ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Prefeita Laura Rosa e ex-Prefeito Júnior Percy são cobrados por obra parada a 16 anos, mesmo com 100% dos recursos repassados pelo MEC Para construção da Escola Agrotécnica de Buriti dos Lopes foram liberados R$ 961 mil mas, apenas 17% da estrutura foi concluída depois de oito anos com Júnior Percy e oito com Ivana Fortes, quando foi assinado o convênio e Bernildo Val.

Se 100% dos recursos foram liberados, onde foi parar o dinheiro da Escola Agrotécnica de Buriti dos Lopes? É essa a pergunta que o Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) quer ver respondida pelo ex-prefeito Junior Percy (PP) — hoje secretário de Finanças do município — e pela atual prefeita Laura Rosa (PP), eleita em 2024 com o apoio do próprio Percy, sendo ela Secretária de Infraestrutura do município na gestão dele. Mas, não apenas eles, outros dois ex-gestores também devem explicações.

A obra, fruto de um convênio firmado em 2009, no mandato da então Prefeita Ivana Fortes (MDB), com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), recebeu o repasse integral de R$ 961.103,00 do Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, passando pelo mandato de Bernildo Val (2012 a 2016). No entanto, até hoje, apenas 17,39% da estrutura foi concluída.

Junior Percy governou o município em dois mandatos consecutivos, ou seja, de 2016 a 2024, mas não concluiu a construção. Passados 16 anos desde a assinatura do convênio pela Prefeita Ivana Fortes, a escola continua sendo um esqueleto inacabado às margens da BR-343, no Centro da cidade. Com a vitória de sua aliada política e sucessora, Laura Rosa, ano passado, a expectativa era de retomada, mas até agora não há sinais de avanço. Na prática, a obra passa por quatro gestões sem nenhuma resolutividade e todos precisam prestar contas dos recursos, uma vez que o poder é impessoal.

O Ministério Público aponta indícios de má gestão dos recursos e possível desvio de finalidade, já que o dinheiro foi integralmente repassado e não resultou em benefício para a população. A situação é agravada pela omissão da Prefeitura em prestar contas: ofícios e diligências enviados pela Promotoria à gestão municipal e à Secretaria de Educação não foram respondidos, revelando falta de transparência e descaso com a obrigação de informar.

De acordo com o promotor de Justiça Adriano Fontenele Santos, a instauração de procedimento administrativo visa obrigar a Prefeitura a apresentar explicações, documentos e medidas concretas para regularizar a execução da obra. Caso a omissão persista, novas providências poderão ser tomadas para responsabilizar os gestores envolvidos.

A obra da Escola Agrotécnica de Buriti dos Lopes integra o programa Brasil Profissionalizado, criado para ampliar a oferta de ensino técnico em municípios do interior. A paralisação representa não só desperdício de recursos, mas também um prejuízo direto ao direito à educação de jovens e adolescentes que poderiam estar sendo beneficiados pela estrutura.

O MPPI destacou ainda que o caso se enquadra no Pacto Nacional pela Retomada de Obras, iniciativa do Governo Federal para recuperar construções paralisadas no país. A expectativa é de que, com a pressão dos órgãos de controle, a prefeitura finalmente se mova para concluir a escola e evitar que o investimento público se perca por completo.

OPINIÃO E NOTÍCIA abre o espaço para que os citados possam dar suas versões sobre a cobrança feita pelo Ministério Público.

Relatório do FNDE comprova que foi liberado 100% dos recursos para a Escola Agrotécnica de Buriti dos Lopes

 Prefeita Laura Prefeita Laura Rosa e ex-Prefeito Júnior Percy são cobrados por obra parada a 16 anos, mesmo com 100% dos recursos repassados pelo MEC  

Careca do INSS não é o líder do esquema, conclui o relator da CPMI

JCO

O deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), afirmou que Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, não seria o principal responsável pelo esquema de fraudes bilionárias. A declaração foi feita nesta quinta-feira (25) após quase sete horas de depoimento do empresário no Senado Federal.

"Eu fico muito convicto e cada vez mais certo de que esse Careca não é o líder da organização criminosa. Ele é uma passagem do dinheiro desviado do povo trabalhador brasileiro", disse Gaspar a jornalistas após a sessão.

O relator da CPMI indicou que Antunes estaria protegendo os "verdadeiros padrinhos" do esquema. Segundo ele, embora o empresário tenha causado prejuízos aos aposentados, a maior parte dos recursos teria ficado com outros integrantes da organização.

"O dinheiro que ele ficou, o dinheiro que ele tomou dos aposentados, isso aí representa um abalo grande para os aposentados. Mas a organização criminosa ficou com a grande parte e acima dele é justamente quem ele está protegendo. Por isso esse receio de blindagem absoluta", afirmou o parlamentar.

Durante seu depoimento à CPMI, Antunes optou por permanecer em silêncio diante dos questionamentos. O empresário justificou sua decisão alegando que Gaspar o havia chamado de "ladrão" diversas vezes. Em resposta, o parlamentar comentou que o silêncio do depoente "foi um elogio".

A PF (Polícia Federal) identificou movimentações financeiras de R$ 53,58 milhões nas contas de Antunes entre 2022 e 2024. Desse total, R$ 9,33 milhões foram transferidos para funcionários do INSS ou pessoas ligadas a eles. O empresário também mantinha uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas.

As investigações apontam que Antunes operava por meio de 22 empresas, muitas delas constituídas como sociedades de propósito específico para dificultar o rastreamento do dinheiro. Apesar de declarar renda mensal de aproximadamente R$ 24 mil, a polícia apreendeu veículos de luxo como Porsche, BMW e Land Rover em endereços vinculados ao empresário durante operação realizada em maio de 2025.

Em 2023, no início do governo Lula, Antunes se reuniu com o ministro da Previdência, Wolney Queiroz. Na época, uma empresa ligada ao lobista possuía apenas R$ 25 mil em conta bancária, valor considerado baixo em comparação às cifras investigadas pela PF.

Apesar do apelido sugestivo, Antunes nunca trabalhou no INSS, atuando como empresário e lobista.

A PALAVRA DO LUPA1

Há exatamente um ano, em especial nos meses de agosto e setembro de 2024, a deputada estadual Gracinha Mão Santa enfrentava um dos seus maiores desafios: eleger o sucessor do pai, Mão Santa, diante de um embate sem precedentes, onde o governo do estado não somente tinha o seu candidato, mas destinava grande parte de sua energia e recursos com objetivo de elege-lo.

O candidato escolhido pelo grupo de Mão Santa, um jovem, de nome Francisco, homônimo do grande líder, com histórico de dedicação ao serviço público e de demonstração reiterada de gratidão a família Mão Santa pelas oportunidades até ali recebidas. A escolha recaiu sobre alguém até então considerado de boa índole, livre de vícios e de más intenções. A vitória veio. Foi sofrida, deixou enormes marcas, mas chegou e garantiu que o modelo de gestão aprovado nas pesquisas e nas urnas pudesse continuar pelas mãos do “novo Francisco”, sob as orientações e esforço de ajuda da família Mão Santa e todos os demais que gravitavam em torno. Uma legião de pessoas de bem que auxiliaram Mão Santa e Gracinha por 8 anos seguidos.

O pior havia sido superado: vencer a máquina do governo. Dali para frente era trabalhar mais e fazer Parnaíba avançar.

Tudo ia bem até que o novo prefeito, sem nada que justificasse tal medida, rompeu com todos que o fizeram chagar ao posto mais alto e desejado da cidade.

Um golpe. Uma traição.

Lupa 1

Lula perde mais um ministro e um partido inteiro

JCO

Caminhando celeremente rumo ao caos. É isso que faz Lula. Por isso tantas perdas.

O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil-PA), entregou sua carta de demissão a Lula nesta sexta-feira (26), durante reunião no Palácio do Planalto. A saída ocorre como consequência direta do rompimento oficial do União Brasil com a base governista.

"Tive uma conversa hoje com o presidente da República em virtude da decisão que o partido ao qual sou filiado tomou, de deixar o governo, e vim hoje aqui cumprir o meu papel. Entreguei ao presidente a minha carta e o meu pedido de saída do Ministério do Turismo, cumprindo a decisão do meu partido", declarou Sabino após o encontro.

A saída de Sabino era prevista desde que a direção nacional do União Brasil decidiu deixar a base do governo.

Com esta mudança, o governo Lula registra sua 13ª alteração ministerial desde o início da gestão.

O Ministério do Turismo ainda não tem sucessor definido. Entre os possíveis nomes para assumir a pasta estão Ana Carla Machado Lopes, atual secretária-executiva; Marcelo Freixo, presidente da Embratur; e Cristiane Leal Sampaio, secretária nacional de Políticas de Turismo.

VEREADOR BATISTA DO CATANDUVAS

Sempre dedicado pelo esporte, social e cultura, vereador Batista do Catanduvas, inicia mais uma competição.

Show!!!

EX-VEREADOR ANDRÉ NEVES.

Exemplo de político dedicado por Parnaíba, esse mostra o que fez e o que faz.

André Neves.



Novas denúncias indicam que Moraes transformou o TSE num “bunker ideológico” e fez “mutirão de perseguição à direita”

JCO

Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentou documentação e depoimento detalhado na Subcomissão de Combate à Censura da Câmara dos Deputados revelando o que chamou de "um mutirão de perseguição à direita" sob comando do ministro Alexandre de Moraes. A exposição ocorreu durante sessão presidida pelo deputado Gustavo Gayer.

Tagliaferro compartilhou ordens internas documentadas, registros de monitoramento sistemático de cidadãos e relatos sobre intimidação a servidores que questionaram determinações superiores. O ex-assessor detalhou, a partir de sua experiência direta nas operações, o funcionamento do que descreveu como um aparato estruturado dentro da corte eleitoral brasileira.

A sessão acontece em momento de tensão institucional no país. Em democracias consolidadas, denúncias desta natureza normalmente provocariam amplas discussões sobre limites do poder judicial e possíveis abusos de autoridade, segundo analistas políticos.

Especialistas observam que acusações semelhantes em outros países poderiam resultar em investigações parlamentares abrangentes e até no afastamento temporário do acusado durante apurações. No Brasil, contudo, há possibilidade de que o próprio denunciante se torne alvo de novos inquéritos após suas declarações.

DENÚNCIAS APONTAM OPERAÇÃO ANTES DAS ELEIÇÕES DE 2022

As acusações apresentadas por Tagliaferro indicam que o "mutirão" de monitoramento e restrições teria ocorrido especificamente no período que antecedeu as eleições presidenciais de 2022, levantando questionamentos sobre a imparcialidade do processo eleitoral brasileiro.

Segundo o ex-assessor, expressões como "derrotamos o bolsonarismo", "perdeu, mané" e "missão dada é missão cumprida" teriam se tornado símbolos de um processo eleitoral comprometido. As evidências sugerem que uma das candidaturas teria sido submetida a medidas restritivas por parte de quem deveria atuar apenas como árbitro imparcial.

Tagliaferro afirmou que esta percepção de parcialidade estaria na origem dos eventos que culminaram nos protestos de 8 de janeiro. Ele declarou que as decisões judiciais estariam sendo tomadas sob a justificativa de "defesa da democracia", enquanto princípios democráticos fundamentais estariam sendo comprometidos.

A reação das instituições brasileiras tem sido diversificada. O Poder Legislativo, com poucas exceções, não estaria reagindo conforme esperado de um guardião de prerrogativas constitucionais, disse o ex-assessor. Ele mencionou o líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias, como facilitador de medidas junto ao STF contra iniciativas da oposição.

DOCUMENTOS EVIDENCIAM CRISE NO ESTADO DE DIREITO, SEGUNDO DEPOENTE

Os documentos apresentados por Tagliaferro materializam o que antes era apenas uma percepção generalizada na sociedade brasileira, de acordo com analistas que acompanharam seu depoimento. As evidências sugerem práticas que deveriam ser exceção, mas teriam se tornado regra no Brasil.

Conforme as denúncias, o ministro Alexandre de Moraes teria utilizado a expressão "Recivilizar o país" para justificar decisões que críticos classificam como abuso de autoridade.

O ex-assessor do TSE mencionou que o combate ao chamado "discurso de ódio" estaria sendo apresentado como justificativa para medidas restritivas, com o "jornalismo profissional" servindo como instrumento de validação destas ações direcionadas contra o que é classificado como "bolsonarismo".

Especialistas em Direito Constitucional citados durante o depoimento alertaram que poderes sem controles adequados tendem à radicalização progressiva. O que começa com censura justificada para "proteger as instituições" pode evoluir para restrições mais severas sob o pretexto de "garantir a paz social" e, posteriormente, para medidas ainda mais drásticas com o argumento de "prevenir o caos", segundo juristas mencionados por Tagliaferro.

O mecanismo descrito pelo ex-assessor evoca conceitos sobre estado de exceção. No Brasil contemporâneo, segundo as denúncias, este estado excepcional teria se normalizado através da estigmatização de opositores ao atual alinhamento entre o STF e o governo federal.

Presidente do TRF-3 expressa a indignação da sociedade contra a torpeza da Folha na véspera do Dia das Mães

JCO 10/05/2026 às 06:35 Uma tragédia envolvendo a família da juíza Mariana Francisco Ferreira serviu de inspiração para uma charge vil publi...