"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso." (General Olímpio Mourão Filho).Na época em que proferiu esta sentença, Mourão Filho não tinha sequer ouvido falar de Lula da Çilva, o presidente boçal que mais uma vez, e agora de forma definitiva, empurra o Brasil para o abismo.
A foto acima foi feita durante a posse do novo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian. Da esquerda para a direita, tem-se: 1. Geraldo Alckmin, vice-presidente do Brasil, que lá estava representando Lula da Çilva e prestigiando a cruel ditadura teocrática dos aiatolás daquele país; 2. Mohammed Abdulsalam, porta-voz do grupo terrorista Houthis do Iêmen, em guerra contra Israel; 3. Ziyad al-Nakhalah, chefe do grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, em guerra contra Israel; 4. Naim Assem, vice-líder do grupo terrorista Hezbollah que atua no Líbano, em guerra contra Israel; 5. Ismail Haniyeh, chefe do grupo terrorista palestino Hamas, em guerra contra Israel. Todos os quatro terroristas, à direita de Alckmin, já foram eliminados por Israel. Dos cinco na foto, apenas um continua vivo.
Luiz Ignorácio Lula da Çilva já transformou a presidência da República em um picadeiro onde, diariamente, entre chuvas de maltratos linguísticos, ridiculariza e complica a situação do País perante os Estados Unidos e demais nações do mundo democrático e civilizado.
Este energúmeno, Lula da Çilva, já afirmara que Trump, se ganhasse as eleições americanas “seria o nazismo com outra cara”. Esta besta quadrada, Lula da Çilva, semianalfabeto que é, por óbvio não tem a menor ideia do que seja Nazismo, ou Fascismo. Aliás esta é a condição da malta barulhenta esquerdista (petistas, comunistas, psolistas, etc.) que vive a gritar histericamente: “fascista”, “nazista”, sem a menor noção do que acusam.
Esta frase sobre Trump, vomitada entre uma chuva de perdigotos fétidos por esta bosta (Lula da Çilva), tem e terá sérias consequências para o povo brasileiro.
Não me apiedo dos imbecis lulopetistas que depuseram o voto neste animal (no sentido metafórico, que não é intenção minha ofender os animais), mas me preocupo com o Brasil enquanto nação. Também não me apiedo daqueles que, imbuídos de uma falsa pudicícia, anularam o voto, dando assim uma vantagem eleitoral para o idiota apedeuta, levando-o a vencer as eleições de 2022. O resultado aí está e piorando: o Brasil em franca venezuelização, ao tempo em que sofre pesadas sanções (iniciais!) norte-americanas.
Em meio a esta tempestade, quem o apedeuta (Lula da Çilva) foi buscar para liderar negociações com Trump? Ele, o seu vice Geraldo Alckmin, que marcou presença prestigiando a posse do presidente do Irã, Masoud Pezeshkian. O Irã é uma ditadura teocrática desumana, retrógrada, medieval, antissemita, financiadora dos piores grupos terroristas no mundo (Hamas, Hezbollah, Houthis, Jihad Islâmica), que mata mulheres por não usarem o véu islâmico “adequadamente”, que enforca homossexuais em praça pública e que – ‘last but not at all the least!’ – é o maior INIMIGO dos Estados Unidos, que o trata de “Grande Satã” e jura destruí-lo. Aliás, na posse de Masoud Pezeshkian, não faltou o costumeiro coro “Morte à América”, que Alckmin ouviu sem protestar!
Certamente Trump dará à comitiva de Alckmin a importância que ela merece: nenhuma! Certamente, ninguém receberá esta comitiva em Washington. Isto se Alckmin não for barrado antes de entrar nos Estados Unidos, como ‘persona non grata’, por sua relação amistosa com a ditadura teocrática do Irã.
Além das punções iniciais ao Brasil pelos Estados Unidos, por infringir diariamente direitos humanos em associação com o STF e, principalmente, com Alexandre de Moraes - uma espécie de juiz Roland Freisler do Tribunal Popular de Hitler -, a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte, compreendendo 32 países europeus, americanos e asiáticos) já prepara outras pesadas sanções devido ao apoio de Luiz Stalinácio Lula da Çilva à Rússia. O Brasil, sob Lula da Çilva, tornou-se o 2º maior comprador de Diesel da Rússia, além de grande comprador de fertilizantes daquele país, o que é visto pela OTAN como um financiamento da guerra de invasão da Ucrânia. Esta punição deverá atingir também a China e a Índia, países que, como o Brasil, têm se beneficiado da infame guerra de invasão da Rússia contra a Ucrânia.
É a hecatombe que se anuncia para todos os brasileiros. O General Olímpio Mourão Filho estava carregado de razão.
Ou o Brasil se livra, imediatamente, de Lula, ou Lula acaba com o Brasil.