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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Donald Trump: Promessa cumprida

JCO

i>“Mostre-me o homem e eu mostrarei o crime.” (Lavrenti Beria (1899-1953), Chefe da Polícia Secreta Soviética e um assassino compulsivo a serviço do ditador Stalin)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu e cumpriu: começou a resposta à condenação de Bolsonaro, por "Ausência de Crime", estendendo a Lei Magnitsky à esposa de Alexandre de Moraes, o Ditador Judicial brasileiro, à banca de advocacia de Moraes (Perdão, da esposa de Moraes!) e ao Instituto LEX, repositório da fortuna (e põe fortuna nisso!) da família de Moraes. Isto foi feito, como prometido, no domingo, 21/09, data em que o nosso 'presidemente', Luiz Ignorácio Lula da Çilva, um vistoso exemplar da espécie ‘homo corruptus’, chegava aos Estados Unidos para ler, na Assembleia Geral da ONU, o discurso escrito por Celso Amorim. Vergonha maior para o Brasil e os brasileiros não se pode imaginar.

Mas não condenemos Trump por nos impor tamanha vergonha internacional. Ele apenas deseja mostrar ao mundo a ditadura judicial de Moraes que, sempre escudada pelo bando do STF, impôs aos brasileiros em 2022 um candidato corrupto, boçal, semianalfabeto, previamente condenado à prisão pela Justiça em dois processos-crime até a terceira instância, sempre por unanimidade. Impôs o candidato (Lula) e o “elegeu”, através de censura desavergonhada à oposição e outros tantos truques baixos, nada republicanos.

O conhecimento de Trump sobre o que ocorreu e ocorre no Brasil é tão perfeito, tão detalhado, que nem mesmo o Benedito Gonçalves (“Missão dada, missão cumprida”), relator da condenação no TSE que tirou Bolsonaro das eleições de 2026, escapou das sanções: teve o seu visto de entrada nos Estados Unidos revogado. Isto equivale a uma declaração de “persona non grata” nos Estados Unidos feita a Benedito, acostumado a receber tapinhas nas bochechas das mãos sujas de Lula. Este mesmo título de ‘persona non grata’, bastante desonroso, já havia sido “outorgado” a membros do STF, tais como Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Alexandre de Moraes. O leitor pode, perfeitamente, declarar que a imagem desses ministros hoje flutua num pântano sujo de má reputação. Mais uma vergonha internacional que atinge todos os brasileiros decentes.

Trump também quer demonstrar que o “julgamento” de Bolsonaro pelo STF, por “ausência de crime”, foi uma FARSA para impedir que um candidato limpo de corrupção seja eleito em 2026, em contraposição ao bandido semianalfabeto Lula da Çilva, que busca a “reeleição”. Tudo isso a exemplo de outras ditaduras latino-americanas, como Venezuela, Nicarágua e Cuba, onde os candidatos de oposição às respectivas ditaduras são sistematicamente presos e impedidos de concorrer.

Esses boçais do STF sempre se consideraram inatingíveis, quase deuses, sempre chantageando deputados e senadores (a maioria com a bunda presa ao STF por falcatruas no currículo) e livres para limpar o traseiro com a Constituição que juraram defender, bem como com o Código de Processo Penal e demais leis da República. Pois essa raça de víboras está agora sendo atingida por quem não esperava: os Estados Unidos da América, a mais longeva e bela Democracia no mundo. Graças aos EUA e a seu governo, uma verdadeira luz surge no fim do túnel a mostrar toda a pequenez, toda a sordidez de nossa dita Suprema Corte. Avante, Estados Unidos da América: os que amam a LIBERDADE e a JUSTIÇA te aplaudem!

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

Repórter da Folha questiona Allan sobre o motivo de sua ida a embaixada brasileira em NY e tem resposta inesperada (veja o vídeo)

JCO

A repórter Julia Chaib, correspondente da Folha de S.Paulo nos Estados Unidos, resolveu entrevistar o jornalista Allan dos Santos.

Ele esteve nesta terça-feira (23) na embaixada brasileira em Nova York onde confrontou os policiais federais integrantes da comitiva brasileira.

Logo na primeira pergunta, a repórter questiona justamente porque o jornalista exilado resolveu ir até a embaixada brasileira.

A resposta vem na lata:

“Eu vim aqui para provar que eu sou livre”.

Veja o vídeo:

A primeira prisão em flagrante na CPMI do INSS

JCO

Após mais de sete horas de reunião nesta segunda-feira (22), o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), decretou a prisão em flagrante, por falso testemunho, do economista Rubens Oliveira Costa. A Polícia Legislativa executou a prisão de Costa, suspeito de envolvimento nas fraudes contra aposentados e pensionistas. 

Mais cedo, o relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), também havia pedido a prisão. Ele mostrou as atividades de Costa em diversas empresas ligadas às irregularidades e controladas por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. 

“Esta CPMI não vai ser o local para a impunidade, se ele é laranja pouco me importa. Derrubando uma laranja podre, a gente termina alcançando o bicho que está apodrecendo as laranjas. Este cidadão participou de crimes gravíssimos contra aposentados e pensionistas, continua na impunidade, continua praticando crimes e se encontrando com outros investigados (...) para evitar a fuga e a prática de novos crimes e pelo flagrante do crime de ocultação documental diante de uma investigação em curso, peço a decretação da prisão preventiva”, disse o relator.

O depoente foi questionado por cerca de 30 parlamentares, mas, munido de um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), acabou não respondendo à maioria das perguntas.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) disse estranhar que o depoente tenha trabalhado em empresas que movimentaram milhões de reais em 2023 e 2024 sem desconfiar de nada. Na mesma linha, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que “parece absolutamente inverossímil” que Costa não tivesse conhecimento das irregularidades promovidas por Camilo Antunes.

Em resposta ao deputado Zé Trovão (PL-SC), Costa reconheceu que chegou a entregar R$ 949 mil em espécie a Camilo Antunes e disse não ter conhecimento de parlamentares que tenham recebido dinheiro do esquema.

O vice-presidente da CPMI, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), também pediu ao presidente da comissão a prisão em flagrante de Costa por crime de falso testemunho. O deputado avaliou que o depoente teve “participação inequívoca” no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas. 

“Requeiro a configuração do crime de falso testemunho para que o Rubens, que ajudou a roubar aposentados por todo o Brasil, saia daqui preso. E a gente possa mostrar que aqui neste país tem lei e a lei precisa ser cumprida. Nós não podemos aceitar que brinque com a cara dos aposentados, que roube os pensionistas, que prejudique milhares de pessoas inocentes e ainda venha aqui mentir com a maior cara lavada”, disse Duarte Jr.

Para o senador Sergio Moro (União-AL), o depoimento de Costa mostrou que ele trabalhou para empresas de fachada que promoveram lavagem de dinheiro. Ele apoiou o pedido de prisão contra o depoente.

“Há uma lavagem de dinheiro, uma simulação de prestação de serviço para praticar um estelionato contra os aposentados e pensionistas deste país com fraudes documentais praticadas em série. Então, há um risco igualmente não só à ordem pública, mas à investigação e instrução do processo”, afirmou Moro.

Alguns deputados comentaram as denúncias contra ex-assessores de senadores que supostamente teriam ligações com pessoas envolvidas nas fraudes contra aposentados e pensionistas. O deputado Kim Kataguiri (União-SP) apresentou requerimento para convocação de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton (PDT-MA); enquanto o deputado Zé Trovão apresentou requerimento para que seja convocado Paulo Augusto de Araújo Boudens, ex-assessor do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Rubens Costa Oliveira foi liberado na madrugada desta terça-feira (23), após pagar fiança.

Trump dá “carta branca” para países da Otan abaterem aviões da Rússia Declaração de Trump acontece dias após incidentes envolvendo aviões russos e três países membros da Otan

metrópoles 

 atualizado 


Kevin Dietsch/Getty Images
Imagem colorida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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Donald Trump deu carta branca para países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) abaterem aeronaves russas, caso as mesmas invadam seus respectivos espaços aéreos. A declaração do presidente dos Estados Unidos aconteceu nesta terça-feira (23/9), durante encontro com o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

Os dois se reuniram horas após Trump discursar na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ao ser questionado por repórteres membros da aliança deveriam derrubar aviões da Rússia, se elas invadissem o espaço aéreo de algum dos 32 países da Otan, o líder norte-americano foi curto na resposta: “Sim, eu acho”, disse.

Na conversa com jornalistas, o presidente dos EUA também foi questionado se forças norte-americanas poderiam atuar contra aeronaves russas que invadam o espaço aéreo de membros da Otan.

“Isso depende das circunstâncias”, declarou Trump, sem dar maiores detalhes.

As declarações do líder norte-americano acontecem após incidentes envolvendo caças e drones da Rússia, que invadiram o espaço aéreo de três países da Otan.

O último deles foi registrado na Estônia, na sexta-feira (19/9), após o governo local acusar a Rússia de invasão com três caças de guerra MiG-31. Antes disso, aeronaves russas também foram avistadas nos céus da Polônia e Romênia.

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