ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 12 de agosto de 2025

Globo ataca Lula e defende Brasil submisso ao dólar – e, portanto, a Trump

Brasil247
Globo ataca Lula e defende Brasil submisso ao dólar – e, portanto, a Trump

247 – O jornal O Globo publicou nesta terça-feira (12) um editorial em que ataca diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por defender o uso de moedas alternativas ao dólar nas trocas comerciais internacionais. A matéria, disponível no portal do veículo, adota uma postura alinhada à manutenção da hegemonia norte-americana e à submissão do Brasil à moeda dos Estados Unidos e, portanto, às posições de Donald Trump.

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Segundo o texto, Lula estaria “equivocado” ao propor que países do Brics — bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — encontrem formas de realizar transações sem a intermediação do dólar. A publicação afirma que a ideia “demonstra desconhecimento sobre o funcionamento da economia global” e cita a opinião do analista Vitelio Brustolin, da Universidade Federal Fluminense e de Harvard, para reforçar a tese de que nem mesmo a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, defenderia a substituição da moeda norte-americana como referência do comércio mundial.

O editorial critica o fato de Lula ter reiterado essa posição desde a cúpula do Brics realizada no Rio de Janeiro, em julho, e afirma que, até agora, “o único resultado” da proposta teria sido “enfurecer” o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O texto também insiste que a predominância do dólar é “incontornável” no comércio global, destacando dados como: 60% das reservas internacionais cotadas na moeda norte-americana e sua presença em nove de cada dez transações internacionais.

O Globo reconhece que o uso do dólar tem caído desde 2015 e que a guerra na Ucrânia, bem como sanções arbitrárias impostas por Washington, provocam temor em países como China e Rússia. No entanto, a publicação defende que a busca por alternativas cambiais “não é uma agenda brasileira”, minimizando a importância da integração regional proposta por Lula, inclusive em parcerias comerciais com a Argentina.

A linha editorial do texto deixa clara a defesa de um modelo de inserção internacional em que o Brasil segue dependente da moeda e da política externa dos Estados Unidos, ignorando a relevância geopolítica de se discutir alternativas monetárias para fortalecer o comércio Sul-Sul. Ao atacar Lula, o jornal reforça uma visão que favorece o status quo do sistema financeiro global, marcado pela concentração de poder em poucas economias desenvolvidas e pela vulnerabilidade de países emergentes diante de oscilações e sanções unilaterais.

Essa postura contrasta com o debate mais amplo sobre soberania econômica, no qual a diversificação de moedas no comércio internacional é considerada estratégica para reduzir riscos e ampliar a autonomia dos países em desenvolvimento. Ao qualificar essa pauta como “inexplicável”, O Globo reafirma seu alinhamento histórico a interesses que mantêm o Brasil em posição subalterna no cenário econômico global.

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

CULPAR E FALAR MAL É FÁCIL

 Analise bem esta frase.

Enfraquecido, Moraes deve consultar a PGR sobre pedido de Bolsonaro para derrubar prisão domiciliar

JCO

Moraes está capenga e já percebeu isso.

Instado a decidir sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para revogar a prisão domiciliar, deve consultar a PGR, afirma Malu Gaspar.

Ora, se pretende consultar a PGR, caso essa opine pela revogação, Moraes certamente irá seguir.

É o que fatalmente irá acontecer.

O episódio então se encerra com Moraes ainda mais fraco.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Mais um inquérito contra Jair Bolsonaro: Delírios de um sistema podre

JCO

“A separação dos poderes de um Estado é a maior garantia de liberdade já concebida pela humanidade. Nenhum poder, nem mesmo uma pessoa, pode acumular autoridade excessiva se for controlada pelos demais” (Christopher Landau, vice-secretário de Estado do Estados Unidos, referindo-se a Alexandre de Moraes e ao Senado do Brasil)

“Saudade da justiça imparcial, exata, precisa. Que estava ao lado da direita, da esquerda, centro ou fundos. Porque o que faz a justiça é o “ser justo”. Tão simples e tão banal. Tão puro. Saudade da justiça pura, imaculada. Aquela que não olha a quem, nem o rabo de ninguém. A que não olha o bolso também. Que tanto faz quem dá mais, pode mais, fala mais. Saudade da justiça capaz.” (Ruy Barbosa)

Christopher Landau está coberto de razão quando diz que “Nenhum poder, nem mesmo uma pessoa, pode acumular autoridade excessiva se for controlada pelos demais [poderes]”. Mas há uma exceção a esta regra. Se um dos poderes - no caso o Senado brasileiro – estiver podre, com a maioria dos seus membros de rabo preso em inquéritos e processos que dormitam na Suprema Corte como instrumento de chantagem (Sim, a Suprema Corte do Brasil, entre outras coisas, tornou-se uma casa de chantagem!) então o controle do Senado sobre o Judiciário desaparece. O Senado acovarda-se e o STF se torna uma quadrilha ditatorial. Este é precisamente o quadro que vivemos no Brasil.

Enquanto o STF puder se comportar como um tribunal penal – e não um Tribunal Constitucional – e existir o maldito Foro por Prerrogativa de Função (mais conhecido como Foro Privilegiado) -, esta aberração institucional de um poder reinar absoluto sobre os demais, quebrando o equilíbrio de que fala Landau, não sairemos desta ditadura judicial medonha a que fomos arrastados pelo covardia do Senado, principalmente a covardia dos seus presidentes Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco. É nesta moldura de ditadura judicial que se enquadra o caso de Jair Bolsonaro, razão maior deste texto.

Bolsonaro já foi investigado em inúmeros inquéritos pelo STF - todos delírios de um sistema podre de justiça - para retirá-lo da política e “destruir o bolsonarismo”, sonho já confesso por Luiz Roberto Barroso, seu presidente e dublê de Alberto Roberto (“Eu sou apenas o máximo!”), em comício na UNE – União Nacional- Esquerdista de Estudantes. Estudantes que, segundo Roberto Campos, não estudam.

Entre os inquéritos – todos (menos um) já concluídos sem resultados – estão: importunação de baleia, apropriação indevida de Joias que sempre estiveram na Receita Federal, fraude em cartão de vacina (cartão que presidente algum precisava ter, só por ser presidente), mandante do assassinato de Marielle Franco, articulador de um golpe de Estado, sem armas e sem organização, só com velhinhas portando Bíblias, ambulantes vendendo algodão de açúcar (crime hediondo!) e, ‘last but not the least’, mulher portando arma terrível: um batom. E atacando, com fúria assassina, a medonha estátua da deusa Têmis com esta arma só menos letal que uma bomba nuclear e escrevendo a frase já imortalizada de Barroso: “Perdeu Mané”.

Detalhes fundamentais: tentativa de golpe após Bolsonaro ter dado posse aos ministros militares designados por Luiz Ignorácio; após ter instalado no Planalto, uma semana após as eleições, a equipe de transição de Luiz Stalinácio Lula da Çilva e após ter viajado para os Estados Unidos, longe de quaisquer possibilidades de comando golpista.

Hoje a PF – em boa parte transformada em uma espécie Sicherheitsdienst/SD (Serviço de Inteligência do Partido Nazista de Hitler) - acaba de instaurar, nesta segunda-feira (11/8) mais um inquérito contra Jair Bolsonaro, por suspeição de ele ter divulgado informações “falsas” e cometido crime contra a “HONRA” do presidente Luiz Ignorácio Lula da Çilva. A imprensa não fala que “informações falsas” são essas. Mas a acusação ultrapassa o limite do surreal e do absurdo: COMO PODE HAVER CRIME CONTRA A HONRA DE QUEM NÃO TEM HONRA? A honra de Lula da Çilva, O Ignóbil, é como manga de colete: não existe! É como fidelidade de prostituta, outra contradição em termos (“contradictio in terminis”). Ela (a honra de Lula) é tão factual quanto a existência de Lobisomem!

Não conheço os detalhes, mas imagino que Bolsonaro tenha afirmado que Lula da Çilva, o Dissoluto, é ex-presidiário, condenado em QUATRO processos-crime, dois deles com sentença confirmada (por unanimidade!) em dois tribunais, o TRF4, em Porto Alegre e o STJ, em Brasília. Só nesses dois processos, Luiz Ignorácio foi condenado por 18 magistrados - um juiz de primeira instância (Curitiba), três desembargadores (TRF4) e cinco ministros do STJ, em cada processo. Mais condenado do que isso é impossível! E, acrescente-se, condenado em estrita obediência ao Devido Processo Legal, que começa na primeira instância judicial e garante, ao acusado, todos os privilégios recursais.

Quanta diferença com o que está a acontecer com Bolsonaro: jugado por seus INIMIGOS óbvios da 1ª Turma do STF, em absoluta afronta ao Devido Processo Legal, sendo-lhe negado o direito FUNDAMENTAL ao DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO. Isto lembra, à perfeição, o Tribunal Popular de Hitler, dirigido pelo monstro sanguinário, o “juiz” Roland Freisler. O relator de seu processo na famigerada 1ª Turma, Alexandre de Moraes, por sua ação “jurídica” já tornou-se “persona no grata” nos EUA – a mais bela e mais estável democracia no mundo! -  e hoje resta jogado na lata de lixo de Lei Magnitsky, ao lado de tiranos ditadores, chefes de gangs de tráfico e os piores bandidos de toda a espécie. A legitimidade e respeitabilidade deste julgamento são como a honra de Lula da Silva: não existem.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

Maduro perde a cabeça, comete sua maior asneira e desafia Trump (veja o vídeo)

JCO

O tirano Nicolas Maduro possivelmente cometeu sua maior asneira e deve pagar caro por isso. Ele xingou o presidente Donald Trump de “covarde” e o desafiou a ir buscá-lo no Palácio Miraflores, em Caracas, sede do governo venezuelano.

O impostor venezuelano pode finalmente se dar muito mal. Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à sua prisão.

Maduro classificou a medida como “ilegal e desesperada” e desafiou o presidente Donald Trump, dizendo que, se tivesse coragem, deveria ir pessoalmente atrás dele.

A troca de acusações ocorre em meio a tensões diplomáticas, com Washington acusando Maduro de envolvimento em atividades ilegais e Caracas acusando os EUA de tentarem desestabilizar seu governo.

Veja o vídeo:

 

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...