Com profundo pesar comunicamos o falecimento da professora parnaibana Maria de Jesus de Castro Silva, mulher de fé, exemplo de dedicação à família e de generosidade com todos ao seu redor. Sua partida deixa uma imensa saudade no coração de familiares, amigos e de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.
Maria de Jesus será sempre lembrada pelo carinho, humildade e pela forma acolhedora com que tratava todos. Seu legado de amor e bondade permanecerá vivo na memória e no coração de cada um que fez parte da sua caminhada.
Que Deus, em sua infinita misericórdia, conceda o descanso eterno à sua alma e conforte todos os seus familiares neste momento de dor e despedida.
O presidente Donald Trump definiu em encontro mantido com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta segunda-feira (29).
Trump e Netanyahu detalharam o plano de paz para Gaza, marcado por medidas de segurança e diplomacia na região.
“Se aceita pelo Hamas, essa proposta pede a libertação de todos os reféns imediatamente, ou no máximo em 72 horas”, afirmou Trump.
Israel concordou com a proposta e destacou que os Estados Unidos estão discutindo com Israel a possibilidade de um acordo não apenas em Gaza, mas também em todo o Oriente Médio, visando uma “paz permanente”.
O plano, que contém 20 pontos, estabelece que a Faixa de Gaza deve se tornar um território livre do terrorismo e garante que qualquer ação de Israel contra ameaças será totalmente respaldada pelos EUA. “Israel tem meu apoio total para enfrentar qualquer ameaça”, disse Trump.
E prevê ainda que membros do Hamas que aceitarem a coexistência pacífica com Israel terão anistia, e aqueles que quiserem deixar Gaza terão passagem segura garantida.
O documento demonstra a possibilidade de as Forças de Defesa israelenses se retirarem do enclave, caso ambos os lados aceitem o acordo. A partir daí, negociações sobre a libertação dos reféns que ainda permanecem em Gaza seriam iniciadas.
O presidente norte-americano reforçou que, caso o Hamas rejeite o plano, Netanyahu terá o “apoio total” dos Estados Unidos para tomar as medidas necessárias. “A tirania do terror do Hamas precisa acabar. Isso é para sempre”, completou.
O assessor especial da Presidência, Celso Amorim, afirmou que os Estados Unidos “não enganam” o petista Lula. A declaração ocorreu em entrevista ao UOL, ao ser perguntado sobre a possibilidade de uma “emboscada” por parte do governo de Donald Trump.
O primeiro encontro entre Lula e Trump aconteceu na terça-feira (23), nos bastidores da 80ª Assembleia Geral da ONU. Na ocasião, houve um entendimento para que seja realizada uma reunião formal já na semana seguinte. Ao comentar o formato desse futuro encontro, Amorim destacou que “tudo é possível combinar”: poderia haver uma conversa inicial por telefone, uma reunião em local neutro durante outra viagem, ou mesmo em circunstâncias ainda em avaliação. Segundo ele, “o importante é a disposição de conversar e ela existe”.
Amorim relatou que Lula demonstrou satisfação com a forma como foi tratado por Trump. O presidente norte-americano descreveu o petista como “um cara muito legal” (“very nice guy”). Em seu discurso na ONU, Trump narrou o breve contato entre os dois:
“Eu estava subindo aqui e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu e nós nos abraçamos. Ele pareceu um bom homem. Ele gostou de mim, eu gostei dele. E eu só faço negócios com gente que eu gosto. Por cerca de 39 segundos tivemos uma química excelente, e isso é um ótimo sinal”.
Antes desse encontro em Nova York, a comunicação entre Lula e Trump havia ocorrido apenas por meio de cartas, em uma relação considerada indireta e, por vezes, tensa. Amorim ponderou, contudo, que não há garantias de que um diálogo presencial resulte em soluções para impasses comerciais, como a tarifa de 50% aplicada a produtos brasileiros, ou atenue divergências ligadas ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF.
Segundo o assessor, a postura recente de Trump sinaliza certa abertura.
“Tenho a impressão de que Trump não teria feito o gesto de abertura se ele estivesse ainda disposto a tomar alguma atitude mais rígida. Já achei que, depois do julgamento de Bolsonaro, sua reação foi mais suave que de alguns outros funcionários”, observou.
O advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin de Luca, fez uma publicação nesta segunda-feira (29), na qual chama o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “descarado”.
Moraes deu 15 dias para que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo apresentem suas defesas diante da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) os acusando de coação.
Em sua conta no X, o jurista norte-americano publicou:
“Alexandre de Moraes está reclamando que Eduardo está se esquivando do processo criminal que Moraes abriu contra ele por discurso em solo americano. Incrivelmente descarado, vindo de um homem que vem se esquivando do serviço no caso Rumble contra ele na Flórida há 7 meses.”
Martin De Luca disse ainda que Moraes pressiona o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que não processe o pedido de citação dos EUA.
“Até hoje, Moraes continua se esquivando da citação. A mais recente é que ele está pressionando o STJ – o tribunal brasileiro que deveria autorizar a citação de Moraes – para não processar o pedido de citação dos EUA”.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) anunciou que vai protocolar um pedido de impeachment contra o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar afirmou que a atuação do ministro demonstra "parcialidade" em diferentes momentos da vida pública. Para ele, o ministro quer "aniquilar a direita e os conservadores do Brasil".
O senador mencionou a atuação de Dino como ministro da Justiça, em 2023. Ele afirmou que a CPMI do 8 de Janeiro pediu acesso às imagens das câmeras de segurança do Ministério referentes à data, mas recebeu apenas parte do material. Girão disse que o governo foi alertado sobre a possibilidade das invasões e depredações de prédios públicos, mas não adotou medidas para evitar os ataques.
"Dino acabou fornecendo as imagens de apenas quatro câmeras, de um total de 180, e a alegação não podia ser mais estapafúrdia: as imagens simplesmente foram apagadas, porque o contrato com a empresa responsável não exigia armazenamento por tempo indefinido.
Por que imediatamente não pediu? Será que é porque ia revelar quem estava com ele no prédio? Será que ia revelar que tinha gente de braço cruzado, pelotões da Força de Segurança Nacional, que ele não acionou?", questionou.
Girão também lembrou que Dino integrou o Consórcio Nordeste — autarquia que reúne os governos dos nove estados da região Nordeste para ações de colaboração regional — quando foi governador do Maranhão (2015-2022). Durante a pandemia de covid-19, o Consórcio pagou R$ 48,7 milhões por 300 respiradores. O senador disse que, durante a CPI da Pandemia, houve resistência a investigações sobre governadores e prefeitos.
"Eram muitas as denúncias de superfaturamentos em compras emergenciais sem licitação. Muitas compras flagrantemente irregulares, como a aquisição de insumos de saúde em bares, lanchonetes e até em casas de massagem. Sempre fui voto vencido, porque a maioria que ocupou [a CPI] para sabotar as investigações em prefeitos e governadores só estava interessada, realmente, em favorecer o Lula no ano seguinte. O objetivo era desgastar o governo [do ex-presidente Jair Bolsonaro]", disse.
O médico Cláudio Birolini foi chamado à residência de Jair Bolsonaro após o ex-presidente apresentar soluços persistentes e múltiplos episódios de vômito no início da noite desta segunda-feira (29) em sua casa no Lago Sul, em Brasília. O mal-estar ocorreu horas depois que Bolsonaro recebeu a visita do governador Tarcísio de Freitas.
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) relatou a situação através de publicação na rede social X. Segundo ele, o pai enfrentou quatro episódios de vômito enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tentava proporcionar algum conforto ao marido.
"O médico já está a caminho de casa para avaliar a situação. Peço, por favor, que orem por ele", escreveu Carlos na plataforma digital.
A família aguarda a avaliação médica para decidir sobre eventual transferência para uma unidade hospitalar.
A equipe médica que acompanha o ex-presidente informou que divulgará boletins após concluir uma avaliação detalhada do quadro clínico. Até o momento, não há definição sobre necessidade de internação.
Mais cedo neste mesmo dia, o governador Tarcísio de Freitas esteve com Bolsonaro para um almoço, acompanhado de dois filhos do ex-presidente: Flávio e Jair Renan. Durante o encontro, foram discutidos o cenário político e as eleições de 2026.
Ao comentar sobre a condição de saúde de Bolsonaro, Tarcísio declarou:
"Presidente está passando por um momento difícil. É muito triste. A gente conversando e ele soluçando o tempo todo".
Há aproximadamente duas semanas, Bolsonaro precisou ser hospitalizado com sintomas semelhantes. Os soluços representam uma complicação recorrente em seu sistema digestivo, consequência da facada que sofreu durante sua campanha presidencial em 2018.
O ex-presidente mantém acompanhamento médico regular desde o atentado. As sequelas do ferimento continuam a manifestar-se periodicamente, exigindo em alguns casos intervenções hospitalares para controle dos sintomas.