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domingo, 9 de novembro de 2025
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Cláudio Castro desmoraliza o extremista Boulos com apenas uma palavra

Durante o lançamento do programa Governo na Rua, no Morro da Lua, zona sul de São Paulo, Guilherme Boulos acusou os governadores do Rio e de São Paulo, de promoverem políticas de segurança baseadas em repressão.
“O governador do Rio prefere fazer demagogia com sangue, tratar todo mundo da comunidade como se fosse bandido. Aliás, essa é a mesma visão do governador Tarcísio de Freitas e de muitos governadores bolsonaristas”, disse o ministro.
Cláudio Castro (PL), questionado sobre as acusações de Boulos, disse o seguinte:
“Um paspalhão”
Castro ainda defendeu a operação e disse que ela marca o início de um “movimento” contra o crime organizado.
“O que aconteceu no Rio foi o início de um movimento. Um movimento onde os cidadãos desse Estado e do Brasil todo não aguentam mais essa criminalidade”, afirmou.
A última mensagem da adolescente arrastada pelo tornado no PR

A última comunicação entre Julia Kwapis e seu pai Roberto foi uma mensagem de áudio enviada às 16h45 de sexta-feira, cerca de uma hora antes do tornado atingir a cidade. Na gravação, a adolescente falava sobre os preparativos para sua Crisma, sacramento católico que aconteceria no sábado (8).
"Aí a madrinha perguntou se a gente vai fazer… vai querer fazer churrasco amanhã ou algo do tipo. Fazer alguma coisa depois da crisma, ela perguntou", dizia Julia na mensagem enviada ao pai.
A adolescente estava na casa de uma amiga quando foi surpreendida pela força dos ventos. Arrastada pelo tornado, Julia ficou desaparecida durante toda a madrugada, enquanto familiares realizavam buscas por seu paradeiro.
Na manhã de sábado (8), a família descobriu que a jovem havia sido encaminhada a um hospital em Laranjeiras do Sul, município vizinho a Rio Bonito do Iguaçu. Julia não resistiu à gravidade dos ferimentos sofridos durante o desastre.
Roberto Kwapis, pai da adolescente, declarou após a confirmação da morte:
"Infelizmente, essa foi a última mensagem que troquei com ela, 14 anos de idade, ela estava muito feliz, uma filha muito querida".
O tornado causou destruição na pequena cidade paranaense. As autoridades locais trabalham na assistência às famílias afetadas e na avaliação dos danos causados pelo fenômeno climático.
Sidônio dá as cartas, apresenta plano sobre segurança e mira Lewandowski
JCO

Integrantes do governo federal estão divididos sobre o plano de segurança pública elaborado pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira. A proposta, denominada "Aliança Contra o Crime pela Paz", foi apresentada a Lula, como resposta às operações contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro.
A iniciativa contempla estratégias para reposicionar o governo federal no debate sobre segurança pública. Entre as medidas previstas estão ações para intensificar a apreensão de entorpecentes, implementar centros integrados de segurança e fortalecer investigações direcionadas às organizações criminosas.
Um dos principais pontos de discordância refere-se à indicação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, como coordenador do projeto. Esta sugestão, proposta por Sidônio, não foi bem recebida por parte dos auxiliares presidenciais, gerando divisões internas quanto à viabilidade do plano.
No Ministério da Justiça e Segurança Pública, a resistência é notável. Assessores próximos ao presidente avaliam que designar Rui Costa para liderar a iniciativa poderia enfraquecer a autoridade do ministro Ricardo Lewandowski, criando um conflito de competências dentro da estrutura governamental.
Outro fator que gera preocupação é o cronograma político de Rui Costa. O chefe da Casa Civil tem previsão de deixar o cargo em abril de 2026 para concorrer ao governo da Bahia, o que comprometeria a continuidade da coordenação do projeto em momento crítico de sua implementação.
Uma terceira corrente dentro do governo manifesta receio quanto às implicações políticas da proposta. Para este grupo, assumir protagonismo na área de segurança pública, tradicionalmente sob responsabilidade dos estados, poderia transferir para Lula a responsabilidade por eventuais fracassos neste setor durante um ano eleitoral.
Diante das divergências, o presidente adotou postura cautelosa. Segundo informações de assessores presentes no encontro, Lula apenas acompanhou a apresentação feita por Sidônio, sem manifestar posicionamento definitivo sobre a proposta.
A expectativa no Palácio do Planalto é que o tema seja retomado somente após a conclusão da participação do presidente na COP30, quando poderá avaliar com mais profundidade os diferentes aspectos da proposta.
Lula faz a sua opção e Michelle não perdoa: “Ele fica do lado do crime e abandona a vítima”

Lula defendeu a realização de uma investigação independente sobre a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. Claramente, optou por um lado. A declaração foi feita na terça-feira (4), durante encontro com correspondentes internacionais na Base Naval de Val de Cães, em Belém. A ação policial resultou na morte de mais de 100 criminosos. Por isso, Lula classificou a operação como "desastrosa" ao se dirigir à imprensa estrangeira.
"Nós estamos tentando ver se é possível os legistas da Polícia Federal participarem do processo de investigação da morte, como é que foi feito. Vamos ver se a gente consegue fazer essa investigação. Porque a decisão do juiz era uma ordem prisão. Não tinha uma ordem de matança e houve a matança. O dado concreto é que a operação, do ponto de vista da quantidade de mortos... As pessoas podem considerar um sucesso, mas, do ponto de vista da ação do estado, eu acho que ela foi desastrosa", afirmou o presidente.
A operação "Contenção" mobilizou 2,5 mil agentes de diferentes unidades policiais do Rio de Janeiro. Os policiais tinham como objetivo cumprir cerca de 100 mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho. Durante a ação, ocorreram intensos confrontos armados que resultaram na morte de 117 criminosos e quatro policiais.
Especificamente sobre a morte dos policiais, Lula não teceu nenhum comentário.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou Lula durante evento do PL Mulher em Londrina (PR) no sábado (8).
"hoje, há uma inversão de valores enorme. Ele [Lula] fica do lado do crime e abandona a vítima".
A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que Lula "pensa em entregar pensão para as famílias dos criminosos", referindo-se aos mortos na operação Contenção.
"As famílias das vítimas vão receber alguma coisa? Eu quero perguntar ao senhor, presidente Lula, o senhor vai entregar também uma pensão para aquela mãezinha da Asa Sul que perdeu o seu filho, coleguinha da minha filha, que foi esfaqueado até a morte por causa de um celular?", questionou.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, no entanto, emitiu comunicado negando informações que circulam nas redes sociais sobre suposta proposta de assistência a famílias de mortos na ação policial. A pasta declarou que "não procede a informação divulgada em alguns sites de notícias e redes sociais sobre suposta proposta de assistência financeira a familiares de mortos no Rio de Janeiro".
Durante o evento em Londrina, Michelle também fez uma oração pelas vítimas do tornado que atingiu o Paraná na sexta-feira (7), causando seis mortes e mais de 400 feridos em Rio Bonito do Iguaçu. A presidente do PL Mulher ainda descreveu seu marido como "o maior líder da direita" e criticou a esquerda brasileira, afirmando que seus representantes "amam viver bem, no luxo" enquanto "demonizam o agro, o empreendedor, o empresário que gera emprego, a economia liberal".
Jovem carioca elogia operação policial no Rio e é obrigado a deixar o estado por ameaças do CV

Um jovem de 20 anos, morador da Zona Norte do Rio de Janeiro, precisou deixar o estado depois de receber ameaças de morte de criminosos do Comando Vermelho (CV). O motivo das intimidações foi a publicação de um vídeo nas redes sociais em que ele elogiava a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no fim de outubro.
O rapaz, identificado como Willian Gabriel Lopes, publicou uma gravação de cerca de 30 segundos, na qual parabenizava a Polícia Militar e criticava manifestantes contrários à ação das forças de segurança.
“Olha que dia maravilhoso. Tô aqui na Penha, e eu não poderia deixar de parabenizar a Polícia Militar por ter neutralizado mais de cem traficantes de drogas”, disse Willian no vídeo.
Após a postagem, criminosos começaram a divulgar seus dados pessoais, e o jovem passou a receber ameaças diretas de morte. Por medida de segurança, ele deixou o Rio de Janeiro e se mudou temporariamente para outro estado.
Nesta sexta-feira (7), Willian retornou ao Rio acompanhado de um advogado e compareceu ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para solicitar proteção oficial.
Uma promotora foi designada para acompanhar a investigação conduzida pela Polícia Civil, que apura a origem das ameaças e a exposição dos dados pessoais do jovem.
Homens que saíram de SP para cobrar dívida no PR: Longas fichas criminais e suspeita de ligação com o crime organizado
JCO

A Polícia Civil do Paraná divulgou o histórico criminal das quatro vítimas encontradas mortas na zona rural de Icaraíma, no noroeste do estado. Os corpos de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza foram localizados após 44 dias de buscas. Os três primeiros viajaram de São José do Rio Preto (SP) para cobrar uma dívida de Alencar, que os contratou para este serviço.
Antonio Buscariollo, 66 anos, e seu filho Paulo Ricardo Costa Buscariollo, 22 anos, são os principais suspeitos dos assassinatos. Ambos estão foragidos e têm mandados de prisão temporária expedidos contra eles.
O levantamento policial revelou que três das vítimas possuíam antecedentes criminais. Diego Henrique Affonso acumulou ocorrências entre 2018 e 2024, incluindo ameaças contra a esposa (Lei Maria da Penha), estelionato e acusação de redução à condição análoga à de escravo em 2023.
Rafael Juliano Marascalchi tem registros desde 2005, quando foi acusado de tentativa de homicídio. Sua ficha inclui tráfico de drogas (2007 e 2008), ameaças entre 2014 e 2025, e violência doméstica contra a esposa em 2017.
Robishley Hirnani de Oliveira possui histórico desde 2003, com acusações de furto qualificado, crimes ambientais, embriaguez ao volante e múltiplos casos de estelionato e ameaças, incluindo contra sua esposa. Alencar, que contratou o trio, não tinha antecedentes.
Entre os suspeitos, apenas Antonio Buscariollo possui um registro por porte de arma em 2018. Paulo Ricardo não tem antecedentes, segundo a polícia.
A investigação ganhou novos contornos quando as autoridades receberam informações de que a dívida poderia estar relacionada a "negócios ilícitos" entre as partes.
"O andamento das investigações revelou a necessidade de levantamento do histórico criminal de todas as partes envolvidas nesse caso, com objetivo de averiguar (confirmar ou afastar) o possível envolvimento das partes (autores e vítimas) com o crime organizado, já que chegou ao conhecimento da Polícia Civil que a dívida e a cobrança não teria como base apenas o desacerto envolvendo a propriedade rural em Vila Rica, mas também negócios ilícitos entre as partes. No momento, não é possível afirmar que existia essa relação ilícita entre as partes, mas tudo está sendo apurado dentro das investigações", explicou a corporação.
A advogada Josiane Monteiro, que representa as famílias de Diego, Rafael e Robishley, questionou a divulgação dessas informações.
"O quanto essa informação acabou afrontando não só a dignidade e a honra dessas pessoas que se foram, mas também da família".
A Polícia Civil informou que as investigações seguem sob sigilo.
"Há um volume de dados muito grande sendo analisado. A quantidade de dados obtida foi tão robusta que foi necessário montar uma força tarefa para sua análise. O Departamento da Polícia Civil disponibilizou dois agentes de polícia judiciária, analistas de dados, para se somar aos agentes do Grupo de Diligências Especiais de Umuarama e realizar o trabalho. Além de equipes de campo, há um outro grupo de agentes dedicados apenas a essas análises, de modo a imprimir maior celeridade ao caso", informou a corporação.
O caso começou em 4 de agosto, quando os três homens viajaram para Icaraíma. Eles visitaram o distrito de Vila Rica do Ivaí para fazer o primeiro contato com os devedores. No dia seguinte, foram vistos pela última vez em uma panificadora local por volta das 10h. Às 12h, deixaram de responder às mensagens de familiares.
No dia 6 de agosto, a esposa de Robishley procurou a polícia para relatar o desaparecimento. As autoridades visitaram a propriedade onde a cobrança seria realizada.
"Eles [Antonio e Paulo] confirmaram que havia um negócio envolvendo a compra e venda de uma propriedade rural entre Alencar e dois parentes deles, mas disseram que não tinham relação direta com a dívida", explicou o delegado Gabriel Menezes.
A investigação revelou que a dívida referia-se à compra de uma propriedade rural que a família Buscariollo adquiriu de Alencar por R$ 255 mil, divididos em dez notas promissórias de R$ 25 mil cada. Familiares das vítimas informaram que os três homens trabalhavam com cobrança de dívidas há 13 anos.
Inicialmente, surgiram informações divergentes sobre o valor da dívida. A esposa de uma das vítimas mencionou R$ 1 milhão no boletim de ocorrência. Outras testemunhas indicaram R$ 100 mil. Apenas o valor de R$ 255 mil foi confirmado nas investigações.
Os corpos foram localizados em 18 de setembro, com marcas de tiros, a 650 metros do local onde o veículo das vítimas foi encontrado escondido.
"A área é arenosa e úmida e os corpos estavam bem preservados, o que deu uma possibilidade de identificação visual de momento", afirmou o secretário de segurança pública, Hudson Leôncio Teixeira.
Os pertences das vítimas foram encontrados enterrados no mesmo local. As declarações de óbito indicaram politraumatismo, traumatismo craniano e ferimentos por arma de fogo.
A defesa dos suspeitos nega envolvimento no crime.
"A localização dos corpos, em propriedade de pessoa que não tem qualquer relacionamento com a família Buscariollo, reforça a nossa defesa de negativa de autoria, ou seja, que não tiveram qualquer participação com esses homicídios. E mais, os corpos serão importantes instrumentos para identificação dos verdadeiros culpados pelas mortes", declarou o advogado Renan Farah em nota.
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