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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Estados Unidos intensificam pressão contra ministros do STF com ameaça de sanções da Lei Magnitsky

Brasil247
Estados Unidos intensificam pressão contra ministros do STF com ameaça de sanções da Lei Magnitsky

247 – O governo de Donald Trump elevou mais uma vez o tom contra o Supremo Tribunal Federal (STF), com foco especial no ministro Alexandre de Moraes e em seus aliados. Em postagem na noite desta quarta-feira 6, o subsecretário de Diplomacia Pública, Darren Beattie, ameaçou aplicar sanções da Lei Global Magnitsky a autoridades brasileiras que apoiem decisões de Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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As declarações foram publicadas na plataforma X (antigo Twitter) e alertam que todos os que “ajudarem ou incentivarem condutas sancionadas” também poderão ser responsabilizados pelo governo norte-americano. A escalada acontece após a ordem de prisão domiciliar contra Bolsonaro.

Em publicação oficial, o Departamento do Hemisfério Ocidental afirmou: “o ministro Moraes, agora um violador de direitos humanos sancionado pelos EUA, continua a usar instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia. Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender publicamente não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar!”

Darren Beattie, por sua vez, foi ainda mais direto ao advertir que ministros e autoridades que colaborarem com o que chamou de “conduta sancionada” poderão sofrer as mesmas consequências. “O ministro Moraes é o principal arquiteto do complexo de censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Seus flagrantes abusos de direitos humanos lhe renderam uma sanção da Lei Global Magnitsky, aplicada pelo presidente Trump. Os aliados de Moraes, na Corte e em outras esferas, estão fortemente advertidos a não colaborar com comportamentos sancionados. Estamos monitorando a situação de perto”, escreveu Beattie.

O que é a Lei Global Magnitsky

Global Magnitsky Human Rights Accountability Act é uma lei dos Estados Unidos aprovada em 2016, que permite ao governo sancionar estrangeiros acusados de graves violações de direitos humanos ou envolvimento em corrupção. As sanções podem incluir congelamento de bens, bloqueio de contas e proibição de entrada nos EUA.

A legislação leva o nome de Sergei Magnitsky, advogado russo que morreu em 2009 após denunciar corrupção de autoridades do Kremlin. Desde então, a lei tem sido usada como ferramenta imperialista contra governos e autoridades de diversos países. Com a retomada da presidência por Donald Trump em 2025, seu uso passou a ser fortemente politizado, com foco em regimes e lideranças considerados hostis à atual Casa Branca.

Quem é Darren Beattie

Darren Beattie é o atual subsecretário de Diplomacia Pública do Departamento de Estado. Ex-professor de teoria política nas universidades de Duke e Humboldt, tem doutorado em filosofia política e histórico como redator de discursos na Casa Branca durante o primeiro mandato de Trump. Beattie se define como um defensor da liberdade de expressão como ferramenta de política externa.

Segundo biografia divulgada pelo Departamento de Estado, ele atua para “afirmar os valores culturais dos Estados Unidos nas artes, na música e na academia, em defesa da segurança e prosperidade do povo americano”. Sua postura combativa nas redes tem chamado atenção da imprensa internacional.

Escalada diplomática e silêncio do governo brasileiro

A retórica adotada por Washington representa uma inflexão nas relações com o Brasil, em especial com o Judiciário. Ao acusar diretamente um ministro do STF de violar direitos humanos, os EUA criam um precedente raro, que agora se estende aos demais membros da Corte e a autoridades que, na avaliação do governo Trump, estejam colaborando com medidas contra Jair Bolsonaro.

Até o momento, o governo brasileiro não se manifestou oficialmente sobre as ameaças de Beattie e do Departamento de Estado.


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Sem toga e sem cartão de crédito: Votos para impeachment aumentam e assustam Moraes

JCO

O número de senadores favoráveis ao impeachment de Alexandre de Moraes está aumentando. A lista agora conta com 38 nomes, faltando pouco para chegar a 41 votos favoráveis à abertura do processo de impedimento. Para que a destituição ocorra de fato são necessários os votos de 54 senadores.

A pressão popular está deixando os senadores em posição delicada e a situação praticamente insustentável.

A tendência atual vislumbra a queda do magistrado, notoriamente em razão de novos fatos desabonadores que devem surgir nos próximos dias.

Confira a lista dos senadores que já assinaram a lista:

Alan Rick (UNIÃO–AC)
Alessandro Vieira (MDB–SE)
Astronauta Marcos Pontes (PL–SP)
Carlos Portinho (PL–RJ)
Carlos Viana (PODEMOS–MG)
Cleitinho (REPUBLICANOS–MG)
Damares Alves (REPUBLICANOS–DF)
Dr. Hiran (PP-RR)
Eduardo Girão (NOVO–CE)
Eduardo Gomes (PL–TO)
Efraim Filho (União-PB)
Esperidião Amin (PP–SC)
Flávio Bolsonaro (PL–RJ)
Hamilton Mourão (REPUBLICANOS–RS)
Izalci Lucas (PL–DF)
Jaime Bagattoli (PL–RO)
Jayme Campos (UNIÃO–MT)
Jorge Kajuru (PSB–GO)
Jorge Seif (PL–SC)
Lucas Barreto (PSD–AP)
Luis Carlos Heinze (PP–RS)
Magno Malta (PL–ES)
Marcio Bittar (UNIÃO–AC)
Margareth Buzetti (PSD–MT)
Marcos Rogério (PL–RO)
Marcos do Val (PODEMOS–ES)
Nelsinho Trad (PSD–MS)
Oriovisto Guimarães (PODEMOS–PR)
Plínio Valério (PSDB–AM)
Professora Dorinha Seabra (UNIÃO–TO)
Rogério Marinho (PL–RN)
Sergio Moro (UNIÃO–PR)
Styvenson Valentim (PODEMOS–RN)
Tereza Cristina (PP–MS)
Vanderlan Cardoso (PSD–GO)
Wellington Fagundes (PL–MT)
Wilder Morais (PL–GO)
Zequinha Marinho (PODEMOS–PA)

Senadores indecisos

Ângelo Coronel (PSD–BA)
Ciro Nogueira (PP–PI)
Confúcio Moura (MDB–RO)
Daniella Ribeiro (PSD–PB)
Davi Alcolumbre (UNIÃO–AP)
Dra. Eudócia Caldas (PL–AL)
Eduardo Braga (MDB–AM)
Eliziane Gama (PSD–MA)
Fernando Dueire (MDB–PE)
Flávio Arns (PSB–PR)
Giordano (MDB–SP)
Ivete da Silveira (MDB–SC)
Jader Barbalho (MDB–PA)
Jussara Lima (PSD–PI)
Laércio Oliveira (PP–SE)
Mara Gabrilli (PSD–SP)
Marcelo Castro (MDB–PI)
Mecias de Jesus (REPUBLICANOS–RR)
Renan Calheiros (MDB–AL)
Romário (PL–RJ)
Soraya Thronicke (PODEMOS–MS)
Sérgio Petecão (PSD–AC)
Veneziano Vital do Rêgo (MDB–PB)
Zenaide Maia (PSD–RN)

Senadores contrários ao impeachment de Alexandre de Moraes

Ana Paula Lobato (PDT–MA)
Augusta Brito (PT–CE)
Beto Faro (PT–PA)
Chico Rodrigues (PSB–RR)
Cid Gomes (PSB–CE)
Fabiano Contarato (PT–ES)
Fernando Farias (MDB–AL)
Humberto Costa (PT–PE)
Irajá (PSD–TO)
Jaques Wagner (PT–BA)
Leila Barros (PDT–DF)
Omar Aziz (PSD–AM)
Otto Alencar (PSD–BA)
Paulo Paim (PT–RS)
Randolfe Rodrigues (PT–AP)
Rodrigo Pacheco (PSD–MG)
Rogério Carvalho (PT–SE)
Teresa Leitão (PT–PE)
Weverton (PDT–MA)

Reunião secreta faz Moraes recuar

JCO

O Senado vai apresentar nesta quarta-feira (6) um pedido de revisão das medidas cautelares determinadas por Moraes contra o senador Marcos do Val – que o ministro deve atender.

O recuo de Moraes, segundo Malu Gaspar, já estaria acertado.

No encontro, os senadores expuseram a Moraes uma situação que poderia desmoralizá-lo. De acordo com o aviso do grupo a Moraes, as cautelares dele sobre Do Val teriam necessariamente que passar por uma análise do plenário, segundo o próprio Supremo determinou em outro caso semelhante ocorrido em 2017 – quando o próprio Senado derrubou o afastamento e a prisão domiciliar do então senador Aécio Neves (PSDB-MG), investigado por corrupção passiva e obstrução de Justiça no caso da delação de Joesley Batista, da JBS.

De acordo com eles, Moraes fatalmente seria derrotado, dado o clima de revolta no Congresso. Desde segunda, parlamentares bolsonaristas ocuparam os plenários das duas Casas como parte da obstrução das atividades legislativas, em protesto contra a prisão de Bolsonaro. Senadores também já reuniram 39 das 41 assinaturas necessárias para apresentação do pedido de impeachment contra o ministro. Para derrubar as cautelares também seriam necessárias 41 assinaturas.

Na reunião secreta, senadores estimaram que o placar contra ele ficaria próximo das 50 assinaturas, o que poderia acirrar a crise institucional provocada pela prisão do ex-presidente.

Para evitar uma desmoralização de Moraes perante o Congresso, Alcolumbre e o grupo de senadores pediriam uma revisão da decisão, que seria aceita por Moraes. Num segundo momento, porém, a mesa do Senado suspenderia o mandato de Do Val.

Após ouvir a exposição dos senadores, Moraes, Barroso e Fachin deram aval à iniciativa.

A mais terrível arma de Moraes, será agora usada contra ele

JCO

O ministro Alexandre de Moraes sempre usou uma arma poderosa contra os seus “inimigos”.

Sim, parece que era como ‘inimigo’ que ele classificava os réus em processos que conduzia.

Sua arma mais eficaz, sem nenhum respeito aos ditames da lei, era a asfixia financeira.

Bloqueava tudo, inclusive o PIX de crianças, como no caso do jornalista Oswaldo Eustáquio.

Agora, gradativamente, Moraes vai viver o sufoco que impôs aos seu inimigos. Só que dentro da lei. A Lei Magnitsky é exatamente isso, a morte financeira.

A conta está chegando.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Professor militante causa pânico na bancada do UOL: “Estratégia de Trump está funcionando” (veja o vídeo)

JCO

O professor esquerdista Leonardo Trevisan, como todo bom socialista que sabe curtir os prazeres da vida, adora viver nos Estados Unidos.

Em entrevista ao UOL, ele coloca a bancada militante em pânico com sua análise, identificando o notório avanço do trumpismo, que já afeta o cenário global.

Diante desse quadro, com riscos reais de sanções para Lula, o Brasil está ficando isolado, alerta Trevisan.

Segundo ele, o petista precisa transformar a bravata em diplomacia racional, pois os EUA veem o Brasil — via coligação PT-STF — como alinhado às piores ditaduras e, por isso, como um adversário geopolítico em potencial, que será enfrentado com firmeza.

A nossa conclusão: Lula precisa ser defenestrado do cargo.

Veja o vídeo:

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...