ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 24 de julho de 2025

Trump dá um duro golpe na "agenda woke"

JCO

O presidente Donald Trump está retirando os Estados Unidos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), citando tendências “anti-América” e “anti-Israel”, além de uma “agenda woke”.

A decisão foi tomada após uma revisão de 90 dias da presença americana na UNESCO, iniciada em fevereiro, com foco especial na investigação de qualquer “antissemitismo ou sentimento anti-Israel dentro da organização”.

De acordo com um funcionário da Casa Branca, a revisão revelou descontentamento da administração com as políticas de diversidade, equidade e inclusão da UNESCO, bem como seu viés pró-Palestina e pró-China.

Eis a declaração da Casa Branca:

“O Presidente Trump decidiu retirar os Estados Unidos da UNESCO — que apoia causas culturais e sociais ‘woke’ e divisivas que estão totalmente desalinhadas com as políticas de bom senso pelas quais os americanos votaram em novembro“, declarou Anna Kelly, porta-voz adjunta da Casa Branca

E completou:.

 “Este Presidente sempre colocará a América em primeiro lugar e garantirá que a nossa participação em todas as organizações internacionais se alinhe com os nossos interesses nacionais.”

Moraes é o “falsificador-geral da legislação em vigor”

JCO

O jornalista Jose Roberto Guzzo, ou simplesmente J.R. Guzzo, é extremamente respeitado. Sua opinião tem peso e relevância.

Sua história no jornalismo brasileiro tem mais de cinquenta anos, tendo passado por inúmeros veículos de comunicação, sempre mantendo independência e nunca fugindo do embate de ideias.

Nesta quinta-feira (24) em sua coluna no jornal Gazeta do Povo, Guzzo apresenta um texto que merece uma profunda reflexão sobre o ministro Alexandre de Moraes, que segundo ele ‘há muito tempo se tornou uma combinação de carcereiro, operador de célula política a favor do governo Lula e falsificador-geral da legislação em vigor’. Leia o texto:

“O jurista Marco Aurélio Mello, que passou 31 anos de sua vida como ministro do Supremo Tribunal Federal, sugere que seu ex-colega Alexandre de Moraes procure ajuda profissional de algum praticante das ciências psicológicas – e presumivelmente com urgência. É para o seu próprio bem, mas é, sobretudo, para o bem de quem lhe paga os vencimentos e tem o direito de receber dele os serviços devidos à sua função pública. Estamos pagando. Mas não estamos recebendo de volta o que o ministro tem obrigação de entregar.
É o exato contrário. Moraes, já há anos e em modo cada vez mais extremo, vem usando o seu cargo para impor uma situação de terra arrasada na ordem jurídica brasileira. Por interesses políticos puros, simples e chocantes, substituiu a Constituição Federal por uma maçaroca de regras pessoais – e é com elas, sem o controle de ninguém, que passou a dizer o que é permitido e o que é proibido neste país. Mais do que qualquer um de seus colegas, decretou o Regimento Interno do STF como lei suprema da República. Suas decisões têm sido vitais para o fim da segurança jurídica no Brasil.
Há seis anos, desde que começou a escalada totalitária que o transformou no maior ídolo da extrema esquerda nacional, Moraes dá a mesma resposta – exatamente a mesma – para toda crítica a ele e a seus despachos, por mais cautelosa e educada que seja: calem a boca, porque vocês não entendem nada de Direito e não sabem do que estão falando.
Não é apenas grosseiro. É falso. Ele é uma autoridade pública e pode, sim, ser criticado a qualquer momento por qualquer decisão capaz de afetar a vida de qualquer cidadão. E agora? Ainda outro dia, teve de engolir um manifesto de 15 mil advogados denunciando as barbaridades do STF. Não dá também para sustentar que o ex-ministro Marco Aurélio é um idiota que só dá palpite infeliz.
Alexandre de Moraes deixou de ser um magistrado há muito tempo e se tornou uma combinação de carcereiro, operador de célula política a favor do governo Lula e falsificador-geral da legislação em vigor. Deixou, também, de ser um caso da vida pública e passou a ser um caso clínico. Seu problema, como diz Marco Aurélio, talvez já não tenha mais de ser resolvido pelo Senado. O que parece realmente estar faltando é um bom atestado médico.”

A “força” do PT: As 10 cidades mais violentas do Brasil estão no Nordeste

JCO

Nova pesquisa do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revela que todas as cidades no topo do ranking estão localizadas na região Nordeste do país, que sofre com o rápido avanço do narcotráfico e disputas sangrentas entre facções criminosas por controle de território.

Parece óbvio que isso é produto de um predomínio de governos de esquerda nessa região, notadamente do PT. O panorama é alarmante.

A cidade de Maranguape, no Ceará, lidera o ranking nacional de mortes violentas intencionais, com taxa de 79,9 homicídios por 100 mil habitantes.

“Assim como outras cidades do Ceará, o território é palco de uma disputa sangrenta entre duas facções criminosas, o Comando Vermelho (CV) e os Guardiões do Estado (GDE)“, diz o relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O ranking das cidades mais violentas é composto por três municípios do Ceará, cinco da Bahia e dois de Pernambuco. Em todos os casos, o índice de mortalidade é pelo menos o triplo da média nacional, equivalente a 20,8 homicídios por 100 mil moradores.

Confira, a seguir, a lista das dez cidades brasileiras com índices mais altos de homicídios por 100 mil habitantes, segundo o Anuário de Segurança Pública.

1-  Maranguape (CE): 79,9 por 100 mil
2-  Jequié (BA): 77,6
3-  Juazeiro (BA): 76,2
4-  Camaçari (BA): 74,8
5-  Cabo de Santo Agostinho (PE): 73,3
6-  São Lourenço da Mata (PE): 73
7-  Simões Filho (BA): 71,4
8-  Caucaia (CE): 68,7
9-  Maracanaú (CE): 68,5
10-Feira de Santana (BA): 65,2

Renomada entidade dos EUA pede sanções contra Moraes

JCO

A tensão entre setores da sociedade americana e o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou um novo capítulo com o pedido de uma renomada entidade da Flórida para que o ministro Alexandre de Moraes seja alvo de sanções internacionais. A Legal Help 4 You LLC, especializada em assessoria jurídica, solicitou à Justiça dos Estados Unidos o encaminhamento de documentos ao Departamento de Estado, pedindo a aplicação da Lei Global Magnitsky contra o magistrado.

O pedido foi apresentado como parte de uma ação movida pela Trump Media e pela plataforma Rumble em um tribunal federal da Flórida. Desde fevereiro, o processo contesta decisões de Moraes envolvendo o bloqueio de perfis em redes sociais, como o do comentarista Rodrigo Constantino. A Legal Help 4 You participa do caso como amicus curiae — uma parte interessada que oferece argumentos técnicos ao juízo.

De acordo com a petição, protocolada na última terça-feira (22), as medidas tomadas por Moraes, especialmente o bloqueio de contas, seriam “arbitrárias, ilegais e ofensivas à consciência moral”, violando direitos fundamentais garantidos por tratados internacionais. A entidade argumenta que tais ações justificariam a imposição de sanções sob a Lei Global Magnitsky, legislação americana voltada à punição de estrangeiros envolvidos em corrupção e abusos contra os direitos humanos.

O texto da solicitação afirma:

“Os autores respeitosamente solicitam que o tribunal encaminhe as evidências ao Departamento de Estado dos EUA para consideração de possíveis sanções contra Alexandre de Moraes e outros membros do STF”.

No entanto, o pedido não menciona explicitamente quais outros ministros poderiam ser incluídos em eventual sanção.

A Lei Magnitsky, já aplicada contra autoridades de países como Rússia, Venezuela e China, permite medidas como congelamento de bens nos EUA, cancelamento de vistos e proibição de entrada no território americano. Caso aceite o pedido, esta será a primeira vez que a legislação é usada em um litígio envolvendo o Supremo brasileiro.

Procurado pela imprensa, o STF optou por não se manifestar sobre o caso

Bolsonaro vai às lágrimas... (veja o vídeo)

JCO

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi às lágrimas nesta quinta-feira (24) ao ouvir uma declaração de amor da esposa, Michelle Bolsonaro, durante um culto na Catedral da Bênção, em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal. 

Na ocasião, a ex-primeira-dama declarou publicamente:

“Marido, te amo”, enquanto discursava sobre fé e confiança em Deus.

O gesto comoveu Bolsonaro, que chorou diante da congregação. O casal estava no local justamente no dia em que o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter as medidas cautelares impostas ao ex-presidente, mas sem ordenar sua prisão preventiva.

Mais cedo, Bolsonaro deixou sua residência no Jardim Botânico, em Brasília, e dirigiu-se até a igreja evangélica, onde tem laços antigos com lideranças locais. 

A visita ocorreu poucas horas após a publicação do despacho de Moraes, que reforçou a obrigatoriedade de cumprimento das restrições, como o uso da tornozeleira eletrônica.

Moraes comete erro de português em decisão contra Bolsonaro e corrige logo depois

JCO

Durante despacho emitido nesta quinta-feira (24/7), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, protagonizou uma gafe gramatical ao se dirigir ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, ao negar o pedido de prisão preventiva de Bolsonaro, o magistrado utilizou uma frase com erro de português evidente.

No texto oficial, Moraes escreveu:

“Como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (sic), a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA (sic)”.

A utilização do termo “mais”, com sentido de adição, em vez de “mas”, que indica contraste, foi alvo imediato de críticas e observações de especialistas em linguagem.

Além disso, a frase também carecia de uma vírgula após o termo “cega”, necessária para separar as orações de forma adequada. O enunciado gramaticalmente correto seria:

“A Justiça é cega, mas não é tola”.

A repercussão levou à revisão do despacho. Após a publicação de reportagens destacando o deslize, a assessoria do ministro divulgou uma versão corrigida do documento, substituindo o “mais” por “mas”. Contudo, a vírgula entre as orações permaneceu ausente na nova redação.

URGENTE: Moraes finalmente decide sobre prisão de Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes decidiu nesta quinta-feira (24), apenas advertir Jair Bolsonaro sobre as medidas cautelares por ele impostas ao ex-presidente, evitando, assim, uma ordem de prisão.

Moraes diz que, caso Bolsonaro venha a descumprir alguma medida novamente, ele será preso imediatamente.

“Por se tratar de irregularidade isolada, sem notícias de outros descumprimentos até o momento, bem como das alegações da Defesa de Jair Messias Bolsonaro da ‘ausência de intenção de fazê-lo, tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas’, deixo de converter as medidas cautelares em prisão preventiva, advertindo ao réu, entretanto, que, se houver novo descumprimento, a conversão será imediata”, diz Moraes.

Parece que faltou coragem para tomar a medida extrema.

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JC 01/02/2026 às 10:36 A avaliação que se pode fazer – e que o contexto da fala permite avaliar – é que o vídeo será compartilhado entre apo...