Apesar disso tudo, o governador e seus aliados tinham tempo e estrutura para montar uma estratégia vitoriosa. Mas nunca imaginaram que do outro lado, para muito além da figura de Mão Santa, teriam que enfrentar a perspicácia da filha dele, Gracinha. Método nenhum, nem gráficos, nem nada foi capaz de superar a imprevisibilidade popular de Gracinha.
O candidato escolhido de última hora, as constantes mudanças de rota da comunicação, e o movimento das ruas foram conduzidos por ela, herdeira de um carisma bastante específico e uma coragem que não é qualquer um que tem, fizeram a diferença. E tornam Gracinha Mão Santa uma liderança destacada para voos maiores que uma prefeitura ou mesmo a Assembleia Legislativa.
E fato é que luz, trabalho, política de doação ao próximo e coragem acaba causando a ira de políticos de seu próprio grupo que não querem política pra servir a população e sim pra se servirem!
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Na manhã desta quinta-feira, um episódio alarmante envolveu jogadores do Flamengo durante o retorno ao Rio de Janeiro, após o empate contra o Central Córdoba, pela Libertadores. No trajeto de volta para casa, quatro atletas do elenco passaram por uma tentativa de assalto na Linha Amarela, na altura de Bonsucesso, Zona Norte da capital fluminense.
O caso mais grave ocorreu com o goleiro Agustín Rossi, que estava acompanhado no momento em que seu veículo blindado foi alvejado por quatro disparos — atingindo o retrovisor, a porta do motorista, o vidro do passageiro e a área próxima à roda traseira. Graças ao sistema de blindagem, ninguém se feriu.
Outros três jogadores do elenco — o meia Gerson, o zagueiro Danilo e o lateral-direito Wesley — também transitavam pela mesma região e escaparam ilesos, sem que seus veículos fossem atingidos. A assessoria do Flamengo confirmou que todos os atletas envolvidos chegaram em segurança às suas residências.
Rossi, por meio de nota oficial, expressou sua indignação com a insegurança na cidade e agradeceu aos torcedores pelas mensagens de apoio.
“Hoje pela manhã fui vítima da falta de segurança que assola o estado do Rio de Janeiro. Apesar do grande susto que eu e meus familiares passamos, estamos bem e nos recuperando do ocorrido”, declarou o goleiro argentino.
Em resposta ao incidente, o Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) da Polícia Militar realizou buscas na região e encaminhou algumas vítimas — incluindo civis que também foram abordados — à 21ª Delegacia Policial. Duas pessoas que não fazem parte do clube tiveram seus carros roubados. Entretanto, segundo a Polícia Civil, nenhum jogador ou representante do Flamengo procurou formalmente a delegacia para registrar ocorrência.
O episódio ocorreu horas após o time rubro-negro desembarcar no Aeroporto Internacional do Rio, por volta das 5h30 da manhã, vindo de Santiago del Estero, na Argentina. O elenco deve se reapresentar ainda nesta quinta-feira no Ninho do Urubu, iniciando a preparação para o próximo compromisso no Brasileirão, contra o Bahia, marcado para sábado.
Um embate verbal contundente marcou a sessão desta quarta-feira (7) no Supremo Tribunal Federal (STF), protagonizado pelos ministros Flávio Dino e André Mendonça. O motivo foi a divergência em torno do julgamento que trata do aumento de pena em crimes contra a honra quando cometidos contra agentes públicos no exercício da função.
O caso em pauta envolve a interpretação sobre a possibilidade de agravar em até um terço as punições por injúria, calúnia ou difamação dirigidas a servidores públicos. Dino defendeu a manutenção da previsão legal, desde que fique comprovada a caracterização do crime, enquanto Mendonça argumentou por limites mais estritos, propondo que apenas calúnia — quando há falsa imputação de crime — mereça o agravamento da pena.
Durante a discussão, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, ressaltou que ofensas como “ladrão” configuram calúnia, pois contêm imputações criminosas implícitas. Mendonça, porém, discordou com veemência:
“‘Ladrão’ é uma opinião, não um fato específico”, afirmou, provocando uma reação imediata de Dino:
“Para mim, é uma ofensa grave. Não admito que ninguém me chame de ladrão. Essa tese da moral flexível, que inventaram, desmoraliza o Estado. É uma ofensa gravíssima, não uma crítica”.
A tensão aumentou quando Mendonça retrucou:
“Se o cidadão não puder chamar um político de ladrão…”, sendo interrompido por Dino:
“E ministro do Supremo pode?”.
Mendonça respondeu prontamente:
“Eu não sou distinto dos demais”.
O ministro Cristiano Zanin, também presente na sessão, tentou acalmar os ânimos ao ponderar que críticas não podem ser tratadas automaticamente como crimes.
“Desde que ela não vire ofensa criminal, a crítica é legítima. O problema é quando se transforma em crime contra a honra”, disse.
A mais recente etapa da perseguição política movida pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) avança sobre um novo grupo de cidadãos — em sua maioria, militares honrados — que agora são tratados como criminosos por se oporem ao avanço da esquerda e ao aparelhamento do Estado.
O chamado "núcleo 4" está sendo acusado de supostos atos para pressionar o então comandante do Exército, general Freire Gomes, a se posicionar diante do colapso institucional e da desordem provocada pela gestão anterior do Judiciário e da mídia. A PGR alega, sem provas conclusivas, que grupos nas redes sociais teriam sido mobilizados para criticar o general, num movimento que é agora descrito como "milícias digitais".
Em mais uma medida controversa, a denúncia também afirma que estruturas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foram usadas com fins políticos — algo que, na prática, sempre ocorreu nos bastidores do poder, mas agora é apontado como crime seletivamente, conforme a ideologia dos investigados. Segundo a acusação, equipamentos da Abin teriam monitorado opositores ao movimento de resistência institucional.
Sete nomes foram denunciados nesse novo ataque jurídico-midiático: militares da reserva, um policial federal e um engenheiro que questionou a confiabilidade das urnas eletrônicas — pauta legítima e democrática ignorada sistematicamente pelo TSE.
Entre os alvos estão:
Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército)
Ângelo Martins Denicoli (major da reserva)
Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente)
Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel)
Reginaldo Vieira de Abreu (coronel)
Marcelo Araújo Bormevet (policial federal)
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal)
Todos eles agora são acusados de crimes como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa e “deterioração de patrimônio tombado” — tipificações cada vez mais usadas para criminalizar opositores do regime atual.
A denúncia será analisada pela Primeira Turma do STF, composta por ministros que, em decisões recentes, vêm consolidando um ativismo judicial alarmante. Se a denúncia for aceita, os acusados passam à condição de réus e enfrentam um processo onde o devido processo legal muitas vezes é ofuscado por julgamentos políticos.
Esse é mais um capítulo do que críticos classificam como uma escalada autoritária do sistema contra cidadãos que ousam desafiar a hegemonia do consórcio entre Judiciário, velha imprensa e setores da esquerda. Ao todo, 34 pessoas são alvo do processo, num dos episódios mais preocupantes de criminalização da divergência política no Brasil democrático.
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Moscou se prepara para receber ao menos 29 líderes mundiais nas comemorações do Dia da Vitória, evento que marca os 80 anos da vitória soviética contra a Alemanha nazista — uma data ignorada por muitas potências ocidentais, mas celebrada com firmeza por nações que ainda respeitam a história e os valores da soberania.
O presidente russo, Vladimir Putin, decretou um cessar-fogo simbólico de três dias como sinal de respeito aos veteranos e à memória da luta contra o totalitarismo nazista. As celebrações, entre os dias 8 e 11 de maio, contarão com o tradicional e imponente desfile militar na Praça Vermelha, no dia 9.
Unidades militares de 13 países, incluindo a China, demonstrarão força e solidariedade ao lado das tropas russas, com a presença de tanques, sistemas de armas de ponta e soldados disciplinados — uma imagem que contrasta com o colapso moral e militar do Ocidente decadente.
O Brasil, representado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcará presença ao lado do líder chinês Xi Jinping, num gesto que reforça o realinhamento global em curso e a rejeição ao domínio unipolar imposto por Washington.
Apesar do convite, nenhuma autoridade de peso dos Estados Unidos confirmou presença — um gesto previsível de desprezo político à história comum contra o nazismo. Mesmo assim, veteranos americanos que ainda honram a memória da guerra devem comparecer, em contraste com a postura do atual governo norte-americano.
Soldados norte-coreanos não participarão do desfile, mas o país será representado por seu embaixador. A Coreia do Norte, inclusive, confirmou que seus combatentes estão ao lado da Rússia na luta contra o regime de Kiev — sustentado por interesses estrangeiros e pela OTAN.
Enquanto o Ocidente afunda em ideologia e revisionismo, a Rússia lidera uma frente de nações que ainda reconhecem a importância da memória, da força e da soberania.
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Paulo Moura - 08/05/2025 10h02 | atualizado em 08/05/2025 10h04
Bebê resgatado em helicóptero de enchente no RS Foto: Reprodução/Exército
O pequeno Anthony Miguel, bebê que comoveu o Brasil em maio de 2024 ao ser resgatado por helicóptero do telhado de uma casa alagada em Bom Retiro do Sul, no Rio Grande do Sul, morreu nesta quarta-feira (7). A informação foi confirmada pela mãe da criança, Natasha Becker, pelas redes sociais, onde ela fez um relato emocionado.
– Não sei como vou chegar em casa, ver suas coisas e não te ver, como vou ser forte suficiente para saber que nunca mais vou ouvir mamãe, mamãe, estou aqui me culpando de tudo, o que podia ter feito diferente, como sua passagem aqui poderia ter sido melhor se eu tivesse feito certas coisas – escreveu.
A criança, que completou um ano em novembro de 2024, estava internada na UTI com quadro de infecção generalizada, conforme relatado por Natasha. O sepultamento está marcado para as 10h30 desta quinta-feira (8), no Cemitério Católico Particular de Cruzeiro do Sul.
Anthony ficou conhecido nacionalmente após o dramático resgate realizado durante as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024. Na época, ele tinha apenas cinco meses e foi salvo por militares do Exército que o retiraram, de helicóptero, do telhado de uma residência completamente tomada pela água.
A tragédia no estado deixou 184 mortos e ao menos 25 desaparecidos, impactando centenas de municípios, com especial gravidade na Região Metropolitana e no Vale do Taquari. Milhares de pessoas perderam suas casas, bens e veículos, como foi o caso da família de Anthony.