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quarta-feira, 20 de agosto de 2025

“Não há nada que vai nos parar”, diz relator da CPMI do INSS Relator da CPMI do INSS, que será instalada nesta quarta-feira (20/8), diz que o trabalho da comissão “não vai terminar em pizza”

metrópoles 

 atualizado 



Hugo Barreto/Metrópoles
Ricardo Ayres (Republicanos-TO)
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O relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), afirmou que “não há nada que vai nos parar” sobre a possibilidade de um acordo político inviabilizar o andamento da CPMI. A afirmação do deputado foi em entrevista ao Acorda Metrópoles nesta quarta-feira (20/8).

A CPMI será instalada nesta quarta-feira (20) para apurar a farra do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) revelada pelo Metrópoles.

Questionado se o fato da farra do INSS atravessar tanto o governo de Jair Bolsonaro como o de Lula (PT) não poderia resultar em uma ação para inviabilizar a apuração, o deputado disse que não há risco da CPMI acabar em pizza.

Além de Ayres como relator, escolhido pelo presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB), a CPMI tem na presidência o senador Omar Aziz (PSD-AM).

“Eu não admitiria para a minha história, para o meu currículo, um conchavo ou um acordo que pudesse tirar a resposta que a população do Brasil [quer] Então nós vamos fazer a nossa parte, doa a quem doer”, afirmou.

Rafaela Felicciano/MetrópolesINSS

O deputado também foi questionado sobre uma possível tentativa de parlamentares usarem a Comissão como palco para cortes em redes sociais e uma exploração da investigação para promoção pessoal. Ayres, embora faça a ressalva de que cada parlamentar deve defender suas pautas, afirma que tanto ele quanto o presidente, Omar Aziz, terão um “pulso firme” para dar andamento à CPMI.

“É normal e natural do processo democrático esse corte, essa lacração. Eu respeito e tenho amizade com grande parte dos parlamentares que lá estão, inclusive da oposição e do governo, e independente disso a CPMI vai caminhar doa a quem doer. Cada um que faça seu corte e recorte, mas é um trabalho que vai acontecer verdadeiramente”, ressalta.

A CPMI vai reunir 32 integrantes, entre deputados e senadores, tanto da base do governo quanto da oposição. ainda, contará com o mesmo número de suplentes.

Ayres afirma que os trabalhos seguirão “independente de partido político, independente de ideologia”.

O relator disse ainda que prevê chamar ministros dos dois últimos governos, e citou a futura convocação de Carlos Lupi, demitido após a operação Sem Desconto, e Onyx Lorenzoni, ministro da Previdência de Bolsonaro.

Ayres destaca ainda que o essencial dentro da CPMI é assegurar seu trabalho “prático”, com a entrega de um relatório com individualização de condutas e eventual proposição de indiciamento. Mas afirma que uma responsabilização daqueles que cometeram crimes também depende da colaboração de outros órgãos.

“Só que a gente depende de uma atuação do Ministério Público, do Poder Judiciário, para que essas pessoas sejam efetivamente penalizadas. É importante citar isso […] Existem regras processuais que podem, na fase do Judiciário, prolongar o resultado prático que essa Comissão possa eventualmente entregar”, afirmou.

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EUA prometem intensificar pressão e uso de força contra regime de Nicolás Maduro

JCO

Os Estados Unidos elevaram novamente o tom contra o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela. Nesta terça-feira (19), a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Donald Trump está disposto a lançar mão de “todo o poder” norte-americano para enfrentar o líder chavista, acusado em Washington de comandar um cartel de narcotráfico. Segundo Leavitt, Maduro “não é um presidente legítimo, mas sim um fugitivo”.

Durante a coletiva de imprensa, a porta-voz reforçou:

"Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar todo o poder americano para deter o tráfico de drogas".

A declaração surge em resposta ao anúncio televisionado de Maduro, que disse ter mobilizado 4,5 milhões de milicianos armados para reagir às “ameaças” dos Estados Unidos. O líder venezuelano garantiu que a Milícia Bolivariana, composta por reservistas, será expandida para áreas estratégicas da sociedade, incluindo fábricas e comunidades rurais.

Nos últimos dias, Washington aumentou para 50 milhões de dólares (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa por informações que possam levar à captura de Maduro. Além disso, reforçou sua presença militar no Caribe e na América Latina com mais de 4 mil fuzileiros navais, um submarino nuclear, destróieres, um cruzador lança-mísseis e aeronaves de reconhecimento P-8 Poseidon, sob a justificativa de intensificar operações contra cartéis de drogas.

O senador Bernie Moreno também adotou um discurso contundente contra o regime. Durante o 10° Congresso Empresarial Colombiano, declarou:

"Não toleraremos um narcoterrorista que inflige danos aos Estados Unidos. Trataremos os terroristas como os EUA os trataram no passado. Não o vejo no cargo além do final deste ano".

Maduro, por sua vez, respondeu com promessas de fortalecer ainda mais a estrutura militar paralela criada por Hugo Chávez.

"Vou ativar nesta semana um plano especial para garantir a cobertura, com mais de 4,5 milhões de milicianos, de todo o território nacional (...). Fuzis e mísseis para a força camponesa! Para defender o território, a soberania e a paz da Venezuela. Mísseis e fuzis para a classe operária, para que defenda a nossa pátria!", discursou.

Revelados novos nomes que podem estar na "mira" do Governo Trump

JCO

Nesta terça-feira (19), o jornalista Paulo Figueiredo utilizou sua conta no X para comentar uma nova diretriz do governo norte-americano que pode afetar brasileiros conhecidos, como o influenciador Felipe Neto, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e a cantora Anitta. A medida anunciada pela Casa Branca estabelece que estrangeiros que expressem posições classificadas como hostis aos Estados Unidos poderão ter vistos negados ou restritos.

Paulo Figueiredo repercutiu a decisão de forma irônica. Em sua publicação, chegou a se referir à parlamentar Erika Hilton pelo apelido “Eriko”.

Em tom provocativo, ele escreveu:

"É oficial: EUA passarão também a barrar vistos a quem manifeste posições anti-americanas. Vale também para parlamentares e celebridades. Nada mais de passeio em NY do Eriko Hilton, Felipe Neto, etc. É bom ficar na moral se não pode esquecer fazer show por aqui, viu Anita? Grato".

A medida foi detalhada pelo Serviço de Cidadania e Imigração (USCIS), órgão responsável pela concessão de vistos e outros benefícios a estrangeiros. Segundo a nova orientação, manifestações consideradas contrárias aos valores do país poderão ser levadas em conta no processo de análise.

O porta-voz do USCIS, Matthew Tragesser, declarou: "Os benefícios dos Estados Unidos não devem ser concedidos àqueles que desprezam e promovem ideologias antiamericanas".

Mais uma arbitrariedade bizarra de Hugo Motta (veja o vídeo)

JCO

O deputado Marcel van Hattem publicou no X:

"Mais uma arbitrariedade na Câmara. Presidente Hugo Motta 
põe em votação simbólica e aprova em menos de 5 segundo requerimento de urgência para projeto que aumenta censura do governo Lula no Brasil. 
Amanhã querem votar mérito. 
Teremos que batalhar muito para vencer!"

Assista: 

CARAVANDA DA CIDADANIA E FESTIVAL DA MANJUBA

A Caravana da Cidadania, em parceria com o I  Festival da Manjuba , realizou uma grandiosa ação na Praça Jaborandi, no bairro Igaraçu, em Pa...