ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Donald Trump assina decreto que oficializa tarifas de 50% dos EUA ao Brasil

Cidade Verde Por Estadão Conteúdo e SBTNews

Fotos: Divulgação Casa Branca/STF/ Reprodução X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira, 30, o decreto que oficializa tarifas de 50% ao Brasil. O texto da Casa Branca ataca o governo brasileiro e faz uma defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e de "milhares de seus apoiadores" como alvos de "violações dos direitos humanos que minaram o Estado de Direito no Brasil" (leia mais abaixo). O presidente Lula (PT) afirmou que esta quarta-feira (30) é um dia sagrado para a soberania, em reação à assinatura do Trump.

Na ordem executiva, a Casa Branca informa: "Hoje, o presidente Donald J. Trump assinou uma Ordem Executiva implementando uma tarifa adicional de 40% sobre o Brasil, elevando o valor total da tarifa para 50%, para lidar com políticas, práticas e ações recentes do governo brasileiro que constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos".

A Ordem declara uma nova emergência nacional, "utilizando a autoridade do presidente sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional de 1977 (IEEPA) e estabelece uma tarifa adicional de 40% para lidar com as políticas e ações incomuns e extraordinárias do governo do Brasil que prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos, a política externa dos EUA e a economia dos EUA".

O texto também diz textualmente que "a Ordem considera que a perseguição, intimidação, assédio, censura e processo politicamente motivados pelo governo do Brasil contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e milhares de seus apoiadores constituem graves violações dos direitos humanos que minaram o Estado de Direito no Brasil".

O texto também menciona que "o presidente Trump tem reafirmado consistentemente seu compromisso de defender a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos contra ameaças estrangeiras, inclusive salvaguardando a liberdade de expressão, protegendo empresas americanas de censura coercitiva ilegal e responsabilizando violadores de direitos humanos por seu comportamento ilegal".

Suco de Laranja, aeronaves civis, petróleo: produtos brasileiros que não serão taxados

Poucos minutos após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar a ordem executiva que confirma o aumento da tarifa para produtos brasileiros de 10% para 50%, a Casa Branca publicou uma lista com 694 produtos brasileiros, como suco de laranja, produtos de energia, aeronaves civis e suas peças, que serão isentos do tarifaço.

O decreto também mostrou que celulose, produtos petrolíferos e fertilizantes também ficaram de fora da tarifa geral de 50% anunciada por Trump. Mel orgânico, café não torrado, carnes bovinas e peixes não configuram na lista de isenções.

URGENTE: Moraes aparece em público, vai a estádio e faz gesto obsceno

JCO

Horas após ser oficialmente incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky pelo governo dos Estados Unidos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi visto na Neo Química Arena, em São Paulo, assistindo ao clássico entre Corinthians e Palmeiras, válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil. 

Estranhamente, Moraes fez um gesto obsceno com o dedo médio em direção ao público em determinado momento.

Ainda não foi revelado o motivo.

O episódio ocorre no mesmo dia em que o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra Moraes, acusando-o de promover censura, detenções arbitrárias e processos politizados, inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. As punições incluem o bloqueio de bens e contas vinculadas ao sistema financeiro norte-americano, bem como a proibição de entrada nos Estados Unidos. Além de Moraes, outros ministros do STF e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também tiveram seus vistos revogados por decisão anterior da administração Trump.

Veja o momento em que Moraes faz o gesto obsceno:

Vaza informação interna do STF que pode ser a primeira medida contra Trump

JCO

Uma nova informação foi vazada pela CNN Brasil.

Segundo o portal, uma ala do STF defende que tribunais internacionais sejam acionados para questionar e reverter sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes.

Diz a CNN:

"Eventuais recursos perante tribunais dos Estados Unidos ou até mesmo a tribunais internacionais podem ser apresentados pela AGU, que já defende o ministro na Justiça americana."

Lula terá coragem de tomar essa atitude? A que ponto chegou o país...

É só dar "48h" para Trump explicar...

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia aplicar novas sanções da Lei Magnitsky a outras autoridades do Judiciário brasileiro, após ter punido Alexandre de Moraes nesta quarta-feira, 30 de julho. Na mira da Casa Branca estão os ministros Luís Roberto Barroso, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e Gilmar Mendes, decano da Corte. Também está sob análise o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Segundo fontes próximas ao governo americano, as decisões que levaram à sanção contra Moraes teriam contado com o aval de Barroso e com a influência política de Gilmar Mendes, motivo pelo qual ambos passaram a figurar como alvos em potencial de futuras punições. A Casa Branca, contudo, pretende adotar uma postura de observação nas próximas semanas para avaliar a conduta dos magistrados frente à recente medida.

De acordo com autoridades dos EUA, caso os ministros sigam endossando atos de Moraes considerados lesivos a direitos civis e à liberdade de expressão — em especial relacionados à censura de conteúdos digitais —, o governo Trump deverá avançar com sanções similares. O mesmo raciocínio se aplica ao procurador-geral Paulo Gonet, apontado por Washington como peça-chave na sustentação jurídica de decisões atribuídas a Moraes.

Em fevereiro deste ano, o senador republicano Shane David Jett, aliado de Trump, chegou a enviar um ofício diretamente à Procuradoria-Geral da República, solicitando um posicionamento oficial sobre essas ações. A PGR, no entanto, optou por manter em sigilo a resposta do procurador Gonet.

O cerco se fechou!

Após Moraes, Trump "mira" em outros dois ministros do STF

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia aplicar novas sanções da Lei Magnitsky a outras autoridades do Judiciário brasileiro, após ter punido Alexandre de Moraes nesta quarta-feira, 30 de julho. Na mira da Casa Branca estão os ministros Luís Roberto Barroso, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e Gilmar Mendes, decano da Corte. Também está sob análise o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Segundo fontes próximas ao governo americano, as decisões que levaram à sanção contra Moraes teriam contado com o aval de Barroso e com a influência política de Gilmar Mendes, motivo pelo qual ambos passaram a figurar como alvos em potencial de futuras punições. A Casa Branca, contudo, pretende adotar uma postura de observação nas próximas semanas para avaliar a conduta dos magistrados frente à recente medida.

De acordo com autoridades dos EUA, caso os ministros sigam endossando atos de Moraes considerados lesivos a direitos civis e à liberdade de expressão — em especial relacionados à censura de conteúdos digitais —, o governo Trump deverá avançar com sanções similares. O mesmo raciocínio se aplica ao procurador-geral Paulo Gonet, apontado por Washington como peça-chave na sustentação jurídica de decisões atribuídas a Moraes.

Em fevereiro deste ano, o senador republicano Shane David Jett, aliado de Trump, chegou a enviar um ofício diretamente à Procuradoria-Geral da República, solicitando um posicionamento oficial sobre essas ações. A PGR, no entanto, optou por manter em sigilo a resposta do procurador Gonet.

O cerco se fechou!

URGENTE: Trump "assina" e agora não há mais volta

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira, 30 de julho, uma Ordem Executiva que impõe uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil. A medida, que entra em vigor já na próxima sexta-feira, foi embasada na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, e marca o início de uma nova “emergência nacional” decretada em relação ao Brasil.

Segundo a Casa Branca, a decisão é uma resposta direta a ações do governo brasileiro que, no entendimento norte-americano, representam “uma ameaça incomum e extraordinária” à segurança, à política externa e à economia dos Estados Unidos. O texto oficial acusa o Judiciário e o Executivo brasileiros de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores por meio de censura, intimidações e processos políticos.

A ofensiva econômica integra uma estratégia mais ampla da gestão Trump, que adota a doutrina “América em Primeiro Lugar” como pilar de sua política externa. 

No mesmo contexto, os vistos de entrada nos EUA do ministro Alexandre de Moraes, de outros integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares foram revogados, sob alegação de envolvimento em práticas autoritárias.

Agora não há mais volta... Lula, ao invés de defender o trabalhador brasileiro, resolveu travar uma briga com Trump.

URGENTE: Presidente da CBF e esposa de empresário preso com dinheiro na cueca são alvos da PF

JCO

A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira (30) uma operação para investigar suspeita de crimes eleitorais em Roraima que tem entre os alvos o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, e a deputada federal Helena da Asatur (MDB-RR).

A investigação teve início em setembro de 2024, depois que o empresário Renildo Lima, marido da deputada, foi preso em flagrante com dinheiro escondido na cueca.

A ação policial ocorreu após denúncia sobre compra de votos em Boa Vista, e na época a PF outras cinco pessoas com R$ 500 mil em espécie.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. A PF cumpre 10 mandados de busca e apreensão em Roraima e no Rio de Janeiro.

URGENTE: Fachin surpreende a todos ao retomar os trabalhos no STF com o "pé na porta"

JCO 02/02/2026 às 16:20 Na sessão de abertura do ano judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin,...