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quarta-feira, 14 de maio de 2025

Esquemas sindicais e fraudes no INSS: Como a esquerda desfigurou a MP anticorrupção de Bolsonaro

JCO

Por trás da narrativa de defesa dos trabalhadores, um sistema bilionário de descontos fraudulentos em aposentadorias pode ter sido blindado por decisões políticas.

Em 2019, o governo Jair Bolsonaro lançou a Medida Provisória 871/2019 com a promessa de apertar o cerco contra fraudes no sistema previdenciário. A proposta visava endurecer os mecanismos de controle sobre autorizações de descontos em benefícios do INSS, usados amplamente por entidades sindicais e associações de aposentados. Segundo o próprio texto da MP, o objetivo era impedir que “terceiros mal-intencionados” continuassem explorando beneficiários com descontos indevidos — uma prática que, ao longo dos anos, movimentou bilhões de reais.

No entanto, a medida esbarrou em forte resistência no Congresso. Partidos de esquerda, hoje base do governo Lula, se mobilizaram para enfraquecer o alcance da proposta. Parlamentares apresentaram dezenas de emendas que visavam flexibilizar ou adiar as exigências de revalidação periódica das autorizações para os descontos. Em alguns casos, a revalidação anual prevista foi substituída por um intervalo de cinco anos; em outros, foi proposta a suspensão da exigência até 2028.

A justificativa oficial da oposição? A MP, segundo seus críticos, não combatia fraudes, mas sim “retirava direitos dos trabalhadores”. O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) afirmou que o governo já tinha instrumentos suficientes para investigar irregularidades. O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi mais direto: alegou que endurecer os controles seria uma forma de “aniquilar a participação dos sindicatos”.

Mas a realidade mostrava outra coisa. A exposição de motivos da própria MP mencionava o termo “fraude” 16 vezes, apontando um padrão claro de irregularidades sistêmicas. Investigações da Controladoria-Geral da União (CGU) já indicavam a existência de entidades que recebiam somas vultosas por meio desses descontos. Entre elas, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) se destacava.

Em 2023, a CONTAG foi a maior beneficiária dos descontos associativos, acumulando R$ 426 milhões, segundo a CGU. Seu presidente, Aristides Veras, é irmão do deputado Carlos Veras (PT-PE), um dos articuladores das mudanças na MP. Em plenário, o parlamentar celebrou a aprovação das emendas como “uma vitória da CONTAG, do PT e da esquerda”. Hoje, tanto a entidade quanto seu dirigente são alvos da Polícia Federal na Operação Sem Desconto, que investiga supostos desvios e fraudes em larga escala.

Mesmo diante da pressão, o governo Bolsonaro tentou manter o núcleo da proposta. Mas, diante do risco de derrota no Congresso, aceitou parte das emendas para garantir a aprovação da MP — uma concessão tática para evitar a completa desfiguração do texto. O Palácio do Planalto preferiu garantir o mínimo avanço no combate às fraudes a correr o risco de arquivamento da medida.

Agora, os desdobramentos das investigações mostram o impacto daquele embate legislativo: aposentados vulneráveis continuaram sendo alvo de descontos, enquanto entidades sindicais acumularam recursos — muitas delas sem a devida transparência sobre a origem e o uso dos valores arrecadados.

As conexões políticas por trás dos esquemas levantam suspeitas graves. A CONTAG, além de seu histórico de arrecadações, tem presença ativa em articulações partidárias. A relação entre a entidade e lideranças do PT acende o alerta sobre como interesses sindicais e políticos se entrelaçaram para barrar medidas de fiscalização.

A alegação de “defesa dos trabalhadores” serviu, na prática, para proteger estruturas suspeitas de explorar aposentados. A estratégia da esquerda em diluir os mecanismos de controle acabou blindando setores acusados justamente de agir contra os interesses dos beneficiários do INSS.

Os fatos apontam para uma tentativa frustrada de controlar uma engrenagem de fraudes previdenciárias. A MP 871/19 foi desidratada no Congresso por partidos que, hoje, ocupam o centro do poder. Com as operações da Polícia Federal em andamento e a CGU mapeando os fluxos de dinheiro, fica cada vez mais difícil sustentar o discurso de que o objetivo era “proteger direitos”.

A retórica política escondeu uma estrutura de arrecadação que agora está sendo desvendada — e que pode expor um dos maiores escândalos silenciosos da gestão sindical no Brasil.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.


Presidente da Câmara toma coragem e vai para o enfrentamento contra a 1ª turma do STF

JCO

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de fazer prevalecer a decisão do legislativo que suspendeu a ação penal contra o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Nas suas redes sociais, Motta disse esperar “que os votos dos 315 deputados sejam respeitados”. 315 deputados federais votaram para que o ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) tivesse sua ação penal sustada no Supremo, enquanto ele estiver exercendo mandato na Câmara.

No entanto, numa rapidez impressionante, no dia seguinte, a Primeira Turma da Corte reverteu essa decisão, sob o argumento de que Ramagem deve continuar respondendo em relação aos crimes cometidos antes de ele se tornar deputado. Por isso, o caso fica suspenso apenas em relação a parte dos crimes de que o deputado é acusado.

“Por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), a ser julgada pelo plenário do STF, esperamos que os votos dos 315 deputados sejam respeitados. A harmonia entre Poderes só ocorre quando todos usam o mesmo diapasão e estão na mesma sintonia”, disse Motta em suas redes sociais nesta terça.

A ação apresentada ao plenário do STF diz que a decisão da Primeira Turma restringiu “de forma absoluta e desproporcional” a decisão da Câmara e “esvazia” o papel do Legislativo. A ação fez críticas contundentes à conduta da Corte.

“A sustação prevista na Constituição não constitui escudo de impunidade, mas instrumento de proteção ao livre exercício do mandato, cuja legitimidade decorre da soberania popular e da necessidade de equilíbrio entre os Poderes da República. (…) No caso concreto, a decisão objeto da arguição, ao desconsiderar a natureza continuada ou permanente de parte das infrações imputadas invadiu a esfera de deliberação típica do Parlamento”, dizem trechos importantes do pedido.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

 Hoje minha querida e linda amiga Kátia completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe juntamente com seus familiares.

Parabéns amiga!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje minha querida e linda amiga Márcia completa mais um ano de vida, pedimos a DEUS que lhe abençoe juntamente com seus familiares.

Parabéns amiga!!

Janja irrita Xi Jinping e Lula consegue piorar a situação vexatória (veja o vídeo)

JCO

Janja tem dificuldades enormes para se comportar de maneira condizente, com uma verdadeira primeira-dama.

Na China, um país de costumes e tradições bem diferentes do Brasil, Janja desandou a falar sobre os efeitos prejudiciais da rede social TikTok, uma plataforma chinesa. Disse que a plataforma chinesa favoreceria a direita no Brasil.

Constrangido, Xi foi curto e grosso e disse que o Brasil tem todo o poder de regular e até banir o uso da rede social no país.

Pois bem, Lula conseguiu piorar a situação para o povo brasileiro.

Segundo ele, a pergunta sobre TikTok foi sua. E que a intenção era pedir que um enviado de confiança do governo chinês viesse ao Brasil tratar de regulação às redes

Ou seja, Lula pretende aprender com a China comunista como regular as redes sociais no Brasil. Não tem como piorar...

Veja o vídeo:

Líder da direita em Portugal está bem, mas manifestações da esquerda no hospital chocam o mundo

JCO

O líder do partido de direita Chega, em Portugal, passou mal e foi forçado a abandonar um comício durante a campanha para a eleição ao Parlamento do país, no próximo domingo.

Ele discursava quando parou para beber água. Após um gole, levou a mão ao peito, e, aparentemente sem ar, foi ao chão.

Ventura, de 42 anos, foi cercado por seguranças e partidários, que tiraram o presidente do Chega do local. Ele recebeu o primeiro atendimento após a chegada de duas ambulâncias.

Segundo o líder parlamentar da sigla, Pedro Pinto, Ventura estava consciente, mas foi levado para o Hospital para fazer exames. Um infarto teria sido descartado pela equipe que prestou socorro.

O Chega quadruplicou sua bancada para 50 deputados na eleição de 2024.

Veja o vídeo:

URGENTE: Candidato da direita em Portugal, toma um gole de água, leva a mão ao peito e vai ao chão (veja o vídeo)

JCO

O líder do partido de direita Chega, em Portugal, passou mal e foi forçado a abandonar um comício durante a campanha para a eleição ao Parlamento do país, no próximo domingo.

Ele discursava quando parou para beber água. Após um gole, levou a mão ao peito, e, aparentemente sem ar, foi ao chão.

Ventura, de 42 anos, foi cercado por seguranças e partidários, que tiraram o presidente do Chega do local. Ele recebeu o primeiro atendimento após a chegada de duas ambulâncias.

Segundo o líder parlamentar da sigla, Pedro Pinto, Ventura estava consciente, mas foi levado para o Hospital para fazer exames. Um infarto teria sido descartado pela equipe que prestou socorro.

O Chega quadruplicou sua bancada para 50 deputados na eleição de 2024.

Veja o vídeo:

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...