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segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Moedas de R$ 1 guardadas? Você pode ter uma fortuna em casa sem saber As moedas de R$ 1 especiais dos Jogos Olímpicos de 2016 são mais raras e podem ter seu valor aumentado

metrópoles 

 atualizado 

Getty Images
moeda
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As moedas de R$1, que foram produzidas em edição especial aos Jogos Olímpicos Rio 2016, se tornaram itens de colecionadores e com o tempo se valorizaram.

Elas foram emitidas em 2016 pelo Banco Central do Brasil e trazem a temática dos esportes olímpicos e paraolímpicos, de um lado elas têm o tradicional logo do valor de R$ 1, do outro, carregam diversos esportes, entre eles natação, atletismo e paratriatlo. Em alguns casos, elas podem chegar a valer até R$ 6 mil. Elas costumam ser vendidas em leilões, sites de compras e até mesmo em plataformas especializadas em numismática, a ciência que estuda moedas, cédulas e medalhas sob os pontos de vista histórico, artístico e econômico.

Veja o valor de algumas moedas em sites de vendas:

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Os preços variam e moedas com erros de cunhagem valem mais
As edições especiais têm valores ainda mais altos

valor dessas moedas não está atrelado apenas às edições especiais. A raridade é intensificada por características específicas, como erros de cunhagem, reverso invertido ou núcleo deslocado.

Divulgação Banco Central
Moedas Rio 2016

Entre as 16 edições lançadas, algumas se sobressaem no mercado atual, como a moeda do vôlei, boxe e dos mascotes Vinicius e Tom, que têm mais demanda.

Durante os Jogos Olímpicos, também foram lançadas 16 modelos de moedas de R$5 feitas de prata e quatro modelos de moedas de R$10 reais feitas de ouro. Estas peças foram comercializadas como colecionáveis pelo Banco Central, pelos preços de R$195 e R$1.180,00.

URGENTE: Careca do INSS volta atrás e reunião da CPMI é cancelada

JCO

A reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS marcada para esta segunda-feira (15) acaba de ser cancelada.

O empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, comunicou nesta manhã, por meio de seus advogados, que não vai comparecer à comissão.

Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) deu ao Careca do INSS a possibilidade de optar por comparecer ou não.

Em nota, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), classificou a decisão do “Careca do INSS” como “lamentável”.

“Perdemos a oportunidade de ouvir hoje um dos principais investigados no escândalo que desviou recursos dos aposentados. É lamentável, mas a comissão seguirá trabalhando para que a verdade venha à tona e os culpados sejam responsabilizados”, declarou.

A CPMI  deve impetrar Mandado de Segurança no STF para obrigar o investigado a comparecer e prestar depoimento.

STF pagou R$ 4,4 milhões para empresa citada na “farra do INSS” Entre 2022 e 2023, STF firmou contrato com uma empresa de turismo que foi citada pela PF nas investigações sobre a “farra do INSS”

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
A Polícia Militar do Distrito Federal faz esquema reforçado de segurança na Praça dos Três Poderes durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados
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O Supremo Tribunal Federal (STF) pagou, entre 2022 e 2023, R$ 4,4 milhões a uma das empresas citadas nas investigações da “farra do INSS”: a Orleans Viagens e Turismo.

O contrato entre a empresa e o STF foi assinado em setembro de 2022 e previa a emissão de passagens aéreas, montagem de roteiros e emissão de seguro-viagem para a Corte.

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O prédio do STF no dia do julgamento de Jair Bolsonaro
O prédio do STF no dia do julgamento de Jair Bolsonaro

Segundo dados do Supremo, o contrato foi encerrado em setembro de 2023. Na época, o STF chegou a se defender de uma fake news que afirmava que a empresa pagava passagens de ministros para eventos em Nova York.

A Orleans Viagens e Turismo foi citada nas investigações da farra do INSS por ter recebido repasses de R$ 5,2 milhões da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares (Contag).

A Contag é uma das instituições diretamente investigadas no escândalo de descontos ilegais de aposentadorias do INSS e já teve seus convênios com o instituto suspenso após o início das investigações.

Investigação da PF

Segundo a coluna de Fábio Serapião, no Metrópoles, foram verificadas transferências de mais de R$ 26 milhões da Contag para 15 destinatários diferentes. Entre eles, a Orleans, que recebeu cerca de R$ 5,2 milhões.

“Os exorbitantes valores recebidos pelas empresas Orleans Viagens e Turismo (…), que não possuem aparente justificativa ou vínculo com a entidade, indicam possível desvio de valores provenientes dos descontos associativos dos aposentados e pensionistas do INSS”, afirmou a PF em representação ao juízo.

O documento também diz que “chama a atenção” o fato de a agência de turismo ser proprietária de 12 veículos, a maioria de “aquisição recente e de alto padrão, como Porsche 911, Dodge Ram Rampage e Volvo XC60”.

“A instituição financeira que realizou a comunicação ao Coaf destacou que a Orleans apresentou movimentação incompatível com o faturamento declarado, com recebimento expressivo da Contag, sem aparente justificativa ou vínculo com a entidade. Suspeitou-se de movimentação/intermediação de valores em benefício de terceiros, burla ao sistema, sonegação fiscal e possível ilícito envolvendo verbas públicas”, diz o relatório.

Diante da citação, a Orleans virou alvo da CPMI do INSS no Congresso Nacional. O senador Izalci Lucas (PL-DF) pediu a quebra do sigilo bancário da empresa entre janeiro de 2019 e julho de 2025.

A coluna procurou o STF para comentar o caso, mas até o momento não obteve resposta. O espaço segue aberto para comentários da Corte.

Operação da PF encontra a 1ª omissão na delação de Vorcaro, que fica bastante enfraquecida

JCO 07/05/2026 às 16:30 Daniel Vorcaro foi possivelmente o maior prejudicado na 5ª fase da Operação Compliance Zero. A 1ª omissão do ex-banq...