ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 10 de maio de 2025

Alta da Selic não consegue conter inflação, que segue pesando no bolso A taxa básica de juros (Selic) subiu para 14,75% ao ano nesta semana, enquanto a inflação de abril teve alta de 0,43%

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 atualizado 

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Imagem colorida, um homem avaliando um produto dentro de um mercado - Metrópoles
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Enquanto o Banco Central (BC) mantém o ciclo de escalada dos juros, a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segue alta e ainda acima da meta — de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

Como divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nessa sexta-feira (9/5), o índice de abril subiu 0,43%, atingindo 5,53% na variação acumulada em 12 meses.

Para especialistas, a alta dos preços medidos em abril confirma que a inflação segue resistente, mesmo com os juros em patamar elevado. A taxa básica de juros, a Selic, subiu de 14,25% ao ano para 14,75% ao ano, segundo decisão tomada na última quarta-feira (6/5) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a combinação de demanda pressionada, aumento nos custos logísticos e instabilidade fiscal contribuiu para o resultado da inflação do quarto mês do ano.

“Com esse cenário, o consumo tende a desacelerar ainda mais, especialmente nas famílias de baixa e média renda. Para o mercado, é um sinal claro de que os juros devem continuar altos por mais tempo, o que reforça a migração de investidores e consumidores para alternativas mais previsíveis e estruturadas, como ativos reais e crédito via consórcio”, explica Ros.

Felipe Vasconcellos, Sócio da Equus Capital, avalia que nesse cenário de inflação resistente, o Banco Central tende a manter os juros elevados por mais tempo. No entanto, para a próxima reunião, o Copom não indicou qual será o movimento.

Segundo o comitê, o cenário é “de elevada incerteza” e demanda cautela adicional na atuação da política monetária, além de flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.


Entenda a situação dos juros no Brasil

  • A taxa Selic é o principal instrumento de controle da inflação.
  • O Brasil enfrenta uma inflação anual de 5,48%, acima do teto da meta de 4,5%, e a decisão visa segurar o avanço dos preços.
  • Ao aumentar os juros, a consequência esperada é a redução do consumo no país.
  • Dessa forma, o crédito fica mais caro e a atividade econômica tende a desaquecer, provocando queda de preços para consumidores e produtores. A inflação dos alimentos tem sido a pedra no sapato do presidente Lula (PT).
  • Projeções mais recentes mostram que o mercado desacredita em um cenário em que a taxa de juros volte a ficar abaixo de dois dígitos durante o governo Lula e do mandato de Gabriel Galípolo à frente do BC.
  • A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 17 e 18 de junho.

Com o resultado de abril, a inflação anualizada ampliou ainda mais a distância do centro da meta (de 3%).

“O atual nível da Selic, agora em 14,75%, embora necessário para conter expectativas, algumas vezes tem mostrado sinais de esgotamento como instrumento exclusivo de combate à inflação”, avalia Sidney Lima, analista CNPI da Ouro Preto Investimentos.

Para Lima, a política monetária está batendo no consumo, travando crédito e investimentos produtivos, mas ainda não conseguiu quebrar a rigidez de preços em itens essenciais.

Poder de compra segue baixo

Como mostrado pelo Metrópoles, o poder de compra da população brasileira, principalmente das classes mais baixas, está pequeno e tem ampliado a percepção negativa do governo. Com baixo poder aquisitivo, a retomada do consumo fica limitada.

Abaixo da inflação, renda do trabalhador não segue queda do desemprego

Além disso, a pressão está vindo justamente de setores com forte impacto sobre a renda das famílias, como alimentação, saúde e educação, que lideraram os reajustes em abril.

Prisão de ex-ministro de Lula ganha força no Senado

JCO

Em um discurso firme e corajoso no Senado, o senador Magno Malta (PL-ES) escancarou a podridão por trás dos escândalos envolvendo descontos indevidos nos benefícios previdenciários de milhões de brasileiros. O parlamentar conservador cobrou a imediata instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS e exigiu a responsabilização dos culpados — incluindo o ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi.

“O senhor Lupi e sua trupe precisam ser presos”, afirmou Malta com contundência, dando voz à indignação de aposentados humilhados por um sistema que os explora.

A denúncia, embasada em relatos pessoais e de associações de aposentados, revela um esquema perverso: enquanto brasileiros idosos e vulneráveis não têm sequer como comprar seus remédios, operadores fraudulentos vivem no luxo.

 

“Vivem nababescamente em cima da miséria de quem não tem aposentadoria nem para comprar remédio”, denunciou o senador.

Malta, cuja tia idosa e amputada é uma das vítimas dos descontos inexplicáveis, não escondeu a revolta:

“Ela me liga desesperada. Está recebendo cada vez menos. O dinheiro não dá nem para o básico. É desumano.”

Durante o discurso, o senador citou ainda o colapso de regimes autoritários da história para ilustrar a derrocada moral do governo e de setores que, segundo ele, perderam completamente o senso de justiça:

“Veja Calígula, Nero, o Império Romano... Chega uma hora em que a máscara cai.”

Tensão toma conta de Brasília, Moraes ultrapassa todos os limites e resposta forte deve acontecer

JCO

A democracia não se curva à caneta de um único homem.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, que ignorou deliberadamente a decisão soberana de 315 deputados federais, é mais um capítulo da escalada autoritária que se impõe sobre o Estado de Direito no Brasil.

Quando um único ministro escolhe desconsiderar, de forma explícita, a vontade expressa da maioria do Parlamento brasileiro, ele não ataca apenas um deputado — ataca a representação popular, o princípio democrático e a independência entre os Poderes.

A Câmara dos Deputados, em votação pública e transparente, decidiu suspender uma ação penal viciada desde sua origem. A decisão do Parlamento não foi um gesto político, foi um ato constitucional, amparado no artigo 53 da Carta Magna. Ao ignorar essa decisão, o ministro afronta a própria Constituição da República.

A quem serve um Judiciário que se julga acima da vontade soberana do povo?

A quem interessa um Supremo que, ao invés de ser o guardião da Constituição, passa a reescrevê-la segundo conveniências políticas?

O Brasil presencia, mais uma vez, um grave atentado à harmonia entre os Poderes. A decisão de Moraes não é apenas juridicamente abusiva — ela é politicamente provocativa e institucionalmente insustentável.

O Parlamento não aceitará ser reduzido a um espectador passivo de suas próprias atribuições. A história não absolverá o silêncio cúmplice nem a covardia diante de tamanha afronta.

Em nome da Oposição, afirmo: o Brasil exige o restabelecimento do respeito entre os Poderes da República. Sem isso, não há democracia. Só arbítrio.

Luciano Zucco

Deputado Federal

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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Zambelli solta o verbo após voto de Moraes

JCO

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) se manifestou com indignação após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votar a favor de sua condenação a uma pena de 10 anos de prisão, além da cassação de seu mandato parlamentar. O julgamento refere-se a acusações de invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica, processo em que Zambelli e o hacker Walter Delgatti são réus.

Em nota, a parlamentar afirmou que está profundamente inconformada com a decisão.

“Em respeito à população brasileira e à confiança que quase 1 milhão de eleitores depositaram em mim, venho expressar meu mais profundo sentimento de inconformismo diante do voto”, declarou Zambelli.

Ela acrescentou que o ministro, “ignorando os fatos e a ausência de provas nos autos, [Moraes] optou por me condenar injustamente”.

A sessão virtual da Primeira Turma do STF teve início nesta sexta-feira (9/5) e está prevista para seguir até o próximo dia 16, salvo pedido de destaque ou vista de algum dos ministros. Moraes, relator do caso, foi o primeiro a votar.

Zambelli sustenta que está sendo alvo de uma perseguição motivada por razões ideológicas.

“Estou sendo vítima de uma perseguição política que atenta não apenas contra minha honra pessoal, mas contra os princípios mais elementares do Estado de Direito. O que está em julgamento não são ações concretas, mas minha postura firme, minha voz ativa e minha defesa inabalável dos valores conservadores que represento”, afirmou.

A deputada concluiu a nota denunciando o que classificou como uma tentativa de silenciar parlamentares de direita.

“Sou alvo de uma tentativa clara de silenciar uma mulher de direita, deputada eleita pelo povo, que não se curva diante de abusos de poder.”

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, suas liberdades serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Pessoalmente, Gilmar dá bronca em ministro de Lula: “O que acaba com a Previdência é esta roubalheira que estamos vendo no INSS”

JCO

O ministro Gilmar Mendes ligou pessoalmente para o petista Luiz Marinho e deu uma verdadeira ‘chacoalhada’ no petista, irritado com insinuações maldosas.

A nota sobre o assunto foi publicada na coluna Radar, da Veja. Confira:

“Ministro do Trabalho, o petista Luiz Marinho disse outro dia ‘esperar’ que as ‘motivações’ de Gilmar Mendes ‘sejam plenamente jurídicas’, ao travar, no STF, ações contra pejotização no país.
O veneno fez o decano ligar a Marinho. ‘Vocês estão na rota errada. Em dois anos, não aprovaram nada. Está tudo afundando’, disse Mendes a Marinho.
Para Mendes, brigar contra a pejotização equivale ‘a defender o condutor de carruagem contra o avanço dos carros’. O ideal, segundo ele, seria modernizar as relações de trabalho.
‘Uma coisa é colocar empregada doméstica de PJ, outra é querer que representante bancário, franquiado e quem ganha dinheiro com aplicativo na CLT. É preciso achar outras formas de financiar o sistema’, disse Mendes.
O ministro de Lula disse também que o julgamento do STF pode ‘acabar com a Previdência e o próprio Ministério do Trabalho’. Mendes também não deixou isso sem resposta: ‘O que acaba com a Previdência é esta roubalheira que estamos vendo no INSS’.”

Nesse ponto, o decano tem razão.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...