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terça-feira, 6 de maio de 2025

A farra do consignado: Como um esquema bilionário roubou a dignidade de milhões de aposentados

JCO

Durante anos, aposentados brasileiros foram vítimas silenciosas de uma máquina de corrupção que operava dentro e fora do INSS. Um esquema que misturava crédito consignado, entidades fantasmas, lobistas influentes e servidores corruptos, desviando bilhões de reais de quem mais precisava: os beneficiários da Previdência Social.

A investigação da Polícia Federal batizada de “Operação Sem Desconto” revelou uma estrutura empresarial e política operando como máfia institucionalizada. No centro: Maurício Camisotti, empresário ligado ao setor de saúde, ao mercado financeiro e ao escândalo da vacina Covaxin.

O golpe começa com o que parece uma ajuda: uma oferta de empréstimo consignado. Mas, por trás do contrato, aposentados eram automaticamente filiados a associações falsas, como a Ambec, Cebap e Unabrasil. A promessa de alívio financeiro se transformava em desconto mensal de R$ 45, sem autorização — dinheiro que alimentava uma rede oculta de políticos, empresários e servidores públicos.

“Eles estão roubando gente pobre, frágil, que mal sabe ler. Isso é um crime contra a dignidade”, diz uma aposentada de 74 anos do interior de São Paulo, que teve R$ 1.080 descontados ao longo de dois anos.

Empresas como a HKM e o Balcão das Oportunidades agiam como operadoras do golpe. Vendiam o empréstimo e, ao mesmo tempo, cadastravam o aposentado na associação. Em troca, recebiam parte das mensalidades.

Documentos mostram que a HKM embolsava a primeira mensalidade integral e 30% das seguintes — uma engenharia que tornava cada novo “filiado” uma fonte contínua de receita.

Nem mesmo a estrutura do Estado ficou de fora. Seis servidores do INSS e até um agente da Polícia Federal foram afastados por participação ativa no esquema. O ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, caiu. O ministro da Previdência, Carlos Lupi, também.

Em um dos apartamentos investigados, a PF encontrou US$199 mil em espécie — guardados como quem sabe que o castelo está para ruir.

O empresário aparece como o operador central da fraude. Suas empresas, como a Benfix, receberam R$ 43 milhões das entidades investigadas. Laranjas, familiares e empresas de fachada compunham uma teia usada para lavar dinheiro e esconder patrimônio.

Uma de suas empresas movimentou R$ 150 milhões em quatro anos — valor incompatível com sua renda declarada.

Camisotti e seus aliados não atuavam sozinhos. Montaram em Brasília uma mansão-lobby, com o objetivo de criar uma federação nacional de aposentados e influenciar decisões do Executivo, Judiciário e Congresso. Contrataram até o escritório do filho do ministro Ricardo Lewandowski, tentando manter convênios com o INSS mesmo após alertas da CGU e TCU.

As primeiras denúncias surgiram ainda em 2023. Mas apenas após a operação da PF em abril de 2025 o governo reagiu com firmeza. Até lá, os descontos indevidos cresceram 400% — e as entidades, como a Ambec, passaram de 3 associados a mais de 650 mil em três anos.

“O Estado falhou — por omissão, por negligência ou por conivência”, afirma um auditor do TCU sob anonimato.

A fraude do INSS não foi obra do acaso. Teve método, comando e objetivo: enriquecer poucos às custas de muitos. É preciso ir além dos alvos óbvios, responsabilizar os bancos que permitiram a atuação de seus correspondentes e revisar todos os acordos firmados com essas entidades.

Recomendações aos Aposentados

        -       Acesse o Meu INSS e consulte o extrato de pagamento.
        -       Use a ferramenta “Excluir mensalidade associativa” ou ligue para o 135.
        -       Denuncie práticas suspeitas à ouvidoria do INSS e ao Ministério Público.

 A Farra do INSS revela não apenas um crime de colarinho branco, mas um colapso institucional. É um teste à capacidade do Brasil de proteger seus mais vulneráveis.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA VAI AO TREZENÁRIO DE FÁTIMA

Estivemos presentes no Trezenário de Nossa Senhora de Fátima, na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Parnaíba. Um momento de fé, renovação espiritual e reencontro com pessoas especiais que carregam no coração o mesmo amor e devoção.

Que Nossa Senhora de Fátima continue nos guiando com sua luz e proteção.

Amém!!!

PF conclui extração de dados dos computadores e celulares apreendidos no escândalo do roubo do INSS

 JCO

A fase de extração de dados dos computadores e celulares apreendidos há duas semanas pela Operação Sem Desconto acaba de ser concluída pela Polícia Federal.

Os agentes da PF investigam o roubo de R$ 6,3 bilhões nos contracheques dos aposentados e pensionistas do INSS.

A fase atual é de análise do material extraído.

O jornalista Lauro Jardim, de O Globo, faz uma previsão óbvia:

“Em breve, vem chumbo grosso por aí.”

Sim, eles voltaram à cena do crime...

Surge uma questão aterrorizante sobre a “meta radical” levantada pelo governador petista da Bahia

JCO

O governador petista da Bahia, Jerônimo Rodrigues, num momento infeliz e cruel, aventou a aplicação de um método utilizado por regimes totalitários para exterminar o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, milhões de brasileiros.

E fez pior, sugeriu que fosse utilizado uma retroescavadeira para jogarem os corpos numa vala coletiva.

Na sequência, em razão da gravidade de suas declarações, foi protocolado um pedido de impeachment pelo deputado estadual Leandro de Jesus.

De qualquer forma, a tal ‘meta radical’, anunciada por um governante petista é “matar opositores”.

Nesse sentido, o analista político J. Sepúlveda levantou uma questão que precisa ser tratada com muito cuidado pela oposição. Confira:

“Detesto utilizar este expediente que cheira a sensacionalismo, mas o momento exige!
1. Assistimos a um dos mais graves episódios do atual processo político (ditatorial) em implantação no Brasil. 
2. O Governador petista da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou em discurso público que Jair Bolsonaro e seus eleitores DEVERIAM IR ‘PARA A VALA’.
3. Jerônimo Rodrigues explicitou a META RADICAL do consórcio hoje no poder, eliminar qualquer oposição ao regime, com prisões arbitrárias, censura nas redes, perseguição policialesca, justiça aparelhada, e, se possível, ELIMINAÇÃO FÍSICA.
4. Quando os adeptos da ideologia assassina, responsável por milhões de mortos na História recente, esbravejam o grito de guerra ‘sem anistia’ seu sonho odiento visa este extremo de ASSASSINAR OPOSITORES, de lançá-los ‘na vala’, como ameaçou o Governador petista da Bahia.
5. Recomendação aos políticos de oposição: deixem de fazer memes a este respeito, ou de apenas comentar que este é o ‘governo do amor’. Pela primeira vez na história recente do Brasil, um governante petista anunciou, em alto e bom som, a meta deles: MATAR (!) opositores.
6. Mobilizem-se para dar fim a este consórcio criminoso de poder, ou ele acabará com o Brasil.
7. Afinal Lula já ameaçou: ‘Não são seres humanos. São animais selvagens. Essa gente precisa ser extirpada’.”

DEIXOU HISTÓRIA E DEVE VOLTAR.

Falo do ex-vereador André Neves, um vereador que sempre trabalhou em prol da população e que não deveria ter saído.

Para Lewandowski a POLÍCIA, além de prender mal, remuneração não é prioridade

JCO

Que o desgoverno Lula não tem políticas públicas para a área de segurança, o Brasil já sabe.

Sabe também das duas escolhas infelizes para o ministério da justiça e segurança pública.

Primeiro o Flávio Dino,  que mesmo tendo em seu currículo o cargo de governador, nada fez pela pasta, a não ser dar ctrl C ctrl V no já fracassado PRONASCI,  implantado no 2° Reich do ex-presidiário Lula. Além de conseguir a inexplicável proeza de entrar em uma favela no complexo da Maré (RJ) - dominada por facções criminosas - com pouca segurança.

O segundo e atual ministro, Ricardo Lewandowski (ex STF) entrou completamente cego em uma pasta bastante complexa, em razão dos altos índices de criminalidade do país e inúmeros territórios dominados por facções e milícias espalhados pelo Brasil.

O grande feito do ex-ministro do STF foi  comandar o impeachment da Dilma ( presidente do STF), cassando-a, mas sem torná-la inelegível. Também implantou a audiência de custódia no judiciário quando presidia o CNJ, hoje uma das principais responsáveis pela impunidade no Brasil (a urgência de custódia).

Como ministro da justiça e segurança pública coleciona frases que afrontam os policiais brasileiros de todas as forças.

As mais recentes e com certeza as mais graves foram:

Na ânsia de justificar as constantes liberações de criminosos em audiência de custódia, sem importar a gravidade do crime (tráfico, homicídio, porte de armas/fuzil, sequestros etc), Lewandowski afirmou em solenidade pública que "a polícia prende mal", o que não é verdade.

Em recente pronunciamento na Câmara dos Deputados, afirmou que como professor doutor da Universidade de São Paulo aposentado, ganha menos que um policial. O que também não é verdade.

Mas, o mais grave foi dito em seguida. Que "é melhor gastar com câmeras do que reajustar salarios" e que "a  remuneração de policiais não é prioridade".

Que os policiais que votaram e apoiam esse desgoverno reflitam sobre o tratamento dispensado aos policiais brasileiros, que enfrentam diariamente a criminalidade, muitos dos quais foram mortos em cumprimento do dever.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

Moro não perde a oportunidade e faz um constrangedor questionamento sobre a "roubalheira" de Lula

JCO

Diante de todos os escândalos de corrupção que estão vindo à tona na atual gestão do ex-presidiário Lula da Silva, o senador Sérgio Moro, que certa feita, na condição de juiz federal, fez a alegria do país ao colocá-lo na prisão, fez um questionamento no mínimo constrangedor e revelador da atual realidade do país.

Confira:

Em qual mandato presidencial do Lula houve mais corrupção? Alternativas:
1 - Lula I, com o mensalão;
2 - Lula II, com o assalto da Petrobras; ou
3 - Lula III, com o roubo dos aposentados e pensionistas do INSS.
A disputa é dura. Escreva sua resposta aqui.

No X, o Grok (inteligência artificial) deu a seguinte resposta:

“É difícil determinar com precisão o maior volume de dinheiro desviado nos governos Lula devido a dados variáveis.
No Lula I (2003-2006), o Mensalão envolveu cerca de 27 milhões a 4,9 bilhões de reais, segundo relatórios.
No Lula II (2007-2010), o escândalo da Petrobras, investigado na Lava Jato, desviou mais de 6 bilhões de reais, sendo o maior em escala.
No Lula III (2023-atual), alegações de desvios no INSS não têm valores claros ou evidências sólidas até maio de 2025. Assim, o caso Petrobras (Lula II) parece ter o maior impacto financeiro, mas investigações futuras podem mudar essa visão.”

Sim, com certeza, essa visão vai mudar. Eles voltaram à cena do crime e estão conseguindo se superar.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...