O estado de saúde do ex-presidente Bolsonaro é extremamente delicado, causando grande preocupação.
A jornalista e correspondente internacional Karina Michelin, que vive na Itália, participou da live Jornal do JCO e comentou sobre a situação do ex-presidente e o cenário político do Brasil:
“O sistema de poder impõe humilhações a Bolsonaro, eles querem Bolsonaro morto, a facada não deu certo. É esse o calvário de Jair Messias Bolsonaro hoje, ao qual estamos assistindo. Nós, pessoas comuns, não podemos resolver a situação de Bolsonaro, que é uma situação crítica, dramática.
Chamam a direita de fascista, que dissemina ódio, mas os atentados partiram sempre da esquerda. Estamos vendo canais de televisão sendo ameaçados, jornalistas sendo ameaçados, pessoas sendo ameaçadas, esse é o clima no Brasil de hoje, triste!”, lamentou.
O deputado federal namorado da Fátima Bernardes também conhecido como Túlio Gadelha resolveu atacar o deputado Nikolas Ferreira pela campanha de demissão aos que estão comemorando e celebrando o assassinato do influenciador conservador americano Charlie Kirk.
Túlio Gadelha no entanto acabou sendo confrontado pelo conservador Fred Rodrigues que afirmou que celebrar a morte de inocentes não se trata de liberdade de expressão e nem pensar diferente. Além disso, Fred ainda marcou no seu comentário o vice-secretário de estado americano Christopher Landau que prontamente respondeu ao aviso e indicou que Gadelha pode perder seu visto.
A reação do vice-secretário foi muito comemorada no X por pessoas críticas a atuação e a dedicação do deputado Túlio Gadelha em relativizar o assassinato de adversários politicos.
O namorado de Fátima deve pagar caro por tamanha insanidade! Veja:
JCO
15/09/2025 às 15:13
O valente vereador de Erechim - RS, Rony Gabriel, fez uma alerta grave em suas redes sociais.
Ao comentar sobre as insanas falas do historiador esquerdista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha - que comemorou o assassinato do conservador americano Charlie Kirk, Rony trouxe à tona declarações de um deputado petista ainda mais perigoso: Leonel Radde.
"Ele atinge muitos jovens que podem estar sendo influenciados por esse tipo de comportamento", afirma Rony.
Nada como buscar uma personalidade maior do que você mesmo, para confrontação o errante. O problema é quando você esquece do conceito e, despercebidamente, usa apenas a narrativa. Um verdadeiro óbvio ululante típico. Foi o tropeço cometido pela ministra Cármen Lúcia na inicial do seu voto.
Ao tentar impor e apoderar-se do talento literário e da qualidade moral do escritor francês Victor Hugo e do seu livro Histórias de um Crime, Cármen Lúcia esqueceu-se de olhar pelo retrovisor. E o que estava atrás dela era o próprio STF e os motivos políticos que estavam carregando nas costas. Com ares professorais, Cármen entendia que estava abafando.
Pontuando:
De cara, blasfemou, ao associar o título do livro à expressão “o crime é o golpe de estado”, que é coisa da cabeça dela. Não existe isso no nome do livro, e no afã de aparecer, trocou as bolas, e talvez quisesse apenas ilustrar suas próprias palavras, mas que deveria dizer ao contrário, que “golpe de estado é um crime”, o que de fato é!
Depois disse “...que de 1851 a 1870, quase 170 anos atrás…”, sem contextualizar a que se referiu o período, uma vez que este foi o período de exílio do autor, e também o período que o livro foi escrito. Se considerado o ano de 1870, são 155 anos, longe dos 170 anos, mas se considerou 1951 ou a média, aí passa mais próximo… (picuinha de zelo deste autor!)
Numa passagem do livro, citou o diálogo de um personagem da armada com alguma autoridade, descrevendo algumas propostas do primeiro para o segundo personagem. E aí reside o ponto; acho que a ministra se atrapalhou sem perceber, porque parecia estar falando da própria corte a respeito de Golpe de Estado.
Alguns tópicos que estavam no “decreto” proposto, e a resposta da autoridade dizendo que aquilo era um Golpe de Estado, apontam para o que ocorria exatamente naquele momento do julgamento, e dos acontecimentos antes dele para culminar nele próprio.
Senão, vejamos na justificativa da autoridade para afirmar que seria um Golpe de Estado:
Nós somos a minoria e seríamos a maioria;
Nós somos uma porção da Assembleia e agimos como se fossemos a Assembleia inteira;
Nós que condenamos a usurpação, seríamos os usurpadores;
Nós que somos os defensores da Constituição, afrontaríamos a Constituição;
Nós, os homens da lei, violaríamos a lei.
Então, conforme o relato da ministra, evoluiu o seguinte diálogo:
O segundo personagem afirmou: Golpe de Estado!
Sim, respondeu o primeiro personagem, mas um Golpe de Estado para o bem!
O mal, feito para o bem, continua sendo o mal.
Mesmo quando ele tem sucesso?
Principalmente quando ele tem sucesso.
Por quê?
Porque ele se torna um exemplo e vai se repetir!
Mas a razão do Estado existe!
Não! O que existe é a lei. É o estado de direito.
Ora, para entender o meu ponto de vista, ou seja, que a ministra parecia estar se referindo ao próprio STF, basta imaginar que o primeiro personagem é o Alexandre de Moraes e o segundo, o Luiz Fux, para ficarmos no âmbito da atual formação da corte.
Basta imaginar o Alexandre de Moraes no papel daquele que apresentou a proposta, e seu interlocutor, o Fux (único juiz de carreira da corte), como a autoridade que recebeu a proposta.
Imaginemos, então, o diálogo:
Moraes, isso que propôs é Golpe de Estado!
Mas, Fux, é um Golpe de Estado para o bem!
Moraes, o mal, feito para o bem, continua sendo o mal.
Mesmo quando ele tem sucesso, Fux?
Principalmente quando ele tem sucesso, Moraes.
Por quê, Fux?
Moraes… porque ele se torna um exemplo e vai se repetir!
Mas a razão do Estado existe!
Não, Moraes! O que existe é a lei. É o estado de direito.
Fica fácil entender quem aplicou o golpe de verdade, que no caso, vingou, até aqui, com a condenação já sentenciada.
Não é claro isso, ministra? Foi mal nessa, hein! Caiu na própria armadilha.
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Um piloto australiano de 46 anos morreu após a queda de um monomotor carregado com cocaína em um canavial de Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas. O acidente ocorreu nesse domingo (14), próximo ao Centro da cidade, revelando uma operação de tráfico internacional de drogas.
Timothy J. Clark era o único ocupante da aeronave de prefixo ZU-IXM, que transportava 180 quilos de cocaína em tabletes. O material entorpecente foi recolhido por militares da Força Tática 1 e Rocan que atenderam à ocorrência.
O Corpo de Bombeiros foi mobilizado logo após o acidente devido ao risco de explosão. Por questões de segurança, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) isolou a área enquanto as equipes técnicas trabalhavam no local.
O Departamento Estadual de Aviação (DEA) registrou imagens do local da queda, que ocorreu às margens de uma estrada que atravessa o canavial localizado atrás do Estádio Gerson Amaral. Há indícios de que o piloto tentou pousar na estrada dentro do canavial, mas ainda não está claro se foi uma manobra de emergência ou um pouso planejado.
Documentos encontrados confirmaram a nacionalidade australiana do piloto. O Instituto Médico Legal e a Polícia Científica realizaram os procedimentos periciais necessários. Os tabletes de cocaína apreendidos foram transportados sob escolta policial até o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Coruripe.
Investigações iniciais mostraram que a aeronave particular já havia sido fotografada no Brasil em 2023, durante passagem pelo município de Igarassu, em Pernambuco. Um detalhe técnico que chamou atenção dos investigadores foi a presença de tanques extras de combustível no avião, sugerindo preparação para um trajeto longo com poucas paradas.
A Delegacia Estadual de Repressão ao Narcotráfico (DNARC) da Polícia Civil assumirá as investigações sobre a origem e o destino planejado para a droga. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Força Aérea Brasileira, ficará responsável pela apuração das causas técnicas do acidente
Um homem, ainda não identificado, abordou a professora e diretora da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Melina Fachin, filho do ministro so Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, chamou-a de “lixo comunista” e aplicou-lhe uma “cusparada”.
O incidente ocorreu no final da manhã da última sexta-feira (12), conforme relatado por Marcos Gonçalves, advogado e marido de Melina.
Gonçalves publicou uma nota em suas redes sociais atribunindo o ocorrido a um suposto ódio da ‘extrema direita’.
A Ordem dos Advogados do Brasil emitiu comunicado oficial sobre o caso.
"A entidade repudia veementemente o episódio, que afronta valores essenciais da vida democrática. A democracia exige o respeito às liberdades, ao pluralismo e à convivência pacífica, sobretudo no espaço acadêmico, que deve ser preservado como ambiente de diálogo e de construção do conhecimento — jamais como palco para violência, intolerância ou tentativas de silenciamento".
O campus de direito da universidade registrou outro episódio de conflito na terça-feira (9), três dias antes da agressão contra Melina. Estudantes bloquearam o acesso ao prédio onde aconteceria o evento "O STF e a interpretação constitucional", que contaria com a participação do vereador curitibano Guilherme Kilter, do partido Novo, e do advogado Jeffrey Chiquini. Parte dos alunos classificou o evento como "antidemocrático". Melina não tomou nenhuma providência para permitir a realização do evento.
O senador Davi Alcolumbre tem sido extremamente pressionado para revelar quais gabinetes de seandores, Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, visitou nos últimos anos.
Alcolumbre, entretanto, mantém decisão de seu antecessor, Rodrigo Pacheco, que decretou sigilo de 100 anos na lista de gabinetes visitados pelo empresário, tido como principal operador da farra do INSS.
Há duas semanas, em encontro com o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), Alcolumbre reiterou sua negativa em abrir os dados.
Pois bem, hoje à tarde o Careca do INSS estará prestando depoimento na CPMI e fatalmente serão feitas perguntas sobre o assunto.
Assim, caso responda, finalmente será revelado quem Pacheco e Alcolumbre tentam proteger alucinadamente