governaria a internet”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes. Segundo análise do Estadão, a revista apontou três graves riscos: a queda na qualidade das decisões do Supremo em função da ampliação de seus poderes, o desgaste na confiança pública e a ameaça às liberdades fundamentais.

O editorial brasileiro acrescenta que a crítica à autoconcessão de amplos poderes ao STF, à margem da Constituição, é um tema recorrente entre analistas políticos de boa-fé.

"Essas advertências já foram inúmeras vezes relatadas nesta página, assim como por comentaristas comprometidos com a democracia e o bom funcionamento das instituições. Infelizmente, sem efeito", lamenta o jornal.

De forma categórica, o Estadão acusa Barroso de falsear a realidade e prejudicar não apenas a própria imagem, mas a do Supremo Tribunal Federal como um todo.

"Com argumentos repletos de desvios, sofismas e até inverdades, Barroso tentou refutar os pontos levantados pela The Economist. No entanto, ao fazê-lo, apenas reafirmou os problemas expostos. Tentou desqualificar a publicação, mas terminou por desmoralizar a si próprio e a Corte que dirige", diz o texto.

O editorial também destaca práticas autoritárias atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, respaldadas pelos demais ministros do STF, incluindo Barroso, que, como presidente da instituição, deveria atuar com maior rigor jurídico.

"Barroso sustenta que os réus dos eventos de 8 de janeiro estão sendo julgados segundo o devido processo legal. Contudo, muitos desses acusados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro, sequer deveriam ser processados pela Suprema Corte. Estão sendo, única e exclusivamente, porque o STF adaptou sua jurisprudência de forma casuística, violando princípios constitucionais como o do foro privilegiado."

O artigo prossegue ensinando, de maneira didática, o que seria esperado de um magistrado com reconhecido saber jurídico, apontando a arbitrariedade nas decisões de Moraes sobre o bloqueio de perfis nas redes sociais.

"A crítica da revista à suspensão de contas de bolsonaristas no X foi precisa, pois tal ato configura censura. Em sua réplica, Barroso afirma tratar-se de 'remoção de conteúdo'. Ora, suspender a conta inteira é algo bem mais grave do que apenas remover publicações. Um fato que deveria ser óbvio para o presidente da mais alta instância do Judiciário nacional."

O texto não economiza em apontar os indícios de parcialidade dentro do Supremo, trazendo à luz questionamentos sobre o julgamento de Bolsonaro e seus aliados.

"The Economist levantou uma dúvida legítima: por que o julgamento de Bolsonaro se dará numa das turmas do STF, e não no plenário? A preocupação aumenta ao se considerar que, entre os cinco ministros da turma, três poderiam ser considerados suspeitos: Alexandre de Moraes, apontado como vítima do suposto golpe; Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula; e Cristiano Zanin, ex-advogado do atual presidente."

Utilizando ironia, o Estadão evidencia as inconsistências na argumentação de Barroso.

"Para o ministro, o julgamento nas turmas seria a prática regular. Contudo, no caso do mensalão, o julgamento ocorreu no plenário. A regra que não deveria ser alterada é a do foro privilegiado, mas, em se tratando do STF, prevalece a 'excepcionalidade'."

O ponto final da crítica é reservado para o episódio envolvendo a declaração de Barroso sobre o bolsonarismo, quando o ministro alegou ter sido mal interpretado.

"A revista apontou que Barroso teria dito que 'nós derrotamos Bolsonaro'. O ministro contestou, afirmando que a frase correta seria 'nós derrotamos o bolsonarismo'. Apesar da diferença, o vídeo da ocasião é claro ao revelar a postura de Barroso, cuja conduta é incompatível com a imparcialidade exigida de um magistrado."

Encerrando o editorial, o Estadão reforça a percepção de descrédito que hoje paira sobre a Suprema Corte e seu presidente, destacando uma passagem final da resposta de Barroso à revista.

"Basta ler o parágrafo derradeiro da nota do ministro, onde acusa The Economist de se alinhar 'à narrativa dos que tentaram o golpe de Estado', para perceber que, para o presidente do STF, os acusados já estão condenados, antes mesmo do julgamento."

Organizações investigadas por rombo bilionário no INSS foram recebidas 15 vezes no governo Lula

JCO

O esquema corrupto está se evidenciando e implicando diretamente o governo Lula.

Sim, eles voltaram a cena do crime.

O rombo bilionário no INSS parece ter sido tramado dentro do governo petista.

O site Poder 360 revela o seguinte:

“Representantes dos ministérios da Previdência Social, do Desenvolvimento Social e do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) se reuniram pelo menos 15 vezes desde o início do governo Lula (PT) com organizações investigadas por desviar R$ 6,3 bilhões de aposentadorias.
Foram 8 encontros em 2023, 5 em 2024 e 2 em 2025.”

E o que é pior:

“Os ministros Carlos Lupi (Previdência) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e o agora ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto estiveram em 8 desses encontros com entidades investigadas.”

Parece que rolou propina...

Alguém duvida?

HOJE NO AEROPORTO, TEM ENSAIO DO REI DA BOIADA

 Compareçam!!! Será imperdível

Moraes desbanca Gilmar e mostra quem "manda" no STF

JCO

Por algum motivo, o ministro Gilmar Mendes não gostou da decisão do ministro Alexandre de Moraes no sentido de determinar a prisão do ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello.

Assim, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF) ensaiou uma reação, pediu destaque no caso, para levar a sua discussão para o plenário.

Flávio Dino - o ministro comunista - desde que tomou posse já é aliado de primeira hora de Moraes e, portanto, no momento em que o caso foi encaminhado para o plenário virtual, imediatamente acompanhou o relator, computando dois votos pela manutenção da prisão de Collor.

Gilmar, então, como dito, pediu destaque.

Pois bem, após o pedido de destaque de Gilmar, outros 4 ministros simplesmente ignoraram a iniciativa do decano e apresentaram seus votos: Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli.

Com o placar em 6 a 0, a questão estava decidida. Gilmar reconheceu a derrota e retirou o destaque.

O ‘alexandrismo’ reina no STF.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Sindicato do irmão de Lula aumentou arrecadação em mais de R$ 100 milhões em 3 anos

JCO

O sindicato do irmão de Lula ampliou o seu faturamento em R$ 100 milhões, num período de três anos, graças ao esquema espúrio que roubou R$ 6,3 bilhões dos aposentados.

Frei Chico, alcunha do irmão de Lula, é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), alvo de busca e apreensão nesta semana.

Segundo dados de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), o número de aposentados filiados ao Sindnapi saltou de 170 mil para 420 mil no período, fazendo a arrecadação pular de R$ 41 milhões para R$ 149 milhões.

Em ações judiciais, o sindicato tem apresentado documentos com reconhecimento facial, vídeos e declarações de aposentados confirmando a filiação. Em um dos processos, uma aposentada afirma: “Eu concordo em me associar ao Sindnapi, com desconto de 2,5% do valor do meu benefício”.

Segundo advogados, aposentados são induzidos à filiação ao buscar crédito consignado. No prédio do sindicato há uma agência bancária, e a entidade mantém parcerias para oferta de empréstimos.

O Sindnapi é presidido por Milton Cavalo, filiado ao PDT e aliado do ministro da Previdência, Carlos Lupi. A entidade foi fundada por Paulinho da Força (Solidariedade), que tentou anular a eleição de Cavalo, sem sucesso. Frei Chico é dirigente do sindicato desde 2008 e assumiu a vice-presidência na gestão de Cavalo.

URGENTE: Surge primeiro levante na Europa contra Moraes e sanções imediatas já estão sendo discutidas

JCO

O deputado polonês Dominik Tarczynski, membro do Parlamento Europeu, apresentou um projeto de resolução que propõe a aplicação de sanções ao ministro Alexandre de Moraes nos países que integram a União Europeia. A iniciativa foi motivada após Moraes enviar uma oficial de Justiça para intimar o ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele se encontrava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital DF Star, em Brasília.

"Acabei de assistir ao vídeo do presidente Bolsonaro no hospital sendo visitado por uma oficial de Justiça. Isso é inadmissível. A atitude do ministro Alexandre de Moraes, da Suprema Corte, ultrapassa os limites aceitáveis. Por essa razão, decidi agir. A União Europeia precisa responder imediatamente", declarou Tarczynski.

O parlamentar europeu, ao detalhar sua proposta, afirmou:

"Vou apresentar um projeto de resolução para implementar sanções contra Moraes aqui na Europa. Cresci sob o regime comunista na Polônia e sei reconhecer práticas autoritárias. As ações desse juiz refletem puro comunismo. Eles buscam eliminar seus adversários políticos. Precisamos proteger os direitos humanos e defender a verdadeira democracia. É nosso dever combater o avanço comunista".

Tarczynski reforçou a solidariedade internacional:

"Brasileiros, vocês não estão sozinhos. A comunidade internacional está se mobilizando. O que acontece com a família Bolsonaro é apenas um exemplo. Observem o que tentaram fazer com Donald Trump nos Estados Unidos: tentaram assassiná-lo, prenderem-no. A perseguição contra conservadores é um fenômeno global".

O deputado ainda fez referência a outros líderes conservadores:

"Vejam o caso de Javier Milei na Argentina, tentaram eliminá-lo. Por isso, nós, da comunidade conservadora, devemos permanecer unidos. Temos que lutar juntos e nos proteger. No Parlamento Europeu, nos manteremos ao lado da família Bolsonaro, em defesa da democracia e dos direitos humanos. A proposta de resolução para sancionar Moraes é urgente. A hora de agir é agora", concluiu.

Está mais do que claro que sanções a Moraes podem ser o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição que atinge o Brasil. Tudo leva a crer que, em breve, as liberdades do ex-presidente Bolsonaro e seus aliados serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...