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domingo, 7 de setembro de 2025

Alcolumbre é encurralado... Impeachment de Moraes já!

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7/9), durante manifestação em Copacabana, que a “verdadeira trama golpista” seria o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao ser questionado pela imprensa, Flávio cobrou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), coloque em votação o projeto de anistia. Segundo o senador, o compromisso teria sido assumido por Alcolumbre durante a disputa pela presidência da Casa.

“Não existe anistia sem Bolsonaro”, reforçou Flávio.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a aliança do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) com o governo Lula e cobrou do senador Davi Alcolumbre (União-AP) a decisão de não pautar o projeto que anistia.

“O Senado tem uma figura que se não pautar o impeachment, vai entrar para o hall dos maiores covardes que o Brasil já teve”, afirmou.
“Infelizmente, no primeiro lugar desse ranking já está o maior covarde, que é o Rodrigo Pacheco.”
“Ele (Pacheco), que agora está colado no Lula, nos chama de extremistas”.
“Não somos extremistas por pedir anistia para pessoas de bem”, continuou. 
“Você (Pacheco) é que é um canalha por pedir a Presidência de um bandido que é o Lula.”

Ao falar sobre Alcolumbre, Nikolas criticou declarações recentes do presidente do Senado sobre o pedido de impeachment contra Moraes. O senador afirmou que não pautaria o pedido mesmo que todos os colegas de Casa assinassem o requerimento.

“Davi Alcolumbre deu uma das declarações mais covardes e desonestas que eu já vi um presidente falar”, afirmou. “O que ele quer dizer é que os votos dos brasileiros não valem nada, e que é ele quem manda.”

O deputado prometeu fazer campanha contra Alcolumbre caso o senador não paute o pedido de impeachment.

Está mais do que claro que o IMPEACHMENT e SANÇÕES contra Moraes podem ser o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição que atinge o Brasil. A liberdade do ex-presidente Bolsonaro já foi surrupiada. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Conselheiro de Trump ressalta potência da manifestação e manda forte recado a Moraes

JCO

Jason Miller, conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, soltou o verbo no X:

"Muito amor por Donald Trump no Brasil hoje!
Obrigado, amigos, por compartilharem tantas fotos. Continuem enviando!", escreveu, mostando imagens da manifestação.

Ele ainda mandou um recado ao ministro Alexandre de Moraes:

"Este não é um bom dia para ditadores e tiranos como o Cabeça de Cobra STF, Alexandre de Moraes. O povo brasileiro vê a verdade!"

7 de setembro: Da solidão de Lula à força de Bolsonaro

JCO

Mais um 7 de setembro em Brasília. O presidente Lula, em carro aberto, repetiu o ritual protocolar das datas cívicas. Bandeiras, tropas, bandas militares. Tudo estava presente, exceto o essencial: o POVO.

A Esplanada dos Ministérios, em outros tempos tomada por milhões brasileiros vestidos de verde e amarelo, estava vazia, silenciosa, quase deserta. A ausência popular transforma a cena em algo melancólico, quase um retrato da solidão de um governo que não encontra ressonância nas ruas.

A história nos oferece exemplos de governantes que, em certo momento, também desfilaram para arquibancadas esvaziadas. Regimes autoritários do Leste Europeu, antes da queda do Muro de Berlim, insistiam em exibir seus líderes em paradas militares de pompa, mas sem entusiasmo genuíno. Havia aparato, mas não havia alma. Havia soldados, mas não havia cidadãos. A distância entre governo e povo era visível e insustentável.

Um governante sem povo é como um maestro sem orquestra: agita os braços, mas não há música. O desfile de Brasília mostrou essa cena triste, um governo que governa contra a nação, mas não com a nação.

Em contraste, a memória recente de 7 de setembro sob Jair Bolsonaro ainda está viva: milhões nas ruas, espontaneamente, movidos não por ordens, mas por convicção; não por obrigação, mas por paixão. A força que mobiliza o povo não é a caneta, é a liderança.

Hoje Lula desfila sozinho, enquanto Bolsonaro (preso político), num 7 de setembro distante do governo,  permanece acompanhado por milhões que não se deixam calar. A solidão do primeiro revela a fraqueza de um governo sem alma; a força do segundo revela que a liderança verdadeira não depende de palácios, mas do coração de um povo que acredita.

No fim, as ruas sempre dizem a verdade: quem não tem povo, não tem futuro. E quem tem povo, como Bolsonaro, carrega consigo uma chama que nem a perseguição mais implacável consegue apagar.

Anistia já!

BOLSONARO livre!

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

Mauro Cid se acovarda e 'nega' o que todos já sabem...

JCO

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid rebateu as alegações de que seu cliente teria sido coagido pela Polícia Federal (PF) ou pelo ministro Alexandre de Moraes ao firmar a delação premiada. 

Segundo o advogado Jair Alves Pereira, a colaboração de Cid foi feita de forma legítima e permanece “sólida”.

A tentativa de desqualificar a delação tem sido usada por defensores de outros acusados para enfraquecer as provas apresentadas. Para contestar essa versão, o advogado de Cid leu mensagens privadas em que o militar criticava a postura de delegados da PF, mas sem indicar qualquer indício de coação.

“Isso aqui não é coação. O Mauro Cid está reclamando da posição do delegado, isso é direito”, afirmou Pereira.

O jurista acrescentou que seria incoerente o Estado se beneficiar das informações prestadas e, ao final, não conceder ao delator as vantagens acordadas.

“Se a colaboração premiada dele é sólida, por que ele não teria os benefícios que ajustou? Não seria justo que, depois de mais de dois anos afastado de suas funções e submetido a medidas cautelares, o Estado dissesse: ‘você ajudou, mas será condenado’. Se fizermos isso, acabou o instituto da colaboração premiada”, defendeu.

Mauro Cid se acovardou diante de Moraes... Um áudio vazou durante a investigação e Cid afirmou, em uma conversa privada, que não utilizou a palavra “golpe” em sua delação premiada. Ele disse a um interlocutor que a expressão teria sido inserida nos autos pela Polícia Federal.

"Vou te dizer… Esse troço tá entalado, cara. Tá entalado. Você viu que o cara botou a palavra golpe, cara? Eu não falei uma vez a palavra golpe, eu não falei uma vez a palavra golpe! Então, quer dizer… Foi furo, foi erro, sei lá, acho até a condição psicológica que eu tava na hora ali [do depoimento]. P… Eu não falei golpe uma vez. Não falei golpe uma vez", teria dito Cid.

É importante ressaltar que, em março de 2024, Cid foi preso por descumprimento de cautelares impostas e por obstrução de Justiça. Na ocasião, houve o vazamento de áudios em que o ex-ajudante de ordens critica a atuação do relator dos casos, ministro Alexandre de Moraes, e afirma que foi pressionado pela PF a delatar episódios dos quais não tinha conhecimento ou “o que não aconteceram”. Está bem claro o que o "sistema" quer...

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, suas liberdades serão surrupiadas. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Eis o único "réu" a comparecer na manifestação de hoje

JCO

Réu no inquérito sobre a suposta tentativa de golpe de Estado ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) participou neste domingo (7) da manifestação realizada em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Em entrevista ao portal Pleno.News, o parlamentar disse não confiar no julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), que considera baseado em “invenções”. Segundo ele, sua expectativa está voltada para o andamento do projeto de anistia no Congresso Nacional.

“Esse julgamento é uma farsa, uma farsa na instauração, nas preliminares, nas provas que foram colocadas, invenção de crimes, então a gente não tem muita esperança no julgamento. 
A gente tem esperança que o Congresso Nacional faça alguma coisa pelo Brasil, faça o que é certo, paute a anistia ampla, geral e irrestrita”, declarou.

Ramagem afirmou que sua presença no ato tem a mesma motivação dos demais apoiadores que compareceram às ruas no feriado da Independência. Para ele, a mobilização representa resistência contra perseguições políticas e defesa da liberdade.

“Minha presença é como de todos os brasileiros, que estão nas ruas há mais de 10 anos de maneira pacífica e ordeira, lutando pelo melhor para o Brasil. Hoje é o dia 7 de Setembro, dia da nossa Independência, dia da defesa da liberdade. 
Nós estamos aqui pela liberdade, contra essas perseguições, esse julgamento com arbitrariedade. Nosso ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem que estar nas urnas em 2026, está preso hoje. Não pode estar na rua, não pode estar nas redes sociais, nós estamos aqui por ele e por todo o Brasil”, completou.

"O juiz que tem interesse na causa não pode participar do processo"

JCO

O senador Marcos Rogério (PL-RO) afirmou que o pedido de extradição de Eduardo Tagliaferro, ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suscita questionamentos sobre imparcialidade e possível motivação política.

Tagliaferro é acusado de vazar para a imprensa informações do gabinete da presidência do TSE durante a gestão do ministro Alexandre de Moraes (2022-2024). O senador destacou que o caso deve ser avaliado com base no devido processo legal e no tratado de extradição entre Brasil e Itália.

"O ministro Alexandre de Moraes, nesse caso, além de vítima direta das revelações, é também o responsável direto pelo pedido de extradição e pela condução do processo. Em qualquer sistema republicano, é inadmissível que alguém seja simultaneamente parte interessada e juiz do próprio caso. 
Aliás, o Código de Processo Civil do Brasil — e o Código de Processo Penal, da mesma forma — vai deixar claro esse impedimento. O juiz que tem interesse na causa, ou o cônjuge, não pode participar do processo. Isso é um princípio basilar do direito", destacou.

Marcos Rogério lembrou que as chamadas “vaza toga” trouxeram à tona informações de interesse público e questionou se o tratamento dado ao ex-servidor não serve como forma de intimidação a futuros denunciantes. Ele comparou a situação a outros episódios de divulgação de conversas privadas que não resultaram em responsabilização.

"Quando interessa, o vazamento é permitido; quando atinge adversários, o vazamento é normal e tolerado; mas quando expõe o próprio sistema, aí o vazamento é crime. Estamos diante de uma situação que é absurda. Isso não é justiça, isso é seletividade, isso é quebra do sistema acusatório. 
É a prática dos dois pesos e duas medidas, e essa incoerência destrói a confiança no Judiciário. O Brasil precisa dar exemplo de que não teme a verdade e de que não confunde denúncia legítima com crime político. O futuro das nossas liberdades depende dessa distinção, depende dessa cautela, desse cuidado", concluiu o senador.

Forte declaração de juíza da Suprema Corte dos EUA parece atingir Moraes em cheio

JCO

A magistrada Amy Coney Barrett, integrante da Suprema Corte dos Estados Unidos, publicou um artigo no portal The Free Press com o título Quando a política entra em choque com a lei

No texto, ela defende que a função dos juízes deve estar restrita ao cumprimento da Constituição, sem espaço para interpretações guiadas por preferências pessoais ou ideológicas.

Barrett abre a reflexão mencionando uma conversa que teve com sua tia, usada como ponto de partida para discutir os limites da atuação judicial. Segundo a juíza, a Constituição norte-americana foi desenhada para reduzir ao mínimo a subjetividade de quem ocupa a magistratura.

Ela reforça essa ideia ao afirmar:

“Em nossa república democrática, o juiz não faz justiça como vê, ele é constrangido pela lei adotada pelo processo democrático.”

Para Barrett, essa é a base que diferencia um sistema constitucional sólido de decisões arbitrárias.

A ministra conclui seu artigo destacando que “julgar o que a lei exige não é o mesmo que decidir o que é justo”, lembrando que a Suprema Corte não deve se comportar como um poder absoluto, mas como um árbitro que aplica as regras estabelecidas pelo povo por meio de seus representantes.

O artigo parece atingir em cheio o ministro do STF, Alexandre de Moraes... 

“Traição” de Dino foi fatal para rejeição de Messias

JCO 03/05/2026 às 08:18 Pior do que uma eventual traição de Moraes ou de Alcolumbre, foi a traição de Flávio Dino, recentemente guindado ao ...