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sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Direita quer convidar salvadorenho Bukele para CPI do Crime Organizado Magno Malta quer convidar Nayib Bukele para a falar à Comissão, reforçando influência da política “linha-dura” no discurso da oposição

metrópoles 

 atualizado 

Alex Peña/Getty Images
Nayib-Bukele presidente de El salvador - metrópoles
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O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, poderá ser convidado a participar da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado. O requerimento foi apresentado pelo senador Magno Malta (PL-ES), que também propôs uma diligência oficial a El Salvador para conhecer, in loco, as políticas de segurança pública adotadas pelo governo salvadorenho.

Os pedidos ainda precisam ser votados pela comissão, mas o gesto é simbólico. Ao citar Bukele como referência, Malta reforça a influência crescente do presidente salvadorenho no discurso da direita brasileira sobre segurança pública.

Caso o convite seja aprovado, a Comissão deve encaminhar o convite por meio da Presidência do Senado Federal, que o remete ao Ministério das Relações Exteriores, responsável por fazer a interlocução diplomática com o governo de El Salvador.

A partir daí, caberá ao Itamaraty conduzir o convite oficial ao presidente salvadorenho, indicando a possibilidade de participação presencial ou on-line, conforme a disponibilidade e agenda.

A ideia inicial é que a reunião seja realizada por meio de videoconferência.

Bukele se tornou um ícone internacional do endurecimento contra grupos criminosos após decretar estado de exceção e prender cerca de 80 mil pessoas em El Salvador desde 2022, sob a justificativa de combater facções locais.

O modelo, elogiado por líderes conservadores e criticado por organismos de direitos humanos, é visto por setores da direita brasileira como exemplo de “tolerância zero” com o crime.

Segundo Malta, o comparecimento de Bukele na comissão pode servir para que ele compartilhe “ações, estratégias e resultados obtidos pelo governo salvadorenho no enfrentamento às organizações criminosas naquele país”.

“Essa Comissão Parlamentar de Inquérito tem por missão identificar causas estruturais, fluxos financeiros, redes de corrupção e falhas institucionais que sustentam as organizações criminosas no Brasil. Nesse sentido, o comparecimento do presidente Nayib Bukele a esta CPI permitirá o intercâmbio de informações sobre métodos, políticas e resultados concretos”, afirmou Magno Malta.

Além do convite direto a Bukele, Magno Malta também sugeriu uma diligência externa em El Salvador com o objetivo de conhecer as medidas de segurança pública adotadas pelo país.

“Os resultados alcançados pelo país em termos de pacificação social e redução drástica dos índices de criminalidade despertam interesse legítimo do Parlamento brasileiro, sobretudo diante da gravidade da atuação de facções no território nacional e dos desafios enfrentados pelas forças de segurança pública”, concluiu.

Rio como contexto

As citações ao salvadorenho ganharam novo fôlego no Brasil depois da megaoperação policial no Rio de Janeiro, na semana passada, que resultou em 121 mortes.

Um deles foi Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal autoexilado nos Estados Unidos, que defendeu, em entrevista ao Metrópoles, o que chamou de “plano de controle territorial” e a decretação de um estado de exceção.

“Depois disso, Bukele conseguiu fazer toda a política linha dura que bota bandido na cadeia e a sociedade fica livre para poder trabalhar, sonhar com o futuro. O Brasil tem que fazer a mesma coisa. Tem que inserir o sistema carcerário nessa equação da segurança pública, dar retaguarda jurídica para o policial poder agir e que uma vez preso, não solte mais”, afirmou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também já vocalizou apoio à política do presidente salvadorenho. Em maio deste ano, durante audiência pública na Câmara dos Deputados com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, sobre a PEC da Segurança, Nikolas disse que seria preciso “bukelizar” o Brasil.

Ao mesmo tempo, em entrevista do portal Breeza, o deputado Glauber Braga (Psol-RJ), afirmou que o que ocorreu no Rio de Janeiro pode ser chamado de “bukelização” da política.

“Na minha avaliação, esse vai ser o movimento prioritário trabalhado agora pela extrema direita. E quando isso acontece, se ampliam as perdas físicas, se amplia a quantidade de mortes e se amplia o processo de criminalização de todos aqueles e aquelas que defendem uma alternativa que não seja essa, a da chamada Guerra às Drogas”, afirmou.

NOTA DE FALECIMENTO DE UM GRANDE HOMEM

É com profunda tristeza que comunico o falecimento do meu amado pai, Francisco Ielton Mendes Vasconcelos, que nos deixa com imensa saudade.

Aos 73 anos, viveu intensamente e marcou a vida de todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. 

Sua trajetória foi de amor, trabalho e dedicação à família, valores que levarei comigo e honrarei todos os dias, cuidando do legado que me foi confiado.

Aos amigos e a todos que têm demonstrado carinho neste momento difícil, deixo minha eterna gratidão.

Gigante rede de supermercados anuncia demissão de centenas de funcionários

 JC0

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), controlador da rede de supermercados de mesmo nome, informou esta semana que implementará um rigoroso plano de ajuste financeiro a partir de 2026. O pacote inclui demissões, contenção de custos operacionais e uma expressiva redução nos investimentos anuais.

Durante teleconferência com analistas e investidores, o presidente interino e diretor financeiro do grupo, Rafael Russowski, apresentou um plano de eficiência que prevê uma economia de aproximadamente R$ 800 milhões por ano. O objetivo, segundo ele, é restaurar a rentabilidade do negócio e adequar a estrutura administrativa a um novo cenário econômico.

De acordo com Russowski, a direção do GPA planeja reduzir os investimentos para um patamar entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões — praticamente metade do valor aplicado nos 12 meses encerrados em setembro de 2025, quando o total investido alcançou R$ 693 milhões.

“Temos um novo paradigma daqui para frente. O conselho, sob a liderança do André [Coelho Diniz], passou a mergulhar nos números, questionar o status quo e trazer uma visão mais próxima da operação. Isso nos força a olhar para eficiência com outro rigor”, declarou o executivo.

O plano de reestruturação contempla uma diminuição de pelo menos R$ 415 milhões em despesas operacionais até o final de 2025. 

Entre as medidas adotadas estão a demissão de cerca de 700 funcionários — ocorrida durante o terceiro trimestre —, a revisão de contratos, o corte de consumo interno e a simplificação de processos administrativos. Russowski admitiu que a empresa estava com uma “estrutura inchada” e destacou que a prioridade agora é recuperar a competitividade e a disciplina financeira.

Trump ataca novamente "narcoterroristas" no Caribe e mata mais 3

JCO

Forças militares norte-americanas realizaram mais um ataque contra uma embarcação envolvida em tráfico de drogas no mar do Caribe, resultando na morte de três pessoas. A operação ocorreu na quinta-feira (6), em águas internacionais, conforme anunciou Pete Hegseth, secretário de Guerra dos Estados Unidos. Segundo ele, o barco era operado por uma "Organização Terrorista Designada".

O ataque faz parte de uma série de operações militares americanas contra embarcações suspeitas de narcotráfico. Desde setembro, as forças dos EUA já atacaram 18 embarcações - 17 barcos convencionais e um semissubmersível - nas águas do Caribe e do oceano Pacífico, causando mais de 60 mortes.

Hegseth publicou na plataforma X um vídeo de 20 segundos que mostra o momento da explosão durante a operação. Na mesma publicação, o secretário declarou:

"A todos os narcoterroristas que ameaçam nossa terra: se vocês querem ficar vivos, parem de traficar drogas. Se vocês continuarem traficando drogas mortais –vamos matar vocês".

Veja o vídeo:

O desconforto de Gilmar em Buenos Aires: Emudecido por um exilado (veja o vídeo)

JCO

Mais uma cena que certamente vai rodar o mundo e expor a “Ditadura da Toga” que impera no Brasil. Em um evento em Buenos Aires, o ministro Gilmar Mendes foi interrompido em sua palestra por um exilado político, que escancarou a verdade sobre o 8 de janeiro e a perseguição do ministro Alexandre de Moraes, que o condenou sem provas.

É um fato que envergonha profundamente o país.

Gilmar emudeceu. Não disse absolutamente nada. Um silêncio revelador.

Buenos Aires virou palco daquilo que o Brasil tenta esconder: a contradição viva de um país que fala em liberdade enquanto persegue quem ousa pensar diferente. 

Veja o vídeo:

Operação Poço de Lobato: R$ 26 bilhões desviados e bloqueio de R$ 10,1 bilhões atingem grupo Refit

 JCO 28/11/2025 às 20:09 Uma ação conjunta de 621 agentes de órgãos como Receita Federal, Ministério Público de São Paulo, Polícia Civil e M...